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O Dia Internacional da Família é comemorado anualmente em 15 de maio e foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993. Mais do que uma homenagem, essa comemoração visa destacar a importância da família na sociedade, promovendo discussões sobre temas que impactam diretamente seu bem-estar, como economia, saúde e relações interpessoais. A família, independentemente de sua configuração, é a base da formação moral, ética e cultural de cada indivíduo. Seja composta por pais e filhos, avós, tios, mães ou pais solteiros, casais do mesmo sexo ou laços afetivos construídos ao longo da vida, ela representa amor, proteção e pertencimento. No Brasil, além da celebração internacional, há também o Dia da Família, comemorado em 8 de dezembro. Ambas as datas reforçam a necessidade de reconhecer e valorizar todas as formas de família, incentivando o respeito, a união e o apoio mútuo como pilares essenciais para uma sociedade mais equilibrada. O Dia Internacional da Família foi instituído pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas, durante reunião feita em 20 de setembro de 1993. A data foi celebrada pela primeira vez em 1994. A família é um projeto de Deus para refletir Seu amor e cuidado por nós. Feliz Dia da Família!


Kamal Ravikant é um autor e investidor indiano-americano, conhecido principalmente pelo livro motivacional Love Yourself Like Your Life Depends On It (em português: Ame a si mesmo: sua vida depende disso), que se tornou um best-seller mundial. Além de escritor, ele também atua como venture capitalist no Vale do Silício

MAIO


 



segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Campanha eleitoral em S.Paulo sob suspeita de preconteito...


O vídeo abaixo - peça da campanha de Marta Suplicy à prefeitura de São Paulo - provocou uma onda de protestos em vários segmentos da opinião pública. E não só da capital paulista, mas do Brasil inteiro visto que a Folha de São Paulo deu destaque de 1ª página à notícia.
Fui procurar o vídeo no "oráculo nº 2" - o YouTube - e achei. Assisti umas três vezes e realmente há uma conotação maliciosa embutida. No primeiro momento - por encaixar um 2º sentido - ela é quase imperceptível, mas ao vê-la novamente surge a "mensagem bruxa" (é assim que denominamos, no mundo corporativo os recados que são passados de formas indiretas e oblíquas).
Claramente, sob o argumento de que é indispensável "conhecer quem é o candidato", a voz do locutor vai fazendo uma série de perguntas, inicialmente pertinentes, tipo "Você sabe quem é Kassab?", "Você sabe qual o seu partido?" e termina com "Você sabe se ele é casado? Se tem filhos?"... Por ser desnecessária e sem sentido naquele contexto, obviamente, causou estranheza.

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Imediatamente, por parte de quem vê e/ou escuta surge a dúvida. Por quê? Será que Kassab tem algum segredo impublicável na vida pessoal que a campanha de Marta Suplicy conhece? Será que não pode ter filhos? Será que é gay? Será que? Será que? [...]

E ai vem a segunda onda do pensamento: e dai? Qual a importância se ele é casado ou tem filhos, para ser prefeito de São Paulo? E é por ai que o preconceito, a malícia e até uma dose de perversidade fica flagrante na peça de campanha. E mais. A quem ela se dirige? A que tipo de eleitor? Será que a maioria dos cidadãos que tem voto acha importante se Kassab ou qualquer outro candidato é casado ou não? Se tem filhos ou não?

Confesso que, embora longe da política - aqui em Brasília estamos livres dessas eleições - fiquei chocado. Por isso fiz esse post de protesto. Nada justifica, nada evidencia, repito, que se jogue qualquer tipo de suspeita maliciosa sobre quem quer que seja. É o pior tipo de comportamento possível para qualquer cidadão e muito mais para pessoas públicas que exerceram e pretendem exercer funções públicas (e por eleição).

Foi um erro grosseiro da equipe de campanha da candidata Marta Suplicy e o melhor que ela deve fazer é retirar - logo - a publicidade e de alguma forma se justificar publicamente com o eleitorado. Dificilmente o fará e com certeza vai perder muitos votos; e em todos os segmentos do eleitorado.

Por tudo que vejo, leio e me informo, a grande maioria da população brasileira - dos mais aos menos favorecidos na escala social - não exercita mais o preconceito contra as circunstâncias aludidas pela publicidade em tela. O importante para o eleitor é a honestidade, a competência, a probidade e a autoridade moral. Ser casado, solteiro ou divorciado; gay ou heterosexual; ter filhos ou não ou ainda ser homem ou mulher, não são mais limitantes ou estimulantes para a escolha dos candidatos pelos eleitores do Brasil. Principalmente numa metrópole como São Paulo.

Vejam, abaixo, a peça de campanha. São só trinta segundos, mas estão fazendo um alarido que pode durar até a eleição no dia 26 deste mês.


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Acho que a propagando não foi, sequer, sutil. Foi grosseira pela forma e fora do contexto de uma campanha entre pessoas socialmente civilizadas. Independentemente de preferências políticas, entre os envolvidos, deve ser repudiada como qualquer outra demonstração de preconceito que se conheça por parte de quem quer que seja. É a minha opinião.
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PS - Leia nos links abaixo as repercussões.
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