28 de fev de 2011

Nova lista de Blogs e Sites na Oficina de Gerencia



Nova lista de Blogs e Sites na Oficina de Gerencia

C
á estou mais uma vez produzindo um dos posts regulares que apresento na Oficina de Gerencia e que me proporcionam mais prazer. Falo (ou melhor, escrevo) sobre a nova lista de blogs e sites para fazer parte da coleção dos amigos, leitores e habitantes da blogosfera.
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Mantenho a tag "Destaques de Sites e Blogs" para agregar os endereços selecionados por mim e que está crescendo muito. Já são mais de 160 posts com muitos blogs e sites. Por mais que navegue na internet não canso de surpreender-me com as novidades que aparecem a cada hora e a cada clicada.
A lista que está nesse post contem 7(sete) endereços de sites blogs que podem ser visitados "sem medo de ser feliz". Gostei de todos. Desta feita coloquei no post, além do logotipo do blog/site o trecho de algum artigo de cada um deles remetendo o leitor para a visita ao blog se tiver interesse de continuar lendo.
Acessem todos os blogs da lista. É só clicar sobre os logotipos. Devo dizer que os coloco aqui por puro prazer de divulgá-los aos leitores da Oficina de Gerencia. Como gostei de todos eles e por principio compartilho na Oficina as minhas boas escolhas faço questão de divulgá-los aqui.
Não tenho e não peço parceria com nenhum deles como contrapartida pela divulgação. Da mesma forma que os escolho cada um deles irá avaliar a divulgação da Oficina de Gerencia também se gostar do meu blog. Não aprovo esse negocio de parceria na base do "toma lá dá cá". Alguns dos autores dos blogs nem sabem que os divulgo aqui.  Peço que não entendam mal, mas é assim que me  vejo como blogueiro e é como transito na blogosfera.  Espero que meus visitantes, leitores e amigos aprovem minhas escolhas.



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Aspectos diferenciais da língua falada e da escrita

exercicio_gramatica__redacao (142) Língua falada e língua escrita
Falar ou escrever também implica profundas diferenças na elaboração dos textos. A tal ponto chegam essas variações que se pode considerar que a língua tem duas modalidades diferentes: a língua falada e a língua escrita. Essas duas modalidades atendem a necessidades diferentes da nossa vida social - e por isso as devemos conhecer bem a fim de lidar com elas satisfatoriamente. Passamos boa parte do tempo transitando entre essas duas modalidades da língua. Para perceber isso, basta você pensar nas notícias de jornal que lê e que depois conta aos colegas ou na conversa que ouviu e que quer transformar num texto escrito (uma carta ou e-mail, por exemplo). Esse processo de transformação da fala na escrita e da escrita na fala é a chamada retextualização. Por fim, é necessário dominar com proficiência as características de cada tipo de texto falado ou escrito para efetuar bem essa tarefa.

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    A COMIX BOOK SHOP é uma livraria especializada em quadrinhos e mangás, presente no mercado desde 1986, buscando sempre levar para seus clientes o maior e mais atualizado acervo de revistas em quadrinhos do Brasil de forma profissional e competitiva. [clique aqui e leia mais)



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O maior banco de dados e acervo de capas de gibis publicados no Brasil. O objetivo principal do projeto é resgatar, preservar e divulgar a memória dos quadrinhos. Colecionadores, admiradores, qualquer um que possa ter uma informação útil é bem-vindo.


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Leia esse post que está no blog e fala sobre os impactos da midia online (publicidade) sobre nós, pobres telespectadores. É muito interessante.

Aprenda mais sobre Mídia Online Tradicional


Sem sombra de dúvida podemos afirmar que esta apresentação do @luizfelipecrb sobre Mídia Online é uma das melhores que já vimos pela internet. Produzida para a turma de Marketing Digital da ESPM, o conceito "Tradigital" é apresentado e muito bem descrito pelo slides.



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Blog de Thiago Miguel muito bem produzido e diversificado. Apresento abaixo um dos posts que está publicado no link dos artigos.
"Pequenas Ações, Grandes Mudanças" 

"Transforme sonhos em realidade, não deixando o medo do novo impedir o seu sucesso"

Você tem o hábito de elogiar os seus colegas e colaboradores ou critica-os mais do que enaltece? Você trata os seus companheiros com respeito ou costuma se irritar elevando o tom de voz de vez em quando? Você costuma ter tempo para realizar novos projetos ou está sempre muito ocupado?

“As palavras foram feitas para informar e não para impressionar”

Aqui vão algumas dicas: primeiramente, considere o conteúdo do que você diz. Saiba que as palavras têm alto impacto em nossas vidas, isso porque antes de pronunciá-las, pensamos uma dúzia de vezes nelas. Se você der uma resposta cruel a uma pessoa, provavelmente, você já pensou várias vezes no que será dito e só estava aguardando uma oportunidade para desferi-la. Uma palavra má cria mágoa em quem a ouve e remorso em quem a pronuncia. Portanto, a dica é: não permita que as palavras afetem o seu estado emocional, pois o preço da baixa auto-estima costuma ser alto. Além disso, a melhor maneira de evitar grandes aborrecimentos ou arrependimentos está na arte de hesitar em falar algo indesejável. Depois que as palavras más saem de nossa boca, pouco poderá ser feito para cicatrizar as feridas que elas podem causar.
Portanto, o cuidado deve ser tomado antes da ação! Lembre-se: as palavras foram feitas para nos comunicarmos, transmitindo informações e não, para magoar ou impressionar os outros. (clique aqui para continuar lendo)
Autor: Evaldo Costa,
Site: www.evaldocosta.com.br
Escritor, Professor, Conferencista e Consultor.

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Dúvidas sobre a língua portuguesa?


Há quem diga que os jovens e as crianças de hoje em dia não desenvolvem sua capacidade máxima de aprendizado por se limitarem ao uso contínuo da internet para fazer trabalhos escolares, de forma geral, com base em cópia de informações: o famoso "Ctrl+C e Ctrl+V" ou "Copia e Cola". Entretanto, também há quem diga que uma das principais funções do ensino dos dias hoje também é preparar o aluno para saber buscar informações das quais necessita de forma eficaz.
Isso é uma discussão velha, se levarmos em consideração que existem jovens que aprimoram seus conhecimentos com a internet e outros que, simplesmente, "emburrecem" com a mesma, dado o conteúdo ruim espalhado pela web, fruto de pessoas também com falta do que fazer de melhor. (clique aqui para continuar lendo)


27 de fev de 2011

Intimidade... O que você faz com a sua?

"Como sustentar que a polícia não pode ouvir minhas conversas telefônicas se divulgo detalhadamente todos os meus pecados, fotografados ou filmados, no Orkut?"

Esta frase, na verdade uma provocação, é a essencia do texto que está nesse post. Não costumo colocar os artigos da terceira folha do 1º caderno da Folha de São Paulo (Tendências e Debates). Normalmente são textos longos e muito academicos ou tendenciosos (no bom sentido) para propiciar o debate entre os leitores do jornal.
No caso presente não resisti. O tema é incontornável por todos os que vivem nos tempos presentes convivendo com orkuts, facebooks, blogs, msn e big brothers. A grande questão é: Temos intimidade? 
Claro que é meramente uma pergunta retórica. Provocativa. Entretanto vale a pena pensar nela. Temos intimidade? Estamos preservados em nossos hábitos e pensamentos mais pessoais? No geral - respeitadas as minhas limitações como pensador - direi que sim. Pelo menos na minha geração. Entre os mais jovens... Não sei.
Hoje em dia é fato comum vermos cenas intimas serem "jogadas" na internet pelos proprios personagens (sem falar nas ações criminosas). Dados pessoais circulam livremente entre os hackers que roubam senhas com a maior facilidade em sites, blogs e e-mails. Informações privadas são colocadas em páginas e mais páginas nas redes sociais...
É sobre isso que o artigo do advogado Roberto Garcia se desenvolve. Achei que valia a pena suscitar essa questão aqui no blog. Afinal de contas vivemos na aldeia global e mesmo tratando de questões corporativas como foco a Oficina é um blog de diversidades também e nada mais atual do que debater o direito à intimidade nesses tempos de redes sociais.






Respeito à própria intimidade

ROBERTO SOARES GARCIA

O abuso do direito à imagem escancarada pode suprimir o direito à privacidade, abrindo espaço para uma ditadura do monitoramento ilimitado

A falta de recato com a própria intimidade, revelada sem pejo em algumas páginas da internet, nas telas do "Big Brother" e nas traseiras de automóveis, onde se veem grudadas figurinhas representativas da composição da família proprietária, constitui, em um primeiro olhar, exercício de direito à autoexposição.
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Pondero, para a reflexão do leitor, que o abuso desse direito à imagem escancarada poderá levar à supressão do direito fundamental à privacidade, abrindo espaço para a ditadura do monitoramento oficial ilimitado. A perda de espaço destinado à intimidade, como se lembram os que leram "1984", é característica de regimes autoritários.

Sociedades democráticas prezam os direitos de minorias, em especial o direito da menor minoria possível, que é o indivíduo.

Não foi por acaso que, pós-ditadura, a Constituição destinou seu dispositivo mais extenso à tutela de direitos individuais: o artigo 5º tem 78 incisos e diz, ao fim, que o rol não é exaustivo, o que confere a todos nós proteção contra o Estado, que não pode atentar contra a intimidade do cidadão, bisbilhotando, sem autorização judicial, sua movimentação bancária ou suas comunicações telefônicas; se o fizer, o indivíduo pode recorrer ao Judiciário para resguardar seus direitos.

É, contudo, no exagerado exercício individual do direito de abrir mão da privacidade que mora o problema. Se considero normal informar ao estranho que vai à traseira do meu carro que somos cinco em casa, como poderei exigir da loja da esquina a manutenção em segredo do cadastro que lá preenchi?

Por que o fiscal do Imposto de Renda deveria se privar de vasculhar minha conta corrente se tuíto a todos os que me "seguem" o quanto gastei no final de ano em determinado shopping?

Como sustentar que a polícia não pode ouvir minhas conversas telefônicas se divulgo detalhadamente todos os meus pecados, fotografados ou filmados, no Orkut?

Em resumo: se não velo pelo que me é próprio, pela minha intimidade, por que o Estado estaria obrigado a velar? A resposta, por ora, está na vigência da lei, que me autoriza a divulgar meus segredos e veda ao Estado acesso indiscriminado à minha intimidade.

Mas a legitimidade da lei está no eco que seus comandos encontram na sociedade. Se a norma visa proteger o que o indivíduo não se importa mais em perder, a vida da tutela ao direito será curta. Ao abrir reiteradamente mão do resguardo da intimidade como vetor de vida, o cidadão, sem perceber, leva a sociedade para um modelo autoritário, em que o indivíduo e a privacidade não importam.

Já que, por definição, se descartam intervenções que substituam o próprio cidadão nas decisões sobre sua intimidade, a solução está no alerta para que, em nossas condutas, cada um preze um pouco mais por sua privacidade. Esse cuidado responsável e voluntário não trará prejuízo. Já o descuido poderá ser fatal até para a democracia!

ROBERTO SOARES GARCIA é advogado criminal e professor do curso de pós-graduação da GVLaw. Foi diretor vice-presidente do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD). Os artigos publicados com assinatura não traduzem a opinião do jornal. Sua publicação obedece ao propósito de estimular o debate dos problemas brasileiros e mundiais e de refletir as diversas tendências do pensamento contemporâneo. debates@uol.com.br

Infinito, eletrons, protons, quarks... É o show de Marcelo Gleiser

H
http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcR76iiJYRzc1U8C1dClA1iIf1CZBGLofhk1iOfoPt5HQU5YOtoGeQá muito tempo não publicava, aqui na Oficina de Gerencia, nada do Professor Marcelo Gleiser o que é uma pena, pois seus artigos enriquecem qualquer blog. Os textos de Marcelo Gleiser são antes de tudo pinceladas de erudição, saber e principalmente de cultura inteligente. Gleiser dispensa apresentação. Coletei mais este artigo na Folha de São Paulo onde ele discorre sobre conceitos como o infinito, sobre os átomos e outros temas dessa ordem e quilate. Leiam o que ele fala sobre o infinito:
  • [...] "Mesmo que arredio, o infinito está por toda parte. Em cosmologia, dados atuais indicam que o Universo é infinito. Se andarmos numa direção e mantivermos a rota, jamais retornaremos ao ponto de partida. Se o universo fosse finito, feito a superfície de uma bola (em 3D), poderíamos circunavegá-lo, como o fez Fernão de Magalhães com a Terra (ou os que restaram de sua tripulação.)" [...]
Vou me esforçar para colocar mais artigos do Professor Gleiser aqui na Oficina.  Sou um fã incondicional desse brasileiro que honra a inteligencia de seus compatriotas e sempre nos traz lições de cultura e erudição em paralelo com seus conhecimentos cientificos.

São Paulo, domingo, 27 de fevereiro de 2011

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MARCELO GLEISER

Infinito, elétron e outras invenções          

Baseamos os nossos argumentos no que podemos medir. E o que vem a ser a coisa real? Talvez nunca saibamos

OUTRO DIA, meu filho de quatro anos perguntou: "Pai, você pode contar até infinito?" "Não posso, filho, não ia acabar nunca". "Mas quanto é infinito menos três?" "É infinito também". "Mas como se escreve o número infinito?" "É um oito deitado." "Mas isso é um número, feito um ou dois?"

O infinito é mais uma ideia do que um número. É um conceito que criamos para representar sequências infindáveis de números, ou um ponto no espaço ou no tempo infinitamente distante da nossa posição ou do nosso momento presente.

O infinito não é algo a que chegamos; é algo sobre o qual pensamos.

Uma representação de nossas limitações, já que somos finitos no espaço e no tempo. Por outro lado, é também exemplo da nossa criatividade.

Mesmo que arredio, o infinito está por toda parte. Em cosmologia, dados atuais indicam que o Universo é infinito. Se andarmos numa direção e mantivermos a rota, jamais retornaremos ao ponto de partida. Se o universo fosse finito, feito a superfície de uma bola (em 3D), poderíamos circunavegá-lo, como o fez Fernão de Magalhães com a Terra (ou os que restaram de sua tripulação.)

Podemos ter certeza de que o universo é infinito? Não. Sabemos apenas que a porção do espaço que podemos medir, o que chamamos de horizonte -a distância percorrida pela luz em 13,7 bilhões de anos- é plana (ou quase). E uma geometria plana, como a superfície de uma mesa, estende-se ao infinito. Mas nossa certeza termina aí.

É possível que nossa porção plana do espaço faça parte de um universo curvo gigantesco. Se não temos acesso ao que há fora do horizonte, não temos certeza do que existe lá. Podemos apenas inferir.

E os pontos e linhas da geometria? Conceitos estranhos, também.

Um ponto marca uma posição no espaço, mas não ocupa espaço: seu volume é nulo. Uma linha, ligando dois pontos no espaço, não tem espessura. E é feita de pontos adjacentes. Coisas sem volume, lado a lado, fazem uma linha sem espessura!

Portanto, representamos coisas no espaço usando coisas que não existem no espaço, mais ideias do que coisas. Representações matemáticas, como quando desenhamos pontos num papel e os conectamos com linhas, mesmo que ilusórias, funcionam extraordinariamente bem. O real baseia-se no intangível.

Quando procuramos pelos menores pedaços de matéria, encontramos ideias semelhantes. Átomos são formados de elétrons, prótons e nêutrons. Prótons e nêutrons são formados de quarks. Portanto, dizemos assim que a matéria é feita de quarks e elétrons.

Será que quarks e elétrons são feitos de coisas ainda menores? Um elétron não é simplesmente uma bola de energia com carga negativa.

Um físico de partículas diria que um elétron não tem estrutura interna, que não há nada "lá dentro". Mas não podemos ter certeza.

Baseamos nossos argumentos no que podemos medir. Podemos tratar o elétron como uma partícula "pontual", com carga elétrica negativa, mas devemos lembrar que esta representação é uma aproximação da coisa real. E o que é essa coisa real? Talvez nunca saibamos. Como pontos e linhas, os elétrons e quarks são construções que usamos para representar como vemos o mundo.
Eles são como os vemos.

MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor do livro "Criação Imperfeita"

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/images/ciebar.gif

Gestores egocentricos, Lidar com pessoas, Indice de Felicidade Interna e muito mais... (HSM)


" Clique para conhecer. Esta newsletter da HSM está com um conteúdo excelente. Destaco um artigo do Robert Wong intitulado "Os dez mandamentos para fazer uma mudança de emprego". Outro artigo com o intrigante titulo de "O perigo dos gestores egocêntricos" escrito pelo consultor Marcelo Mariaca inicia-se com a seguinte frase:
  • [...] "Chefes inseguros e egocêntricos podem prejudicar os subordinados - principalmente os melhores talentos -, envenenar o clima organizacional e comprometer os resultados da empresa.  Em geral, executivos com esse perfil ofuscam o brilho dos profissionais mais talentosos, porque de forma maquiavélica ou mesmo inconsciente enxergam neles uma grande ameaça a seu poder." [...]
Que coisa hein? O artigo é ótimo e vale a pena ser lido. Tem mais! Vejam o paragrafo abaixo:
  • [...] "De acordo com a diretora geral da Weigel Coaching, Jaqueline Weigel, as maiores escolas de negócio estão incluindo coaching em seus programas de desenvolvimento de lideranças. Isto porque muitos executivos reconhecem áreas em que são mais fracos, mas não sabem o que podem fazer a respeito ou como fazer. “Um coach ajuda a formatar idéias, discutir soluções, avaliar opções e oferecem suporte no processo de mudança”, explica Weigel." [...]
Ele faz parte de outro artigo no post. O titulo dele é "Coaching ainda é chave para vantagem competitiva" e foi escrito pela editoria da HSM. É muito bom também.
Ou seja, toda a newsletter está recheada de boas leituras, vídeos, infográficos e testes para os feiticeiros e aprendizes deste mundo mágico que é o das corporações.



Infográfico: Dicas para aumentar o ingresso e recolocação no mercado de trabalho em 2011
Confira no infográfico as dicas da acadêmica Ana Paula Cunha para manter a empregabilidade em alta neste próximo ano!

 
2011: Aprenda a lidar com pessoas
O ambiente de trabalho favorece a manifestação de dificuldade no trato com o outro. Confira as recomendações para driblar as pessoas caracterizadas como difíceis no ambiente corporativo.
 
O perigo dos gestores egocêntricos
Em artigo, Marcelo Mariaca, presidente do conselho de sócios da consultoria Mariaca, fala sobre o impacto de pessoas egocêntricas em cargos de chefia e dá algumas dicas para lidar com esta situação. Confira!
 
Coaching ainda é chave para vantagem competitiva
  
Para executivos, o coaching ainda está em fase de maturação no Brasil, mas ainda assim é a chave para a vantagem competitiva e melhores resultados
 
Já calculou o seu FIB?
A Felicidade Interna Bruta (FIB) tenta atrelar indicadores sociais à mensuração de desenvolvimento econômico de países e organizações. Conheça um pouco mais sobre este índice!

Especial
A gestão que dá certo
Conheça o projeto Brasil e os principais modelos de gestão adotados no País.

 
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Inovação digital: em qual século você está?
Quer entender a revolução digital? Confira a entrevista com Gil Giardelli, professor da ESPM

 
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Quais foram os cases mais inovadores em 2010?


 
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Encantar pessoas
Chieko Aoki fala sobre a grande qualidade do brasileiro: o encantamento

 
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Marcelo Lyra, da Braskem, fala sobre o processo de fusões e aquisições iniciado em 2002

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Retorno garantido – Patrocinador levanta sua taça

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“A ideia de que o mundo é assim e sempre será assim.” Wikileaks
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Os dez mandamentos para fazer uma mudança de emprego
Por: Robert Wong
 
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Movidos por Ideias - Insights para criar carreiras e empresas duradouras
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