29 de nov. de 2012

Joelmir Beting... tristeza imensa pela sua ausência.


S
ão muito poucos os brasileiros que alcançaram a unanimidade na sociedade onde vivem e trabalham. Poucos, muito poucos mesmo! Joelmir Beting está nesse panteão. 
Sua morte entristece todos aqueles que se acostumaram a vê-lo nas muitas mídias onde irradiou o seu talento único de criar empatia imediata com aqueles que o viam e ouviam. 
Não conheço ninguém que não admirasse Joelmir Beting como figura humana, mesmo vendo-o só pela televisão e conhecendo-o pelas notícias a seu respeito. Uma figura rara nesse meio onde as vaidades e as arrogâncias formam um denominador comum entre suas maiores estrelas.
Joelmir Beting estava entre esses astros de brilho intenso no universo dos grandes jornalistas e comentaristas brasileiros; e operando na faixa áspera do jornalismo macroeconômico. Inventou bordões e frases em profusão onde "o gol de placa"  é a sua obra prima.
Para homenageá-lo acho que o melhor é reproduzir algumas de suas frases mais famosas. O maior respeito que podemos expressar por alguém que nos deixou é dizer que fará muita falta em nosso meio. Assim é com Joelmir Beting.

  • “Quem não deve não tem”.
  • “Explicar a emoção de ser palmeirense, a um palmeirense, é totalmente desnecessário. E a quem não é palmeirense... É simplesmente impossível”.
  • “As Bolsas de Valores, como os aviões, são cem por cento seguras: todo avião que sobe, desce”.
  • “Temos seis calendários no mundo de hoje: o calendário gregoriano ou cristão, o calendário judaico, o calendário islâmico, o calendário japonês, o calendário chinês e o calendário brasileiro”.
  • “Se não podemos melhorar o que causa a febre, pelo menos temos de melhorar a qualidade do termômetro”.
  • “A natureza não se defende; ela se vinga”.
  • “Metade da humanidade passa fome. A outra metade faz regime”.
  • “Em economia, é fácil explicar o passado. Mais fácil ainda é predizer o futuro. Difícil é entender o presente”.
  • “Não há soluções políticas para problemas econômicos”.
  • “Você só consegue explicar aquilo que entendeu”.
  • “Modernizar não é sofisticar. Modernizar é simplificar”.
  • “Quando os preços sobem é inflação; quando descem é promoção”.
  • “A gestão da economia tem apenas dois problemas: quando as políticas fracassam e quando as medidas funcionam”.
  • “A verdade é que o Brasil teima em não fazer 70% do que deveria fazer, nem 50% do que já poderia ter feito. O tal de neoliberalismo nada tem a ver com isso”.
  • “No Brasil, fomos dopados pela cultura da abundância, irmã siamesa da cultura da ineficiência, da acomodação e da tolerância; responsável pelo nosso atávico desperdício de terra, de água, de mata, de energia, de sossego e de gente”.
  • “É melhor uma Ford na Bahia do que na Argentina. As isenções fiscais referem-se a impostos futuros que não existiriam sem a fábrica funcionando”.
  • “PT é, de fato, um partido interessante. Começou com presos políticos e vai terminar com políticos presos”.

27 de nov. de 2012

Teste (não só) para Executivos - Conheça suas qualidades.

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Lá fui eu novamente explorar o meu baú de coisas antigas para trazer ao blog um pouco da experiência pessoal passada ao longo da minha extensa jornada. Remexi e "achei" esse "Teste Confidencial Para Executivos" que ganhei de presente de um amigo que trabalhava na empresa de consultoria que o produziu. Como já faz muitos anos acho que não estarei "praticando" nada antiético ao reproduzi-lo aqui na Oficina de Gerência até porque "cortei" o logotipo da empresa na imagem.
Para trazer o teste ao blog tive que transformá-lo em imagens (quatro folhas) que dispus em sequencia natural. É só segui-las à medida que for respondendo. Sugiro que imprima as imagens para melhor trabalhar.
Na verdade o teste é um conjunto de quatro subtestes para avaliar qualidades e características consideradas importantes para os chamados executivos "top". As instruções para respondê-lo estão logo no início. As questões referem-se a quem esteja respondendo. Algo como atenção, liderança de grupo, atitude crítica, ambição... Ao final (sugiro que não leia antes de terminá-lo) estão as instruções sobre como interpretar as respostas.
Sugiro que respondam ao teste. Ele é muito pessoal e como o título diz é confidencial; não é nenhuma dessas pegadinhas que aparecem a toda hora na internet (inclusive não está na internet). No mínimo cada um que se der ao trabalho de respondê-lo terá oportunidade de refletir um pouco sobre uma série de questões que vivenciamos no dia-a-dia, mas não nos damos conta do que representam em nossas personalidades.
Alguns exemplos das questões:
  • Faz as coisas à sua maneira apesar dos outros
  • Não é meticuloso como poderia ser
  • Aproxima-se rapidamente dos outros
  • Julga as pessoas abaixo de si
Que tal? Eu fiz esse teste em vários momentos da minha vida profissional e o apliquei algumas vezes em colaboradores que eu desejava promover (só me utilizava das notas finais, pois o teste é muito pessoal). Posso dizer que ele tem uma ótima aproximação com a verdade daqueles que o respondem com total sinceridade e isenção. Boa sorte.

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http://3.bp.blogspot.com/_sbMOl8tpOlE/SYhNupBiGUI/AAAAAAAAAaI/2dx4LhRxJg8/s400/testeQF.jpg





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24 de nov. de 2012

Empregados Aparentes (Trabajadores figurantes).(Grupo Finsi)

Continuo a experiência que estou levando a cabo no blog e este é o terceiro post do excelente "Nuestro Blog" (Clique aqui para saber mais sobre ele) que publico em espanhol. 
No artigo abaixo, cujo título é "Trabajadores Figurantes" (Empregados Figurantes) a autora apresenta sua crítica acerca de uma pesquisa norteamericana onde vários executivos consideraram que os melhores empregados eram aqueles que dedicavam-se a ficar nos ambientes de trabalho além dos horários normais de trabalho.

 http://www.portaldostrabalhadores.com.br/upl/ckfinder/images/hora-extra(1).jpg
Como concordo cem por cento com o que ela defende no seu artigo publico-o aqui para a reflexão dos leitores que se interessam pelo tema. 
Coloco abaixo um trecho do artigo já traduzido para despertar o interesse pela sua leitura:
  • [...] "Uma cultura de envolvimento e compromisso do quadro de pessoal de uma empresa baseada apenas nas horas trabalhadas é um vestígio do passado. O que importa de verdade e contribue para o seu crescimento são os resultados e não o tempo que seus empregados gastam em seus postos de trabalho. O que importa mesmo é se conseguir tornar produtivo e rentável o tempo que eles passam em seus postos e não espichar as jornadas para justificar seus esforços com suas meras presenças." [...]  
Vale a pena ler o artigo mesmo em espanhol. Não é difícil ainda mais que nas frases e palavras menos conhecidas eu acrescentei a tradução entre parênteses, por exemplo, "Lo que de verdade importa y contribuye al crecimiento de la empresa son los logros (resultados) y no las horas. Perceberam a tradução de "logros"? Assim eu fiz em todo o texto. 
Podem iniciar a leitura tranquilos, pois a compreensão será de cem por cento, eu asseguro. Além do mais sempre podemos contar com a presteza do tradutor Google  não é mesmo?
Para encerrar essa breve apresentação peço para quem tiver dificuldades na leitura direta em espanhol mande um "alô" pelos comentários do post ou por e-mail (oficinadegerencia.9@gmail.com).


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Trabajadores figurantes

(por Nuria Fernandez Lopez)

El mejor trabajador no es el que pasa más horas es su puesto, sino el que (senão o que) consigue sus objetivos en el menor tiempo y con la mayor calidad.

En un estudio publicado en 2010 tres investigadores dirigidos por Kimberly D. Elsbach profesora de la Universidad  de California en Davis, entrevistaron a 39 directivos para conocer su percepciones a cerca de sus empleados, y encontraron (e concluiram) que los trabajadores que acudían a la oficina (se deslocavam para o trabalho) en fin de semana o se quedaban (ou ficavam) hasta última hora, eran percibidas como más comprometidos y dedicados al trabajo.
Algunos de sus comentarios fueron:
  • "Hay  un empleado que asiste a todas las reuniones. Muchas veces no dice nada, pero llega puntual y la gente se da cuenta. Sin duda, se le considera una persona trabajadora y fiable."
  • "Trabajar en fin de semana genera muy buena impresión. Transmite el mensaje de que uno aporta algo a su equipo y de que está haciendo un esfuerzo mayor para que el trabajo salga".
Aunque es (embora seja) un estudio bastante reciente,  valorar a las personas por las horas que pasan no es el modo ni más eficaz ni más eficiente.
Tal vez nos hayamos pasado incluso al polo opuesto (talvez tenhamos que pensar de forma oposta) en donde se mide la eficiencia y efectividad de las personas en base a resultados conseguidos en menor tiempo. De nada ya vale quedarse (de nada adianta permanecer) hasta última hora en la oficina sino se han (sem haver) conseguido los resultados, si no se han alcanzado los objetivos. Hasta es posible que puntúe en contra (É até possivel que se perca pontos de conceito), salir el último y con los deberes sin hacer.  Ya no vale lo de (Já não vale dizer) " me he ido el último y he trabajado el fin de semana", es posible que eso empiece a restar (a subtrair) en lugar de sumar.
Una medida de la implicación y el compromiso (uma cultura de envolvimento e compromisso) basada en las horas es un vestigio del pasado. Lo que de verdad importa y contribuye al crecimiento de la empresa son los logros (resultados) y no las horas. Lo que importa de verdad es conseguir rentabilizar el tiempo que uno (o tempo que o empregado) pasa en sus puestos y no estirar (esticar) las jornadas para justificar con la simple presencia el esfuerzo.
Otra cosa muy distinta es el caso de los empleados que ante picos de trabajo o momentos críticos estiran sus jornadas incluso sin que nadie (ninguém) se lo requiera, ya que el tiempo del que disponen no es suficiente para conseguir los resultados u objetivos que ellos creen deberían haber conseguido.  Aunque (ainda que) a priori pueda parecer lo mismo, nada tiene que ver una situación con la otra. En el caso anterior la permanencia en el puesto nada tiene que ver con los resultados conseguidos se busca sólo la visibilidad y a la menor oportunidad se justifica el compromiso con las horas de permanencia.
En el segundo caso el exceso de  horas es una consecuencia inevitable de la propia responsabilidad con  los resultados.
No digo que no haya situaciones en las que todavía se mire mal al que se va a su hora (julgue mal a quem saia na sua hora), pero (porém) creo que cada vez más se mira peor al que se queda pero sin aportar nada (se considera pior o empregado que fica além do horário sem acrescentar nada)ya que acaba impactando en el trabajo de todos. Lo que es obvio es que todas las empresas quieren  es trabajadores productivos, no figurantes. Existen en la empresa muchos indicadores que permiten valorar el compromiso de una persona con su empresa, hay personas que aunque establecieran (há pessoas que embora tenham estabelecido) su puesto de trabajo como lugar de residencia habitual, jamás aumentarían su compromiso con su empresa. Otras por el contrario aun cuando llegan los últimos y se van los primeros (mesmo quando chegam por último e saiam primeiro) en cada una de sus formas de interacción y relación de puede observar su compromiso y dedicación.
Creo que en este sentido tanto responsables como trabajadores (dirigentes quanto empregados) debemos evolucionar (desenvolver) en este modelo y orientarnos hacia (para) los resultados,  y para mi no hay mejor trabajador que aquel que hace (faz) todo lo posible por cumplir con sus objetivos dentro de su jornada laboral (jornada de trabalho) salvo cosas excepcionales, que como tales habría que tratarlos (como tais devem ser tratadas).
Nuria Fernandez Lopez é a autora do texto acima. Ela é psicóloga na Espanha e trabalha em uma das empresa do Grupo Finsi. Tem uma página no "Nuestro Blog" com dezenas de artigos dentro da mesma temática. Gosto muito do seu estilo de apresentar questões interessantes e complexas no universo do mundo corporativo como as que está nesse post. Recomendo que entrem lá e explorem à vontade. Com certeza vão ganhar muito em conhecimento.

18 de nov. de 2012

Jogue o "Leader Noir" e teste suas habilidades como líder motivador.

Adoro os games corporativos. O Canal RH (clique no logotipo abaixo) de vez em quando tem a ótima iniciativa de disponibilizar esses games on line no seu site. São raras essas oportunidades de se poder jogar esses games na internet. 
Já publiquei aqui mesmo na Oficina de Gerencia um desses games disponibilizados pelo Canal RH  - clique nesse link Lider 2010 - Jogue este Business Game e teste sua vocação para liderança.
Esse "business game" que trago agora também está publicado pelo Canal RH e tem o título de "Leader Noir". Leia a apresentação dele que está no site:

  • "Novo game do CanalRh testará suas habilidades para motivar equipes: Oliveira, gerente de Marketing da Céu Estrelado, uma empresa de chocolates, está em maus lençóis. Os resultados têm deixado a desejar, e seu chefe, Silva, está atento a isso. Durante a reunião com seu superior para aparar arestas e verificar os problemas da área, Oliveira, míope, surpreende-se ao tomar consciência de que não conhece muito bem sua equipe, assusta-se com o fato de não ser um grande líder como ele imaginava e se decepciona com os resultados de seu time que, ao contrário do desempenho dos demais setores, apresentam um declínio irretocável. Se estivesse na pele de Oliveira, o que você faria?"
Eu joguei o "Leader Noir" e achei ótimo. Ele mostra uma série de decisões mnas quais o líder tem de utilizar uma de suas mais importantes habilidades que é a capacidade de motivar sua equipe com base no conhecimento dos comportamentos e dos perfis dos seus colaboradores.
Joguem com atenção e cuidado porque senão vão fazer as coisas erradas e falhar como líderes e gerentes. Não pensem que é fácil de jogar pois retrata situações reais, mas se responder às questões com a atenção de um líder vão conseguir o resultado esperado.
Logo abaixo coloquei um vídeo de apresentação do jogo e ao final o link para iniciar o desafio.


Clique no logotipo e visite o site


17 de nov. de 2012

Suas fantasias são "castelos no ar"?


Este é o segundo post que publico em espanhol do excelente "Nuestro Blog" (Clique aqui para saber mais sobre ele). O primeiro post sem tradução saiu no dia vinte e sete de outubro passado e está obtendo um bom índice de acessos (clique aqui). Isso me animou a publicar esse novo post, também da Nuria Fernandez Lopez (veja apresentação ao final do artigo). 
No artigo abaixo, cujo título é "Fantasear: castillos en aire" (algo como "Fantasiar é criar castelos no ar") a autora apresenta as vantagens e desvantagens na relação entre nossos sonhos e desejos em confronto com a realidade que nos cerca e a busca concreta das ações para realizá- los.
A autora nos informa ainda sobre uma pesquisa que foi feita por dois psicólogos norteamericanos consagrados na área do comportamento e da inteligência emocional chegando a conclusões muito interessantes e que não são conhecidas fora dos meios acadêmicos.
Ou seja, vale a pena ler o artigo mesmo em espanhol. Não é difícil ainda mais que nas palavras menos conhecida eu acrescentei a tradução entre parênteses, por exemplo, "Las fantasías son ensoñaciones (sonhos, devaneios) sobre lo que nos gustaría que sucediera pero que no arrastran nuestro comportamiento.". Perceberam a tradução de "ensoñaciones"? Assim eu fiz em todo o texto. 
Podem iniciar a leitura tranquilos, pois a compreensão será de cem por cento, eu asseguro. Além do mais sempre podemos contar com a presteza do tradutor Google  não é mesmo?
Para encerrar essa breve apresentação peço para quem tiver dificuldades na leitura direta em espanhol mande um "alô" pelos comentários do post ou por e-mail (oficinadegerencia.9@gmail.com).

 
Clique no logotipo e visite o Nuestro Blog

Fantasear: castillos en el aire




Fantasear puede ayudarnos a conseguir aquello que deseamos o por el contrario puede llevarnos a vivir en la ilusión. ¿Dónde radica (onde está) la diferencia?

En muchos manuales de psicología se indica como imaginar nuestro comportamiento ante una situación concreta pueda ayudarnos y prepararnos para enfrentarla de forma real.
En este mismo lugar de la imaginación se sitúan sueños y fantasías. Es interesante distinguir ambos conceptos. Un sueño puede entenderse como un objetivo en la vida, algo que impulsa en una dirección nuestro esfuerzo para alcanzarlo. Las fantasías son ensoñaciones (sonhos, devaneios) sobre lo que nos gustaría que sucediera pero que no arrastran nuestro comportamiento.
Es obvio que todos tenemos sueños y también fantasías. Los psicólogos Oettingen y Mayer llevaron a cabo una investigación (The Motivating Function of Thinking About the Future:Expectations Versus Fantasies) en la que querían ver cómo la gente se enfrentaba a cuatro retos (desafios) distintos que puede surgir a lo largo de la vida: conseguir trabajo, encontrar un socio, aprobar un examen y someterse a una operación quirúrgica.
A través de estos cuatro retos los investigadores examinaron cómo piensa la gente ante estas cuatro situaciones vitales. Los participantes valoraban en una escala sus expectativas positivas sobre cada situación. De esta forma los investigadores tenían datos para medir la relación entre fantasías y expectativas positivas de los participantes.
Las expectativas se construyen sobre la base de la experiencia pasada, las fantasías sobre el deseo y la ensoñación (querer e sonhar) de que algo suceda, en la fantasía imaginamos aquello que deseamos, y según estos investigadores éste es precisamente el problema de las fantasías.
Después de un largo seguimiento de los participantes, los investigadores encontraron que cuando se trata de encontrar un trabajo, una pareja, aprobar un examen, conseguir un socio, someterse a una operación, los que pasaron más tiempo entretenidos con fantasías o castillos en el aire lograron peores resultados que los que no evidenciaban tener estas fantasías positivas. (grifo do blogueiro)
¿Cuál es la razón de estos resultados? Pues como es posible que hayáis intuido (hajas intuído),  una cuestión de acción, de actuación, de proactividad.




Las fantasías son solo pensamientos sin acción, nos sumergen en una ficción que nos agrada reproducir en nuestra mente, pero que está fuera de la realidad, ya que no hay un componente de comportamiento. Es decir, no hacemos nada para conseguir que esa fantasía se cumpla, simplemente la reproducimos en nuestra imaginación. Construimos nuestros propios castillos.
Los investigadores constataron que, por ejemplo,  en el caso de la situación de "conseguir trabajo" los que tenían muchas fantasías habían buscado menos, habían enviado menos currículums, se habían movido menos a la hora de encontrar trabajo, habían invertido más tiempo fantaseando que actuando, en definitiva eran menos proactivos. Estos resultados se observaron en las cuatro condiciones (superar exámenes, encontrar trabajo, socio etcétera).
Si el sueño actúa como elemento motivador, como guía del propio comportamiento, su valor será positivo, pero cuidado con quedarnos sólo en el sueño y en la fantasía pensando que las cosas "sucederán por arte de magia"...
Los sueños que representan aquello que anhelamos y deseamos (ansiamos e desejamos) pueden ser un fuerte elemento motivador que nos incitan a perseverar en su consecución. Los sueños se convierten no sólo en metas que nos guían sino en motores que nos arrastran en la lucha por alcanzar nuestro sueño,  y  que nos impiden abandonar a pesar de las dificultades.
Hay multitud (há muitos) de ejemplos muchos ya comentados en algunos de nuestros posts, que reflejan como el deseo de cumplir un sueño ha motivado una actitud de lucha, perseverancia, optimismo, confianza, etc, que ha culminado no sólo en la consecución del sueño sino que incluso lo ha superado.
Algunos ejemplos bastante conocidos:
  • J.K Rowling, hoy famosa escritora creadora de Harry Potter, vio como su libro fue rechazado más de 11 veces, le decían que no era interesante, ella perseveró por cumplir su sueño y finalmente los resultados ahí están.
  • Michel Jordán uno de los mejores jugadores de baloncesto de la historia, en sus comienzos de preadolescente vio como le echaron (descartaram) del equipo de baloncesto junior de su barrio por sus malos resultados. El entrenador le dijo que "le faltaba altura y el baloncesto no era para él".
  • Walt Disney es un claro ejemplo de perseverancia y lucha. A pesar de que Disneylandia se arruinó en varias ocasiones siguió perseverante en su empeño. Nos dejó una inspiradora afirmación:" "Si puedes soñarlo, puedes hacerlo".
 
Nuria Fernandez Lopez é a autora do texto acima. Ela é psicólog na Espanha e trabalha em uma das empresa do Grupo Finsi. Tem uma página no "Nuestro Blog" com dezenas de artigos dentro da mesma temática. Gosto muito do seu estilo de apresentar questões interessantes e complexas no universo do mundo corporativo como as que está nesse post. Recomendo que entrem lá e explorem à vontade. Com certeza vão ganhar muito em conhecimento.

4 de nov. de 2012

Subestimar o adversário dá nisso.


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N
ão pude deixar de publicar esse vídeo aqui no blog. As cenas inusitadas dessa luta compõem uma metáfora (quase) perfeita sobre as consequências da arrogância, do despreparo profissional e da subestimação de um oponente.
Todos nós já vimos ou pelo menos ouvimos falar de pessoas que perderam grandes oportunidades nas suas vidas - nos planos pessoal, profissional ou emocional - por conta de atitudes muito semelhantes ao do lutador que aparece no vídeo.
Conselho aos amigos leitores: guardem esse vídeo na memória e lembrem-se dele todas as vezes que o excesso de confiança e a arrogância os levarem a descuidar-se de suas defesas e dos seus objetivos.