30 de jun de 2012

Eficaz ou eficiente. Quem vale mais? Quem você escolheria?

Definir eficácia e eficiência corporativas é um desafio.
(por Herbert Drummond)

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.......... Eficácia e Eficiência. Qual é mais? Quem é menos? Qual é melhor? Quem é pior?
.......... Para começo de conversa qualquer dicionário que você ler apresentará a ambos como sinônimos embora um seja adjetivo (eficaz) e outro substantivo feminino (eficiência). Contudo, na terminologia dos administradores os conceitos são bastante diferentes. Eficácia está mais relacionada com os resultados e Eficiência com os recursos disponíveis (humanos, financeiros...) .
http://www.benitopepe.com.br/wp-content/gallery/teset/eficiencia-eficacia.jpg.......... No primeiro, a pessoa considerada eficaz estará permanentemente preocupada em atingir os objetivos "de qualquer forma". São os "gastadores". Na segunda situação o indivíduo qualificado como eficiente estará mais ávido em utilizar, bem, os recursos disponíveis para atingir os mesmo resultados. São os chefes "unhas de fome". Esta é uma das muitas definições que existem entre os dois conceitos. Quando ocorre a junção equilibrada de características em um mesmo individuo - o que é raro no mundo corporativo - o personagem, necessariamente, vai se destacar entre seus pares.
.......... Normalmente os "eficazes" se notabilizam mais que os "eficientes". Digo sempre que o melhor exemplo de eficácia em estado bruto é o de "James Bond". O famoso agente 007 atinge, sempre, seus objetivos; mesmo que destrua tudo ao seu redor. A diferença é que ele "trabalha" para o governo de "Sua Majestade" que paga os prejuízos milionários causados por sua... eficácia. Todavia se ele trabalhasse para uma empresa privada seria demitido na primeira missão ou levaria seu empregador à falência. Por outro lado se ele fosse apenas um funcionário eficiente do mesmo governo não seria o James Bond que nos empolga nas telas de cinema. Creio que possa ter ficado claro a diferença, como eu a imagino.
.......... Guardadas as proporções assim é, também, na vida real. Ser eficaz é "entregar a mensagem a Garcia". É o chamado "tocador de obras". São os superexecutivos que fazem e acontecem. Mudam as realidades e transformam as empresas; ou as destroem.
Jack Welch, que tirou a GE do buraco em que estava e a devolveu ao mundo das empresas vivas (pelo menos antes da crise atual), é um protótipo de executivo eficaz que alcançou sucesso. Outro exemplo de líder eficaz - sem dúvidas - foi Steve Jobs. Um trator em tudo que se meteu e levou a cabo.
.......... Pelo time dos eficientes  - não estou muito seguro quanto ao exemplo - mas acho que Bill Gates pode ser enquadrado no modelito. Pelo menos ele passa essa imagem. Um cara mais comedido, mais cerebral que pensa muito antes de realizar, mas também alcança seus propósitos. Mas não carrega a imagem de uma caldeira em temperatura máxima.
.......... Antes que alguém se antecipe quero dizer que não existe uma classificação entre quem ou o que é melhor, entre os dois predicados, para as corporações. Ambos são virtuosos. Ambos podem ser danosos.
.......... Contratar ou "bancar" executivos mais eficazes ou mais eficientes é uma aposta ou escolha das empresas dependendo do projeto no qual esteja envolvida. Uma firma que só tiver gerentes eficazes certamente entregará todas as suas encomendas aos clientes, mas dificilmente gerará lucros atrativos, pois seus custos serão sempre altos. Por outro lado se todos os seus dirigentes forem eficientes esta empresa provavelmente não irá crescer e correrá altos riscos de ir à falência mesmo com a fama de entregar, pontualmente, seus produtos (da mais alta qualidade) no mercado. Existem mil e um cases conhecidos no mundo corporativo.
.......... Conclusão? Uma diretoria sábia e experiente (vale para um diretor, gerente ou chefe) procurará montar sua equipe com um mix de ambas as espécies corporativas. E terá a sensatez de utilizar-se das características de seus colaboradores de acordo com os objetivos e missões que lhe forem atribuídas.
.......... Pessoalmente, quando exerço função de chefia, procuro sempre classificar os meus gerentes e seus colaboradores entre as gradações de eficaz e eficiente. Feito isso vou procurar utilizar estas características e habilidades de acordo com a prevalência de seus "DNAs".
.......... Um dos erros mais comuns, cometidos pelos dirigentes, é "trocar as bolas de cesto". Nestes casos é prejuízo na certa. Um "eficaz" não sabe trabalhar muito limitado por burocracias e escassez de recursos. Vai se desmotivar ou procurará desvencilhar-se da tarefa de qualquer maneira criando crises ou virando um "bebê chorão" (daquele tipo que vive afirmando quer "falta gente", "faltam recursos", "meu computador está ruim", "as pessoas não trabalham direito" e mais uma lista interminável de "restrições operacionais"). Por outro lado um "eficiente" colocado para realizar trabalhos que demandem prazo, decisões rápidas, talentos para saber calcular e correr riscos além de saber lidar com improvisações será um desastre. Ele não sabe trabalhar em meio ao caos e "sem saber como será o dia de amanhã".
http://www.motivacionymas.com/wp-content/uploads/2012/06/IMG_POST_AMPLIADO_600x181.jpg
.......... Se você, leitor, estiver ocupando cargo de chefia cuidado com estas "manhas". Você também será avaliado pelos seus superiores como sendo um "eficaz" ou um "eficiente". Não esqueça o que nos ensinou Aristóteles quando disse in medio stat virtus (a virtude está no meio). Desenvolva ou procure desenvolver características pessoais tanto de um quanto de outro atributo e saiba usá-los quando as circunstâncias o exigirem. Traduzindo: seja versátil e flexível (atenção porque, também, não são a mesma coisa). Se conseguir a proeza, em breve será você a escolher os subordinados eficazes e/ou eficientes para trabalhar nas missões sob sua responsabilidade. Boa sorte.
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PS - Para melhor se situar a respeito clique no link a seguir e leia o excelente artigo "Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes" escrito por Jerônimo Mendes em seu próprio site.
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Este post foi originalmente publicado no início do ano de 2009. Volto a colocá-lo - reeditado - na data de hoje por considerá-lo um dos melhores que escrevi. Também é um dos mais visitados. Espero que seja mais acessado ainda porquanto é muito ilustrativo e atual.

25 de jun de 2012

Quem sabe vender idéias para o chefe?

Ótimo artigo que encontrei no "Blog Coach" (clique no logotipo abaixo) abordando um tema diferente e fora do lugar comum dos textos habitualmente produzidos pelos consultores e especialistas do mundo corporativo.
A questão colocada é sobre se você, caro leitor, sabe como fazer para o "seu chefe" comprar uma idéia que você esteja lhe apresentando. Sabe? Excelente! Então não prossiga com a leitura do artigo, mas se faz parte da imensa multidão dos que não sabem ou sabem "mais ou menos" recomendo que conheçam o texto de Luiz Paiva que escreve com muita propriedade e vivência das questões corporativas; ou seja, ele sabe o que diz.
Registro abaixo um breve trecho do artigo só para despertar a curiosidade de quem esteja em dúvida sobre se vai ou não ler o texto: 
  • Na pesquisa que fizemos, apenas 38,73% dos respondentes disseram que o chefe sempre está por dentro dos temas das reuniões e aprovou seus objetivos.  Na grande maioria dos casos, ou ele apenas sabe por cima o que acontece ou está totalmente por fora e acaba atrapalhando a reunião.  Esta claramente não é uma situação favorável para conduzir uma reunião.
 
http://blogcoach.com.br/files/2011/12/logo2.png
Clique e conheça o excelente Blog Coach

"Reuniões: Traga o chefe para seu lado"



Este é o primeiro post com dicas para fazer reuniões mais eficientes.  Esta série teve início com o artigo “Beabá das Reuniões” e com  pesquisa sobre reuniões produtivas que realizamos com os leitores de O Gerente.

Ter o apoio da liderança para os objetivos de uma reunião cria uma base sólida para que as outras etapas se desenvolvam com fluidez.  Os americanos possuem um termo bastante adequado para isto: “leadership buy-in“.

Este termo equivale a quando os cargos mais altos na hierarquia “compram uma idéia”.  Se você quer que os participantes de uma reunião valorizem o que será discutido e tomem ações efetivas para cumprir o combinado, é fundamental a sensação de que o tema é importante para a organização, e não apenas para alguns indivíduos.   Pior ainda, se o chefe demonstrar indiferença com o assunto, aí você realmente enxergará um esvaziamento das discussões e perda de interesse da equipe.

Na pesquisa que fizemos, apenas 38,73% dos respondentes disseram que o chefe sempre está por dentro dos temas das reuniões e aprovou seus objetivos.  Na grande maioria dos casos, ou ele apenas sabe por cima o que acontece ou está totalmente por fora e acaba atrapalhando a reunião.  Esta claramente não é uma situação favorável para conduzir uma reunião.

Mas como garantir que seu chefe se alinhe com os objetivos da reunião?

1) Valide
Muitas vezes estamos tão absorvidos em um tema que nos esquecemos de ter uma visão externa para garantir que aquilo que estamos desenvolvendo faz sentido.   Discuta os objetivos da reunião não apenas para convencê-lo a apoiar, mas também para que estes objetivos sejam redirecionados para que surtam mais efeitos para a organização.

2) Simplifique
Quanto mais acima a pessoa está na hierarquia, menos ela terá tempo para discutir muitos detalhes.  Você deve dominar a arte da simplicidade na comunicação, para que consiga explicar os objetivos e informações da reunião de forma estratégica/tática, para ajudar seu chefe lhe ajudar.
Ante da reunião, entregue a seu chefe um resumo didático dos temas da reunião e das principais informações de cada tema.  Isto permitirá que ele participe de forma mais proativa e consiga realmente alavancar os resultados da reunião.

3) Crie oportunidades
Durante a reunião, é fundamental dar oportunidades para que o líder se manifeste e ajuste o rumo das discussões se for necessário.  Normalmente isto acontece de forma natural, mas se um tema é excessivamente técnico, específico ou operacional, cabe a quem está coordenando a reunião puxar o tema para o lado tático/estratégico em determinados momentos para reinserir o líder na discussão.

4) Dê seguimento
Depois da reunião (ou em seu final), discuta com o líder se ele acredita que os objetivos foram atingidos e se tem alguma orientação adicional em relação às decisões que foram tomadas.   Isto cria um clima de propriedade e responsabilidade de baixo para cima, que também ajuda na implementação das ações definidas.
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http://m3.licdn.com/mpr/pub/image-ILvEX5bZ0Ztbb2nCz1iM1JqoBg5lU2KbILiJxyGPBhXDnZShILvJx6VZBtACn8BF4CnV/luiz-henrique-de-paiva-jose.jpgAutor : Luiz Henrique de Paiva Jose
34 anos, graduado em Engenharia Elétrica pela Unicamp, e pós-graduado em Gerenciamento de Projetos pela FGV. Certificado PMP (Project Managament Professional) pelo PMI (Project Management Institute).
Até 2007, atuou 5 anos como Gerente de Projetos e Diretor de Fábrica na Vitelcom México, multinacional fabricante de telefones celulares. Atualmente presta consultoria empresarial, voltada a Gerenciamento de Projetos e Presença Online para pequenas e médias empresas nas regiões de São Paulo, Jundiaí e Campinas. Proprietário da Avantta Consulting. Criador da Rede O Gerente.
Contato: luiz@ogerente.com.br
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24 de jun de 2012

As "Frases da Semana" estão bombando.

Considero "http://2.bp.blogspot.com/_f-WoFmyG00Q/TIenfBVQycI/AAAAAAAAAGs/sGTGmTA6LYY/s1600/BlahBlah.jpgAs "Frases da Semana" como um presente para os leitores do blog que acessam muito os posts que semanalmente publico aqui com as reproduções das seções das revistas Veja e Época.

Como sempre lá estão algumas curiosidades, poucas frases inteligentes e muitas, muitas abobrinhas. 

Nesta semana temos no cardápio a fina inteligência de Delfim Neto falando mal do ex-presidente Lula e a solialite Kim Kardashian (celebridade recente) falando uma daquelas pérolas que só elas sabem criar. Não deixem de ler.  Tem Aline Morais reclamando de ser bela, Fernando Alonso queimando o filme de Felipe Massa e por ai vai... Ah! Tem a foto da Kim para "limpar as vistas" e as caricaturas de Lula e Delfim Neto que estão ótimas. Espero que se divirtam.





A atriz Sophia Reis 
“A beleza pode ser um fardo”
Alinne Moraes, atriz. Ela contou ao jornal Extra que durante a adolescência usava um boné, para se disfarçar e evitar cantadas


  • “Hosni Mubarak está clinicamente morto” -Mena, a agência de notícias estatal do Egito, anunciando na última terça-feira a morte do ex-ditador do país. Horas depois, a notícia foi desmentida
  • “Ele não é ruim, mesmo que de fora possa parecer” - Fernando Alonso, piloto de Fórmula 1, sobre Felipe Massa, seu companheiro na equipe Ferrari
  • “Temos uma semana para salvar a zona do Euro” - Mario Monti, primeiro-ministro italiano. Para ele, a falta de acordo entre líderes europeus num próximo encontro pode trazer consequências políticas apocalípticas para o continente
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“Me deram um soco e o dente deslocou-se e apodreceu”
Dilma Rousseff, em depoimento prestado em 2001 ao Conselho de Direitos Humanos de Minas, sobre os atos de tortura que sofreu nos anos 1970, quando foi presa pela ditadura militar


  • “Não tem mais no mundo esquerda e direita. O que tem hoje é “efficacité” - Paulo Maluf (PP-SP), sobre sua decisão de apoiar o candidato do antigo arqui-inimigo PT à prefeitura de São Paulo, o ex-ministro Fernando Haddad.
  • “É constrangedor ver Lula e Haddad na casa de Maluf celebrando essa aliança” - Luiza Erundina (PSB-SP), sobre a aliança selada entre PT e o seu adversário histórico
  • “Me boicotaram nas cidades maiores e tive que ir trabalhar em povoados” - María Antonieta de las Nieves, atriz que interpretava Chiquinha na série Chaves. Ela anunciou sua aposentadoria aos 61 anos por falta de trabalho
  • “Estava fazendo muito calor” - Brígida de Souza, estudante de 22 anos, justificando seu topless durante a Marcha das Mulheres no centro do Rio
A atriz Juliana Paes 
“Deu para comprar um armário embutido”
Betty Faria, atriz, atriz, sobre o dinheiro que ganhou ao posar nua em 1978 e 1984



  • “Não me dou bem com Gisele. Não concordamos em nada, discutimos e não gostamos de trabalhar um com o outro!” - David Gandy, modelo inglês, falando mal da colega Gisele Bündchen
  • “Alguém tem que ser o primeiro” - José Mujica, presidente do Uruguai, sobre seu projeto de discriminalizar o consumo da maconha. A droga seria vendida por uma rede pública
  • “Esperava que pudéssemos ter um documento mais ambicioso” - Ban Ki-moon, secretário-geral das Nações Unidas, sobre o rascunho do documento final da Rio+20, elaborado pela comitiva brasileira.

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“A piscina tem 50 metros como qualquer outra, você só vai ouvir mais barulho e ter mais glamour”
César Cielo, nadador, explicando a diferença de competir numa Olimpíada


http://4.bp.blogspot.com/-AjLbc_9_nRQ/TtWUunnJUsI/AAAAAAAAXGo/qWasHGfnsWA/s200/LOGOTIPO+Epoca+Filtro2.jpg
clique no logotipo
Por: Danilo Casaletti (dcasaletti@edglobo.com.br)
Fotos: TV Globo / Renato Rocha Miranda; Fernando Bizierra/EFE ; Alex Carvalho/TV Globo; Divulgação


17 de jun de 2012

Cinquenta anos da conquista do Bi-Campeonato Mundial de Futebol no Chile.

Zito cabeceia para fazer o 2º gol do Brasil contra a Tchecoslováquia. O Gol da virada.

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/3/31/WorldCup1962logo.jpg
Lembro-me como se fosse hoje. Eu era um adolescente, torcedor entusiasmado pela seleção brasileira na Copa do Mundo no Chile em 1962.  Senti o gostinho da conquista do bicampeonato quando ouvi no rádio esse gol maravilhoso do Zito de cabeça (foto)  após um cruzamento de Amarildo pela ponta esquerda.
Naqueles tempos os torcedores acompanhavam os jogos "ao vivo" pelas transmissões de rádio e era em ondas curtas. Não havia linha da Embratel ou TV direta. A grande novidade era o "vídeo tape" (VT) e em preto e branco. As televisões passavam os VTs um ou dois dias após os jogos conforme os horários dos voos que transportavam os rolos dos filmes. Mas era como se estivéssemos vendo-os na hora. Uma festa! As famílias paravam em suas casas - onde haviam aparelhos de televisão - ou nas casas de vizinhos que os tinham; eram os "tele-vizinhos".
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/7/79/CBF_logo.jpg
Hoje, 17 de junho de  2012 são passados cinquenta anos daquele mesmo dia 17 de junho de 1962 quando no Estádio Nacional de Santiago a seleção brasileira conquistou a Copa Jules Rimet pela segunda e única vez consecutiva como Campeão Mundial de Futebol. Só voltaríamos a botar a mão na taça em 1970.
A base do time em 1962 era a mesma de quatro anos antes (1958) com poucas mudanças, mas todas fundamentais a começar pelo técnico que foi Aymoré Moreira ao invés de Vicente Feola. Mauro em lugar de Bellini, Zózimo (Bangu), Zito (Santos) e Amarildo (Botafogo) foram alguns dos nomes que estavam na reserva de 58 e entraram na seleção titular de 62.
Foi uma jornada épica. A média de idade da seleção era maior do que 27 anos e a equipe ficou sem Pelé no segundo jogo (0 x 0 contra a Tchecoslováquia cuja mesma equipe foi derrotada na final). Foi nessa copa que Garrincha entrou definitivamente na galeria dos grandes craques internacionais, pois com a saída de Pelé o homem das pernas tortas chamou a responsabilidade para si e tornou-se o ponto de referência do time. Garrincha foi o nome daquela copa.
Coloquei abaixo, para rememorar, algumas fotos daquela seleção heróica que nos trouxe tantas alegrias e deu sequência às três copas que mais tarde conquistamos em 1970, 1990 e 2002. Bons tempos...

Aymoré Moreira,  Djalma Santos, Zito, Gilmar, Zózimo, Nilton Santos, Mauro (em pé); Garrincha, Didi; Vavá, Amarildo e Zagallo (agachados) - Este foi o time titular.
Mauro, capitão da seleção, levanta a taça
Pelé e Garrincha saem de campo após o jogo de estréia na Copa contra o México
Vavá vibra após marcar um dos seus dois gols contra o Chile
Pelé corre para abraçar Zagalo que fez o primeiro gol contra o México na estréia da Copa
Garrincha sai de campo expulso no jogo contra o Chile nas semi-finais.
Chegada da seleção ao Brasil (São Paulo)
Vavá e Garrincha comemoram a conquista da Copa
Amarildo atendido por Mário Américo
Zagalo em treino da seleção

CPMI do Cachoeira... Blog Neles!

A CPMI do Cachoeira está cada vez mais se transformando numa sombra mal-ajambrada do que a sociedade esperava da ação dos parlamentares.
O peso da bancada governista tem sido sistematicamente usado para tratorar todas as medidas que possam - ao arbítrio dos líderes da base aliada do governo - causar danos às já tão desgastadas imagens dos partidos integrantes e ao próprio sistema governista.
O manejo político das votações de requerimentos que não sejam do desejo do governo estão beirando ao burlesco com argumentos risíveis e farsescos. Um exemplo recente: ao não aprovar as convocações de Luiz Antonio Pagot e Fernando Cavendish (ambos citados nas gravações da Polícia Federal) o relator da CPMI, Deputado Odair Cunha, do PT, fez "ginástica verbal" para justificar que não havia argumentos para ouvi-los em função do objetivo da Comissão (!!!). Como não teve a coragem de rejeitar os requerimentos utilizou-se do expediente pobre de sobrestá-los e a maioria dos deputados no plenário aprovou. Eu que estava apenas assistindo me senti constrangido com tamanha falácia.
Com essa atitude a CPMI simplesmente deixou-se enterrar até o pescoço perante a opinião pública esclarecida que não engoliu essa "saída pelos fundos". Um vexame e muita imaginação! Pessoalmente eu não acredito mais nessa CPMI e nem em qualquer outra que se venha instalar e que não esteja pautada pelos interesses do governo. É perda de tempo e de dinheiro do contribuinte. Um teatro de marionetes que só serve de palanque para suas excelências os deputados e senadores que lá estão exibirem-se para suas bases e patrocinadores. Uma burla à inteligência do cidadão. Não perco mais meu tempo vendo ou acompanhando as reuniões da Comissão. Como diria um certo personagem humorístico "a CPMI... MORRRRREEEUUU!"
Só o poder dos blogs e das redes sociais poderá obrigar os senhores parlamentares a recuperar a sensatez e fazer a Comissão passar a funcionar com a seriedade que dela se espera. Não boto muita fé, mas é uma saída. Por isso reproduzo abaixo um artigo do Correio Braziliense que se reporta à necessária fiscalização da CPMI por parte da sociedade e por meio dos blogs e das redes sociais. É preciso mostrar aos parlamentares que eles, por mais que se esforcem, não conseguem iludir a inteligência coletiva dos cidadãos brasileiros. Estou fazendo a minha parte. Blog neles! Facebook neles! Twitter neles!
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16 de jun de 2012

Supla fala o que a mãe, Martha Suplicy, não ousa dizer em público. Está nas Frases da Semana.


As "Frases da Semana" são um presente para os leitores do blog que acessam muito os posts que semanalmente publico aqui com as reproduções das seções "Frases" da revista Veja.

Como sempre lá estão algumas curiosidades, poucas frases inteligentes e muitas, muitas abobrinhas. 

Nesta semana temos no cardápio o interminável Carlinhos Cachoeira em mais uma dose homeopática; o mensalão, tão inacabado quanto, volta à cena desmentindo sua inexistência, Supla falando verdades que a mãe não ousa dizer em público e o vice-prefeito de Gdansk, uma das sedes da Eurocopa, revelando o preconceito racial que eles negam existir. Quanta bobagem!

Fernanda Lima é o destaque na fotografia e Supla na caricatura. Espero que se divirtam.



Blogs que me encantam!


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