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François-Marie Arouet (francês - 21 de novembro de 1694 — 30 de maio de 1778) foi um escritor, historiador e filósofo iluminista francês. Conhecido por seu pseudônimo M. de Voltaire, ele era famoso por sua sagacidade e suas críticas ao cristianismo — especialmente à Igreja Católica Romana — e à escravidão. Voltaire defendia a liberdade de expressão, liberdade de religião e separação entre igreja e estado. Voltaire foi um escritor versátil e prolífico, produzindo obras em quase todas as formas literárias, incluindo peças de teatro, poemas, romances, ensaios, histórias e exposições científicas. Ele escreveu mais de vinte mil cartas e dois mil livros e panfletos. Voltaire foi um dos primeiros autores a se tornar conhecido e comercialmente bem-sucedido internacionalmente. Ele era um defensor declarado das liberdades civis e estava em constante risco com as rígidas leis de censura da monarquia católica francesa. Suas polêmicas satirizavam a intolerância, o dogma religioso e as instituições francesas de sua época. Sua obra mais conhecida e magnum opus, Cândido, ou O Otimismo, é uma novela que comenta, critica e ridiculariza muitos eventos, pensadores e filosofias de seu tempo. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Voltaire}

 

domingo, 17 de junho de 2012

CPMI do Cachoeira... Blog Neles!

A CPMI do Cachoeira está cada vez mais se transformando numa sombra mal-ajambrada do que a sociedade esperava da ação dos parlamentares.
O peso da bancada governista tem sido sistematicamente usado para tratorar todas as medidas que possam - ao arbítrio dos líderes da base aliada do governo - causar danos às já tão desgastadas imagens dos partidos integrantes e ao próprio sistema governista.
O manejo político das votações de requerimentos que não sejam do desejo do governo estão beirando ao burlesco com argumentos risíveis e farsescos. Um exemplo recente: ao não aprovar as convocações de Luiz Antonio Pagot e Fernando Cavendish (ambos citados nas gravações da Polícia Federal) o relator da CPMI, Deputado Odair Cunha, do PT, fez "ginástica verbal" para justificar que não havia argumentos para ouvi-los em função do objetivo da Comissão (!!!). Como não teve a coragem de rejeitar os requerimentos utilizou-se do expediente pobre de sobrestá-los e a maioria dos deputados no plenário aprovou. Eu que estava apenas assistindo me senti constrangido com tamanha falácia.
Com essa atitude a CPMI simplesmente deixou-se enterrar até o pescoço perante a opinião pública esclarecida que não engoliu essa "saída pelos fundos". Um vexame e muita imaginação! Pessoalmente eu não acredito mais nessa CPMI e nem em qualquer outra que se venha instalar e que não esteja pautada pelos interesses do governo. É perda de tempo e de dinheiro do contribuinte. Um teatro de marionetes que só serve de palanque para suas excelências os deputados e senadores que lá estão exibirem-se para suas bases e patrocinadores. Uma burla à inteligência do cidadão. Não perco mais meu tempo vendo ou acompanhando as reuniões da Comissão. Como diria um certo personagem humorístico "a CPMI... MORRRRREEEUUU!"
Só o poder dos blogs e das redes sociais poderá obrigar os senhores parlamentares a recuperar a sensatez e fazer a Comissão passar a funcionar com a seriedade que dela se espera. Não boto muita fé, mas é uma saída. Por isso reproduzo abaixo um artigo do Correio Braziliense que se reporta à necessária fiscalização da CPMI por parte da sociedade e por meio dos blogs e das redes sociais. É preciso mostrar aos parlamentares que eles, por mais que se esforcem, não conseguem iludir a inteligência coletiva dos cidadãos brasileiros. Estou fazendo a minha parte. Blog neles! Facebook neles! Twitter neles!
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