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24 de mar. de 2020

Impasse tremendo na gestão da crise do Corona Vírus.





Estou começando a observar, no noticiário e nas redes sociais, uma mudança no comportamento do governo e das elites, em conjunto com o setor produtivo, sobre o que está sendo chamado de "travamento" do país.

Várias manifestações desse agrupamento estão defendendo que as medidas protetivas da população contra o Corona Vírus, tipo fechamento de shoppings, restaurantes, academias, cinemas e outras que tais, vai "matar" mais gente do que deixar o Corona "andar livremente" nas aglomerações de pessoas que naturalmente se formarão nos pontos comerciais e nos terminais rodoviários. 

Duro dilema. Ou se deixa o vírus contaminar  (quase) à vontade a população ou se deixa a economia mais livre para se movimentar e garante-se o emprego sob o risco do que uma pandemia dessas causa nas pessoas. O que você, leitor, faria?

Particularmente sou pela quarentena e pelo confinamento das famílias. Alega-se risco de saques e tumultos sociais, mas não há sinalização comprovada disso, no momento. são avaliações. Não seria um argumento desses que me faria mudar de posição.

Sou favorável, em certa medida e com gerenciamento, ver um período suportável de recessão e de desemprego (que já às portas), do que ver pessoas morrerem porque lojas, restaurantes, shoppings e estádios precisam ficar abertos e liberados para seus negócios. É duro dizer isto, mas sou pela preservação de vidas em qualquer circunstâncias.

É dificil, reconheço, para os empresários, principalmente os pequenos, ver seus negócios derreterem literalmente. Todavia trata-se de uma escolha; e escolha de governos, de lideranças. Espera-se que estes mesmos governos e líderes,  consigam encontrar soluções criativas para apoiar o sistema produtivo sem deixar a população simplesmente à mercê do COVID-19.

Não entendo por que os institutos especializados não promoveram pesquisas para perguntar ao povo o que ele conhece dos efeitos e consequencias de ser contaminado pelo Corona Vírus e qual a escolha que faria. O que percebo é que grande parte da população não está plenamente informada das suas opções se houver contaminação em massa.

Há um outro viés que cabe nesse contexto. Até aqui (24 de março) nos (ainda) poucos debates sobre o assunto, percebe-se que os "empresários" não apresentaram soluções. Jogam tudo no colo do governo. Esse importante segmento ainda está tímido, embora e felizmente, crescendo. É fundamental que os grandes grupos economicos entrem com tudo nesse "esforço de guerra" que o país enfrenta. Ainda não vi nada significativo. Se existir ainda não foi notado pela população.

Essa discussão, quarentena x economia, começa a tomar corpo e vai pontuar o noticiário daqui a muito pouco tempo. Vamos ver como a sociedade e o governo se comportam. Vai ser uma luta renhida. Espero que consigam o meio termo. Já dizia Aristóteles que "A virtude está no meio".

21 de mar. de 2020

Colegas de trabalho difíceis? Aprenda como conviver com eles.


Nada pior do que conviver as várias horas de todos os dias de trabalho com aqueles "colegas" insuportáveis, antipáticos, maldosos e com várias outras "qualidades" que envenenam o oxigênio dos ambientes onde estão.


É raro encontrar um local de trabalho, onde existam agrupamentos de pessoas, para não se cruzar com esse tipo seres humanos tóxicos. O que fazer? Discutir? Ignorar? Ou buscar a melhor convivência?


O artigo abaixo que "capturei" no site do UOL Mulher, trata exatamente do assunto e com muito bom humor e propriedade. Depois de ler o texto divirta-se buscando enquadrar seus colegas difíceis em um dos tipos que o artigo apresenta. 

Se tiver alguns outros tipos para incluir, não se faça de rogado. Os comentários estão ao final do posto para essas coisas mesmo.



Este artigo foi publicado no blog em 21/9/2014 e não perdeu (nem perderá) a atualidade, simplesmente porque trata de comportamento humano. É um tema que se encontrarmos hoje, coisas de cem anos atrás ainda vai estar atual para qualquer ~são, época que se queira testar. No caso em tela, fiz uma revisão e introduzi algumas ilustrações. Recomendo a leitura. É um ótimo post.

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Aprenda como enfrentar aquele colega manipulador, invejoso ou fofoqueiro sem prejudicar sua carreira

Conheça táticas certeiras para neutralizar colegas de trabalho nocivos 

Conviver é uma das missões mais difíceis da vida. Então imagine passar horas em um escritório com uma pessoa problemática, chata ou perniciosa: bom humor, desempenho e até futuro profissional podem sair arranhados. UOL Mulher conversou com alguns especialistas que definiram os cinco tipos mais perigosos de colegas -o manipulador, o invejoso, o fofoqueiro, o falso e o queixoso- e sugeriram algumas estratégias para enfrenta-los sem prejudicar sua carreira.

Antes de mais nada, entretanto, é importante que você conheça o seu estilo comportamental e saiba quais são os perfis opostos ao seu, os que mais lhe causam dificuldades. “Tente trabalhar e controlar suas emoções, evitando se desgastar com questões menores e que desviem a atenção de seus objetivos", aconselha a psicóloga e coach Cristiane Moraes Pertusi. Ela ressalta que lidar com essas pessoas é um desafio que nos ajuda a evoluir.

  • MANIPULADOR

Pra ;! | 4 Dicas para ajudar a prevenir que manipuladores façam ...Sabe (ou pensa que sabe) direitinho como lidar com cada pessoa. Presta atenção à forma de se comunicar, aos interesses e, principalmente, aos sentimentos do outro. A psicóloga organizacional Izabel Failde diz que uma de suas táticas é adotar a "técnica de vítima", passando-se por uma para conseguir o que quer. Os manipuladores também investem em um “joguinho" de amizade: ficam por perto, sabem das suas atividades, do seu jeito de trabalhar. “E ludibriam com elogios falsos ou promessas para novos cargos para que os outros façam o que eles querem”, diz a consultora Viviane Mourão, da Meta&Vida Desenvolvimento em Recursos Humanos. Outro hábito comum é fazer de tudo para sair ileso dos problemas em que teria responsabilidade.

Dicas:
- Ao iniciar uma conversa e/ou reunião com ele, nunca use argumentos emocionais. Utilize seu lado racional e procure embasar ideias com dados, fatos e números”, diz a psicóloga Cristiane Moraes Pertusi

- Observe bem a pessoa. O que ela faz com os outros, certamente fará com você em algum momento

- Não se deixe seduzir pelas demonstrações de extrema empatia – ele concorda com tudo, coloca-se no seu lugar com extrema facilidade e valoriza qualquer posicionamento mesmo que não concorde. Pratique sempre a dúvida e se questione se o colega sente, vê ou concorda mesmo com tudo o que você fala

- Os manipuladores costumam se desviar dos assertivos e seguros, visto que suas “fontes de trabalho” são, basicamente, a insegurança e a indecisão

- Não atenda a todas as solicitações: deixe bem claro os papéis de cada um dentro da empresa ou do departamento. Mostre seu envolvimento nas atividades que competem a você

- Denunciar as manipulações ao chefe ou bater de frente com a pessoa, segundo Viviane Mourão, é o pior erro, pois pode despertar a vontade de mostrar força.

  • INVEJOSO

Tipos de invejosos que contaminam a sua vida - 94FMÉ aquele que quer o que você tem: cargo, atividades, prestígio, atenção do chefe ou da equipe. E, por isso, estará sempre por perto se fingindo de amigo e vendo tudo o que você faz para fazer igual ou melhor. “São pessoas muito inseguras que costumam até imitar vestimentas, gestos e atitudes de seu foco”, explica a consultora de RH Viviane Mourão. Outras táticas, segundo a psicóloga Izabel Failde, são desdenhar do “alvo” ou calar-se. São comuns comentários do tipo: “você sempre tem tempo para tudo, como consegue?” ou “minhas apresentação nuca são tão boa quanto as suas”.

Dicas:
- Para neutralizar um invejoso, Renato Grinberg, diretor-geral do site Trabalhando.com, diz que o ideal é mostrar que o que ele tem é melhor do que aquilo que você tem. “Use frases de incentivo, como ‘com esse projeto, logo você vai conseguir uma promoção’. Traga-o para perto de você”, ensina. É um modo sutil de fazer com que ele passe a admirá-lo, em vez de invejá-lo

- Aproxime-se, em vez de evitá-lo. “Ajude-o a desenvolver a habilidade ou o talento que ele inveja em você”, diz a psicóloga e coach Cristiane Moraes Pertusi

- Contudo, Viviane Mourão aconselha que o alvo seja discreto em relação à sua vida pessoal e profissional, para não chamar a atenção, e mantenha sigilo sobre objetivos, projetos e documentos importantes

- Assim, resista à tentação de enfatizar elogios e prêmios que recebe da equipe ou de seus chefes. Não chame atenção além da conta.

  • FOFOQUEIRO

Homens são mais fofoqueiros que mulheres, mostra pesquisaDe acordo com os especialistas, é o perfil mais comum de profissional nocivo nas empresas. São pessoas que precisam falar com todos o que se passa. Sempre estão atentas aos fatos da empresa e dos colegas para dar notícias "fresquinhas” e dedicam pouca atenção ao trabalho, tornando-se improdutivas. Quem é conivente com seu estilo acaba se tornando mal visto também. “O fofoqueiro é perigoso porque é falso”, diz Cristiane Moraes Pertusi. A fofoca é ótima para o fofoqueiro porque, em algum momento, alguém vai acreditar nele e o fará sentir-se poderoso, o centro das atenções. “E essa atenção, mesmo que negativa, pode ser melhor do que ser ignorado por completo”, explica a psicóloga.

Dicas:
- Não incentive a fofoca. Quando a pessoa tentar iniciar conversas com essa conotação, mude o assunto de maneira que ela perceba que você não quer se envolver

- "Se você tem uma relação próxima com o fofoqueiro, ao revelar algo pessoal para ele nunca diga a frase ‘não conte nada a ninguém’. É a senha para a pessoa espalhar seu segredo aos quatro ventos”, afirma o consultor Renato Grinberg

- Em algumas circunstâncias pode ser necessário ouvir a fofoca (de um gestor, por exemplo). Porém, para evitar problemas futuros, não a passe adiante

- A psicóloga Izabel Failde explica que o enfrentamento também ajuda a neutralizá-lo. “Ao final, ou mesmo antes do término da fofoca, assinale que se trata de uma suposição. Questione os fatos a respeito do comentário ou alegue que a informação é um julgamento pessoal do fofoqueiro”, diz

- A fofoca é um dos comportamentos mais fáceis de combater quando se tem equilíbrio, assertividade e segurança. O fofoqueiro precisa de plateia; quando não tem, perde o poder

- Evite ficar em rodinhas, mas também não se isole. Ficar muito quieto chama a atenção e dá motivo para falarem o que não sabem de você. “Ter amizades profissionais, e não pessoais, é a melhor solução”,diz Viviane Mourão, expert em RH.

  • FALSO

Como identificar e lidar com um colega falso no trabalhoAdota a filosofia segundo a qual “os fins justificam os meios”. Quem pratica a falsidade o faz quando percebe que pode tirar vantagem, quer sejam imediatas ou não. “Há indivíduos com extrema paciência, capazes de aguardar anos pelo seu objetivo. Nesse tempo ‘minam’ relações, praticam a mentira, ignoram a ética e o respeito ao outro”, descreve a psicóloga Izabel Failde.

Dicas:
- Transmita somente as informações básicas a ele, e de maneira sucinta. “Qualquer dado extra pode ser deturpado e usado contra você. Evite”, diz Renato Grinberg

- Procure aproximar-se e compreender seu raciocínio, seus objetivos, sua lógica. Talvez você encontre uma dose de bom senso nele e fique menos impactado com seus atos

- O falso é o indivíduo perfeito. Como perfeição não existe, então desconfie que há algo de errado. Ninguém é 100% centrado, equilibrado, feliz, competente, ouvinte, flexível e compreensivo, por exemplo. “É comum o indivíduo falso ser extremamente equilibrado, pois precisa manter a imagem criada”, explica Izabel Failde

- Em caso de dúvida sobre algo dito pelo falso, vale abster-se de comentários e praticar a observação. Ir atrás dos fatos é fundamental.

  • QUEIXOSO

Reclamação do consumidor: Você sabe contornar essa situação?Nada para esse tipo está bem; tudo tem um defeito. A pessoa queixosa sempre leva os problemas pessoais e profissionais aos colegas, mas não costuma aceitar ajuda ou solução. Seu prazer é se lamuriar, o que contamina o ambiente. Existem vários tipos de queixas e, se todas forem esmiuçadas, a essência mostrará apenas uma direção: baixa autoestima. Em longo prazo, pode “passar recibo” de incompetência.

Dicas:

- Valorizá-lo pode ajudá-lo a se reerguer. “O queixoso precisa de um ombro amigo e verdadeiro, que lhe diga como esse comportamento o afasta das pessoas”, diz a psicóloga organizacional Izabel Failde

- "Jamais corte o relacionamento de amizade bruscamente ou diga que ele é chato”, aconselha a consultora de RH Viviane Mourão. “Apenas fale claramente que não tem tempo para ficar escutando lamúrias, pois tem trabalho a fazer”

- Quando a pessoa mencionar desastres ou tragédias, neutralize suas histórias puxando assunto sobre acontecimentos positivos

- "Se seu ambiente de trabalho permitir, adote fones de ouvido pelo menos quando a conversa estiver pesada demais”, diz o consultor Renato Grinberg.