30 de mai de 2013

A Lenda Sioux (Grupo Finsi)

http://i1.ytimg.com/vi/014lKuHYmZw/hqdefault.jpg
A “Lenda Sioux” que fala do velho feiticeiro, do jovem casal de índios apaixonados e do falcão e da águia é uma linda história muito difundida na internet.
Normalmente não coloco esses textos aqui no blog. Eles transitam livremente nas redes sociais, nos links de buscas do Google, Bing e outros. Muitas dessas historinhas trazem no bojo algumas lições que merecem ser repetidas porquanto são verdades importantes que esquecemos-nos de aplicar em nossos comportamentos.
A "Lenda Sioux" é uma delas. Aproveitei o texto que estava no "Nuestro Blog" (clique no link mais abaixo) do Grupo Finsi (Espanha) já bem conhecido dos leitores da Oficina de Gerência. O comentário que está no post espanhol é de José Luis Bueno Blanco, consultor e sócio do Grupo Finsi com inúmeros artigos publicados no site (clique aqui).
O texto em si é, além de muito conhecido, autoexplicativo. Trata de forma bem leve de um tema pesado no grupo de comportamentos que os seres humanos exibem quando convivem uns com os outros de maneira mais próxima. Estes conjuntos estão sempre ameaçados por conflitos entre si e normalmente por motivos banais e contornáveis.
A lição que a Lenda Sioux passa é sobre a forma de reconhecermos e como escapar das armadilhas que nos levam aos desentendimentos com as pessoas que amamos e respeitamos. Todos nós já conhecemos (e alguns até vivenciaram) casos de desavenças entre casais, pais e filhos, irmãos, sócios, amigos... Porque isso acontece com tanta frequência?
A antiga historinha tem uma boa explicação. É possível evitarmos que essas situações nos peguem desprevenidos. Leiam (ou releiam) a Lenda Sioux e não se esqueçam de aplicá-la às suas vidas.
José Luis Bueno Blanco

Lenda Sioux

       Uma reflexão sobre a convivencia.         



Há alguns dias atrás  me contaram essa história ou lenda. Como quase tudo que é distribuído através da rede, é difícil saber a fonte real, uma vez que vai sendo passado de mão em mão. O que vi é que o tema era muito usado, por exemplo, em cerimônias como casamentos civis ou cursos pré-matrimoniais. Em qualquer caso, sempre referido à união e coexistência de duas pessoas.
Eu gostei muito; e além da óbvia lição moral do conto gostei mais ainda de outras lições apontadas e que eu quero comentar. Entretanto vou colocar primeiro o texto completo.
Conta uma velha lenda dos índios Sioux que uma vez chegaram à tenda do velho feiticeiro da tribo, de mãos dadas, Touro Bravo, o mais valente e honrado entre os jovens guerreiros e Nuvem Azul, a filha do cacique e uma das mais belas mulheres da tribo.

- Nós nos amamos - começou o jovem guerreiro.

- E vamos nos casar, disse ela.

- E nós amamos tanto que estamos com medo. Queremos um feitiço, uma magia ou um talismã; alguma coisa que possa garantir que estaremos sempre juntos, que nos assegure estarmos um ao lado do outro até encontrar a morte.

- Por favor – repetiram - há alguma coisa que possamos fazer?

O velho olhou para eles e se emocionou por vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos esperando por sua palavra.

-  Há sim, alguma coisa - disse o velho - mas não sei... É uma tarefa muito difícil e sacrificada.

- Nuvem Azul - disse o feiticeiro -  vês a montanha ao norte da nossa aldeia? Você deve subir sozinha e sem armas, apenas com uma rede em tuas mãos. Você deve caçar o falcão mais belo e forte da montanha. Se você o pegar vai trazê-lo aqui, vivo, no terceiro dia depois da lua cheia. Você entendeu?

 E você, Touro Bravo - prosseguiu o feiticeiro - deve escalar a montanha do Trovão. Quando chegar ao topo, encontrarás a mais brava de todas as águias, e somente com tuas mãos e uma rede, você deve pegá-la sem feridas e traze-la a mim, viva... no mesmo dia que virá Nuvem Azul. Podem  sair agora!

Os jovens abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir as missões encomendadas pelo feiticeiro, ela em direção ao norte e ele ao sul.
No dia marcado, em frente à tenda do feiticeiro, os dois jovens esperavam com as sacolas que continham as aves solicitadas. O velho bruxo lhes pediu que com muito cuidado elas fosse retiradas dos sacos, eram verdadeiramente belos exemplares.

- E agora, o que faremos – perguntou o jovem – vamos matá-los e ter a honra de beber o seu sangue?

- Não - disse o velho.

- Vamos cozinhá-los e comer sua carne valorosa? – Propôs a jovem.

- Não! Repetiu o velho. Vão fazer o que lhes digo: peguem os dois pássaros e os amarrem juntos pelas patas com essas tiras de couro. Quando as tenham atadas, soltem-nas e deixem que voem livres.

O guerreiro e a jovem fizeram o que foi pedido e soltaram as aves. A águia e o falcão tentaram levantar voo, porém só conseguiu rolar-se no chão. Poucos minutos depois, irritadas pela incapacidade de voar, as duas aves atacaram-se com bicadas entre si até se machucarem.

- Este é o feitiço. Jamais se esqueçam do que viram. Vocês são como uma águia e um falcão, se estiverem presos uma ao outro, ainda que o façam por amor,  não só viverão arrastando-se quando poderiam voar como mais cedo ou mais tarde começarão a maltratar um ao outro. Se querem que o amor entre vocês perdure: VOEM JUNTOS, MAS JAMAIS AMARRADOS!

 Clique no vídeo e veja a "Lenda Sioux" com ilustrações



http://www.meu.cantinho.nom.br/gifs/falcao.gif
A moral da história e o conselho que surgem da lenda refletem o aviso de que em qualquer união, seja no casamento, seja entre irmãos, entre amigos, entre sócios, etc., é necessário respeitar os espaços individuais para poder, precisamente, preserva-se a magia do amor, da amizade e do respeito nas alianças que escolhemos viver.
O que mais me chamou a atenção está na frase " Poucos minutos depois, irritadas pela incapacidade de voar, as duas aves atacaram-se com bicadas entre si até se machucarem. Depois de enfrentarem uma difícil situação poderiam ter escolhido várias estratégias como tentar descobrir como remover o laço que as amarrava, tentar voarem juntas, resignar-se às circunstâncias e conviver com ela... No entanto, o que fazem é acima de tudo procurar um culpado e, claro, arremeter contra ele. Sequer pensaram que foram “outros” quem as amarraram.
Mais além do que limitarmo-nos a observar a questão sob o angulo dos casamentos e levando a história para o entorno dos ambientes de trabalho  podemos também tirar algumas lições. Por exemplo, um programa onde duas equipes se unem para levar um projeto adiante. Quando o cliente, seja externo ou interno, pressiona por prazo, uma das reações que geralmente ocorre ante de um clima de medo, é que cada equipe se defende atacando a outra, e dentro de cada equipe, cada pessoa ataca uma outra. Porque a nossa primeira opção é, habitualmente, como fizeram as aves da história, "atacarmo-nos com bicadas até nos machucarmos”.


26 de mai de 2013

Você fala o "corporativês"? Não! Então comece logo a aprender.


S
e você não faz parte da geração mais recente dos "habitantes do planeta corporativo"  já deve ter passado por alguma saia justa por não saber traduzir exatamente o que os seus mais jovens interlocutores estão falando numa reunião de trabalho que envolva, por exemplo, planejamento estratégico. 
Outro dia mesmo passei por isso. Não me considero um "dinossauro" nos ambientes corporativos, mas estando em uma mesa de reunião que discutia o mapa estratégico da empresa cheguei a "ficar vendido" com algumas expressões técnicas que os consultores trocavam entre si e com o pessoal (mais jovem) da casa. E tais palavras eram ditas com a maior naturalidade. Linguagem do dia-a-dia... Pensei comigo mesmo... E agora?
Evidentemente que não passei recibo. Afinal o "senior" na mesa era eu! Fiquei na minha e anotei as tais expressões e frases. Fui pesquisar e me deparei com o artigo abaixo publicado no RH Portal. Bingo! Ou melhor, "Goal"! 
Descobri que esse novo idioma, o "corporativês", tem dominado as apresentações e conversas entre os jovens executivos das empresas que estão buscando novos posicionamentos nos respectivos mercados. Está virando lugar comum. Os temas da Gestão e Tecnologia da Informação dominam as cabeças dos CEOs e gestores das empresas mesmo as mais tradicionais. 
Se você está na turma, digamos... desatualizada com os jargões do corporativês leia o artigo abaixo e mesmo assim pesquise mais. Aprenda mais. O planejamento estratégico e a tecnologia da informação (TI) vieram para ficar no universo das corporações de todos os níveis e tipos. 
Depois que a gente conhece como funciona e os exemplos de sucessos nas empresas privadas e da Administração Pública que adotaram a metodologia não dá para ignorar e pensar que é modismo. Funciona mesmo. Quem não buscar se ajustar vai ficar para trás.
Aproveite para testar seu nível de conhecimento desse novo "idioma". Quantas expressões você conhece? Quais você considera mais aplicáveis ao seu trabalho?

Recursos Humanos e RH. Tudo para gestão de pessoas em um so lugar: Cargos e Salários, Coaching, Carreira, etc

Está Boiando Nas Reuniões?!

Entenda o significado das principais expressões utilizadas no escritório para não morrer de vergonha.

*Mariana Fonseca (autora)
 
Você está em uma reunião e de repente o seu chefe fala: “Converse com o sponsor para marcarmos um brainstorming e montarmos o briefing”. Aí o seu colega responde: “Eu já mandei um mail, mas ele está o.o.o.”. Hein?! Se você ficou com cara de quem está boiando completamente, não se desespere. Mesmo quem fala inglês muitas vezes se perde nesse mar de termos e siglas esquisitos. 
Para resolver isso, montamos um pequeno "dicionário do corporativês" com as principais expressões utilizadas em reuniões. Ainda assim, se você não entender alguma coisa uma vez ou outra, não precisa ter vergonha. “O profissional pode perguntar o significado de uma palavra quando não entender, mas não deve deixar as dúvidas se tornarem um hábito”, afirma Fernanda Montero, consultora da Cia de Talentos..

  • Approach: abordagem.
  • Assessment: ferramenta utilizada pelas empresas para avaliar detalhadamente o perfil e as características do profissional.
  • Board: conselho diretor.
  • Brainstorm: discussão ou conversa para troca de ideias sobre um assunto.
  • Branding: conjunto de ações ligadas à administração de uma marca.
  • Briefing: conjunto de informações para a realização de uma determinada ação, dossiê.
  • Budget: orçamento.
  • Business Plan: plano de negócios.
  • Business Unit: unidade de negócios.
  • Case: estudo de caso.
  • CEO (Chief Executive Officer): é o profissional que ocupa o cargo mais alto da empresa, presidente.
  • CIO (Chief Information Officer): é o profissional responsável pelo planejamento da área de tecnologia da informação, diretor de TI.
  • CFO (Chief Financial Officer): é o profissional responsável pela administração financeira da empresa, diretor financeiro.
  • Chairman: presidente do conselho que dirige a empresa.
  • Commodity: matéria-prima.
  • COO (Chief Operations Officer): é o profissional que cuida mais de perto da rotina do negócio, executivo-chefe de operações.
  • Coach: é o profissional que orienta a vida profissional de outras pessoas, por meio de técnicas e treinamentos específicos.
  • Core business: é o principal negócio da empresa.
  • CRM (Consumer Relationship Management): ferramenta para gestão do relacionamento com clientes.
  • Customizar: personalizar algo - um produto, um processo, um serviço, uma apresentação etc.
http://www.casadosfocas.com.br/wp-content/uploads/2013/03/deadline.gif
  • Deadline: prazo final, data em que alguma tarefa precisa ser terminada.
  • E-learning: ensino ou treinamento que acontece através da Internet.
  • Expertise: habilidade ou conhecimento técnico em determinada área.
  • Feedback: retorno ou resposta sobre o resultado de um processo ou atividade.
  • Follow-up: entrar em contato, fazer acompanhamento.
  • Forecast: previsão.
  • Hands-on: participação ativa.
  • Head: é o profissional que lidera uma área, um departamento ou um projeto.
  • Headcount: número de pessoas que trabalham em determinada equipe.
  • Headhunter: caça-talentos, recrutador.
  • Insight: ideia súbita, percepção.
  • Internship: estágio.
  • Job rotation: rotação em diferentes áreas da empresa para adquirir novos aprendizados.
  • Joint-venture: associação de duas empresas ou mais para a produção, prestação de serviços, busca de novos mercados, etc.
  • Know-how: conhecimento.
  • KPI (Key Performance Indicator): indicador de desempenho.
  • Merchandising: conjunto de atividades de marketing e comunicação destinadas a promover marcas, produtos e serviços.
  • Newsletter: boletim de notícias.
  • Networking: rede de contatos profissionais.
  • OOO (Out of Office): "ou-ou-ou" quer dizer nada mais do que ausente do escritório.
  • Outsourcing: terceirização.
  • SEO (Search Engine Optimization): conjunto de técnicas que visam otimizar o posicionamento de sites nos mecanismos de busca.
http://www.softballexcellence.com/images/InitialSet/recruiting-grow-skill.png
  • Skills: habilidades ou competências.
  • Sponsor: é o profissional responsável pelo recurso financeiro de um projeto
  • Start up: dar início a uma operação ou atividade.
  • Supply-chain: cadeia de abastecimento.
  • Trainee: profissional em treinamento.
  • Trend: tendência.
  • Target: alvo, público-alvo.
  • Workaholic: profissional viciado em trabalho.
  • Workshop: treinamento ou palestra.   

Mariana Fonseca (autora)

Mariana Fonseca A paulistana Mariana Fonseca é graduada em Jornalismo pela Universidade Metodista de São Paulo. Como típica representante da Geração Y, Mariana é inquieta e faz várias coisas ao mesmo tempo: além de escrever as matérias, cuida das redes sociais, garantindo que as novidades estejam sempre circulando na rede. Há três anos escreve matérias sobre carreira e mercado de trabalho no ClickCarreira.
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18 de mai de 2013

Conheça os efeitos da crise econômica na Zona do Euro.


A crise econômica no mundo e notadamente na Zona do Euro / União Europeia afeta o planeta inteiro. Por ser um assunto cujo entendimento não alcança o interesse das multidões, as pessoas não se interessam muito por conhecer razões e detalhes desse fenômeno que está derrubando economias antes estáveis. Os efeitos da crise estão causando desempregos em massa, desajustando as vidas de milhões de famílias e irradiando seus efeitos perversos para todos os países. 
Confesso que estou entre aqueles cujo interesse no tema é apenas tópico, mas tenho - como muitos - a percepção do quanto estão sofrendo as populações dos países atingidos. O Brasil não está imune. Embora nossa economia não esteja no mesmo nível daquelas que na Europa estão no "olho do furacão" estamos convivendo com alguns dos reflexos. Dou como exemplo os sinais de inflação que despontam no horizonte obrigando o governo a adotar medidas de impacto para não deixá-la fluir livremente. 
É bem verdade que não temos desemprego nos níveis cruéis da Espanha, por exemplo, onde milhões de pessoas - principalmente os jovens - estão sem trabalho há muito tempo.
O Brasil está buscando atrair parte dessa massa de desempregados para cobrir deficit que existe em áreas como medicina e engenharia, apesar da grita contrária das entidades corporativas por aqui.
Legenda no muro:"Espere meu jovem, você não pode escapar do desemprego fugindo
Tudo está ligado à crise econômica mundial com foco maior na Zona do Euro. Por isso estou colocando aqui no blog uma imagem que capturei na edição de segunda feira passada na Folha de São Paulo, caderno do New York Times. Foi a melhor representação gráfica que já vi da crise na Europa. 
Olhem com atenção para verificar os níveis em que estão os países com relação à recessão, à variação dos seus PIBs e as taxas de desemprego. Observem, por exemplo, que a Grécia está em recessão extrema com PIB negativo de 6,4 % e desemprego de 27,2 %. Na Espanha esse índice é de 26,7 enquanto o PIB está negativo (recessão) em 1,4 %. Em Portugal a recessão aponta o PIB negativo de 3,2 % e o desemprego em  17,5. É desesperador. E não há sinais evidentes de melhoria e um medo avassalador de uma recessão generalizada cujas consequências são imprevisíveis
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11 de mai de 2013

Conheça Benjamin Zander e a sua mensagem "Liderança - A Arte da Possibilidade"


Este post foi publicado no blog em 16 de outubro de 2010. Recentemente ele recebeu o comentário de um visitante que não quis se identificar (anônimo, veja abaixo) onde dizia que: "A arte da possibilidade é mais que uma lição de liderança, é uma lição de vida." Confesso que nem me lembrava mais do post (afinal, são mais de 4.500 postagens no blog). 
Fui olhar o post e me encantei novamente com Benjamin Zander. Por isso e provocado pelo comentário do meu ilustre visitante anônimo, resolvi republicar o post abaixo. Dei uma repaginada acrescentando o vídeo da primeira parte da conferência dele no TED que não estava publicado no post e retirando erros de gramática (sempre os há).
Espero que vejam - ou revejam - os dois vídeos da maravilhosa conferência de Zander no TED e os sete vídeos que desenvolvem a sua filosofia "A Arte da Possibilidade". Eu os assisti a todos novamente. Vale a pena e muito para quem consiga tempo para vê-los. Recomendo aos leitores e visitantes que por aqui passarem que não percam a oportunidade

Veja o vídeo e tenha uma ideia de como Zander eletriza suas plateias
(legendas em espanhol)


Coloquei o vídeo logo na introdução do post, o que não é usual, para dar uma idéia ao leitor sobre quem nós vamos "escrever. Apresento-lhes, como centro do post, um conjunto de seis vídeos - todos muito curtos ( 4 minutos em média) que é um verdadeiro presente. Refiro-me ao famoso vídeo (completo) intitulado "Liderança - A Arte da Possibilidade". Muitos de vocês já o devem ter assistido (foi distribuído no Brasil há alguns anos pela SIAMAR), mas imagino que - como eu - tenham repetido a dose muitas vezes.
É um "curta-metragem" com o brilhante maestro Benjamin Zander  que além de ser um virtuose como condutor de orquestras é um fascinante palestrante conforme vocês devem ter observado no vídeo acima.
Os 6 vídeos (na verdade são partes de um só) estão relacionados com o livro de mesmo nome que foi escrito, a quatro mãos, por Rosamund Zander e o proprio maestro (está esgotado no Submarino e na Livraria Cultura). Eles foram casados durante muitos anos. Ela é psicoterapeuta famosa e uma ativa personagem no mundo corporativo dos EUA. Todavia a estrela é o maestro.
Zander construiu à frente da Orquestra Filarmônica de Boston um modelo diferente de liderança. O que transmite em suas conferencias
  • "Falo de possibilidade, não do possível – isso é política. O meu conceito é mais aberto. Sejam quais forem as circunstâncias, mesmo as mais cruéis e terríveis, o que é decisivo não é focalizar nas razões da situação, cultivar a lamentação, mas virar-se para descortinar que possibilidades se abrem. O que conta é gerar possibilidades”. (texto retirado e editado do blog "Janela na Web").
Não adianta ficar aqui apresentando o maestro. O certo é que vocês assistam aos vídeos  - que são eletrizantes - e meditem sobre os conceitos e as imagens que vão encontrar.
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http://t0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTRWAsHax0Jbjzo-zaxO0WNNkF7dEyPPh3ik-fp74VjusFAyhM&t=1&usg=__A4D1baoRWy4bwMaajf5Upm53NOg=http://i.s8.com.br/images/books/cover/img2/150262_4.jpg
Clique nas imagens


Leia mais dois artigos excelentes sobre Benjamin Zander nos links abaixo: 


Atenção: Os vídeos são sequenciais. Na verdade tiveram que ser repartidos por injunção dos recursos do YouTube. Para entender a fascinante mensagem do maestro Zander Assista desde o primeiro até o sexto em uma sequencia só.
 
Video 1

Video 2

Video 3

Video 4

Video 5

Video 6

Video 7

6 de mai de 2013

Mesa de Trabalho é apenas isso, um local de trabalho...

O ambiente de trabalho pode se tornar mais harmonioso com a aplicação do feng shui
Quando li o artigo sobre "mesa de trabalho" no site do UOL (veja transcrição ao final desse texto) percebi imediatamente que teria de trazê-lo para o blog da Oficina de Gerência. 
O tema da organização das mesas de trabalho é um dos mais explorados pelas "pitonisas corporativas". Basta alguém clicar no Google procurando sobre "organização de mesa de trabalho" (clique aqui) que vão aparecer milhares de links e mais de 600.000 imagens sobre o assunto. Se começarmos a pesquisar o que dizem os autores de livros, consultores, palestrantes e tudo que já se produziu sobre o tema vamos concluir que quase todos escrevem e prescrevem as mesmas contradições.
Limpe, arrume, não coloque isso aqui, coloque aquilo ali, não superlote a mesa de objetos, encha a mesa de coisas, coloque coisas pessoais, tire objetos pessoais, coloque plantas, não coloque plantas, use cristais para afastar mau olhado, santinhos... Uma verdadeira Babel.
Quem for buscar conselhos nessas fontes vai pirar. Até feng shui está sendo indicado para quem queira "harmonizar" sua mesa de trabalho. Dito isso tudo não serei eu quem vai indicar para vocês como devem organizar suas mesas. 
Durante  vivência nos ambientes corporativos posso discorrer sobre as relações entre algumas pessoas com as quais dividi o espaço de trabalho e suas respectivas mesas. 
E começo logo com a minha... É organizada, mas cheia de coisas e coisinhas. Gosto de mesa cheia com tudo que preciso bem à mão. Imprescindíveis os post-its coloridos, muitas (muitas mesmo!) canetas e de todos os tipos à disposição, calendário (pelo menos dois), clipes, grampeador, cortador de papel todos juntos, rádio de pilha, TV pequena e (muitos) outros gadgets. Mas, atenção, tudo muito organizado e em seus respectivos lugares. A minha mesa transmite minha imagem para o ambiente de trabalho, não a minha personalidade.
Convivi com companheiros de trabalho, chefes e subordinados com os mais diversos estilos de organização em suas mesas. Pessoas muito inteligentes com mesas que eram a expressão da mais completa desordem e outros com mesas superorganizadas que não tinham talento algum.
Confesso que nunca percebi ou confirmei uma relação direta entre as suas mesas - organizadas ou não - e as pessoas no que diz respeito às funções e ao sucesso profissional no ambiente de trabalho. O que se percebia sim eram as impressões e as imagens pessoais transmitidas por essas pessoas aos seus colegas, chefes ou subordinados; mas diziam pouco sobre suas personalidades fora do ambiente corporativo.

De fato nunca me preocupei com as mesas de trabalho das pessoas com as quais convivi ou dirigi, mas me desgostava muito ver mesas atulhadas de coisas desorganizadas, pois passava a visão de ambientes desorganizados independentemente das pessoas que ali trabalhavam. Com certeza pegava mal para as pessoas e não para o ambiente.
É óbvio que trabalhar com pessoas cujas mesas sejam ordenadas e metódicas é muito mais agradável, mas sob o ponto de vista da eficiência e da eficácia não fazem muita diferença. São as pessoas e não suas mesas quem produzem e desempenham missões. Particularmente acho que há um preconceito contra as pessoas que não conseguem manter suas mesas arrumadas.Um dos caras mais inteligentes com os quais trabalhei tinha o retrato do caos sobre sua mesa.
Aos jovens - atenção turma da Geração Y - que estejam ocupando cargos de gerência deixo-lhes uma orientação: 
  • Não se preocupem com as mesas organizadas ou desorganizadas dos seus subordinados. Interessem-se pelas pessoas e não por suas mesas. Entretanto não permitam que a turma de "desorganizados" ultrapasse os limites de suas mesas e irradiem sua desordem para o ambiente de trabalho. 
O que está abaixo são representações de seis supostos tipos de mesas de trabalho que foram analisadas por três consultores (um especialista em organização pessoal, uma psicóloga e coach e uma consultora de etiqueta) convidados pelo site UOL Comportamento que procuraram relacionar esses estilos com os comportamentos e personalidades de seus pretensos "donos". (clique no logotipo abaixo)
A informação vale como conhecimento genérico das curiosidades que estão sendo pesquisadas no mundo corporativo, mas recomendo que não levem muito a sério as conclusões dos consultores.  São eles os tipos que chamo de "pitonisas"
Se vocês não se "encontrarem" nas descrições abaixo não se preocupem. Se por acaso você, leitor que esteja navegando por aqui, considerar que é um "bagunçado" com sua mesa de trabalho vale a pena procurar organizar-se. Não tenha dúvidas que causará um upgrade no conceito e na impressão que seus colegas têm de você e isso nunca é para ser desprezado.

Clique no logotipo e conheça o site
 



Este post foi publicado aqui na Oficina de Gerencia no dia 14/10/2012 e recebeu muitos acessos. Dei uma repaginada no texto e o trouxe de volta com mais atualidade tendo em vista sua "audiência".

Blogs que me encantam!


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