||| 24 de outubro DE 2026 ||| sábado ||| Dia das Nações Unidas || # Reflexão: "As mais lindas palavras de amor são ditas no silêncio de um olhar". --- Leonardo da Vinci . |||

 

Bem vindo

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O dia 24 de outubro marca a fundação de um dos mais importantes organismos internacionais, a Organização das Nações Unidas (ONU), criada em 1945 para substituir a antiga Liga das Nações, extinta em razão da Segunda Guerra Mundial. Com o fim do conflito, foi assinada a Carta das Nações Unidas em 26 de junho daquele ano, dando origem à ONU, que começou a atuar em 24 de outubro. A data passou a ser comemorada apenas em 1948. O documento enumerava os objetivos da ONU, entre eles, manter a paz e a segurança em todo o mundo, mediar e promover relações amistosas entre as nações e cooperações na resolução de problemas internacionais, eliminar a pobreza e o analfabetismo, incrementar a sustentabilidade e estimular a promoção do bem social de idosos, crianças, jovens e refugiados. Por ser composta por 193 países, a ONU é considerada uma das maiores organizações internacionais do mundo em número de Estados-membros. Quando foi fundada em 1945, 51 nações assinaram a Carta das Nações Unidas, incluindo o Brasil. Em 2011, o Sudão do Sul tornou-se independente, sendo então, o último país a aderir à ONU. A sede das Nações Unidas fica em Nova Iorque, nos Estados Unidos, embora seja um organismo internacional. A ONU também tem a sede da Europa, instalada em Genebra, na Suíça. A ONU tem em sua estrutura, os seguintes órgãos: Assembleia Geral, Conselho de Segurança, Conselho Econômico e Social, Conselho de Tutela (suspenso em 1994 por tempo indeterminado) e Corte Internacional de Justiça e o Secretariado Geral.

pensamento dia

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Frase

Frase
Albert Einstein (Ulm, 14 de março de 1879 – Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa–energia, E = mc² — que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo" —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por suas contribuições à física teórica" e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Investigou as propriedades térmicas da luz, o que lançou as bases da teoria dos fótons. Em 1917, aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. Suas obras renderam-lhe o status de celebridade mundial enquanto tornava-se uma nova figura na história da humanidade, recebendo prêmios internacionais e sendo convidado de chefes de estado e autoridades. Foi professor da Academia de Ciências de Berlim. Em 1933, quando o Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha, estava nos Estados Unidos, onde passou a morar. Desde então, não tornou a residir no seu país de origem. Naturalizou-se estadunidense em 1940. Em agosto de 1939, pouco antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, ajudou a alertar o presidente Franklin D. Roosevelt que a Alemanha poderia estar desenvolvendo uma arma atômica, recomendando aos norte-americanos começarem uma pesquisa semelhante, que se tornaria o Projeto Manhattan. Apoiou os Aliados, opondo-se, no entanto, à utilização de armas nucleares contra o Japão. Mais tarde, com o filósofo britânico Bertrand Russell, assinou o Manifesto Russell-Einstein, que destacou o perigo das armas nucleares. Foi afiliado ao Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde trabalhou até sua morte em 1955. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein}

 

sábado, 13 de abril de 2024

Acordem, homens

 


Com este post, estou inaugurando uma seção no blog inspirada nos artigos que a Folha de São Paulo publica semanalmente na sua newsletter FolhaCarreiras. 

Os assuntos trazidos pelas jornalistas da Folha, na newsletter, são atuais e versam sobre temas que interessam diretamente àqueles que chamo de "habitantes da selva corporativa". Ah! Ela é aberta aos não assinantes do jornal e coloquei o link para acessá-la ao final do post. Aproveitem e se inscrevam com seus e-mails.

Neste post de estreia, o foco é a relação de gênero nos ambientes de trabalho. O texto é dirigido aos homens, daí o título do post. Além disso, o objetivo é "ensiná-los" a conviver e valorizar a participação das colegas no dia a dia dos escritórios.

Boa leitura e bom proveito.


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O que homens podem fazer pela equidade de gênero? Na edição de hoje, explico como criar verdadeiros aliados de mulheres no ambiente de trabalho.
Gabriela Bonin
GABRIELA BONIN
Jornalista pela USP (Universidade de São Paulo), trabalha na editoria de Newsletter.


Tema da semana: 
Acordem, homens
Março é o mês das mulheres e elas estão cansadas de carregar tantas responsabilidades —inclusive, a de lutar pela equidade de gênero no trabalho.


Não sou eu quem está dizendo: é a ONG Think Olga através do relatório "Esgotadas". De acordo com a pesquisa, a sobrecarga de trabalho, dentro e fora de casa, está entre os fatores que mais têm impactado a saúde mental de mulheres.

É por esse motivo que homens precisam se fazer presentes no combate à desigualdade de gênero. 

E no mundo do trabalho... "A prática é bem diferente do discurso", diz Janaína Feijó, pesquisadora do FGV IBRE que estuda mercado de trabalho e desigualdades sociais. 

↳ Há uma lacuna entre o que os homens dizem acreditar e o que realmente estão fazendo pela mudança.

Então, de que forma os homens podem ser aliados de mulheres no trabalho? Trago algumas dicas:

1. Dê mais flexibilidade a elas. O trabalho invisível —tarefas não remuneradas como cuidado com a casa, filhos e familiares— faz com que elas prefiram home office e rotinas flexíveis, sem horário ou local definido.

A flexibilização faz toda a diferença, principalmente para reter mulheres em cargos de liderança, diz Élica Martins, sócia da Grant Thornton Brasil. 

↳  Empresas em que os colaboradores trabalham de forma presencial são as únicas em que a percentagem de mulheres em cargos de liderança cai para um valor abaixo da referência global, segundo a "Women in Business 2024", pesquisa realizada pela Grant Thornton.

Se não for possível a jornada flexível, a empresa pode construir isso através do banco de horas, aponta Janaína Feijó. "O ambiente de trabalho precisa permitir que a mulher que é mãe possa amamentar ou sair buscar o filho na escola, se for necessário", explica a pesquisadora.

2. Desafie comportamentos discriminatórios. Há preconceitos e vieses inconscientes que muitas vezes impedem a criação de um ambiente seguro para mulheres, aponta a mentora de carreiras Tamires Teixeira. 

Como desafiá-los?

↳ Posicione-se contra piadas e comentários machistas, diz Débora Ribeiro, gerente da Robert Half. Não é somente não reproduzi-las, mas também confrontar colegas ao ouvir alguma fala do tipo.
  • Quando uma mulher é contratada, exemplifica Ribeiro, os primeiros comentários feitos por homens geralmente são sobre aspectos físicos dela. "Essa objetificação, em 2024, não faz mais sentido."
↳ Não interrompa mulheres durante a fala delas. Esse comportamento tem nome: "manterrupting" (junção das palavras em inglês “man”, homem, e “interrupting”, interrompendo) e pode coibí-las de participar de discussões ou compartilhar ideias. 

↳ Não se aproprie de ideias de mulheres. "É muito comum no mercado de trabalho as mulheres trazerem ideias, sugestões, e aí o chefe vender essa ideia e ficar com o mérito somente para ele", explica Ribeiro. 

↳ Não explique o óbvio. O "mansplaning" no ambiente de trabalho faz parecer que as mulheres contratadas sabem menos que os homens. "Elas conquistaram aquele espaço e são intelectualmente e tecnicamente tão competentes quanto eles", diz a gerente da Robert Half. 

3. Valorize o desenvolvimento delas. Olhe para as mulheres em sua equipe, entenda o que elas precisam e como você pode contribuir para o crescimento delas, indica Tamires Teixeira. 

Como líder, você pode promover mentorias e, como colega de trabalho, propor à liderança um programa de desenvolvimento.

"Seja o patrocinador da causa. Levante a voz e passe a defender isso em diferentes ambientes profissionais", complementa Teixeira. 

Qual a importância de tudo isso? "Países com homens engajados dentro das organizações garantem mais segurança no ambiente de trabalho", afirma Élica Martins, da Grant Thornton.

E um ambiente seguro permite que mulheres se sintam mais confiantes para falar, dar opiniões e desafiar decisões. Ao alcançar cargos de liderança, elas passam a ser mais verdadeiras e autênticas.

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📺 Uma dica de série para quem quer se engajar na causa: "Machos Alfa", disponível na Netflix.

↳ A comédia conta a história de quatro amigos de meia-idade que tentam se ajustar à nova era de masculinidade em meio ao empoderamento feminino. 

↳  "É divertida e pode fazer homens refletirem sobre ações do dia a dia e como reformulá-las para o mundo que estamos vivendo hoje", recomenda Tamires Teixeira.

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