31 de dez de 2009

Hoje na História (Today in History) -31de dezembro -(Associated Press)

Os vídeos da série  "Today in History" (áudio em inglês) da Associated Pres* disponibilizados no YouTube já estão fazendo sucesso na Oficina de Gerencia.  
Creio que os vídeos do Today In History, conforme estou apresentando, são uma novidade na blogosfera. É bem verdade que o áudio está em inglês, mas as imagens falam mais alto e da perfeitamente para entender o áudio. Eu gostei muito e por isto compartilho com os meus amigos e visitantes que amam a História com "H".
Espero continuar a dar uma sequencia regular a esta serie sensacional e continuar trazendo um pouco mais de cultura geral para os que me dão a alegria de visitar a Oficina de Gerencia.



Thomas Edison demonstra a sua nova nvenção, lâmpada; Os Estados Unidos estabelecem o Plano Marshall para ajudar a Europa saida da 2ª Guerra Mundial; Nascem o ator Anthony Hopkins, o compositor e músico Jule Styne e a cantora Donna Summer. (Dec. 31)


Eu não fumo! Você fuma? Nós fumamos!


http://www.abracomta.org/artigos/saude.jpg
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Dou um testemunho. 
Sou um ex-fumante. Cheguei, no auge do vício a consumir 4 maços de cigarros por dia.  Um absurdo! Fumava desde os 14/15 anos. Abandonei o cigarro e o vício do fumo há mais de dez anos. Propus-me a falar e escrever sobre a minha experiencia só quando completasse este tempo. É o que estou fazendo pela primeira vez.
Não sou daqueles "ex-fumantes chatos", mesmo porque tenho pessoas muito próximas a mim que fumam. Não me incomodo com o cheiro da fumaça do cigarro exceto por duas circunstâncias:
  1. Quando estou em um restaurante ou 
  2. Com cigarros apagados em cinzeiros em ambientes fechados.
Este é o primeiro post que publico na Oficina de Gerencia a favor da saúde dos fumantes diretos e indiretos. Da minha experiencia só posso dizer que não usei nenhum remédio para parar de fumar ou fiz qualquer tratamento. 
Também não estava doente ou com ameaça de enfisema ou algo parecido. Simplesmente pensei na minha velhice sem  saúde - ai por volta dos 70 anos em diante -  e resolvi parar. Foi assim mesmo. Uma resolução pensada, planejada e executada. Marquei a data para fumar meu ultimo cigarro com uma antecipação de mais ou menos uns dois meses e aconteceu. Deste dia em diante nunca mais aspirei a fumaça de um cigarro e nem irei faze-lo nunca mais. Neste caso eu posso dizer nunca mesmo.!
Lembro-me bem (essa experiencia ninguém se esquece) que nas  duas ou tres primeiras  semanas deu um pouco de ansiedade e desconforto, mas nada devastador. Perfeitamente suportável. Acho que eu estava mais motivado do que o que planejara. 
Algumas vezes, nesses dez anos - porém cada vez menos frequente e intensa com o passar do tempo - a vontade de fumar voltava, mas aguentei bem o tranco principalmente porque voltava a pensar na minha "saúde aos 70" e no tempo que já havia "investido" na ausência da nicotina no organismo. E sempre resisti. Nunca me arrependi! Detalhe, não me permiti "ganhar" peso e depois de uns dois meses continuei bebendo café normalmente.
Considero que foi a decisão mais importante da minha vida pessoal, familiar e profissional. Só depois de uns tres anos sem cigarro  foi que compreendi o malefício do ato de fumar no organismo da gente e no incomodo que os fumantes causam aos que não fumam. Depois que deixei o cigarro passei muito tempo com vergonha de ter fumado e imposto minha presença em ambientes limpos. O fumante, mesmo sem estar fumando cheira a fumo. É desagradável principalmente para as pessoas que nunca fumaram.
E fico por aqui. Eventualmente publicarei alguns banners e farei comentários sobre a minha própria experiencia, mas sem criticar ninguém que fume ou fazer qualquer juizo de valor a respeito. 
Considero que o ato de fumar é uma escolha e um direito das pessoas. Considero também que é um direito dos "não fumantes" não serem obrigados a "fumar" involuntariamente.  .
Nunca fiz, não faço e não farei proselitismo e nem empunharei bandeiras contra o fumo. Apenas vou utilizar o blog para ajudar os fumantes que desejam "sair do clube" e não conseguem. E não é fácil mesmo!
Estarei disponível para indicar os caminhos que eu trilhei, os "truques "objetivos e subjetivos que utilizei e as experiencias que vivi. É só perguntar nos comentários que eu responderei com o maior prazer. Se eu puder ajudar um irmão que seja a parar de fumar já considerarei cumprido o meu propósito.
Ah! Ia me esquecendo. O dia que escolhi para parar foi o do meu aniversário. Meu propósito não foi praticar nenhum ato de "masoquismo" como meus amigos fumantes, à epoca, disseram em tom de brincadeira. Fiz isto para marcar a data e comemorar a cada ano, mais outro ano de vida saudável que conquistei. Assim, a cada aniversário comemoro dois.


30 de dez de 2009

Vinho sem frescura

http://007blog.net/fotos/2009/04/conheca-os-tipos-de-vinhos-e-suas-principais-caracteristicas.jpg

No mundo corporativo saber apreciar as chamadas "boas coisas da vida" é uma necessidade. Isto inclui gostar e saber conversar sobre temas como cinema, esportes (quase todos), politica (de preferência internacional), moda e todos estes assuntos que fazem a alegria do chamado "mundo fashion". Inclua-se nesta lista o tema "bebidas" e  em consequencia o assunto "vinhos".
Não é necessário ser um "connaisseur", mas é importante saber "levar" um papo sobre o assunto sem passar vergonha. Podem crer que muitas vezes as oportunidades de negócios e os melhores contatos surgem inesperadamente em uma roda de conversas onde alguém (importante) puxa um assunto e você consegue manter-se no nível da conversa. 
Falar sobre vinhos então, é uma constante em eventos de negocios que envolva almoços e jantares.
Ai de você se for um "ignorante nato" quanto aos segredos do vinho. Ficará perenemente marcado como um "out-sider" e dificilmente participará de novos "encontros no andar de cima" de sua corporação.
Estarei exagerando? Claro que sim! Não chega a ser tão vexatório não sabe falar de vinhos, mas que é um bônus extra no seu currículo social não tenha duvidas.
Pensando nisto resolvi abrir um destaque para este blog do Jornal do Brasil cujo titulo achei muito sugestivo: "Vinho Sem Frescura".
Vou postar de vez quando alguma novidade que ele traga e de outros sites e blogs também. Tem muita gente falando de vinhos na internet. 
Quem sabe seu chefe é um apreciador e não tenha ninguém na sua área que possa trocar umas, digamos, "idéias vinícolas" com ele. Hããã! 
Portanto amigos, mãos à obra. Afinal de contas "Vinho também é cultura"...
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"A Miolo anuncia o lançamento da linha de espumantes Cuvée Tradition, que vai subistituir o Miolo Brut e o Miolo Brut Rosé. Os novos rótulos, que também terão a versão demi-sec (meio seco) continuarão sendo elaborada pelo tradicional método francês champenoise, cuja fermentação é feita na garrafa. De acordo com nota divulgada agora há pouco pela Miolo, "o lançamento do Cuvée Tradition tem o desafio de consolidar a liderança da empresa como uma das maiores produtoras de espumantes das Américas pelo método champenoise e conquistar consumidores que valorizam a tradição e a qualidade evidenciadas por esse método de elaboração". Com isso, o Cuvée Tradition Brut será feito apenas com as uvas pinot noir e chardonnay cultivadas no Vale dos Vinhedos - o Miolo Brut tem merlot em seu corte.
Intensificamos a produção pelo método champenoise porque queremos elaborar espumantes que atendam a um segmento de consumo que busca a exclusividade, a qualidade e a tradição”, explica o diretor-técnico, Adriano Miolo.
O projeto Cuvée Tradition determinou a automatização de todo o sistema da vinificação com alta tecnologia objetivando viabilizar um sistema artesanal em escala de produção. As principais mudanças ocorreram na automatização da “Remuage”- o processo no qual as garrafas eram giradas ¼ de volta manualmente todos os dias, durante aproximadamente uma semana visando decantar as leveduras do espumante para sua extremidade - e do degorgemant – que consiste no congelamento do gargalo das garrafas, juntamente com as leveduras que ali se depositaram. Dessa forma, quando a garrafa é aberta para a retirada desses precipitados a perda de pressão diminui de forma considerável.
Dados da Uvibra mostram que o Brasil produziu em 2008 cerca de 9,5 milhões de litros de espumantes. Destes, estima-se que menos de 10% são elaborados pelo processo champenoise."





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Hoje na História (Today in History) - 30 de dezembro -(Associated Press)


Este já é o sétimo post da série "Today in History" (áudio em inglês) que está hoje contando a historia dos eventos ocorridos no  dia 30 de dezembro na esteira da História. 
O áudio está em inglês, mas as imagens falam mais alto e a informação é transmitida com facilidade mesmo para quem não domina o idioma. 
Eu gostei muito e por isto compartilho com os meus amigos e visitantes que amam a História com "H".
Vejam, pois, o que está registrado como "fatos relevantes", na história, no dia 29 de dezembro e cliquem nos links abaixo para conhecer muitos outros posts sobre História nas "tags" da Oficina de Gerencia.

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Saddam Hussein é executado; Incêndio em Chicago mata 600 pessoas; Vladimir Lenin proclama a criação da União Soviética, Em 1936 o sindicato United Auto Workers faz sua primeira greve "sit-down"



Guy Kawasaki - Os dez mandamentos do “evangelista” do empreendedorismo.

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"Joias da Coroa" da Oficina de Gerencia.  É assim que classifico os artigos da Universia.Wharton quando publicados aqui no blog. Todos eles são  "aulas de proficiência" e conhecimento cultural sobre os assuntos corporativos.  Como costumava dizer minha avó: "Ouro em pó".
Neste texto a equipe da Universia.Wharton comenta em "10 mandamentos" sobre os conceitos de Guy Kawasaki . Quem ainda não ouviu falar dele pode ir correndo buscar informações. 
  • "Guy Kawasaki é diretor da Garage Technology Ventures, uma empresa em fase inicial de capital de risco e colunista do Entrepreneur Magazine. Anteriormente, ele era um consultor da Apple na Apple Computer, Inc. Guy é o autor de nove livros, incluindo Reality Check, The Art of the Start, Regras Para os Revolucionários, How to Drive Your Competition Crazy, Selling the Dream e The Way Macintosh. Ele tem um MBA da Universidade de Stanford e um outro MBA da UCLA, assim como um doutorado honorário do Babson College." (texto retirado do site de Kawasaki em tradução livre)
É um dos novíssimos craques "fora de série" que começa a consolidar-se entre os mais destacados nomes do "colégio de cardeais" do mundo corporativo internacional. Grandes empresarios e "cabeças coroadas" deste universo param (e pagam caro) para ouvi-lo falar. Além de tudo é considerado um dos mais completos palestrantes da atualidade. É um inovador na acepção do termo.
Leiam um trecho do texto:
    • "Não impeça as flores de brotarem. Parafraseando Mao, Kawasaki disse que não sabemos onde vai surgir uma flor. Devemos simplesmente permitir que ela brote. As inovações poderão atrair clientes inesperados e imprevistos. Foi o que aconteceu ao creme para pele “Skin-so-Soft” da Avon, que acabou fazendo sucesso como repelente de mosquito. A regra número 1, disse Kawasaki, consiste em “conseguir o dinheiro”. Regra número 2: descobrir quem está comprando seu produto. Pergunte a essas pessoas por que o estão comprando e dê a elas outras razões para comprá-lo. Isso é muito mais fácil do que perguntar às pessoas por que não estão interessadas e, em seguida, tentar mudar seu modo de pensar”.
Desfrutem do texto e do aprendizado, pois a qualidade eu garanto.
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http://100interviews.files.wordpress.com/2009/03/guy-kawasaki.jpg


Os dez mandamentos do “evangelista” do empreendedorismo Guy Kawasaki  


Quando Guy Kawasaki fala sobre inovação nos negócios, como fez recentemente no congresso de tecnologia promovido pela Universidade da Pensilvânia, ele o faz do alto de mais de 25 anos de experiência de ponta no assunto — um histórico que o bem-humorado investidor e empreendedor diz ser cheio de altos e baixos. Depois de se formar em psicologia em Stanford e de concluir um MBA na Universidade da Califórnia (UCLA), Kawasaki, nascido no Havaí, tornou-se o segundo “evangelista” de software da Apple Computer. Seu trabalho, de 1983 a 1987, consistia em convencer as pessoas a criar softwares para o Macintosh. Ele se lembra com carinho de seus colegas na Apple como indivíduos visionários, compulsivos e “provavelmente a maior coleção de excêntricos na história da Califórnia — embora o recorde fosse quebrado posteriormente pelo Google”.


Depois de sair da Apple, Kawasaki abriu empresas próprias, tornou-se consultor, autor e capitalista de risco. Escreveu, entre outros: The Macintosh way, Rules for revolutionaries, Selling the dream e, mais recentemente, Reality check. Hoje com 54 anos, Kawasaki ouve com frequência os planos que lhes são apresentados por fundadores de novas empresas de tecnologia nos escritórios de sua companhia de capital de risco, a Garage Technology Ventures. No portfólio da Garage, há tecnologias específicas para a terceirização de atividades de logística e para o segmento de energia renovável, entre outras, embora Kawasaki admita que a empresa não teve ainda um sucesso que a fizesse decolar — uma Apple ou um Google próprios. Em 2008, o empresário lançou a Alltop, um site livre que usa o RSS para agregar, por tópico, as últimas novidades de milhares de sites e blogs. Seu blog, “Como mudar o mundo” [How to Change the World], é um dos sites de estratégias mais visitados.


Na Universidade da Pensilvânia, Kawasaki discursou durante o congresso que assinalou o 20º. aniversário do programa de Mestrado Executivo em Gestão de Tecnologia (EMTM) patrocinado pelo departamento de engenharia da universidade em parceria com a Wharton. A palestra intitulada “A arte da inovação” consistiu num manifesto de dez pontos sobre como produzir algo de valor para o cliente. Durante a palestra, Kawasaki deu exemplos bem-humorados e reveladores sobre serviços como entrega de gelo (hoje obsoleto) e sandálias de praia que podem ser usadas para abrir garrafas de cerveja.
Segue abaixo um resumo dos “Dez mandamentos” de Kawasaki:
  1. Ofereça sentido, e não dinheiro. “Como capitalistas de risco”, disse Kawasaki, “lidamos com muitas empresas que, via de regra, nos dizem aquilo que acham que gostaríamos de ouvir: como ganhar dinheiro. Pela minha experiência, a maior parte das empresas fundadas sobre o conceito de ganhar dinheiro costuma não dar certo. Elas atraem o tipo errado de sócio e de empregado.” Em vez disso, diz ele, o empreendedor deve se preocupar em fazer com que seu produto ou serviço signifique algo mais do que a soma dos seus componentes — e do dinheiro que poderá vir a ganhar. Kawasaki chamou a atenção para o tênis aeróbico da Nike dirigido ao público feminino, e como foi que a empresa fez dele mais do que apenas “duas peças de algodão, couro e borracha produzidas em condições relativamente suspeitas no Extremo Oriente”. Com uma publicidade inteligente em que mostrava como as mulheres sempre foram julgadas e avaliadas, a Nike “pegou um conjunto de US$ 2,50 de matérias-primas e o transformou em símbolo de eficiência, poder e libertação. A empresa produz sentido por meio de sapatos. Grandes empresas são geradoras de sentido.” Não há dúvida de que a Apple fez isso com o Mac, com o iPhone e outros aparelhos.

  2. Trabalhe com um mantra, e não com uma missão. Declarações insípidas e genéricas sobre a missão da empresa — “oferecer produtos e serviços de qualidade superior para nossos clientes e para a comunidade por meio de liderança inovadora e parcerias” — são boas apenas para o consultor contratado para desenvolvê-las, disse Kawasaki. Em vez disso, prefira a concisão e defina a si mesmo com base naquilo que você quer significar para o cliente. A Nike oferece um “desempenho atlético autêntico”; a FedEx promete “paz de espírito”. Para que todos, dentro e fora da empresa, estejam unidos em torno do mesmo propósito, explique a eles a razão de ser da empresa e de que maneira ela atende às necessidades e aos desejos dos clientes.

  3. Pule as curvas. Inovar é mais difícil do que ficar simplesmente um pouco à frente da concorrência na mesma curva. “Se sua empresa fabrica impressoras de margarida, o próximo passo não é a introdução do tipo Helvética em fonte de tamanho diferente. Seu objetivo deve ser ‘pular’ para a produção de impressoras a laser”, disse Kawasaki. Isso é mais fácil de fazer em algumas empresas do que em outras. O empresário disse que nos tempos anteriores à refrigeração, a indústria do gelo era formada por gente que pegava gelo nas regiões de clima frio usando cavalos, trenós e serras para ‘colher’ o gelo durante os meses de inverno. Em 1900, um total de 4.536 toneladas de gelo foram produzidas desse modo. Depois veio a era do ‘Gelo 2.0’ — surgiram fábricas que produziam gelo em qualquer lugar. O ‘homem do gelo’ entregava o produto em estabelecimentos comerciais e nas casas. Por fim, chegamos à era do ‘Gelo 3.0’: a geladeira caseira. É claro que nenhuma daquelas pessoas que colhia gelo foi para as fábricas que passaram a produzi-lo, assim como nenhuma das fábricas migrou para a indústria de geladeiras. Isto se explica pelo fato de que “a maior parte das empresas se define por aquilo que faz”, disse Kawasaki, “e não pelo ‘benefício que gera para o cliente’. A verdadeira inovação aparece sempre que pulamos as curvas, e não quando nos esforçamos para melhorar 10% ou 15%”.
  4. Trabalhe com designs exclusivos. Introduza características que não fiquem no trivial. Kawasaki citou uma das ideias que considera mais inovadoras: as sandálias Fannin Reef, que trazem um abridor de garrafas incorporado ao desenho da sola. Há designs igualmente inteligentes, como o da lanterna BF-104 da Panasonic, que comporta pilhas de três tamanhos diferentes. Desse modo, as pessoas não terão dificuldade em escolher uma pilha em meio a várias de tamanhos diversos que costumam ter em casa. Há designs que são completos, porque não se esgotam no produto: oferecem também suporte e serviço. Elegância também é fundamental, diz Kawasaki. “Toda empresa deveria ter um CTO — Chief Taste Officer, ou diretor de ‘gosto’”, disse. Também não pode faltar emoção. “Bons produtos produzem emoções fortes: basta lembrar da Harley Davidson, do Macintosh.”
  5. Não se preocupe em produzir um produto perfeito. Isto não significa fazer um produto ruim, e sim que “a inovação poderá conter elementos não muito bons”, disse Kawasaki. Há uma porção de coisas erradas no Twitter, mas ele está mudando o hábito das pessoas. O primeiro Mac tinha muita coisa para ser melhorada, mas ele deixou claro como seria o futuro da computação pessoal, e não precisou esperar muito por isso.
  6. “Cutuque” as pessoas. Sempre que você tenta dar conta de tudo para todo tipo de pessoa acaba resvalando para a mediocridade, disse Kawasaki. O Scion xB da Toyota, com seu estilo “caixotão”, pode parecer feio para algumas pessoas, mas para os fãs é sensacional. O TiVo faz sucesso, apesar de deixar louca de raiva a indústria da publicidade.
  7. Não impeça as flores de brotarem. Parafraseando Mao, Kawasaki disse que não sabemos onde vai surgir uma flor. Devemos simplesmente permitir que ela brote. As inovações poderão atrair clientes inesperados e imprevistos. Foi o que aconteceu ao creme para pele “Skin-so-Soft” da Avon, que acabou fazendo sucesso como repelente de mosquito. A regra número 1, disse Kawasaki, consiste em “conseguir o dinheiro. Regra número 2: descobrir quem está comprando seu produto. Pergunte a essas pessoas por que o estão comprando e dê a elas outras razões para comprá-lo. Isso é muito mais fácil do que perguntar às pessoas por que não estão interessadas e, em seguida, tentar mudar seu modo de pensar”.
  8. Agite, meu amigo, agite sempre. Nunca deixe de melhorar seu produto ou serviço. Ouça as ideias dos consumidores. Não é fácil, diz Kawasaki, porque o inovador ou o empreendedor deve sempre ignorar o conselho dos negativistas e dos simplórios, para quem quase tudo é impossível. Depois de feito, quando o produto chega às mãos do consumidor, é hora de começar a receber o feedback.
  9. Escolha o seu nicho. Encontre seu lugar, insistiu Kawasaki. Em seguida, apresentou um gráfico simples de coordenadas X e Y com os quatro quadrantes costumeiros onde se viam as variáveis “Exclusividade” e “Valor”. Um produto ou serviço não precisa ser exclusivo para gerar valor. Foi assim, disse, que a Dell ganhou participação de mercado vendendo computadores. No quadrante esquerdo inferior do gráfico Kawasaki colocou várias pontocom surgidas em fins dos anos 90 sem nada de especial umas em relação às outras. Eram empresas de baixo valor e sem inspiração. Já no quadrante superior direito estavam os produtos e serviços exclusivos e de alto valor. Ali estavam a empresa online de ingressos de cinema Fandango e a companhia de cartões Clear, que pode agilizar a passagem do usuário pela segurança dos aeroportos. “O canto superior direito é a parte mais cobiçada do mercado”, disse. “Ali há produção de sentido. Também é ali que se ganha dinheiro, que se faz história.”
  10.  Siga a regra do 10-20-30 sempre que estiver tentando convencer um capitalista de risco. Em outras palavras, não use mais de 10 slides do PowerPoint, restrinja sua fala a 20 minutos e utilize uma fonte de tamanho 30 na sua apresentação (para mantê-la simples). O objetivo desse tipo de apresentação não é voltar para casa com um cheque na mão, disse, e sim “não ser descartado”.
Kawasaki acrescentou um item a mais como brinde para todos os inovadores — e um mea culpa. “Não deixe que os idiotas o desanimem”, disse ele citando em seguida uma série de declarações bem conhecidas de gente que costuma olhar com desconfiança as novas tecnologias. Foi o caso do presidente da IBM, Thomas Watson, que em 1943 estimou o tamanho total de usuários do mercado de computadores em “cinco, talvez” (historiadores da computação questionam a autenticidade dessa citação não comprovada). Citou ainda a falta de visão da Western Union, que não viu utilidade para o telefone. Essas empresas se deixaram enganar por aquilo que já haviam produzido e não pararam para pensar no que seriam capazes de produzir no futuro. Devemos ignorá-las, disse Kawasaki. No entanto, ele admitiu que bancou o idiota uma vez. Em meados dos anos 90, foi chamado para uma entrevista no Yahoo para o cargo de CEO. Não foi. Ele achava que a Internet era só mais uma atividade para o modem do computador. Achar as coisas na Web tinha um valor limitado, na sua opinião. “Pelos meus cálculos, essa decisão me custou US$ 2 bilhões.”

Publicado em: 29/07/2009

29 de dez de 2009

Hoje na História (Today in History) - 29 de dezembro - (Associated Press)

Apresento no blog mais um vídeo da série  "Today in History" (áudio em inglês) que a Associated Pres* criou e disponibiliza no YouTube.  
Ali está um conjunto sensacional de vídeos com  os principais fatos que aconteceram  dia-a- dia, na Historia Universal. Uma bela idéia da AP.
Registro que, até onde pude pesquisar, os vídeos do Today In History, conforme estou apresentando na Oficina de Gerencia são uma novidade na blogosfera. Fiz uma busca no Google, para páginas no Brasil, e não vi nenhum outro blog utilizar-se do recurso. É bem verdade que o áudio está em inglês, mas as imagens falam mais alto e a informação é transmitida com facilidade mesmo para quem não domina o idioma. Eu gostei muito e por isto compartilho com os meus amigos e visitantes que amam a História com "H".
Vejam, pois, o que está registrado como "fatos relevantes", na história, no dia 29 de dezembro e cliquem nos links abaixo para conhecer muitos outros posts sobre História nas "tags" da Oficina de Gerencia.

Nobres participam do assassinato, na Rússia, de Gregory Rasputin; dia do famoso massacre de Wounded Knee ; Texas junta-se os Estados Unidos como o estado 28; dramaturgo dissidente Vaclav Havel é eleito presidente da Checoslováquia; Primeira YMCA abre em Boston. (Dec. 29)


Aprenda a Gerenciar Projetos com os Pinguins de Madagascar!

http://www.amana-key.com.br/mailling/newsletter/03_09_09/images/charge.gif
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            Alguém já participou de um projeto ou de um empreendimento que tivesse sido fruto perfeito de um plano de ação ou de um planejamento estratégico? Se a resposta for positiva considere-se um privilegiado.
            Raras vezes um plano é executado na íntegra, mantendo os parâmetros originais. Não me recordo de ter visto nenhum, dos que vi e participei terem sido cumpridos à risca. Parece que é inerente aos planos e planejamento são serem completamente executados tal como originalmente elaborados.
            Não recordo de nenhum consultor ou pesquisador americano (principalmente) daqueles que vivem inventando "nomes novos para conceitos corporativos antigos" ter se debruçado sobre este estigma. 
            Já conheci a frase "Planos e planejamentos são feitos para serem descumpridos!". Ou ainda "Plano é objeto de decoração de prateleiras!". E muitos outros que de certa maneira formam uma espécie de "caldo de cultura corporativa brasileira" que não se dá bem com a arte de planejar.
            Por outro lado também não conheço nenhum empreendimento de porte médio para diante que tenha obtido êxito pleno sem um mínimo de planejamento. Estas duas pontas da mesma corda estarão fadas a não se encontrarem?
            Confesso que não tenho a resposta, mas aconselho que ninguém se atire a um projeto de execução sem antes planificar suas ações, seus métodos, seus recursos e principalmente sua equipe.
            Poderia ficar horas dissertando sobre o tema, mas falaria muita "abobrinha". Há uma infinita bibliografia sobre "Como planejar" e é incrível para apesar desta montanha de livros, palestras, monografias e coisas que tais, o planejamento continua sendo desprezado pelos executivos da administração publica (principalmente) e da iniciativa privada (o que é um absurdo maior ainda). 
            É só pesquisar entre as instituições de um e de outro setor. A "caixinha" do planejamento nos organogramas está sempre deslocada para as laterais e quase sempre agregada à função de administração. No mais das vezes a atividade maior dos setores de planejamento é a de gestão do orçamento.
            Planejamento mesmo, pensar o futuro das empresas, preparar o destino das corporações e lançar o olhar sobre o ponto longínquo não são praticas comuns nas empresas brasileiras, em geral. Das que eu conheço cito como exceções, entre poucas outras, a Vale, o Grupo Odebrecht, o Grupo Votorantim e o recentemente criado Grupo AmBev. São corporações cujos planejamentos estão feitos e detalhados para os proximos 10, 20 e 30 anos. Não estão no topo do mundo empresarial à toa.
            Para ilustrar o tema coloquei no post um vídeo super-engraçado que mostra os famosos Pinguins de Madagascar em plena atividade gerenciando um animado projeto. 
            Aprenda com eles e entenda um pouquinho os talentos necessários para ser um bom planejador.

Aprenda a Gerenciar Projetos com os Pinguins!

28 de dez de 2009

Hoje na História (Today in History) - 28 de dezembro - (Associated Press)


A imagem que está ao lado, abrindo este post, indica a continuidade (este é o 4º) dos vídeos da série  "Today in History" (áudio em inglês) que a Associated Pres* criou e disponibiliza no YouTube.  
Ali está uma série sensacional de vídeos com  os principais fatos que aconteceram naquele exato dia, na Historia Universal.
Permitam-me registrar que, até onde pude pesquisar, os vídeos do Today In History, conforme estou apresentando são uma novidade na blogosfera. Fiz uma busca no Google, para páginas no Brasil, e não vi nenhum outro blog utilizar -se do recurso. É bem verdade que o áudio está em inglês, mas as imagens falam mais alto Eu gostei muito e por isto compartilho com os meus amigos e visitantes que amam a História com "H".
Espero dar sequencia regular a esta serie sensacional e continuar trazendo um pouco mais de Historia para os que me dão a alegria de acessarem a Oficina de Gerencia.
Vejam, pois, o que está registrado como "fatos relevantes", na história, no dia 27 de dezembro e cliquem nos links abaixo para conhecer muitos posts sobre História nas tags da Oficina de Gerencia.



O presidente Woodrow Wilson é nascido; John C. Calhoun torna-se o primeiro vice-presidente dos Estados Unidos a renunciar, Alexander Solzhenitsyn "Arquipélago Gulag", é publicado; ator Denzel Washington e criador de histórias em quadrinhos Stan Lee nascem. (Dec. 28)


Cuidado com as Técnicas e Macetes Gerenciais


         Não é necessário apresentar o professor Eugen Pfister aos leitores do blog. É um precioso amigo que colhi na blogosfera e cuja amizade me honra muito. Reproduzo mais um ótimo artigo dele que coletei no site "O Gerente".
         O tema, como sempre, tem uma abordagem que instiga e provoca o leitor e sua imaginação. É a marca do professor Pfister.
http://1.bp.blogspot.com/_gzGYuSMZB3M/SCCSwsnow3I/AAAAAAAAAB4/ssm5O_Qxpd0/s320/cartola.gif        Neste artigo o professor trata das chamadas "artimanhas" gerenciais, das manipulações que determinados tipos de gerentes insistem em usar com seus subordinados como se fossem frutos de suas experiencias pessoais ou de vivencias corporativas. 
         Certamente quem já está há muito tempo no circuito corporativo já terá presenciado ou mesmo sido vítima - talvez devesse escrever "cobaia" - dessas armações que os maus gerentes montam para conseguir seus objetivos.
         Tais episódios são mais comuns do que se imagina. Ocorre que no mais das vezes estes embusteiros montam suas ciladas contra os subordinados ou mesmo seus pares menos experientes e mais crédulos. Normalmente conseguem sucesso com seus primeiros "números", mas são descobertos logo logo quando convivem em ambientes mais amadurecidos e experimentados nas verdadeiras técnicas de desenvolvimento de lideranças. 
         Leiam o artigo e tenham mais um viés para suas reflexões...Os textos de Pfister são sempre recheados de observações do mundo cotidiano atual com muitas pinceladas de fino humor. Ele sabe o que diz e as suas conceituações são sempre inovadoras. Tem experiencia e autoridade como consultor de desempenho humano e gerencial que é entre outras muitas habilidades (veja o sumário ao final do post). 
         Adianto um trecho do artigo para despertar-lhes a curiosidade da leitura:
  • [...] "A questão é que uma técnica que simule um interesse em um acordo ganha/ganha numa negociação vem acompanhada de uma série de mensagens silenciosas, sub-reptícias, contraditórias que revelam nossas verdadeiras intenções de dobrar a resistência do interlocutor e obter algum tipo de vantagem não declarada." [...]
 http://www.cursos-recursoshumanos.com/images_upload/1mundi_gente.jpg
Cuidado com as Técnicas e Macetes Gerenciais

          Técnicas de gerenciamento humano são eficientes na medida em que nossos interlocutores ignoram que elas são o que são: técnicas. Quando os subordinados desconfiam que o superior está aplicando receitas de um livro ou seminário sobrevém a sensação de manipulação, falta de sinceridade e de transparência.
          É difícil discordar, mesmo porque os relacionamentos humanos pautados em técnicas de comunicação, valorização, motivação, negociação, feedback, etc., enfraquecem no lugar de fortalecer o próprio relacionamento HUMANO.
Imaginem alguém se vangloriando de ser especialista em motivar terceiros,  em amizade, empatia ou em influenciar a equipe. A idéia lhe parece simpática? É bem diferente quando essas coisas são feitas espontânea e naturalmente em função das atitudes e condutas do gerente.
          Quando a técnica se sobrepõe à vocação, o subordinado, diante de um elogio, em vez de relaxar e usufruir, sente uma leve tensão, pois logo pensa que ato contínuo vem uma bomba que é, para todos os efeitos, a verdadeira razão da conversa. Aliás, só se tranqüiliza quando ouve a bronca que lhe assegura que suas teorias sobre os macetes gerenciais são legitimas: -   “Esse sim, é o meu chefe.”
          A questão é que uma técnica que simule um interesse em um acordo ganha/ganha numa negociação vem acompanhada de uma série de mensagens silenciosas, sub-reptícias, contraditórias que revelam nossas verdadeiras intenções de dobrar a resistência do interlocutor e obter algum tipo de vantagem não declarada.
          Eventualmente somos bem sucedidos. O problema com as vitórias de Pirro (318 – 272 a.C.)  é que com as técnicas ganhamos a batalha, não necessariamente a guerra já que, mais dia menos dia, a outra parte descobre a nossa artimanha. Resultado: a revelação desencadeia uma série de atos de vendetta que levam à erosão da confiança, do respeito, da relação humana, profissional ou comercial.
          A bem da verdade a autenticidade é a melhor forma para lidarmos com a  vida e com os outros. A franqueza pode ser desagradável. Idem a assertividade ou rudeza dos nossos superiores. Mas ao longo do tempo nos damos conta que é melhor conhecer o terreno que pisamos que viver um conto de fadas construído por uma bateria de técnicas que mascaram a realidade.
          O velho e sábio Lincoln (1809 - 1865) sabia que é impossível enganar a todos o tempo inteiro. Muitos consultores gerenciais tendem a ignorar este fato menos por má fé e mais porque estão convencidos que o mundo pode ser entendido através de quadrantes de liderança, técnicas gerenciais e uma parafernália de macetes que prometem poder e controle, sem o ônus de assumir que não é o bem estar e crescimento das pessoas que desejamos e sim o poder e o controle.
          Agora, antes que alguém saia por aí queimando livros e boicotando seminários gerenciais lembro que as técnicas funcionam quando correspondem a nossa forma habitual de  pensar, sentir e agir.
          É um paradoxo, mas a técnica é mais útil para quem menos necessita dela, pela simples razão que ela permite lapidar o diamante bruto sem prometer transformar carvão em ouro. Por exemplo, gerentes genuinamente interessados no desenvolvimento dos subordinados aprendem a ser mais eficazes incorporando técnicas de coaching que se encaixam naturalmente em seus hábitos cotidianos.
          Em contrapartida, se eu não tenho um interesse autêntico pelo crescimento dos liderados, é ilusório imaginar que as técnicas de coaching lograrão ocultar meu descaso, transformando-me num autêntico gerente coach. As pessoas reagem a quem elas imaginam que somos e não às técnicas que usamos.
          Portanto, na próxima palestra e seminário, devagar com o andor que o santo é de barro.


Formei-me em Ciências Sociais e Humanas pela Universidade de São Paulo. De ofícios, fiz de tudo um pouco: office-boy, professor de inglês, história, cultura geral, recreacionista na AACD, executivo do movimento escoteiro, analista de treinamento e gerente de desenvolvimento de Recursos Humanos.
Na área de Treinamento e Desenvolvimento atuo como instrutor de programas de liderança, competências gerenciais, análise de problemas e tomada de decisões, team buildiing e team work, ética nos negócios, vendas, negociação, delegação e follow-up desde 1975; e como consultor atuo em DO, T&D Focado em Resultados e como management coach desde 1981.
Tenho dois filhos, plantei mais de 500 árvores, pois participei de uma campanha de reflorestamento; escrevi um livro e tenho outros dois a caminho. Escrevo por gosto e por encontrar na escrita uma forma de fazer o pensamento e a mente viajar para terras nunca dantes visitadas.
Sou sócio diretor da Estação Performance uma consultoria especializada em transformar conhecimentos em resultados e hoje  dedico meu saber e experiência a duas paixões profissionais antigas que ocupavam apenas parte do meu tempo: aprimorar a performance humana e organizacional; e fazer com que as teorias gerenciais e organizacionais funcionem na prática.
Dados sobre a empresa: Estação Performance
Cargo: Sócio-Diretor
Ramo de atividade: Serviços.
Área: Consultoria organizacional e gerencial



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