24 de nov de 2013

Falta de líderes provoca excesso de chefes. As empresas pagam caro por isto.


E
xcelente artigo. Rápido, certeiro... E verdadeiro!  Quem tem militância mais longa no mundo corporativo tem esta percepção com a clareza de uma fonte cristalina. Os líderes estão cada vez mais escassos nas empresas, nos projetos, programas e organizações. Essa realidade é tão flagrante que dá para contar nos dedos aqueles que são reconhecidos como líderes à primeira vista. 
Muita gente tem o que popularmente se denomina «pinta» de líder, mas estes candidatos não resistem às primeiras provas. Sucumbem com a facilidade de um castelo de cartas desmoronando tão logo são submetidos às primeiras e menores pressões que os encargos da liderança lhes colocam sobre os ombros  Provavelmente serão bons chefes e gerentes, mas a liderança está acima de suas habilidades.
Fico triste com esta realidade. Não é agradável, para um observador da cena corporativa, perceber e sentir esse «buraco na camada de ozônio» poluindo o ambiente e aumentando o nível de mediocridade nas corporações pela inexistência das lideranças autênticas.
Os lideres são os responsáveis pelo brilho das empresas.  É farta a história das corporações que enfrentaram e saíram das piores crises porque tiveram a oportunidade de serem conduzidas por comandantes com o carisma, o reconhecimento e a experiência de grandes líderes. Caso clássico é o da gigante General Eletrics que quase foi à falência e emergiu das cinzas sob a liderança de Jack Welch. Na falta deles, os líderes verdadeiros, o que fica é uma mancha nebulosa que empobrece cada vez mais os grandes projetos e as significâncias corporativas.
http://neymourao.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/06/lider-240x300.jpgPercebam que acima eu escrevi «carisma, reconhecimento e experiência de grandes líderes» quando me referi aos comandantes de sucesso. É exatamente isso! A um líder não é suficiente, embora seja necessário, ser reconhecido como tal. Ele tem que ter a experiência no exercício da gestão e do comando e possuir o carisma inerente à liderança que exerça. Na verdade nenhuma das três características - carisma, reconhecimento e experiência - pode existir sem as demais na imagem de um líder. Elas se conjugam e moldam a forma dos grandes comandantes.
Leiam  o artigo - que trata exatamente dessa temática - escrito por um consultor de sucesso - César Souza - que é oportuno e atual. Vale à pena. Para deixá-los curiosos pincei um pequeno trecho que reproduzo abaixo:
  • [...] "Nas empresas, ainda predominam mais chefes que líderes. Faltam sucessores preparados e assistimos ao triste espetáculo de empresas sólidas se desmancharem quando o fundador desaparece. Ficamos surpresos ao tomar conhecimento da perda de verdadeiras fortunas destinadas a formar gerentes mais eficientes, mas que não conseguem formar líderes eficazes." [...]
Este artigo foi originalmente publicado no blog em 15 de out de 2011. Trago-o atualizado inclusive por ser um dos mais acessados na Oficina de Gerência.
O apagão da liderança Por: Cesar Souza
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A falta de liderança está por todos os lados, seja na política, nas empresas, nas escolas e até mesmo na vida pessoal Um verdadeiro apagão da liderança corrói as empresas, escolas, famílias, comunidades.  Por toda a parte percebemos a escassez de líderes, não só no mundo político.  Ou esbarramos com a proliferação de indivíduos em posição de liderança, cujos valores são no mínimo questionáveis. Basta olhar ao redor ou ler os jornais para nos surpreendermos cada dia com as peripécias de líderes oportunistas. 
http://www.illustrationworks.com/artwork/lyubnb0484c_wc.jpgO frustrado Encontro de Copenhague é o símbolo mais recente desse Apagão a nível mundial. Foi bem mais profunda a origem da severa turbulência que abalou a estrutura financeira do mundo no final de 2008, causando enorme onda de desemprego e afetando a vida de milhões de pessoas. O desenrolar da crise revelou que não se tratava apenas de um problema de escassez de crédito, mas também de escassez de líderes responsáveis. Assistimos a uma crise de valores na qual interesses pessoais de curto prazo puseram em risco a sustentabilidade do sistema e levaram ao caos várias empresas consideradas ícones do mundo moderno, fazendo ruir as bases de economias antes tidas como sólidas. A crise é também de liderança!
Mas não é apenas nas esferas política e empresarial que sentimos a falta de líderes inspiradores. Seus sintomas também se manifestam nas escolas: professores que raramente conseguem despertar a atenção de alunos desmotivados e indisciplinados; educadores intimidados por crianças que sequer chegaram a adolescência; uso crescente da violência verbal e até mesmo física para resolver desavenças; jovens que muitas vezes têm mais informação que mestres despreparados.  Em muitas comunidades, as adversidades de infraestrutura básica são tão severas que o ofício de ensinar transforma-se quase que diariamente em uma operação de guerra. 
Nosso modelo educacional está em geral formando profissionais para uma realidade já ultrapassada. Nossos educadores não estão conseguindo orientar estudantes para enfrentar os desafios do futuro. Preconceitos e vários tipos de discriminação estão fortemente presentes entre estudantes, pais, professores, diretores e funcionários das escolas brasileiras.
http://www.illustrationworks.com/artwork/evansj0008r_wc.jpgMuitas vezes, o que ocorre nas salas de aula é reflexo do que acontece em casa. Pais que não sabem mais negociar limites e reagem com incrível submissão à hábitos e desejos absurdos e irrealísticos dos filhos. Infelizmente, nos lares, deixaram de ser exceção as histórias de filhos agredindo e, em casos mais extremos, até assassinando os próprios pais. Ficamos chocados com os casos de adultos mantendo filhas menores em cativeiros e com a prática de abuso sexual na própria família. Também aumenta o numero de divórcios, muitas vezes causados pela falta de compartilhamento da liderança, que tem levado um dos membros a buscar alternativas de vida à tirania do outro.
Nas ruas e em eventos públicos e esportivos, assistimos estarrecidos aos atos de vandalismo e violência que assustam os transeuntes que saem de casa para trabalhar ou em busca de diversão e lazer. Muitas vezes a competência para influenciar pessoas e para aglutinar interesses são utilizados para prejudicar inocentes como é o caso de torcidas organizadas cujos integrantes se cadastram formalmente, não apenas para torcer pelos seus clubes, mas para provocar, agredir e travar verdadeiras batalhas campais, como se estivessem em uma guerra.
Nas empresas, ainda predominam mais chefes que líderes. Faltam sucessores preparados e assistimos ao triste espetáculo de empresas sólidas se desmancharem quando o fundador desaparece. Ficamos surpresos ao tomar conhecimento da perda de verdadeiras fortunas destinadas a formar gerentes mais eficientes, mas que não conseguem formar líderes eficazes. Muitos empreendimentos potencialmente vitoriosos sucumbem diante da triste constatação: “a ideia é boa, mas infelizmente não temos quem possa liderar esse projeto!”.
http://adrianobachega.files.wordpress.com/2009/10/lider1.jpg
A maioria dos profissionais queixa-se de que não consegue o tão sonhado equilíbrio entre as diversas dimensões das suas vidas -- profissional, familiar, pessoal, espiritual, financeira, saúde, cidadania. O grau de infelicidade e frustração é muito maior do que imaginamos em vários segmentos, não apenas entre executivos, mas também entre médicos, advogados, engenheiros, arquitetos, comerciantes, empreendedores de modo geral.
As causas são recorrentes: dificuldades para liderar equipes, falta de comprometimento das pessoas, desavenças entre sócios, ausência de reconhecimento, problemas de comunicação, sentimento de injustiça, resultados insatisfatórios, conflito de valores, sobrecarga e mau gerenciamento das prioridades e do tempo. Precisamos repensar os conceitos e a pratica da liderança, se desejamos de fato construir famílias mais felizes, empresas mais saudáveis e comunidades mais solidárias.
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Animated Gif Arrows (116)As imagens que ilustram o texto de César Souza não estão no seu formato original. Foram colocadas pelo blog para ilustrar o tema do post. Outrossim, o artigo - que é um dos mais visitados no blog - foi publicado originalmente no dia 22/2/2010. Neste post ele foi repaginado com melhores recursos e volta a ser disponibilizado.

http://oglobo.globo.com/fotos/2009/11/04/04_MVB_Boa%20Chance_C%C3%A9sar%20Souza%201.jpgCésar Souza é consultor, palestrante e presidente da Empreenda. 
Apontado pelo World Economic Fórum como um dos "200 Global Leaders for Tomorrow"

16 de nov de 2013

El sexto sentido: el sentido del humor. (Grupo Finsi)



Vou arriscar e publicar o post abaixo no idioma espanhol tal como está no excepcional blog do Grupo Finsi (clique aqui e visite a tag que criei especialmente para eles na Oficina de Gerência). Comumente procuro traduzir os textos dos posts, mas tomam muito tempo e isso é coisa que estou com um enorme deficit ultimamente. Peço desculpas àqueles que não conseguirem ler de primeira e sugiro - nestes casos - colocar o texto no tradutor do Google.
O texto é de Nuria Fernández Lopez (ela tem excelentes artigos escritos no blog) e ela tece considerações sobre o que ela chama de "Sentido do Humor", como sendo o sexto sentido humano ao lado dos famosos cinco (audição, paladar, tato, olfato e visão). Sobre o tema há uma famosa frase atribuída a Leonardo da Vinci que diz: "Os cinco sentidos são os guias da alma". A autora do texto defende a presença do bom humor como um fator que deva estar na cultura das empresas e espraiado entre seus funcionários e dirigentes.
http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/files/2011/10/up.jpgSou francamente favorável a esse pensamento e posso falar por mim mesmo. Considero-me um cara muito bem humorado e faço questão de cultivar isso em meu modo de vida e no temperamento.


Estou seguro de que no trato de todas as questões, vou repetir... De todas as questões pertinentes às atividades que envolvam o ser humano e suas relações o bom humor pode (e deveria) estar presente; e com ele os problemas se apequenariam e as soluções surgiriam com mais velocidade e certeza. Repito que falo pelas minhas experiências pessoais.
Vi muito e ainda vejo, pois estou na ativa, pessoas bem humoradas e mal humoradas no ambiente de trabalho - para ficar só aqui - e as diferenças de produção e produtividade, sem falar nos desgastes dos relacionamentos são absolutamente favoráveis ao grupo dos bem humorados. Se há pesquisas e estudos sobre isso não as conheço o que também não quer dizer nada para mim. Acredito na minha vivência (longa) nos ambientes corporativos.
O artigo do Grupo Finsi - em espanhol, repito - é feliz em abordar um tema tão pouco refletido entre os estudiosos do comportamento humano nas organizações. Não se aprofunda, mas toca no ponto e nos leva a refletir.
Gostei dessa frase do texto: "É óbvio que os tempos atuais não estão para risos, mas talvez se incorporássemos um estilo mais positivo e com mais humor no dia a dia, estou convencida de tudo seria melhor para todos”. 
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El sexto sentido: el sentido del humor.
Potenciar el sentido del humor de una organización proporciona una ventaja competitiva muy importante y más aun en los tiempos que corren.  
 
El dicho dice: "Es mejor reír que llorar", y  desde luego en los momentos que vivimos no nos queda otra.
 
Nuria Fernández López
Ya los grandes pensadores y científicos desde Aristóteles, Platón, Kant, Darwin se interesaron por el fenómeno del humor y cómo este afecta a la conducta y al comportamiento humano.

En post anteriores hemos comentado alguna investigación de cómo el estado de ánimo positivo que provoca ver u oír algo cómico afecta a la creatividad y a la solución de  problemas.

También hemos comentado como  la actitud positiva ante la vida, que va muy ligada al sentido del humor, es una cualidad muy valorada en las entrevistas de selección. E incluso, como los equipos de trabajo funcionan mejor y obtiene mejores resultados cuando el sentido del humor forma parte de la dinámica de interacciones.

A modo de síntesis os comento algunos de los efectos que se le han atribuido al sentido del humor.
  • Potencia la salud y mejora el funcionamiento del sistema inmune.
  • Mejora los procesos de comunicación y las relaciones interpersonales.
  • Favorece la cohesión de grupo.
  • Mejora los entornos de trabajo.
  • Mejora las relaciones con clientes y proveedores.
  • Favorece los procesos de aprendizaje.
  • Estimula la creatividad y la innovación.
  • Reduce el estrés.
  • Ayuda al afrontamiento de situaciones críticas.
Sin embargo a pesar de todas las bondades del sentido del humor en muchas ocasiones parece que vende más la seriedad que la risa,  el "serious business". Es obvio, que los tiempos que corren, no están ni son para risas,  pero tal vez si incorporásemos un estilo más positivo y con más humor el día a día, estoy convencida sería más positivo.
  • No por ser más seria la empresa va mejor.
  • No por reírse más se trabaja menos.
En EE.UU., por ejemplo, los libros y cursos sobre humor en el trabajo se multiplican, y muchas empresas de primera fila ya integran el humor en sus programas de formación, o incluso retribuyen a sus managers en parte según lo divertido que resulta trabajar con ellos...

Paul McGhee ("The Importance of Making Work Fun") estudioso del sentido del humor cuenta que  hace unos años, el presidente de una empresa oyó reír a un grupo de empleados y, acto seguido, envió la siguiente nota informativa a toda la empresa:

"A partir de hoy, no se permitirán risas ni sonrisas en este edificio durante el horario laboral. La risa distrae a los demás empleados. Y alguien que sonríe no está pensando en su trabajo."

 La pregunta sería: ¿a quién de nosotros nos gustaría trabajar en una empresa así?

Según los psicólogos, el humor es considerado como una estrategia eficaz para afrontar  problemas, un elemento de resiliencia, y una de las grandes fortalezas del ser humano.

"Una persona sin sentido del humor es como una carreta sin amortiguadores: se ve sacudida por todas las piedras del camino" - Henry Ward Beecher

http://www.grupofinsi.com/blog.asp?vcblog=558
http://feedbackcorporativo.com.br/2013/05/cresce-o-poder-do-bom-humor/
http://i725.photobucket.com/albums/ww253/TapeOperator/line.gif

1 de nov de 2013

Percepção de clima na empresa é habilidade gerencial. (Herbert Drummond)

  Clima Organizacional é fator de risco para o sucesso  gerencial
 (por Herbert Drummond)

[clima.jpg]Está tudo "andando muito bem" em determinado setor da empresa e de repente... KABUM! Estoura a maior conflito.
Pode ter sido um desentendimento turbulento entre dois subordinados ou um problema disciplinar com um dos mais importantes colaboradores ou qualquer outro fato que provoque um desequilíbrio flagrante nas relações interpessoais. Ou seja, o chefe, gerente ou líder foi surpreendido com um distúrbio de grandes proporções e bem abaixo do seu nariz.
O que aconteceu que a chefia não percebeu ou não foi informada antes? A assessoria falhou? Onde estava o “sistema de comunicações” que não alertou antes? Como isto foi acontecer? Onde estavam os sistemas de alarme contra desarmonias interpessoais?

Estas crises podem acontecer em qualquer ambiente corporativo, mas não são comuns ou melhor, não podem ser consideradas comuns. Seja no gabinete do presidente ou diretor de uma grande indústria, de um ministro de estado ou governador ou mesmo no pequeno departamento ou divisão de uma empresa qualquer elas podem acontecer de uma hora para outra.
Onde existirem pessoas trabalhando lado a lado, em conjunto e sob uma mesma chefia o risco dos conflitos interpessoais ou entre departamentos ou  áreas direcionais estará sempre latente. Não vamos nos deter nas razões dessas crises internas. A bibliografia é densa a esse respeito. Vamos, entretanto nos fixar no aspecto prático da questão que é a prevenção.

A maneira mais eficaz de se prevenir os conflitos ou pelo menos amenizá-los é se montar um eficaz esquema de... "vigilância". Parece óbvio e é, mas são poucos os gerentes que se estruturam e conseguem montar esses "radares".
Para início de conversa, tal sistema terá um componente significativo de êxito se for apoiado na hierarquia informal. É da informação “dos corredores“ que surgem os primeiros sinais de fumaça sobre a crise que está se formando. Um conflito dessa natureza dificilmente surge sem aviso prévio. Não é uma granada que explode de repente, mas uma bomba-relógio que foi instalada em certo momento e fica ali no seu tic-tac só esperando a melhor hora de explodir. O medidor para prever a tempestade e evitá-la é a habilidade do gerente para “sentir” o clima de tensão.
http://www.agileway.com.br/wp-content/uploads/2009/09/persuasao.jpgNão é necessário uma dissertação para entender que esta aptidão, essa competência  para perceber as crises deve ser desenvolvida pelo sexto sentido dos gerentes que ambicionem uma carreira ascendente. 
Não se constrói uma camada espessa de experiência nesse nível se - primordialmente - dois fatores não estiverem conectados à atenção de quem comanda:

1. A preocupação permanente com a estabilidade e a harmonia do ambiente de trabalho: sim, porque existem chefes (propositadamente não os chamo de gerentes) que não se ligam “nessas coisas” de ambiente organizacional. Simplesmente “tocam“ seus departamentos e esse negócio de conflitos de interesses ou fofocas não faz parte de suas obrigações. Colocam em suas cabeças que "não são pagos para estar cuidando de marmanjos".

2. A manutenção obsessiva do foco de trabalho nas atividades do setor: um conflito normalmente nasce dentro do próprio ambiente de trabalho e é fruto de diferenças internas por favorecimentos, disputas de méritos, confronto de egos inflados ou simplesmente por rixas pessoais. Se o gerente conseguir manter sua equipe motivada e direcionada para as atividades e objetivos do departamento ou da seção muito raramente haverá espaços para os desentendimentos negativos que ameacem a estabilidade do grupo. É simplesmente a chamada prioridade para a tarefa sem dar tempo para a ociosidade corporativa.
Por este motivo o talento que deve ser estudado e aprimorado, por quem projeta ser gerente ou líder e não apenas chefe, deve ser aquele que o faça desenvolver a “percepção extra-sensorial”  para  pressagiar, pressentir, prever, profetizar e prognosticar o clima organizacional diuturnamente.
Não há descanso ou folga nessa competência gerencial porque as crises e os conflitos são feras que estão à solta e sempre prontas para atacar. Não existe metodologia para isto. Cada gerente terá seu estilo, seus mecanismos, suas ferramentas e sua maneira para ajustar as defesas contra as diferenças ameaçadoras na sua equipe.
O que se deve ter em mente é que um motim, uma subversão ou uma desordem no ambiente de trabalho só acontecerá com a responsabilidade (ou por irresponsabilidade) do chefe, seja por omissão, falta de habilidade ou simples incompetência. 
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http://www.fundacaohantipoff.mg.gov.br/pdf/pesquisaclima/o_que_e.pdf
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