29 de dez de 2011

Alerta: se voce não gosta de Administracao, não leia este post.

O título do post é uma adaptação da "chamada publicitária" que recebi por e-mail convidando-me para ser uma assinante da revista Administradores. Foi e que fiz. Após receber e ler o primeiro exemplar gostei tanto que fiz questão de publicar essa propaganda voluntária.
Já conhecia o site deles e cheguei a publicar aqui no blog vários dos seus artigos. Ao receber o primeira edição da minha assinatura fiquei encantado.

Quem gosta dos assuntos de administração não deve deixar passar a oportunidade de conhecer a revista. Coloquei abaixo a imagem que recebi por e-mail . Ao clicar no banner indicado você será redirecionado para o site deles. Faça sua navegação e avalie.









27 de dez de 2011

É Caravaggio! Magnifico! Esplêndido! Imponente! Luxuoso! Principesco! Deslumbrante!,

(Este post foi originalmente publicado em 19/julho/2009)
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Um presente para os leitores do blog.

Muitas obras de Caravaggio estão nesse post. Para quem (por desventura) que não conheça ou não tenha ouvido falar neste gênio da pintura universal eis uma bela oportunidade.

Pessoalmente e respeitando a minha "ignorância" como conhecedor, coloco-me como um mero apreciador e como tal elegi Caravaggio e Velasquez como os meus favoritos na categoria dos grandes mestres da pintura universal. É o estilo que mais me aproxima dela.

Sobre Caravaggio reproduzo o texto da Wikipédia sobre seu estilo de vida que era, inversamente ao da sua arte, uma sequência de atribulações:
  • "Mesmo ainda vivo, Caravaggio era considerado enigmático, fascinante e perigoso. Nascido em Milão, onde seu pai, Fermo Merisi, era administrador e arquiteto-decorador do Marquês de Caravaggio, Michelangelo Merisi surgiu na cena artística romana em 1600 e, desde então, nunca lhe faltaram comissões ou patronos. Porém ele lidou com seu sucesso de maneira atroz. Uma nota precocemente publicada sobre ele, em 1604, descrevia seu estilo de vida três anos antes: "após uma quinzena de trabalho, ele irá vagar por um mês ou dois com uma espada a seu lado e um servo o seguindo, de um salão de baile para outro, sempre pronto para se envolver em alguma luta ou discussão, de tal maneira que é bastante torpe acompanhá-lo." (Floris Claes van Dijk; Roma, 1601.) 
  • Considerado um farrista inconseqüente, ele vivia com problemas com a polícia, sem dinheiro e buscava brigas nos pulgueiros da cidade. Em 1606, mata um jovem durante uma briga e foge de Roma, com a cabeça a prêmio. Em Malta (1608) envolve-se em outra briga, e mais outra em Nápoles (1609), possivelmente um atentado premeditado contra a sua vida devido suas ações, por inimigos nunca identificados. No ano seguinte, após uma carreira de pouco mais do que uma década, Caravaggio estava morto, aos 38 anos."
Por favor, vejam - com aquela admiração de quem aprecia o belo, a arte, a perfeição - algumas das muitas pinturas de Caravaggio. É a mais pura expressão de um talento que sobrevive aos tempos.

Sugiro que observem todas as telas nos seus menores detalhes. E não são poucas. Fiz questão de publicar algumas das mais conhecidas e todas com um link que remeterá o leitor aos seus históricos.

Fundos sempre escuros, sombras que destacam o tema central da obra, luz nos pontos exatos, perfeição nos detalhes, plasticidade, beleza em estado puro, mensagem clara e direta... Essas e muitas mais eram as grandes marcas deste artista que viveu a vida de forma perigosa, irresponsável e sempre nos limites, mas deixou o legado de um grande mestre mesmo tendo morrido antes do quarenta anos.



Ficheiro:Bild-Ottavio Leoni, Caravaggio.jpg
Caravaggio, pintura de Ottavio Leoni.

Ficheiro:Caravaggio-The Conversion on the Way to Damascus.jpg
A conversão de São Paulo, a caminho de Damasco. 1600-1601

Ficheiro:Caravaggio-Crucifixion of Peter.jpg
Crucificação de São Pedro, 1601. Capela Cerasi, Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma

Ficheiro:Michelangelo Caravaggio 007.jpg
Baco (1593-1594) - Uffizi, Florença

Ficheiro:Michelangelo Caravaggio 020.jpg
Tocador de Alaúde (1594) - Museu Ermitage, São Petersburgo

Ficheiro:Michelangelo Caravaggio 006.jpg
Ressurreição de Lázaro (1608-1609) - Museu Nacional, Medina

Ficheiro:Michelangelo Caravaggio 021.jpg

Ficheiro:Supper at Emmaus by Caravaggio.jpg
Los discípulos de Emaús, 1601. Óleo sobre tela, 139 x 195 cm. National Gallery de Londres.

Ficheiro:Caravaggio Baptist Nelson-Atkins Museum of Art, Kansas City.jpg
João Batista (João no deserto) (c. 1604) - Nelson-Atkins Museum of Art, Kansas City, Missouri, EUA

Ficheiro:Michelangelo Caravaggio 029.jpg

Archivo:Michelangelo Caravaggio 052.jpg
Deposição (1602-1604) - Igreja Nova, actual Igreja de Santa Maria della Vallicella, Vaticano

Ficheiro:The Sacrifice of Isaac by Caravaggio.jpg
O Sacrifício de Isaac (1603)

Ficheiro:Caravaggio-Crucifixion of Peter.jpg
Crucificação de São Pedro (1600-1601) - Capela Cerasi, Igreja de Santa Maria del Popolo, Roma

Ficheiro:Michelangelo Caravaggio 047.jpg
Martírio de São Mateus (1599-1600) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma

Ficheiro:The Inspiration of Saint Matthew by Caravaggio.jpg
A inspiração de São Mateus (c. 1602) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma

Ficheiro:The Calling of Saint Matthew by Carvaggio.jpg
Invocação de São Mateus (1599-1600) - Igreja de São Luís dos Franceses, Roma

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"A incredulidade de São Tomé" (1599). Tomé olha, aterrorizado e incrédulo, as chagas de Jesus enquanto este ajuda o apóstolo a encostar em seu lado aberto. O quadro está no Novo Palácio de Potsdam.
  •  
 http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/f/fb/Fra_Angelico_020.jpg/589px-Fra_Angelico_020.jpg

El prendimiento de Cristo, 1602. Galería Nacional de Irlanda, Dublín.

File:Michelangelo Caravaggio 065.jpg
Narciso (1599) - Palazzo Barberini, Roma.


 http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e6/St_Francis_in_Ecstasy.jpg
San_Francesco_in_estasi (Êxtase de São Francisco) 1593 -1594 - Hartford (Connecticut), Wadsworth Atheneum

Archivo:Amor Victorious.jpg
El amor victorioso. 1602 - 1603. óleo sobre lienzo. 156 x 113 cm. Gemäldegalerie, Berlín. Caravaggio muestra a Cupido por encima de todos los poderes terrenales: guerra, música, ciencia, gobierno.

Archivo:Michelangelo Caravaggio 069.jpg
La muerte de la virgen. 1601 - 1606. Óleo sobre lienzo, 396 x 245 cm. Museo del Louvre, París.


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25 de dez de 2011

Feliz Natal!!



Esta imagem, justiça se faça, é parte do cartão de natal do Hemocentro de Brasília. É dos mais lindos que vi este ano. Não resisti e cortei a parte do texto institucional e aproveitei a mensagem de natal. Gostei do resultado. 
FELIZ NATAL A TODOS!

23 de dez de 2011

A vitória do Barça e a derrota do Santos. Dois enfoques diversos.

P
ropositadamente deixei passar quase uma semana para escrever sobre a vitória do Barcelona no domingo passado (18/12) conquistando o título de Campeão Mundial Interclubes  e a derrota do Santos, no mesmo jogo. Sim! É isso mesmo! Vitória do Barcelona  um fato e derrota do Santos outro. 
Sou o que se pode classificar como "amante do futebol". Adoro todos os esportes e amo o futebol. Não pelo jogo em si, mas pelas paixões que ele desperta, por sua linguagem universal "falada" em todos os recantos do planeta. O futebol é uma magia que toca a todos que dele se acercam. 
O que mais me impressionou após aquele, vá lá que seja... jogo de futebol entre Barcelona e Santos (já vi peladas de 2ª divisão mais emocionantes) foi a imprensa esportiva do Brasil. Li, vi e ouvi tudo que foi possível nos jornais de circulação nacional, nas emissoras de rádio e televisão de maiores audiências. Tudo. E olha que eu entendo um bocado desse negócio de acompanhar futebol!
Pois bem, os locutores, comentaristas e repórteres  que foram ao Japão e os que ficaram no Brasil, todos simplesmente emudeceram. Pior, não sabiam o que dizer! Sabe aquela imagem surrada do cachorro que caiu do caminhão de mudança. Foi assim que os jornalistas reagiram aos mais de setenta do cento com a posse da bola que o Barcelona desenvolveu, atônitos com o "baile" que o Santos tomou do Barcelona e o "chocolate" de quatro a zero. Foi um dos maiores vexames que eu já presenciei desde que comecei a acompanhar e assistir futebol. E olha que faz tempo...
Na verdade ninguém soube o que dizer; nem os jogadores  e o técnico do Santos do Santos e nem os jornalistas especializados. Sabem quem disse algo que calou fundo na estrutura do futebol brasileiro? O técnico Pepe Guardiola do Barça. Na entrevista ao ser perguntado qual o "segredo" do seu time ele respondeu com um certo ar de ironia que o Barcelona apenas toca a bola tal como faziam os times brasileiros na época do seu pai. Há, há, há! Isso foi pior do que os quatro a zero. 
A vitória do Barcelona jamais poderia ser surpresa para ninguém, pois o time joga daquele mesmo jeito todas as semanas na Europa com jogos transmitidos para o mundo inteiro. Uma semana antes havia virado o jogo sobre seu maior rival o Real Madrid de Cristiano Ronaldo, Kaká e outras estrelas após estar perdendo por um a zero ganhou de dois a um e deu um baile no Real e na casa dele. Em Madrid... Logo, onde está a surpresa? 
O Santos perdeu pelo simples motivo de que foi (e é) um time infinitamente inferior ao Barcelona e o seu técnico, Muricy Ramalho por quem, aliás, tenho grande admiração, foi arrogante e quis "inventar a roda" pra cima desse Barcelona que ai está. Montou uma formação que sequer havia treinado e jogou o seu grupo às feras. O Santos literalmente ficou assistindo o Barcelona tocar a bola e fazer gols. Eram meninos jogando contra homens. Acho que um treino com seu time reserva teria dado mais trabalho a turma do Messi.
A derrota santista foi a expressão da decadência, o nocaute da atual forma de jogar dos times e da seleção do Brasil onde – entre outras coisas - ninguém sabe (mas pensa que sabe) trocar passes que é o fundamento mais primário de qualquer jogo coletivo.
O time da Vila Belmiro perderia de qualquer maneira. Aliás, qualquer time do planeta perderia. O que ficou vergonhoso foi mostrar ao mundo inteiro que o futebol do Brasil, outrora tão encantador, parou no tempo e não evoluiu. As razões são conhecidas, embora não reconhecidas. É só levantar o pedigree e a folha corrida dos dirigentes da CBF, das federações e clubes. Começa por ai...
Agora o que resta é catar os cacos da desmoralização de Yokohama e buscar fórmulas mágicas para não levarmos novas  escovadas na Copa do Mundo de 2014 dentro de casa. A propósito, deve ser dito que os times brasileiros e a nossa (nossa?) seleção já vem dando vexames um atrás do outro há muito tempo. O que aconteceu na África do Sul contra a Holanda foi o que?
arrow - white background Valorizei o post com a transcrição (textos da edição digital da Folha da São Paulo que transformei em imagens) de dois comentários excelentes. O primeiro é desse mago das palavras e do bom humor que é Ruy Castro (não deixem de ler) e o segundo é do Tostão, disparado (opinião minha) o melhor colunista de futebol do Brasil. Um craque também com as palavras. Os dois escreveram tudo que eu queria escrever além desse texto, mas sem o brilho dos profissionais. 
 


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