25 de dez. de 2007

A Corporação (2/16)

Este é o segundo vídeo da coleção de dezesseis intitulada "A Corporação". Quem não viu o primeiro está logo ai abaixo.

Continuem assistindo...






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Visita da Adriana (Dri) Naves

" Dri Naves disse...

Herbert,Adorei seu blog!

Super bacana, dicas atuais e, o que eu gostei mais, o seu toque pessoal para os gestores do bem!

Parabéns! E feliz 2008!

Abs,Adriana Naves




A "Oficina de Gerência" recebeu , com muita alegria a visita da Adriana Naves ou Dri Naves como ela gosta de ser chamada. O texto acima é o comentário que ela deixou no post "Corporação I".
A Dri Naves é a autora do "Business Woman Blog" cujo link, desde o início do "Oficina" eu recomendei.

Tal como está no seu perfil ela é uma "executiva daquelas que combinam tailleurs elegantíssimos com raciocínios rápidos e brilhantes. Tem pós-graduação em Marketing, MBA e Especialização em Finanças. Adora esportes e desestressa em trekkings pela natureza e com todo e qualquer tipo de coisa que sirva para se conhecer melhor."

No seu blog "ela conta segredinhos, dá dicas de bem-viver, compartilha sobre como administrar seu dinheiro, como se sair bem no mundão das organizações, e, de quebra, troca confidências." Como ela mesmo diz o blog está direcionado para "coisas de mulher".

Espero que a Dri Naves volte muitas vezes e possa contribuir com a "Oficina". Publico abaixo o seu post mais recente, em retribuição à gentileza da visita e do comentário que deixou.





"21/12/2007 08:00

CONTAGEM REGRESSIVA
Acho que dezembro é o mês mais corrido do ano, pelo menos pra mim... Tudo tem prazo: fechar as metas do ano, correr atrás dos resultados e, ao mesmo tempo já planejar o ano seguinte. E a gente tem que rebolar para conseguir conciliar os milhões de eventos sociais que aparecem nesta época do ano.Aproveite e dê um gás no trabalho para fechar o ano com todo estilo, para ir atrás das metas e do tão sonhado bônus. Mostre pra vc mesma q vc pode!!E depois disso faça sua auto-avaliação. Faça uma retrospectiva de tudo o que vc conquistou durante o ano. Veja o que vc poderia ter feito melhor. Mas sempre comemore o q vc fez de bom. Trace suas metas de trabalho para o próximo ano, veja como vc pode crescer na empresa, em que área. Converse com seu superior ou com alguém que possa lhe orientar como crescer profissionalmente, planeje algum curso para o próximo ano. Enfim, pense grande!"

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23 de dez. de 2007

A Corporação (1/16)

Este vídeo inicia uma extraordinária coleção de 16 filmes que falam a respeito da formação das corporações no mundo moderno e toda a influência que elas exerceram e continuam exercendo sobre o mundo e a humanidade. Vou posta-los regularmente para os visitantes da Oficina.
Vale a pena acompanhar a série com atenção, inclusive porque além das notáveis informações, tem um verniz incomparável de cultura geral. Isto, amigos, não pode ser dispensado por quem almeja ser um habitante privilegiado do mundo corporativo.
O áudio está em inglês, mas a tradução é perfeita. Não deixem de ver. É de primeira qualidade.


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20 de dez. de 2007

Dilbert está de volta.

Fazia algum tempo que o Dilbert estava ausente da Oficina. Coloquei uma dose tripla para atender aos pedidos dos visitantes que são fãs do engenheiro famoso. Divirtam-se.





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19 de dez. de 2007

Conheça a História - O Naufrágio do Titanic




Se quiser saber um pouco mais sobre o Titanic visite o site (em português) cujo lik está abaixo:


http://www.titanicsite.kit.net/

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18 de dez. de 2007

Como contratar pessoas decididas a ter sucesso


"Depois de avaliar o potencial de mais de 2 milhões de candidatos e funcionários para 25 mil empresas em todo o mundo, constatamos que, antes e acima de tudo, as pessoas alcançam o sucesso quando têm um elo forte com aquilo que fazem melhor. (o grifo é meu)

É nesse elo que o seu potencial e a sua motivação adquirem vida e podem fazer toda a diferença.Isso é particularmente verdade quando se trata de ter sucesso em cargos de liderança, gestão, vendas ou serviço ao cliente – e também de ser bem-sucedido trabalhando em equipe.

Quando buscamos alguém para contratar, precisamos descobrir se essa pessoa possui as qualidades necessárias para ser bem-sucedida.

Você consegue inspirar as pessoas e possui a intuição de antever mudanças, qualidades necessárias para liderar?

Ou possui a capacidade de tomar decisões e de inspirar respeito, para não falar na comunicabilidade que a gestão de pessoas e projetos exige?

Ou você tem a habilidade de persuadir os outros, de intuir o que estão pensando e de recuperar-se após uma rejeição – atributos essenciais para o sucesso em vendas?

Ou será que você tem o desejo de atender os outros, a atenção para detalhes e o talento organizacional necessários para ter sucesso numa posição de atendimento ao cliente?"

O trecho acima é o início de um artigo extraido do Portal HSM On-Line de 12/09/2007. Foi escrito por Herbert Greenberg, M.Ph.D, presidente e CEO da CaliperSweeney e Patrick Sweeney, Co-autor do best-seller "O sucesso tem fórmula?" e vice-presidente executivo da Caliper, uma firma internacional de consultoria que já avaliou o potencial de mais de 2 milhões de candidatos e funcionários para mais de 25 mil empresas em todo o mundo.

Para quem se interessar em conhecer todo o conteúdo do artigo - que aliás é de primeiríssima qualidade para quem está enfrentando as armadilhas do mercado de trabalho - disponibilizei-o pelo link abaixo. Recomendo ler, imprimir e distribuir aos amigos. Não esqueça de dar po crédito aos autores. É só clicar.

http://oficinadegerencia2.blogspot.com/

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15 de dez. de 2007

Mundo Corporativo - Gerenciamento de Carreira.


Estamos estreando uma nova seção do Blog. Vamos chama-la de "Mundo Corporativo" porque na verdade são áudios, tipo "podcast", extraídos do programa de mesmo nome que a Rádio CBN transmite aos sábados e domingos pela manhã quando o jornalista Herodoto Barbeiro entrevista consultores, empresários e personagens do universo empresarial. São ótimas entrevistas cheias de informação e de orientações sérias sobre os mais diversos assuntos do mundo da administração. Material de alta qualidade. Acho instrutivo que os visitantes da "Oficina de Gerência" tenham acesso a esta informação.


As empresas no mundo todo, inclusive no Brasil, têm no quadro de funcionários executivos cada vez mais jovens, que têm grande disposição para competitividade, mas nem sempre conseguem suportar o estresse e a pressão

Nesta primeira entrevista o tema é "Planejamento de Carreira". Recomendo que todos a ouçam pois traz dicas muito interessantes sobre a escolha de carreiras nas vidas dos profissionais desde que ainda estão nas universidades.

O entrevistado é Paulo Ancona Lopes, consultor de empresas apresentado logo no início da entrevista. O tempo do áudio é de pouco mais que 18 minutos. Como não tem imagem a sugestão é ligar o play e ficar ouvindo enquanto navega no blog ou no seu micro. É só clicar no play.

Bom proveito...



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A Batalha da CPMF Pelo Prisma da Administração.

O episódio da “Batalha da CPMF” travada pelo Governo do Presidente Lula com os Senadores é um “case” que merece ser estudado à luz dos princípios da alta gerência.

Imaginemos o seguinte cenário:
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"Um grupo empresarial que chamaremos de GOV LTDA. precisa renovar o contrato que tem com outra empresa que chamaremos CONG & CIA. Este contrato é de capital importância para o crescimento do GOV. Sem ele a empresa perderá mais de 20 bilhões de dólares das suas receitas, já incluídas no orçamento para 2008. Imaginem o custo desta perda se ela ocorrer.


Há um detalhe importante. A CONG é uma holding composta de duas corporações bem diferentes. De um lado o grupo da CAM S/A, que opera no varejo e é cliente especial do GOV. Tem um número muito grande de acionistas que vivem brigando entre si, mas o GOV tem a maioria como aliada de sua política empresarial. De outro lado o grupo do SEN S/A, que é bem mais antigo e composto de menos integrantes no seu grupo de acionistas. São experientes e muito poderosos nos seus negócios. São extremamente vaidosos e já vem dificultando as coisas para a GOV já de algum tempo.


Prevê-se um grau de dificuldades muito grande na aprovação por parte da SEN S/A porque entre seus acionistas há um número expressivo que é contra a renovação do contrato da CPMF. Não gostam do estilo gerencial do presidente do GOV. Ele não lhes dá a importância que eles acham que são merecedores.


O presidente da GOV LTDA. é um empresário vitorioso e muito poderoso. Não está acostumado a ser contrariado nas suas diretrizes. Fala grosso e ameaça. Determinou a seus diretores, encarregados da negociação, que não façam concessões a nenhuma das duas corporações da CONG. Quer o contrato da CPMF renovado da forma que ele idealizou e não tem conversa. O contrato tem prazo fatal para se encerrar em 31 de dezembro e restam poucos dias para se resolver tudo.
Ficou muito tempo sendo analisado pela CAM S/A. Ali, a GOV tem muitos simpatizantes e consegue aprovar o que quer e como quer.
O contrato é aprovado, mas o GOV perdeu um tempo precioso ou o fez propositadamente? Terá sido uma tática para não dar muito prazo ao pessoal da SEN e assim exercer uma pressão pelo fator tempo?

Para negociar com os acionistas da SEN S/A o pessoal da GOV traçou uma estratégia que depende muito das influências que os presidentes das companhias conhecidas como ESTADOS LTDA. sempre exerceram sobre os acionistas do grupo SEN S/A. O presidente da GOV acha que não terá problemas para aprovar a renovação do contrato da CPMF entre os acionistas do SEN porque os presidentes do grupo ESTADOS são clientes preferenciais da GOV e diretamente beneficiários do produto CPMF. Eles têm todo interesse em que o contrato seja renovado rapidamente. A tática é colocada em ação e os representantes da ESTADOS S/A farão com que a SEN entenda o problema e aprove o contrato apesar da oposição de uns poucos que estão esbravejando. Sempre foi assim. Porque agora seria diferente?


Vamos seguir com o cenário. Depois de negociações extremamente tensas e com todos os tipos de voltas e reviravoltas a renovação está por um fio. O presidente do grupo GOV tenta a última cartada, no undécimo minuto, aceitando tudo que a SEN S/A estava exigindo e que antes ele mesmo negara. Não há mais tempo. As pontes foram queimadas, tudo dá errado e o contrato não é renovado. Perda total."

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O que aconteceu? Onde foi que errou o presidente da GOV? Porque não refez sua estratégia a tempo? Por que praticou a "marcha da insensatez". Por que tantos erros?

Há um fascinante conjunto de fatores que podem ser analisados, confrontados, debatidos e, principalmente, aprendidos com este “case” da CPMF.


No dia-a-dia das corporações este cenário é muito mais comum do que se imagina. É, meramente, uma questão de escala. Decisões erradas, estratégias equivocadas, surtos de arrogância ocorrem tanto na alta direção quanto nos departamentos e estruturas de terceiro escalão. Acontece até nas nossas vidas pessoais.

Acredito que o ponto chave dos erros cometidos pelo presidente da GOV foi o de adotar uma estratégia confiante demais. Foi arrogante na pretensão de não negociar. Cometeu o erro que é o mais destacado por Sun Tzu, na "Arte da Guerra": subestimar as forças do oponente. Foi derrotado e pior, colocado em constrangimento ao propor, no último minuto e sem sucesso, condições que ele mesmo recusara, demonstrando a fragilidade de sua aparementemente convicta posição. Um blefe que foi pago e descoberto.


Deixo para os visitantes da Oficina de Gerência a proposta para que o caso seja estudado e discutido sob esse prisma. Sem o envolvimento das questões políticas.

O que você faria se fosse o presidente do grupo GOV Ltda.?
Se conseguirem fazer isto vão aprender muito.

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14 de dez. de 2007

Terry Tate

"Terry Tate" é um dos personagens mais conhecidos da internet. O vídeo - legendado - é encontrado em inúmeros sites na busca do Google. É uma paródia daquelas empresas que buscam a produtividade a qualquer custo e para tanto não respeitam os empregados. É muito engraçado e bem bolado.

Hesitei em coloca-lono blog porque é muito conhecido, mas confio que o Oficina é muito visitado por jovens administradores que merecem conhecer o Terry Tate. Vamos a ele.

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12 de dez. de 2007

Conheça a História - Churchill






Clique no link abaixo para conhecer um pouco mais da biografia de Sir Winston Churchill:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Winston_Churchill

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10 de dez. de 2007

Conheça a História - Martin Luther King


Mais uma seção está sendo criada no Blog. Vou chama-la de "Conheça a História".

Parto do princípio de que há um enorme desconhecimento da história por parte dos jovens estudantes, dos recém saídos das universidades - as pesquisas e os exames nacionais e internacionais estão demonstrando isto à farta - e até de profissionais já experientes. Por conta disso estarei colocando, regularmente, vídeos da coleção "O Minuto do Século" que foi produzida pela Revista Caras e distribuída há alguns anos.

Alguns dos títulos que colocarei no Blog: 1a. Guerra Mundial, John Kennedy, Batalha da Inglaterra, Ghandi, Winston Churchill, Princesa Diana.

Fiz questão de iniciar a série com o vídeo de Martin Luther King.




Clique no link para saber um pouco mais sobre o Dr. Martin Luther King:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Martin_Luther_King

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9 de dez. de 2007

Manual de Etiqueta do Planeta Sustentável

"Ecologia deixou de ser um assunto restrito a entusiastas e cientistas. O tema, muitas vezes visto como árduo no passado, agora ocupa as manchetes de jornais e, até, as colunas sociais.

O que era chato ficou chique. Empresas, mídia, governos, bancos, astros de Hollywood e do Brasil passaram a discutir – com urgência – como fazer para salvar o homem do aquecimento global e melhorar a qualidade de vida na Terra. A noção de sustentabilidade – desenvolvimento que não compromete o futuro – começa a ganhar as ruas.

O movimento Planeta Sustentável faz parte dessa corrente que pretende amenizar nosso impacto sobre o ambiente e tornar a convivência social cada vez mais civilizada.

Este manual quer provar como é possível promover pequenos gestos que conduzirão a grandes mudanças se forem adotados por todos nós. Um bom começo é praticar os “três erres”: reduzir, reutilizar e reciclar. As dicas e informações que você vai ler aqui podem ser aplicadas no dia-a-dia agora mesmo, em sua própria casa, no trabalho, circulando pelas ruas e em sua vida pessoal.

A luta pela sustentabilidade será vencida em diversas frentes – que vão da tecnologia à política. Mas em todas elas será preciso a mudança de hábitos pessoais. Veja como começar a modificar os seus. É preciso fazer algo. E devemos fazer já."


O texto acima faz parte da introdução do "Manual de Etiqueta do Planeta Sustentável" que a Editora Abril, com apoio de outras grandes empresas está distribuindo aos seus assinantes e ao público em geral.

O link abaixo remete ao site do programa, diretamente no manual. Sugiro aos visitantes do blog que entrem nessa corrente e participem deste movimento para melhorar a vida do planeta. Copiem, divulguem e circulem esta mensagem. Vale a pena e a gente se sente bem melhor.

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Negócio mal feito...

Para quebrar um pouco a seriedade dos temas aqui tratados resolvi colocar esta charge para ilustrar os resultados de um negócio mal feito. No mundo das corporações são muitas as negociações que terminam dessa forma.




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Julgamento precipitado.

Leio nos jornais de hoje que o delegado encarregado do caso da nadadora Rebeca Gusmão, após interroga-la, disse haver se precipitado (leia-se errado de forma fragorosa) ao inculpar a atleta sem antes ouvi-la.

Isto nos remete a um dos principais problemas das corporações qual seja o da injustiça gerencial. Quem ainda não presenciou ou ouviu falar de casos semelhantes? Alguém, aparentemente, comete uma falha e o chefe imediato ou até mesmo os colegas o responsabiliza de pronto.

Nada pior para envenenar o ambiente de trabalho do que uma chefia precipitada nos seus julgamentos. É desnecessário descrever os malefícios que uma circunstância destas ocasiona.

Pois foi assim que procedeu o delegado do caso Rebeca. Precipitou-se, ao aponta-la como culpada sem sequer ouvir a atleta; depois teve que voltar atrás e reconhecer que havia errado. Alguém poderá dizer que ele teve a hombridade de reconhecer o erro, mas isto não está correto. A falha original foi dele, como autoridade, ao se precipitar sem ter todos os elementos básicos na mão, para emitir seu juízo. Não há desculpas para esse tipo de atitude por quem tem a responsabilidade de comandar.

Assim acontece - da mesma forma - com aqueles que não sabem interagir com suas funções de gerente. São os anões do mundo corporativo. Esta é uma das grandes diferenças entre o gerente, o chefe e o líder.
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Vamos rir? Aprenda a se esconder do chefe...

Este vídeo é de uma publiciade do FedEx, mas traz imagens muito engraçadas sobre a camulflagem - muito utilizada no ambiente das empresas - para se esconder daquele chefe chato e autoritário. É divertido e traz mensagens.

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1 de dez. de 2007

Nesta empresa eu não trabalho... (parte1)

Certamente você vai fugir do emprego em num escritório como este. E olha que tem muitos espalhados por ai. Você está em algum deles?

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Rocha Maia, apenas um artista...


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O blog presta uma homenagem ao Professor Rocha Maia (comentarista e colaborador do Oficina de Gerência), como artista dedicado que é, recebendo mais uma premiação. As fotos são do dia da entrega do prêmio de 1°- Lugar, do Salão Marinhas /Brasília, ocasião em que o quadro "Bem-vindo seu Cabral, dois meses depois do carnaval" pode ser visto pelos convidados presentes ao evento. O quadro faz parte da série do artista intitulada "'Minha viagem a Portugal!"
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29 de nov. de 2007

Você conhece alguém assim?

Coloquei este vídeo no Blog para ilustrar como incomoda ter um colega do nosso lado altamente desorganizado. Se for o gerente então... Confiram.

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27 de nov. de 2007

Desastre na Fonte Nova - Consequência de Má Gestão.


Difícil fugir da conclusão sobre razões que levaram ao acidente do último domingo no estádio da Fonte Nova em Salvador. Má gestão pública. Desnecessário se produzir os intermináveis e infrutíferos inquéritos e comissões. Basta ver as fotos do estádio e ouvir especialistas técnicos e membros do Ministério Público que preveniram o desastre e não foram ouvidos.
O estádio - que é administrado pelo governo estadual - não poderia estar aberto para receber um público daquela magnitude. Provavelmente para receber público nenhum. E já de há muito tempo. Agora, depois da porta arrombada, vidas perdidas e dilaceradas o poder público toma as providências. E pelo que está noticiado o desastre poderia ter sido muito pior. Infelizmente é assim que têm agido grande parcela dos executivos nos organismo oficiais, em todos os níveis e esferas da Administração Pública.
Fico a imaginar quantas foram as oportunidades para se fazer antes o que fizeram agora. Fechar o estádio. Seria uma decisão administrativa, gerencial e executiva. Salvaria vidas e não foi tomada. Por que? Respondo sem medo de errar: a esfera de decisão do Governo da Bahia que poderia ter evitado o desastre não acreditou nos técnicos que recomendaram, reiteradas vezes, o fechamento da estrutura. E não acreditou porque é despreparada.
É, certamente, um político que está no cargo à cata de popularidade e votos para algum cargo eletivo e não consegue medir - por pura incompetência gerencial - a consequência de uma decisão errada e longe de atender ao interesse público. Manter o estádio aberto mesmo com todos os avisos contrários. Está ai o resultado...

Não é um exemplo isolado. Isto ocorre centenas de vezes por dia nas repartições, nas prefeituras, nas secretarias de governo e nos ministérios. Gente despreparada cuidando do bem estar público. O desastre da Fonte Nova é apenas a face mais visível dos danos que este tipo de preenchimento de cargos públicos acarreta.
Até quando a boa gerência será marginalizada na Administração Pública?

Clique no link para se informar em detalhes:

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25 de nov. de 2007

O estresse no ambiente de trabalho

Agitação, correria, trânsito. Problemas no trabalho, contas a pagar e negócios para administrar. Rotina da maioria dos brasileiros e - por que não dizer? - da maioria das pessoas de todo o mundo. Com uma vida nesse ritmo, o que causa espanto é não ser estressado em pelo menos um dos 365 dias do ano. Assim, foi reservado um dia especial para eles: os estressados! Dia 3 de agosto, dia de aproximadamente 70% dos profissionais ativos no mercado de trabalho - um número muito alto e que merece ser discutido. Ana Maria Rossi, psicóloga especializada em estresse e presidente da ISMA Brasil (International Stress Management Association), afirma que, segundo pesquisa da entidade, cerca de 30% dos profissionais estressados sofrem do nível mais elevado de estresse, também chamado de burn-out. Trata-se de um nível mais sério, que pode ser observado por três reações principais:

  • Ceticismo – falta de esperança, de crença em algo.

  • Exaustão física, mental e emocional – o profissional sai de férias, tem um feriado prolongado, mas não consegue se desligar e não descansa.

  • Ineficiência – o profissional tem uma produção marginal, ele se torna incapaz de produzir com qualidade.

Para Ana Maria, a sobrecarga no trabalho é uma das principais causas do estresse e o posicionamento do mercado vem colaborando muito para isso. "O mercado de trabalho está cada vez mais hostil, competitivo e, na maioria das vezes, a falta de segurança, que é cada vez mais freqüente, ajuda muito nesse acúmulo de estresse no profissional", explica.


A EMPRESA PERDE

Não é apenas o funcionário que perde e é prejudicado com o estresse. A empresa é uma das primeiras atingidas com esse problema. Profissional estressado é sinal de prejuízo, e não apenas em termos de queda na produtividade. O problema vai além e pode mexer no caixa da empresa. "Estudos indicam que, nos Estados Unidos, as empresas chegam a gastar US$ 300 bilhões [cerca de R$ 600 bilhões] anualmente com problemas relacionados ao estresse. Aqui no Brasil, o valor equivale a 3,5% do PIB (Produto Interno Bruto) anual nacional", afirma Ana Maria. Apesar do grande prejuízo que as empresas têm, anualmente, por causa do estresse, a maioria delas não está focada no problema e ainda não tomou as providências necessárias. "Menos de 5% das empresas brasileiras têm um programa regular de qualidade de vida para seus funcionários", alerta a psicóloga.


SENTINDO NA PELE

Renata Agostine se considera uma pessoa estressada. Ela é estilista, trabalha de seis a oito horas diariamente e o seu dia-a-dia no ambiente de trabalho, às vezes, a estressa bastante. Apesar de enumerar diversas situações que a deixam irritada e que fazem seu nível de estresse subir, existe algo que ela considera como fator crítico de estresse: "O cumprimento de prazo! A falta de responsabilidade com prazo é uma coisa que me irrita bastante", enfatiza. Renata diz não ter a qualidade de seu trabalho afetada pelo estresse. Muito pelo contrário: ela se estressa quando coisas externas interferem nessa qualidade. "O que me irrita é atrasar o meu trabalho.Ter de fazer o trabalho de outra pessoa e interferir no meu, que poderia ter ficado muito melhor, se eu não tivesse parado para fazer outra coisa", conta Renata. Bem-humorada e comunicativa, ela faz cair todas as afirmações de que pessoas estressadas são mal-humoradas e bravas. Ela ri de seu próprio estresse e diz que a maioria das pessoas ao seu redor faz o mesmo: "As pessoas acham graça. Eu busco não passar isso para os outros, por esse motivo que eu me considero muito mais estressada do que a maioria das pessoas pensa que eu sou", brinca.

CONVERSANDO COM O ESPECIALISTA

Danielli Haddad, cardiologista e coordenadora do Centro de Acompanhamento da Saúde e Check-Up do Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, é especialista quando o assunto é estresse. Ela listou as mais freqüentes e principais conseqüências do problema:

Infarto;

Alterações de sono;

Alterações de memória;

Acidentes no transito – devido à irritabilidade causada pelo estresse;

Distúrbios intestinais;

Queda de cabelo;

Alterações de peso – ou emagrece ou engorda demais;

Possibilidade de desencadear pânico.

LIDANDO COM O ESTRESSE

Para a cardiologista, ser maduro profissionalmente é fator de extrema importância para conseguir lidar melhor com o estresse no ambiente de trabalho. "O profissional precisa entender que as relações interpessoais acabam a partir do momento em que se começa um compromisso profissional", explica. Com o intuito de ajudar todos os profissionais, especialmente na semana do dia dos estressados, Danielli dá dicas de como conseguir lidar da melhor forma com um ambiente de trabalho estressante:

  • Não seja agressivo: "Agressividade em momentos de conflitos não cai bem. Então, o melhor é sempre sentar e negociar."

  • Organize-se: "Separe o que é urgente e o que é emergente. Tem coisas que podem ser delegadas para a equipe mas, se não tiver essa opção, enumere a ordem de necessidades."
  • Almoce! "Tenha, pelo menos, uma hora de almoço. Essa história de comer sanduíche na frente do computador deve ser eliminada."

  • Divida as coisas: "Divida a vida pessoal da vida profissional. Não leve problemas de casa para a empresa e nem da empresa para casa. Do contrário, você vai detonar as duas partes da sua vida."
(Viviane Macedo é autora do texto e faz parte da equipe da Catho. Veja o artigo no contexto do site original acessando o link http://www.catho.com.br/estilorh/?secao=251)

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20 de nov. de 2007

Divirta-se com Dilbert


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19 de nov. de 2007

Aprenda com as Águias

Este vídeo contem um dos textos mais interessantes sobre as mudanças que devemos nos submeter para crescer como pessoas e como profissionais. Fala sobre um determinado período da vida das águias. Provavelmente alguns já o conheçam porque andou circulando pela internet, mas agora o encontrei em vídeo e acho que cabe perfeitamente no conteúdo do nosso blog. São só 4 minutos e meio e além das belas imagens a mensagem merece ser ouvida e captada. Bom proveito.



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25 de out. de 2007

A liderança feminina no trabalho

As mulheres constituem mais da metade do mercado de trabalho, são a maioria nas Universidades, têm as melhores notas e ainda assim é baixa a proporção de mulheres em cargos de decisão nos diversos segmentos, já que ocupam apenas 1 a 2% dos cargos de direção e ganham pelo menos 30% menos que um colega masculino do mesmo nível.
Existe uma grande quantidade de fatores individuais, culturais e organizacionais que podem frear e em alguns casos, até mesmo bloquear o acesso das mulheres a cargos de alta decisão na pirâmide organizacional.
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O texto acima é o início de um artigo de Claudia Spangher, psicóloga formada pela Universidad Central de Venezuela, com especialização em terapia comportamental e cognitiva. Para conhecer o inteiro teor da bela página é só entrar no link abaixo:


Mais do Dilbert







22 de out. de 2007

Dilbert em dose dupla

Se tiver dificuldade de visualização é só clicar sobre a tirinha para amplia-la.








21 de out. de 2007

A Importância do "Não Sei"

Este é um dos muitos artigos do genial Max Gehringer que vou, a partir de agora, publicar no Blog. Este, particularmente, traduz uma realidade da vida corporativa. Eu mesmo, muitas vezes, fui vítima dessa síndrome. Só consegui me livrar dela quando tomei consciência da bobagem que era querer ter sempre a resposta pronta para "mostrar serviço" ao chefe. Eu ainda não conhecia este texto, mas cheguei à Diretoria Executiva da minha empresa... Vale conhecer.


Se vc ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena: Você está olhando pela janela, não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali...aí chega alguém que também não tem nada para fazer e pergunta: - Será que vai chover hoje?
  • Se você responder "com certeza"... a sua área é Vendas: O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo.
  • Se a resposta for "sei lá, estou pensando em outra coisa"... então a sua área é de Marketing:O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando.
  • Se você responder "sim há uma boa probabilidade"... você é da área de Engenharia:
    O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números.
  • Se a resposta for "depende"... você nasceu para Recursos Humanos: - uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos.
  • Se você responder "ah, a meteorologia diz que não"... você é da área de Contabilidade: O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos.
  • Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva”... - Então seu lugar é na área Financeira que deve estar sempre bem preparada para qualquer virada de tempo.
  • Agora, se você responder "não sei"... há uma boa chance que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à Diretoria da Empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação. Não sei, é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e pré-dispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de tomar uma decisão. Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de aprender na vida corporativa. Por quê? Eu sinceramente "não sei". (Max Gehringer)

16 de out. de 2007

Tirinha do Dilbert

Certamente alguém se lembrará de algum colega de trabalho semelhante ao personagem da historinha. O "Dilbert" é bom para essas coisas...



13 de out. de 2007

Dilbert está aqui

O Blog está iniciando uma seção com a publicação dos quadrinhos do Dilbert, já traduzidas e extraidas do site http://www.tirinhas.com/. Vou procurar colocar diariamente uma ou mais das famosas tirinhas desse personagem do Scott Adams que procura retratar de forma bem humorada e mordaz as realidades do universo das corporações. Para a estréia escolhi alguns dos últimos quadrinhos publicados recentemente. Para quem quiser conhecer o site oficial é só visitar o endereço http://www.dilbert.com/


6 de out. de 2007

Agradecimento aos alunos do Prof. Rocha Maia

Na última quarta feira, dia 3, fui recebido pela turma do Professor Rocha Maia da Faculdade Michelangelo para uma palestra sobre os temas abordados neste Blog. Agradeço a forma dinâmica e interessada com as quais os alunos participaram e a gentileza como me receberam e ouviram. Grato ao Professor e à direção da Faculdade. Reitero o convite feito aos alunos para enviar questões para debate e abordagem no blog.

30 de ago. de 2007

Mau exemplo de corporativismo.

Não posso deixar passar em branco este exemplo (acesse o link abaixo) para demonstrar de forma flagrante a força do corporativismo negativo dentro de uma organização.
Os membros do Colégio de Procuradores do Ministério Público de São Paulo declararam que o promotor que matou a tiros o jovem Diego Mendes de 20 anos poderia continuar como guardião da lei (como os próprios promotores se auto-intitulam).
Tendo uma ficha corrida que já o colocava sob suspeita para exercer a tão nobre função, o promotor Thales Ferri Schoedl foi mantido no quadro do MP de São Paulo e poderá continuar operando em nome da Lei e da Ordem. Há explicação lógica? Respondo: há sim. Não é lógica, mas explica. A justificativa dos procuradores tem um único nome: corporativismo.
Este tema está na minha pauta de assuntos futuros, todavia não poderia deixar de registrar o fato para que os visitantes do blog possam refletir sobre tema tão controverso. Imaginem o malefício que a decisão causará na imagem pública do MP de São Paulo. Assim mesmo os membros do colegiado não tiveram a coragem de decidir como deveriam. O próprio placar já diz tudo: 16 a favor do mau corporativismo e 15 a favor da instituição. Uma derrota para a boa gerência.

16 de ago. de 2007

Bernardinho versus Ricardinho: de que lado você está?

No universo das corporações, casos como este não são raros. Ricardinho foi "demitido", sumariamente, da seleção brasileira de voleibol pelo seu técnico Bernardinho. Até ai nada demais não fosse Ricardinho o melhor jogador do mundo e o capitão da equipe treinada pelo Bernardinho.
Reduzindo o episódio ao mundo real seria algo como você, diretor, gerente, chefe ou líder, demitir o seu melhor funcionário. Você, presidente da sua empresa, demitiria o diretor que lhe dá maiores e melhores resultados? O que leva uma liderança como a do Bernardinho abrir mão da sua estrela mais destacada? Você faria o mesmo?
Feito como foi noticiado, o corte, certamente já estava planejado há muito tempo pelo Bernardinho e sua comissão técnica. Deve ter conversado muito para conseguir apoio com alguns líderes da equipe. Poucos, os mais maduros, como se viu pelas declarações (ou falta delas). Esperou terminar a Liga Mundial, conquistada brilhantemente pelo time e com Ricardinho se destacando, como sempre, sendo considerado o melhor jogador do mundo.
Escolheu o momento da apresentação do time para os Jogos Pan-americanos e foi criada uma situação, planejada ou não, de constrangimento e humilhação para a grande estrela. Exemplo duro para os demais. Por quê? Vamos analisar.
Primeiramente o Bernardinho. É o líder mais bem sucedido na sua área de atuação há muitos anos. Dispensa apresentação. Do outro lado Ricardinho. Atleta brilhante, considerado um fora de série na sua especialidade. Líder entre os seus iguais e capitão da equipe. Porque se desentenderam? Questões de premiações, reclamações de alojamentos ou coisas semelhantes não quebrariam um contrato psicológico tão lucrativo para ambas as partes. Vamos continuar especulando...
O tipo de liderança que o Bernardinho exerce mantém seus comandados no limite da competência. É um comando à “manu militari”. Os resultados comprovam que seu sistema é vencedor. Para isto ele tem de contar com atletas extremamente disciplinados, obedientes e sem questionamentos à sua liderança. Vive em estado de guerra permanente e exige isso dos seus... "ninjas" (???). Ele conseguiu tornar real o sonho almejado por qualquer líder ou gerente: fez de um grupo, uma equipe.
Por outro lado, Ricardinho, reserva na origem da formação do grupo e levado ao time titular por Bernardinho (apesar do seu talento a decisão de guindá-lo ao grupo titular foi do técnico e isso conta). À medida que o atleta amadurecia tecnicamente o que era um componente da equipe foi saindo da órbita do líder e tornou-se um incômodo para o equilíbrio mantido com severa autoridade. Por excesso de autoconfiança, Ricardinho acreditou demasiadamente na sua qualidade e foi contaminado pelo vírus da arrogância e da vaidade pessoal (conclusão minha, por análise de notícias e declarações) que se instalou no seu comportamento.
Simples assim. Foi isto que determinou a separação. Um comandante com o estilo de Bernardinho não admite (e nem poderia...) questionamentos fora da faixa autorizada. Ricardinho acreditou que era maior que seu técnico e que estava acima dos companheiros. Considerou-se indispensável. Começou a questioná-lo em público ou pelos “corredores”, aparentemente (e ai está um enorme erro de avaliação do subordinado) sob os auspícios e incentivos dos seus companheiros. O atleta, subordinado, acreditou nessa fantasia e passou da linha de fronteira.
A arrogância corporativa não conhece limites e é sempre retro-alimentada. Ela cega as mentes mais inteligentes e não permite que as circunstâncias sejam avaliadas corretamente. É uma espiral crescente de energia negativa. Uma marcha da insensatez. O Ricardinho exagerou na dose em algum momento e o seu comandante tomou a decisão de demitir sua maior estrela . Ricardinho deu a chance ao faltar no dia certo da convocação do pan e sequer ter conversado com o técnico (olha a arrogância ai...). Foi a gota d’água e o técnico bateu o martelo. Aproveitou para passar uma mensagem aos seus atletas. A velha mensagem do ninguém é insubstituível e quem manda aqui sou eu. Ponto.
Terá sido uma decisão dificílima e de alto risco. Agravada ainda porque um dos substitutos é o seu próprio filho. Mas, fiel ao seu estilo, decidiu pelo que achou melhor para a manutenção dos resultados positivos. E já conseguiu ganhar a primeira com a medalha pan-americana.
A recente entrevista do Ricardinho só comprova que ele está realmente “contaminado” e não aprendeu nada com o episódio. A atitude só reforçou a decisão do Bernardinho e tanto é assim que os ex-companheiros de seleção partiram em defesa do técnico.
O que vai acontecer? Fácil. Ricardinho está fora do grupo. Fechou a porta definitivamente. A arrogância não o deixará pedir desculpas e ele vai ser esquecido. Fará falta, mas a equipe subsistirá. Mesmo que os resultados não venham a ocorrer – o que será difícil porque o time tem novas lideranças e vai querer provar que Ricardinho está errado – Bernardinho não voltará atrás.
Tudo isto, com todos os detalhe, acontece a todo o momento nas corporações. É só substituir os personagens. Para ficar em um só episodio poderia citar a questão dos controladores de vôo e as lideranças da Aeronáutica.O que aconteceu ali não foi um surto de arrogância de quem se achava maior que os seus comandantes?
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