Grato pelas visitas e participação


8 de ago de 2016

O blogueiro não está ausente do blog!


           segunda                              terça                       quarta                         quinta                       sexta

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Adoro blogar, escrever posts e me comunicar com os leitores que visitam e participam da Oficina de Gerência. Contudo nessa quadra da minha vida não estou podendo priorizar a atividade de blogueiro.
Por isso coloquei essa imagem engraçada que mostra um cara correndo de segunda a sexta, constrangido porque não pode parar por estar sob pressão. 
É um pedido de desculpas por não poder me fazer tão presente no blog e junto aos amigos e leitores como gostaria.
Todavia há muito material escrito aqui. São quase 3.000 posts que podem ser lidos sem maiores problemas de atualização. Convido-os a "não perder a viagem". Naveguem no blog pelos marcadores (Tags) que vão encontrar muita coisa interessante para passar o tempo.
Sempre que possível dou uma escapada e venho aqui assinar o ponto. 
Até breve.

Aposentadoria sem apuros (FolhaSP)

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N
ão dá para deixar passar a oportunidade de abordar o tema da aposentadoria em um blog cujo foco é o mundo do trabalho. Assim é que não hesitei em reproduzir aqui na Oficina de Gerência o artigo abaixo, publicado na Folha de São Paulo no caderno "Mercado".
Como sou aposentado acho que tenho alguma autoridade para escrever sobre o tema. Posso dizer que a matéria é excelente e principalmente verdadeira. A jornalista Paola Carvalho listou 15 itens que não devem ser esquecidos por quem trabalha porque são grandes erros cometidos por uma grande quantidade de aposentados fracassados. Uma aposentadoria segura é o coroamento de uma história de sucesso. Aposentar-se é um projeto de longuíssimo prazo que deve ser extremamente bem planejado e praticado desde os primeiros anos de trabalho.
Não há idade para se iniciar o "Projeto Aposentadoria". Posso dizer isso com propriedade porque pessoalmente perdi muito tempo no inicio da minha carreira. Consegui me recuperar a tempo de alcançar uma aposentadoria digna, mas tive que baixar uns pontos no meu padrão de vida.
Com certeza errei em alguns dos 15 pontos que estão listados abaixo. Por exemplo, o item quatro que ensina: "achar que ainda é cedo para pensar em aposentaria ou a enxergar como o fim da linha". Erro grave! Comecei tarde e perdi muito.
Todavia não errei em outro ponto que é o de numero nove: "Crer que está tarde demais para planejar a aposentadoria". Isso não aconteceu comigo e consegui, como disse, montar um planejamento que me deu tranquilidade nos dias atuais.
Recomendo fortemente que leiam com atenção os quinze pontos abaixo. Reproduza a lista e leve-a no bolso. Divulgue entre seus amigos. Principalmente leve-os a sério na forma de iniciar desde já o seu próprio projeto pessoal de aposentadoria. Não subestime esses erros.... Não pense que é fácil.

As imagens que ilustram o texto da FSP não fazem parte do artigo original e foram colocadas pelo blog.

Aposentadoria sem apuros



Conheça os 15 erros mais comuns ao planejar renda futura e aprenda a se organizar para viver com tranquilidade

PAOLA CARVALHO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Aqueles que se aproximavam dos 50 anos na época do lançamento do Plano Real, em 1994, podem ser considerados a primeira geração de aposentados num cenário de estabilidade na econômica.
"Há muito para se aprender com eles, seja com os bem sucedidos ou com aqueles que erraram", afirma Gustavo Cerbasi, consultor em finanças pessoais. O principal para se aposentar com tranquilidade é fazer, ao longo da vida, uma reserva financeira, dizem quatro especialistas ouvidos pela Folha.
Veja os 15 erros mais comuns apontados por eles.

1 - Acreditar que todo o dinheiro da aposentadoria tem que estar "seguro"
É arriscado colocar todos os ovos em uma única cesta, ou seja, aplicador tudo na poupança. O ideal é diversificar os investimentos, mesmo que as aplicações sejam conservadoras, como renda fixa e planos de previdência

2 - Achar que contratar um plano VGBL ou PGBL resolverá tudo
Há bancos ou seguradoras que cobram taxas abusivas. É preciso verificar se, depois de descontado todas as cobranças sobre o investimento, o retorno será o esperado. É importante lembrar do pagamento do imposto de renda
http://4.bp.blogspot.com/-jQQraKS4zpM/TVPb8HNIDiI/AAAAAAAAAQM/3_ffSvNSC70/s1600/aposentadoria.jpg

3- Escolher plano de previdência com renda vitalícia ou por prazo determinado
É aconselhável optar pela modalidade de renda em forma de percentual do saldo poupado. Ou seja, ao atingir a idade da aposentadoria, a renda será proporcional ao saldo que foi acumulado

4 - Achar que ainda é cedo para pensar em aposentaria ou a enxergar como o fim da
linha
Quanto mais cedo se começa a poupar, menos será preciso desembolsar mensalmente. O pensamento de que aos 65 anos o fim estará próximo é herança de quando a expectativa de vida era baixa

5 - Comprar um imóvel para receber aluguel na aposentadoria
O imóvel requer gastos com manutenção, sofre depreciação e o reajuste do aluguel normalmente não acompanha a valorização do mercado. Além disso, não tem liquidez: não se pode vender uma fração frente à uma necessidade

6 - Não ter fundo de emergência pode antecipar o uso da aposentadoriahttp://1.bp.blogspot.com/_HBRPpkNB89c/SplPJ_BKOOI/AAAAAAAAAqs/-Iot2YduaZw/s1600/aposentadoria.JPG
Tenha um orçamento financeiro que contemple as despesas fixas e as variáveis, uma cota para "sonhos" e uma outra para imprevistos. Caso um fato modifique essa estrutura, seja para pior ou melhor, refaça as contas

7 - Não aceitar queda temporária no padrão de vida
Ao sair de casa, seja para casar ou morar sozinho, muitos jovens não encaram a queda do padrão de vida que tinham ao viver com os pais. Em resposta às pressões sociais, acabam usando boa parte da renda para manter esse patamar

8 - Comprar um imóvel de forma precipitada
Muitos acham que os filhos têm de sair de casa só quando puderem comprar o bem. Se a renda do jovem não for alta, terá de financiar o imóvel por um longo prazo. E, se estiver em ascensão profissional, perderá a mobilidade de mudar de emprego

9 - Crer que está tarde demais para planejar a aposentadoria
Quem está na reta final para deixar de trabalhar (menos dez anos) e ainda não tem recursos para o futuro, deve prolongar a carreira ou se profissionalizar como investidor para acelerar a formação de poupança

http://2.bp.blogspot.com/_VMriqVATVHw/SXzW89UcysI/AAAAAAAAADY/CzuVsvt7xkM/s320/Humor+-+Aposentadoria2.jpg10 - Não refazer os cálculos depois de o INSS anunciar mudanças
No início do planejamento é aconselhável procurar o INSS e se inteirar das atuais regras. E, a partir de então, refazer as contas diante de qualquer alteração. O atual teto para o INSS é de R$3.691,74

11 - Colocar todas as economias nas ações ou em fundos de pensão da empresa onde trabalha
Por mais que se goste e acredite na empresa onde se trabalha, nunca deve-se concentrar sua aposta. Se a empresa quebrar, você não terá a quem recorrer para recuperar o dinheiro perdido

12 - Resgatar os recursos do fundo de pensão quando se desliga da empresa
Ao retirar o dinheiro cedo demais, não se aproveita o benefício tributário, por meio do qual a alíquota do IR cai com o tempo. Pode se optar pela portabilidade para outro fundo de pensão ou para um fundo de previdência aberta

13 - Calcular que as despesas após a aposentadoria serão menores
Especialistas se divergem sobre a teoria de que a pessoa deve almejar uma renda de pelo menos 65% a 70% da renda do ápice da carreira. O consumo com lazer e saúde podem requerer uma renda maior do que exigem no presente

14 - Preferir consumir do que fazer poupança por considerá-la privação de felicidade
A turbulenta história brasileira criou uma série de "vícios". Entre eles, o imediatismo que mina a capacidade de poupança. Pessoas continuam deixando de poupar, mas tudo é questão de equilíbrio

15 - Usar o dinheiro da poupança para outros fins
Não o use mesmo tendo a crença que pegou, temporariamente, o dinheiro "emprestado" de sua própria poupança. Mas, no caso de endividamento, leve em conta os benefícios de não desperdiçar o seu dinheiro com juros

Fontes: Cristiano Brasil, Gustavo Cerbasi, Lilian Gallagher, Reinaldo Domingos

Este post foi originalmente publicado em agosto de 2011. Foi "resgatado" pelo Facebook na ótima promoção "Suas lembranças no Facebook". Ai resolvi dar uma repaginada e publicá-lo no topo do blog. O conteúdo continua absolutamente atual.

29 de mai de 2016

Que e Quê? Quando usar?


Continuo publicando as dicas de português de acordo com as dúvidas que me aparecem quando estou escrevendo. A minha motivação é saber que este é um dos temas mais acessados no blog e isso me sinaliza a curiosidade e a vontade dos visitantes e amigos da Oficina de Gerência de aprender a sair dessas pequenas armadilhas que o idioma coloca em nossos textos.
Depois que passei a desenvolver o meu projeto na Oficina de Gerência fui obrigado a me preocupar muito mais do que já o fazia antes, com o "escrever corretamente". E confiar apenas nos corretores ortográficos dos "words da vida" é uma tremenda "roubada". Tive que meter a mão na massa e aumentar o meu nível de conhecimento de nossa gramática.
Por dever de ofício já tinha esse cuidado, pois estava sempre escrevendo relatórios, apresentações, pareceres e tudo o mais que uma função executiva exige. Mesmo assim percebi - após começar a escrever para o blog - como ainda era pobre a minha escrita e comunicação! Ainda é, mas tenho consciência de que melhorou muito. Por conta dessa experiência foi que introduzi a seção "Dicas de Português" na Oficina de Gerência. 
Posso afirmar que, mesmo antes do blog, minha carreira foi mais impulsionada porque tinha um bom vocabulário e um nível de conhecimento em gramática que estava acima da média (baixa) da maioria dos meus "concorrentes". Naquela época, como hoje, a fonte maior do meu aprendizado foi a leitura. E por leitura quero dizer tudo: jornais, revistas inclusive os quadrinhos, livros e claro, a internet.
Desde então venho aconselhando os leitores - principalmente os mais jovens - para que se dediquem com muita determinação a conhecer a língua portuguesa. Observem, por exemplo, como a falta de uma boa redação tem excluído dos vestibulares, concursos e entrevistas de emprego centenas de candidatos. 
No mundo corporativo é assim também. Um gerente responsável e cuidadoso normalmente não promove colaboradores que não saibam se expressar com correção. E atenção, é verdadeiro o aforismo que ensina: “Quem não sabe escrever não sabe falar também”.
Não saber expressar seus pensamentos por meio de um texto correto e compreensível é uma enorme limitação pessoal que pode ser vencida pelo esforço pessoal em querer aprender. É fiquem sabendo que é um aprendizado infinito. Quem achar que já sabe está "morto".
Saber aplicar corretamente quando usar o “que” ou o “quê” é uma das grandes dificuldades que nós, os “ escribas amadores”, encontramos aos nos defrontarmos com uma frese que os exija.
Quando devemos usar o pronome "que" ou a expressão "quê"? Essa diferença de um simples acento circunflexo já deixou muita gente constrangida. Parece fácil, depois que a gente aprende, mas se vocês não sabem leiam o texto abaixo e quem já sabe não custa nada reler.

 


Este post foi originalmente publicado na Oficina de Gerência em 02/03/2013. É um dos mais visitados no blog com 65.000 acessos e 10 comentários.  
Muito embora existam inúmeros sites e blogs que tratam do mesmo assunto o texto (abaixo) que utilizei no post, como apoio ao meu comentário, foi transcrito do site "Recanto das Letras". Em função das muitas duvidas suscitadas nos "comentários" resolvi dar uma repaginada no post, inclusive trocando o site que ilustra o texto, pois o anterior já havia "saído do ar".   

Quero informar aos leitores que prestigiam o blog  que não sou especialista em gramática da língua portuguesa, apenas busco a partir das minhas próprias dúvidas compartilhar às consultas que faço nos sites que pesquiso para elucidá-las. Assim sendo, não ouso responder a perguntas que os leitores colocam nos comentários. As respostas estarão sempre disponíveis nos próprios posts e nos sites de busca da internet.
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http://www.recantodasletras.com.br/
Clique no logotipo e visite este site

QUE ou QUÊ?
_________________________

A palavra [que] possui várias faces, isto é, várias classificações: é pronome, conjunção, substantivo, advérbio, preposição, partícula expletiva. Não é sem razão, dizermos que ela é uma espécie de Bombril da frase.
Em termos práticos, [que] é acentuado quando monossílabo tônico. E não é acentuado quando átono. No entanto, em determinados casos, há certa dificuldade em distinguir o tônico do átono. Portanto, vamos ver os casos em que ocorre o acento ou não.
QUÊ SERÁ ACENTUADO
1. Quando for Substantivo, ou seja, quando tiver o sentido de alguma coisa, qualquer coisa, certa coisa. Geralmente é precedido de um artigo ou numeral: Sinto um quê de insatisfação.
    Encontrei onze quês numa só frase.
     um quê inexplicável em sua atitude.
2. Quando for Interjeição, ou seja, quando designa espanto ou exprime sentimento. Sempre acentuado e seguido de ponto de exclamação: Quê! Conseguiu chegar a tempo? / Quê! Você por aqui?
Observação: Como interjeição, usa-se também a variante o quê: O quê! Ela fez isso?!

3. Quando O Encontramos em Final de Frase, imediatamente antes de um ponto (final, de interrogação ou exclamação) ou de reticências:
●    Afinal veio aqui fazer o quê? / Você precisa de quê?
●    Estamos rindo sem ter de quê.
4. Na expressão: sem quê nem para quê:
●    Ele, sem quê nem para quê, se irritou com todos.
QUE NÃO SERÁ ACENTUADO QUANDO FOR:
1. Pronome substantivo indefinido ou interrogativo, ou seja, quando equivale a que coisa. Substitui um substantivo:
●    Que (que coisa) aconteceu com ele? / Que (que coisa) aconteceu?
2. Pronome adjetivo, ou seja, quando acompanha o substantivo:
●    Que escola frequenta? / Que horas são? / Que ideia maluca!
3. Advérbio, ou seja, quando equivale a [quão]. Liga-se a um adjetivo ou advérbio: Os vestidos! Que benfeitos! / Que longe é o sítio!
●    Que bom vê-la novamente!
4. Preposição, ou seja, quando equivale a [de], ou quando liga dois verbos de uma locução verbal cujo auxiliar é ter:
●    Primeiro que (de) tudo é preciso verificar a gasolina.
●    Tenho que (de) chegar cedo ao escritório.
5. Partícula de Realce (expletiva), neste caso, é usada somente para dar realce. Pode ser retirado da frase, sem que provoque alterações de sentido ou de função dos elementos da oração:
●    Quase que não vou trabalhar hoje. Quase não vou trabalhar hoje.
6. Conjunção Coordenativa, ou seja, quando liga orações sintaticamente independentes. Equivale a [e], nas aditivas; [mas, portanto], nas adversativas; [porque, portanto], nas explicativas; ou... ou, nas alternativas:
●    As árvores balançam que (e) balançam.
●    Culpe-os, que (mas, porém) não a mim.
●    Volte logo, que (porque) está começando a chover.
●    Que chova, que faça sol, irei à praia.
► Como Pronome Relativo e Conjunção Subordinada, a palavra [que] também não é acentuada. Deixo de mostrá-los aqui, devido ao grande número de casos. Mesmo porque, fora os casos iniciais a palavra [que] não é acentuada. ®Sérgio.
Para acessar os Exercícios com Gabarito, clique aqui. 
____________________________________________________________


Referências: ALMEIDA, N.M. - Dicionário de questões vernáculas. São Paulo, Ed. "Caminho Suave" Ltda., 1981. CEGALLA, Domingos Paschoal. Dicionário de Dificuldades da Língua Portuguesa. Ed. Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1996.
Agradeço a leitura e, antecipadamente, qualquer comentário.
Se você encontrar omissões e /ou erros (inclusive de português), relate-me.
Ricardo Sérgio

Enviado por Ricardo Sérgio em 04/04/2008
Reeditado em 15/08/2010
http://www.recantodasletras.com.br/gramatica/931322

30 de abr de 2016

"Àtoa", "À-toa" e "Atoa". Qual a diferença entre estas expressões?

Qual a diferença entre "à toa", "à-toa" e "atoa"?


http://4.bp.blogspot.com/-GMLE6MvNLNI/TbXyRCg7d0I/AAAAAAAACQ0/AcfddIbTSBA/s1600/pensando+na+vida+2.jpgÀ toa" (sem hífen) - ao acaso, sem rumo definido, a esmo, ao léu: "Estava à toa na vida, o meu amor me chamou
Pra ver a banda passar, cantando coisas de amor..."
  •  À toa, sem hífen, é uma locução adverbial que significa ao acaso, inutilmente, sem fundamento, impensadamente, sem motivo. Esta locução, já escrita sem hífen antes do Novo Acordo Ortográfico, é muito utilizada para indicar uma pessoa que está não está fazendo nada, que não tem nada para fazer. Chamamos de locução adverbial duas ou mais palavras que juntas atuam como um advérbio, alterando o sentido do verbo.

    Exemplos
  • Você pode vir agora mesmo porque eu estou à toa aqui em casa. 
  • Aquele menino anda à toa, sem saber o que fazer. 
  • Pare! Você está se irritando à toa.


"À toa" (também sem hífen) - inútil, ruim, mau, sem valor:https://felipecsleao.files.wordpress.com/2012/06/desenho-sala-de-aula-antiga.jpg
Aquela megera gritou comigo ainda disse prá todo mundo que eu é que estava nervosa... Ela é muito à-toa mesmo!


  • À toa, com hífen antes do Novo Acordo Ortográfico, era um adjetivo de dois gêneros e dois números, sendo invariável, ou seja, era usado sempre da mesma forma quer no feminino, no masculino, no plural ou no singular. 
  • Atualmente esta locução adjetiva é escrita sem hífen. Refere-se a alguma coisa ou a uma pessoa irrefletida, apressada, desprezível, desocupada, inútil. 
Exemplos
  • Não gosto nada dele, é mesmo um homem à toa. 
  • Sua opinião à toa provocou grandes confusões. 
  • Não se preocupe mais com este problema à toa.

"Atoa" - flexão do verbo atoar (levar a reboque). Esta forma é muito pouco usada hoje em dia.


Antes da entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, as duas formas estavam corretas: à toa era uma locução adverbial e à-toa um adjetivo, sendo usadas em situações diferentes. Com a entrada em vigor do Novo Acordo Ortográfico, passou a haver uma discordância entre diversos dicionários e gramáticos relativamente à eliminação ou manutenção do hífen em à-toa.
À-toa, com hífen, está registrada em diversos dicionários, mas não está reconhecida no vocabulário ortográfico da Academia Brasileira de Letras, que atesta que à toa, sem hífen, é ao mesmo tempo um advérbio e um adjetivo, tendo o hífen do adjetivo sido eliminado com as alterações trazidas pelo Novo Acordo Ortográfico. Assim, podemos considerar que à toa, sem hífen, é a forma correta de escrita da locução. 
 
Exemplos: dia a dia, fim de semana, sala de jantar, cão de guarda, cor de vinho, café com leite, à toa, … 
Serão exceções a esta regra algumas locuções consagradas pelo uso, com significado próprio: água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao deus-dará e à queima-roupa

http://duvidas.dicio.com.br/a-toa-ou-a-toa/



Este post está publicado no Blog da Oficina de Gerência desde 23 de abril de 2010 e é um dos mais consultados com mais de 385.000 visualizações.
Por isso mesmo resolvi reeditá-lo, trazendo-o para 2016 e acrescentando ilustrações e textos mais explicativos.

Blogs que me encantam!


..saia justa......† Trilha do Medo ♪....Blogueiros na Web - Ensinando o Sucesso no Blogger e Wordpress!..Emprego Virtual..Blog Ebooks Grátis....http://3.bp.blogspot.com/_vsVXJhAtvc8/ShLcueg5n2I/AAAAAAAACqo/sOQqVTcnVrc/S1600-R/blog.jpg..http://lh6.ggpht.com/_vc1VEWPuSmU/TN8mZZDF9tI/AAAAAAAAIJY/GWQU-iIvToI/banner-1.jpg....Divulgar textos | Publicar artigo....tirinhas do Zé........

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