1 de out de 2016

"Enfrente" seu novo chefe, mas com cuidados.

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O dono da mesada  
(de Fernanda Lima)

Uma breve lista de cuidados para quem
ingressa no mercado de trabalho e vai
enfrentar aquela figura temida: o chefe 


A
 chegada ao mercado de trabalho é feita por uma sucessão de sustos. O maior, dizem os analistas, está ligado ao primeiro contato com ele: o chefe. O jovem aprendeu a romper a barreira do medo que o distanciava do pai e da mãe e passou a enfrentá-los em diversas ocasiões. Em seguida, descobriu uma fórmula para tratar de igual para igual o professor (e também passou a confrontá-lo). Na universidade, chegou até mesmo a participar de abaixo-assinados pedindo o afastamento de alguns deles. Com o chefe, que será uma figura essencial na vida do jovem profissional, a relação se dá em outro patamar. Segundo os especialistas em recursos humanos, a melhor forma de lidar com ele é conhecer algumas regras básicas de conduta. Cinco das principais são:
 
1.    Tratamento – Respeito tem limite. Nunca chame seu chefe imediato de senhor, ainda que a diferença de idade entre os dois seja muito grande. A formalidade denota desconhecimento das regras de convívio no local de trabalho. Guarde o tratamento pomposo apenas (e se for o caso) para o presidente da companhia.  

2.    Perguntas – Quem recebe uma missão do chefe jamais pode deixar a sala dele com dúvida. Em outras palavras, pergunte tudo a respeito da tarefa. Fazer isso significa demonstrar interesse pelo trabalho. Não há pior funcionário do que aquele que finge estar esclarecido, mas depois comete erros que poderiam ser evitados com uma pergunta a mais. "Quando tenho dúvidas, não penso duas vezes e procuro o chefe", diz o engenheiro paulista Leandro Solano Fariello, 23 anos, trainee da Rhodia. "Eles recebem treinamento para orientar os trainees." 


3. Bronca – As pessoas costumam fazer uma leitura equivocada a respeito da bronca. A repreensão pode ser um grande sinal de que o chefe quer melhorar o desempenho do profissional de sua equipe. "Quando o chefe não chama para o diálogo ou não cobra, é porque o profissional está passando despercebido", afirma Rosilene Chebilli, sócia da empresa de recrutamento e orientação para gestão de carreira Solução Recursos Humanos, em Belo Horizonte.

4.    Mau humor – O funcionário não pode querer que o chefe esteja à sua disposição. Ele precisa ter sensibilidade para identificar sua variação de humor. Se ele parece aborrecido ou irritado, só o procure quando não houver alternativa.

5.     Aumento – É difícil encontrar alguém satisfeito com o salário. Quem quer ganhar mais deve tocar no ponto diretamente. Só se recomenda um cuidado: antes de abordar o assunto, analise friamente se a qualidade de seu trabalho autoriza o pedido ou se esse é apenas o desejo de quem se sente no direito de ganhar mais. Se for o segundo caso, poupe-se de ouvir não.

   
    Este texto não é de minha autoria. Transcrevi para aguardar publicação no blog e esqueci de indicar a origem. Só ficou o nome da autora - Fernanda Lima (certamente não é a artista global) - que não consegui localizar no Google. De qualquer maneira fica o crédito. Quem localizar, por favor, avise-me.


8 de ago de 2016

Aposentadoria sem apuros (FolhaSP)

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N
ão dá para deixar passar a oportunidade de abordar o tema da aposentadoria em um blog cujo foco é o mundo do trabalho. Assim é que não hesitei em reproduzir aqui na Oficina de Gerência o artigo abaixo, publicado na Folha de São Paulo no caderno "Mercado".
Como sou aposentado acho que tenho alguma autoridade para escrever sobre o tema. Posso dizer que a matéria é excelente e principalmente verdadeira. A jornalista Paola Carvalho listou 15 itens que não devem ser esquecidos por quem trabalha porque são grandes erros cometidos por uma grande quantidade de aposentados fracassados. Uma aposentadoria segura é o coroamento de uma história de sucesso. Aposentar-se é um projeto de longuíssimo prazo que deve ser extremamente bem planejado e praticado desde os primeiros anos de trabalho.
Não há idade para se iniciar o "Projeto Aposentadoria". Posso dizer isso com propriedade porque pessoalmente perdi muito tempo no inicio da minha carreira. Consegui me recuperar a tempo de alcançar uma aposentadoria digna, mas tive que baixar uns pontos no meu padrão de vida.
Com certeza errei em alguns dos 15 pontos que estão listados abaixo. Por exemplo, o item quatro que ensina: "achar que ainda é cedo para pensar em aposentaria ou a enxergar como o fim da linha". Erro grave! Comecei tarde e perdi muito.
Todavia não errei em outro ponto que é o de numero nove: "Crer que está tarde demais para planejar a aposentadoria". Isso não aconteceu comigo e consegui, como disse, montar um planejamento que me deu tranquilidade nos dias atuais.
Recomendo fortemente que leiam com atenção os quinze pontos abaixo. Reproduza a lista e leve-a no bolso. Divulgue entre seus amigos. Principalmente leve-os a sério na forma de iniciar desde já o seu próprio projeto pessoal de aposentadoria. Não subestime esses erros.... Não pense que é fácil.

As imagens que ilustram o texto da FSP não fazem parte do artigo original e foram colocadas pelo blog.

Aposentadoria sem apuros



Conheça os 15 erros mais comuns ao planejar renda futura e aprenda a se organizar para viver com tranquilidade

PAOLA CARVALHO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA


Aqueles que se aproximavam dos 50 anos na época do lançamento do Plano Real, em 1994, podem ser considerados a primeira geração de aposentados num cenário de estabilidade na econômica.
"Há muito para se aprender com eles, seja com os bem sucedidos ou com aqueles que erraram", afirma Gustavo Cerbasi, consultor em finanças pessoais. O principal para se aposentar com tranquilidade é fazer, ao longo da vida, uma reserva financeira, dizem quatro especialistas ouvidos pela Folha.
Veja os 15 erros mais comuns apontados por eles.

1 - Acreditar que todo o dinheiro da aposentadoria tem que estar "seguro"
É arriscado colocar todos os ovos em uma única cesta, ou seja, aplicador tudo na poupança. O ideal é diversificar os investimentos, mesmo que as aplicações sejam conservadoras, como renda fixa e planos de previdência

2 - Achar que contratar um plano VGBL ou PGBL resolverá tudo
Há bancos ou seguradoras que cobram taxas abusivas. É preciso verificar se, depois de descontado todas as cobranças sobre o investimento, o retorno será o esperado. É importante lembrar do pagamento do imposto de renda
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3- Escolher plano de previdência com renda vitalícia ou por prazo determinado
É aconselhável optar pela modalidade de renda em forma de percentual do saldo poupado. Ou seja, ao atingir a idade da aposentadoria, a renda será proporcional ao saldo que foi acumulado

4 - Achar que ainda é cedo para pensar em aposentaria ou a enxergar como o fim da
linha
Quanto mais cedo se começa a poupar, menos será preciso desembolsar mensalmente. O pensamento de que aos 65 anos o fim estará próximo é herança de quando a expectativa de vida era baixa

5 - Comprar um imóvel para receber aluguel na aposentadoria
O imóvel requer gastos com manutenção, sofre depreciação e o reajuste do aluguel normalmente não acompanha a valorização do mercado. Além disso, não tem liquidez: não se pode vender uma fração frente à uma necessidade

6 - Não ter fundo de emergência pode antecipar o uso da aposentadoriahttp://1.bp.blogspot.com/_HBRPpkNB89c/SplPJ_BKOOI/AAAAAAAAAqs/-Iot2YduaZw/s1600/aposentadoria.JPG
Tenha um orçamento financeiro que contemple as despesas fixas e as variáveis, uma cota para "sonhos" e uma outra para imprevistos. Caso um fato modifique essa estrutura, seja para pior ou melhor, refaça as contas

7 - Não aceitar queda temporária no padrão de vida
Ao sair de casa, seja para casar ou morar sozinho, muitos jovens não encaram a queda do padrão de vida que tinham ao viver com os pais. Em resposta às pressões sociais, acabam usando boa parte da renda para manter esse patamar

8 - Comprar um imóvel de forma precipitada
Muitos acham que os filhos têm de sair de casa só quando puderem comprar o bem. Se a renda do jovem não for alta, terá de financiar o imóvel por um longo prazo. E, se estiver em ascensão profissional, perderá a mobilidade de mudar de emprego

9 - Crer que está tarde demais para planejar a aposentadoria
Quem está na reta final para deixar de trabalhar (menos dez anos) e ainda não tem recursos para o futuro, deve prolongar a carreira ou se profissionalizar como investidor para acelerar a formação de poupança

http://2.bp.blogspot.com/_VMriqVATVHw/SXzW89UcysI/AAAAAAAAADY/CzuVsvt7xkM/s320/Humor+-+Aposentadoria2.jpg10 - Não refazer os cálculos depois de o INSS anunciar mudanças
No início do planejamento é aconselhável procurar o INSS e se inteirar das atuais regras. E, a partir de então, refazer as contas diante de qualquer alteração. O atual teto para o INSS é de R$3.691,74

11 - Colocar todas as economias nas ações ou em fundos de pensão da empresa onde trabalha
Por mais que se goste e acredite na empresa onde se trabalha, nunca deve-se concentrar sua aposta. Se a empresa quebrar, você não terá a quem recorrer para recuperar o dinheiro perdido

12 - Resgatar os recursos do fundo de pensão quando se desliga da empresa
Ao retirar o dinheiro cedo demais, não se aproveita o benefício tributário, por meio do qual a alíquota do IR cai com o tempo. Pode se optar pela portabilidade para outro fundo de pensão ou para um fundo de previdência aberta

13 - Calcular que as despesas após a aposentadoria serão menores
Especialistas se divergem sobre a teoria de que a pessoa deve almejar uma renda de pelo menos 65% a 70% da renda do ápice da carreira. O consumo com lazer e saúde podem requerer uma renda maior do que exigem no presente

14 - Preferir consumir do que fazer poupança por considerá-la privação de felicidade
A turbulenta história brasileira criou uma série de "vícios". Entre eles, o imediatismo que mina a capacidade de poupança. Pessoas continuam deixando de poupar, mas tudo é questão de equilíbrio

15 - Usar o dinheiro da poupança para outros fins
Não o use mesmo tendo a crença que pegou, temporariamente, o dinheiro "emprestado" de sua própria poupança. Mas, no caso de endividamento, leve em conta os benefícios de não desperdiçar o seu dinheiro com juros

Fontes: Cristiano Brasil, Gustavo Cerbasi, Lilian Gallagher, Reinaldo Domingos

Este post foi originalmente publicado em agosto de 2011. Foi "resgatado" pelo Facebook na ótima promoção "Suas lembranças no Facebook". Ai resolvi dar uma repaginada e publicá-lo no topo do blog. O conteúdo continua absolutamente atual.

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