16 de set de 2018

Os Estatutos do Homem - Thiago de Mello

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(publicado originalmente no blog em 25/8/2010)

Se alguém quiser discutir feio comigo basta falar mal de Thiago de Mello.
Basta dizer que o meu segundo filho se chama Thiago e além da beleza do nome é também uma homenagem a este poeta extraordinário que a raça brasileira produziu a partir das selvas amazônicas.

Não! Não vou falar Thiago de Mello. Desnecessário.

Trago-lhes tão somente uma de suas poesias mais conhecidas e mais emocionantes. Segundo seus críticos, a mais famosa. Falo de "Os Estatutos do Homem". É o retrato de sua vida, grande parte dedicada a defender o direitos humanos, os direitos dos povos da Amazônia e os direitos de todos os oprimidos. 

Para quem não a conhece e acho que são muitos, principalmente os jovens, será uma emoção. Para aqueles mais velhos que já transitaram  pelos versos sempre vivos e questionadores do poeta será uma alegria poder ouvir a sua voz poderosa dizer "Fica decretado que agora vale a verdade, agora vale a vida..."

Por favor, não vejam o vídeo, se não estiverem a fim de de admirarem uma das mais belas páginas da poesia brasileira. Deixem para outra hora. Será um desperdício não aproveitar cada momento, cada frase, cada entonação que a interpretação do poeta nos conduz nos quase 6 minutos da apresentação.
Após o vídeo coloquei o texto do poema para quem quiser copia-lo e distribui-lo aos seus filhos e amigos.


Poeta Thiago de Mello, acompanhado do Duo Gismonti, no Circo Voador, Rio de Janeiro, na abertura do Poesia Voa 2.0 | Festival Poesia Direitos Humanos - 10.dez.2006

Os Estatutos do Homem (Ato Institucional Permanente)
A Carlos Heitor Cony

Artigo I
Fica decretado que agora vale a verdade.
agora vale a vida,
e de mãos dadas,
marcharemos todos pela vida verdadeira.

Artigo II
Fica decretado que todos os dias da semana,
inclusive as terças-feiras mais cinzentas,
têm direito a converter-se em manhãs de domingo.

Artigo III
Fica decretado que, a partir deste instante,
haverá girassóis em todas as janelas,
que os girassóis terão direito
a abrir-se dentro da sombra;
e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro,
abertas para o verde onde cresce a esperança.

Artigo IV
Fica decretado que o homem
não precisará nunca mais
duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem
como a palmeira confia no vento,
como o vento confia no ar,
como o ar confia no campo azul do céu.

Parágrafo único:
O homem, confiará no homem
como um menino confia em outro menino.

Artigo V
Fica decretado que os homens
estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar
a couraça do silêncio
nem a armadura de palavras.
O homem se sentará à mesa
com seu olhar limpo
porque a verdade passará a ser servida
antes da sobremesa.

Artigo VI
Fica estabelecida, durante dez séculos,
a prática sonhada pelo profeta Isaías,
e o lobo e o cordeiro pastarão juntos
e a comida de ambos terá o mesmo gosto de aurora.

Artigo VII
Por decreto irrevogável fica estabelecido
o reinado permanente da justiça e da claridade,
e a alegria será uma bandeira generosa
para sempre desfraldada na alma do povo.

Artigo VIII
Fica decretado que a maior dor
sempre foi e será sempre
não poder dar-se amor a quem se ama
e saber que é a água
que dá à planta o milagre da flor.

Artigo IX
Fica permitido que o pão de cada dia
tenha no homem o sinal de seu suor.
Mas que sobretudo tenha
sempre o quente sabor da ternura.

Artigo X
Fica permitido a qualquer pessoa,
qualquer hora da vida,
uso do traje branco.

Artigo XI
Fica decretado, por definição,
que o homem é um animal que ama
e que por isso é belo,
muito mais belo que a estrela da manhã.

Artigo XII
Decreta-se que nada será obrigado
nem proibido,
tudo será permitido,
inclusive brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.

Parágrafo único:
Só uma coisa fica proibida:
amar sem amor.

Artigo XIII
Fica decretado que o dinheiro
não poderá nunca mais comprar
o sol das manhãs vindouras.
Expulso do grande baú do medo,
o dinheiro se transformará em uma espada fraternal
para defender o direito de cantar
e a festa do dia que chegou.

Artigo Final.
Fica proibido o uso da palavra liberdade,
a qual será suprimida dos dicionários
e do pântano enganoso das bocas.
A partir deste instante
a liberdade será algo vivo e transparente
como um fogo ou um rio,
e a sua morada será sempre
o coração do homem.

Criado em Santiago do Chile, abril de 1964

7 de set de 2018

Gosta de problemas? Então venha trabalhar.


Outro dia mesmo, estava em mesa de reunião com diversos técnicos e algumas empresas. Uma determinada questão estava sendo debatida e dependia de uma das equipes presentes apontar uma solução que estava na sua esfera de competência. Eu e alguns outros experientes executivos que participavam da reunião, sabíamos que aquela empresa tinha condições e apresentar a forma de resolver o problema e o seu representante sabia como.

Entretanto o jovem executivo resistia porque a solução não era simples, tinha obstáculos a serem ultrapassados e não era, digamos, ortodoxa. Um pouco de boa vontade e vontade de resolver faltaram àquela pessoa que ali estava para contribuir com a resolução de uma grande dificuldade. O nome dessa falta é proatividade.

Uso o fato para ilustrar a importância das habilidades comportamentais que devem ser cultivadas por aqueles que estão vivenciando o mercado das resoluções de problemas. Um dos meus princípios mais utilizados quando abracei a carreira de executivo (gerência, chefia, gestão...) foi considerar que são duas das principais habilidades naturais que um executivo deve desenvolver: 
  • Gostar de pessoas
  • Gostar de problemas e resolve-los  
Gostar de resolver problemas sim! Aliás, os problemas são as grandes alavancas das carreiras bem-sucedidas na selva corporativa. Quem não gosta de problemas saia fora dessa vida de liderança. Entregue o bastão e deixe o lugar para quem seja competente nesse mister. Ser proativo, por exemplo é uma das principais ferramentas dessa turma de... "resolvedores” de problemas".

Veja no quadro abaixo, fruto de uma pesquisa apresentada na revista Você S.A. que fez um levantamento excelente, no qual apresenta as características mais desejadas pelas melhores empresas classificadas pela revista. São 30 entre as melhores empresas para se trabalhar. 

Resultado de imagem para proativoObservem que no primeiro item, entre as cinco principais habilidades está a... Proatividade. Conheçam atentamente as habilidades que as grandes corporações buscam para quem queira trabalhar nos seus quadros. Cada uma delas compõe um quadro ideal para as pessoas que almejam o sucesso nas suas profissões. Um "pequeno" detalhe: nenhuma se aprende na universidade.

Mais abaixo, resolvi também apresentar - com base na mesma pesquisa da revista - um quadro com as competências mais técnicas que também são exigidas para os jovens profissionais que se propõem a competir no mercado.

Leiam e reflitam em quantas e quais habilidades e competências cada um de vocês, meus caros leitores, podem se considerar enquadrados e - principalmente - em quais deverão mergulhar fundo para dar aquele upgrade na carreira.

Ah! Sobre o caso que relatei no início, tive que procurar o chefe do executivo pouco proativo, que o chamou, mostrou-lhe o "caminho das pedras" e o problema foi resolvido... pelo nosso próprio personagem.



HABILIDADES COMPORTAMENTAIS


CAPACITAÇÃO




25 de ago de 2018

7 dicas sobre como NÃO motivar uma equipe



Como liderar uma equipe fazendo tudo ao contrário


Li o artigo abaixo já faz algum tempo e o "guardei" no bau" do blog.  Surgiu a oportunidade de publicá-lo e aqui está.
O tema é sempre fascinante, liderança. Só que aqui, o autor original - que não consegui localizar na internet (devo dizer que o texto já foi publicado em mais de um blog, pelo menos) - aborda ao que poderíamos chamar de anti-liderança. Não deixa de ser um forma positiva de chamar a atenção para o que deve ser feito, por meio daquilo que não se deve fazer.
Os sete itens que o autor coloca na lista não os mais comuns aos que chamo "falsos líderes". Infelizmente a selva corporativa está repleta deles. Os temas são os seguintes, dos quais grifei os que acho mais nocivos para um grupo liderado por alguém com esse perfil. Vamos lá.

  • Guarde tudo para si - Não se dê ao trabalho de perguntar a seus colegas sobre as tarefas deles - Certifique-se de que não haverá incentivos - Não tome qualquer atitude  Não respeite a agenda alheiaSempre considere que todos estão integralmente alocados ao projeto -  Nunca esclareça totalmente os objetivos.


Como liderar uma equipefazendo tudo ao contrário

7 dicas sobre como NÃO motivar uma equipe 

1. Guarde tudo para si
Todo mundo quer roubar suas idéias. Não compartilhe nada. Se for fazer uma apresentação em grupo, diga aos seus companheiros de equipe que a sua parte será uma surpresa, ou que não ficou pronta a tempo de ser discutida com eles antes da apresentação definitiva.
2. Não se dê ao trabalho de perguntar a seus colegas sobre as tarefas deles

Afinal, eles estarão fazendo o mesmo que você, guardando tudo para si, e mantendo em segredo tudo o que fazem. Ademais, por que se preocupar? A continuidade e coordenação das atividades não é responsabilidade só sua… Se algum membro da equipe comunica que precisará de um determinado recurso, não a leve a sério. Se ele estiver “mesmo” precisando, vai atrás sozinho, ou vai brigar por ele.

3. Certifique-se de que não haverá incentivos

Especialmente recompensas, presentes e encontros. Isto amolece o grupo.
4. Não tome qualquer atitude
Sempre existe chance de que seus colegas são os que estão de fato fazendo as contribuições que agregam valor. Concentre-se em brilhar mais do que eles, preparando apresentações no PowerPoint usando todas as palavras da moda.
5.  Não respeite a agenda alheia
Mostre que é você quem manda. Atrase o horário de início de várias reuniões, marque-as e adie-as com pouquíssima antecedência, e tome decisões cruciais em reuniões que não tenham sido agendadas previamente, e na ausência das pessoas realmente interessadas.
6. Sempre considere que todos estão integralmente alocados ao projeto
Aloque as pessoas aos cronogramas como se elas não estivessem envolvidas com nenhum outro projeto ou operação. Se você controla mais do que um cronograma, aloque as mesmas pessoas a todos eles, considerando a mesma premissa.
7. Nunca esclareça totalmente os objetivos
Definir os objetivos antes de ter o trabalho encerrado é dar aos inimigos uma oportunidade de avaliá-lo objetivamente, ou até mesmo de considerá-lo ineficaz! Além disso, expor o objetivo pode vir a dificultar na hora de decidir livremente os rumos dos projetos, ou de usá-los em prol de seus próprios objetivos pessoais ao longo de seu ciclo de vida.



23 de ago de 2018

A Regra da Igualdade é poderosa ferramenta de gerência, mas é preciso coragem para utilizá-la.


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A Regra da Igualdade no Mundo Corporativo
(Herbert Drummond)

Dentre os muitos princípios que aprendi a respeitar e desenvolver está a "Regra da Igualdade". Embora seja muito citada nos meios jurídicos, não são muitos os executivos que a conhecem e principalmente, que saibam como aplicá-la. 
A "Regra da Igualdade" é expressa pela frase: 
  • "A regra da igualdade não consiste senão em quinhoar desigualmente aos desiguais, na medida em que se desigualam. Nesta desigualdade social, proporcionada à desigualdade natural, é que se acha a verdadeira lei da igualdade. O mais são desvarios da inveja, do orgulho, ou da loucura. Tratar com desigualdade a iguais, ou a desiguais com igualdade, seria desigualdade flagrante, e não igualdade real".
Vamos primeiramente à origem da expressão (para quem não sabe).  Esta definição de igualdade é decorrente do discurso escrito por Rui Barbosa como paraninfo dos formandos da turma de 1920 da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Intitulado Oração aos Moços (Wikipédia). 
Vamos ao que interessa. No exercício da função e da própria vida é importante que o gerente acredite como dogma de fé na validade e justeza da Regra da Igualdade. Em todas as oportunidades que iniciei um comando tive como primeira medida - e no primeiro dia - reunir minha nova equipe e colocar para o grupo alguns pontos fundamentais do meu estilo pessoal de gerencia.
Na oportunidade exponho a "Regra da Igualdade", explico-a, destaco que sou um adepto convicto de sua validade como dogma de vida e que vou aplicá-la sempre e em todas as minhas decisões concernentes aos comportamentos e atitudes das pessoas e da corporação sob meu comando. 
Muitos não entendem direito o que estou falando e a maioria sequer ouvira falar de tal assunto. É comum todos olharem com aquele jeito desconfiado e maroto achando que "isso é mais uma novidade do novo chefe". 
Pois bem, a cada episódio de convivência na corporações onde vivi tive oportunidade de ver exemplos da Regra da Igualdade sendo aplicados ou desrespeitados. 
Ora são gerentes que não percebem o desvirtuamento do seu código de méritos e promovem seus auxiliares pela simpatia ou por estarem próximos ao invés de premiar aqueles que efetivamente são os melhores no que fazem;  ora - o que é ainda pior - na busca da falsa igualdade de tratamento entre seus subordinados estes gerentes tratam da mesma forma - com elogios, premiações e destaques profissionaisos que menos resultados trazem para o time e os que contribuem mais e "carregam o piano nas costas". 
Lamento dizer que em todos os comandos que exerci poucas vezes cheguei a conhecer um grupo de colaboradores que tivesse a noção da aplicação da Regra da Igualdade como principio de gestão... É verdade! 
Na minha pregação recomendo convicto, que ela deve ser praticada, até obsessivamente, pelos gerentes, pelos chefes profissionais e principalmente pelos lideres que desejam obter o respeito de seus liderados e alcançar os resultados que o levem ao sucesso.
Por que não o fazem? Tenho muitas teorias, mas são temas de longa reflexão e vou deixá-los para outra oportunidade
Adianto, apenas, que um dos motivos mais comuns é o... Medo. Medo sim! Infelizmente existe no mundo corporativo o temor (e a falta de coragem) que gerentes inseguros cultivam de enfrentar constrangimentos e pressões daqueles que se consideram atingidos pela "desigualdade" das suas  decisões.
Resultado de imagem para regra da igualdadeEstes maus líderes preferem igualar os desiguais e praticar uma "justiça tortuosa" premiando os ineptos e os talentosos sob os mesmos critérios. E ainda chamam isso de... justiça. Na verdade são meramente covardes corporativos. Sim, porque entre os inábeis, inaptos, incapazes e incompetentes de cada grupo de pessoas um deles, no mínimo, sempre se considerará diminuído quando a regra for aplicada e o "prêmio" da chefia for concedido ao "outro". 
Como critério, pois "nenhum desigual se considerará menor que o seu igual", a aplicação da regra deve ser transparente e adotada como estilo de liderança e nunca como "norma de premiação ou punição", pois nesse caso, certamente, será considerada uma injustiça.
Deixo a dica para os gerentes que ainda não conhecem e não praticam a Regra da Igualdade. Não temam adotá-la em quaisquer de suas formas e estilos pessoais de comandar ou liderar pessoas. Quem assim operar estará no grupo dos mais justos e certamente conseguirá a lealdade e o respeito dos liderados. Exemplos não faltam. É só olhar em volta com atenção que irão encontrá-los em muitas oportunidades.
Não percam tempo e comecem já.

18 de ago de 2018

Você sabe como "regular" seu pessoal?



Convocar um subordinado direto para lhe dar uma "chamada" é um dos piores momentos que o gerente enfrenta. São poucos aqueles que conseguem o resultado esperado. 

Existem certas regras básicas que devem ser seguidas. Algumas são conhecidas e até óbvias como aquela de não chamar a atenção de ninguém em público. 


Antes, é preciso salientar que ao escolher o método "cara-a-cara" para corrigir erros, falhas ou deficiências gerenciais de alguém o gerente deve ter em mente, no conteúdo, na forma e no momento, a exata mensagem que ele quer passar. Errar na dose é um erro comum que os chefes cometem.


Vamos abaixo mostrar uma lista prática que poderá ajudar quem estiver comandando pessoas e precisar corrigir erros por meio do contato direto.
  • A regra número um é a de não chamar a atenção de ninguém se um dos dois - principalmente o chefe - estiver de "cabeça quente". É uma insensatez de consequências imprevisíveis.
  • Não faça comício. Se tiver que chamar a atenção de mais de uma pessoa pelo mesmo erro fale com uma de cada vez. Jamais as chame em conjunto.
  • Falar grosso só porque é o chefe, não vai corrigir nada. A mensagem não será passada porque os empregados vão se sentir constrangidos e prestar mais atenção na raiva do chefe do que na correção do erro.  O erro tenderá a se repetir. Por isso é fundamental que as palavras sejam bem escolhidas e medidas, e nem de longe possa haver qualquer sintoma de "chefismo" ou tentativa de constrangimento.
  • O respeito à pessoa humana, que está ali à sua frente, muito antes do empregado ou subordinado, deve prevalecer acima de tudo. Assim, nada de palavrões, murros na mesa, voz alterada ou atitudes similares. Quem é o chefe não precisa estar demonstrando isso a todo instante. O "esporro" só servirá para aquecer as fofocas de corredor.
  • Uma "chamada" é um monólogo e por isto cabe ao gerente administrar o encontro para que não se transforme em um diálogo. A tendência de quem recebe o pito é reagir. Por isto uma atitude firme é essencial, mas sem grosseria. Se o gerente mostrar hesitação sua mensagem se perderá.
  • Escolha o momento certo. Por exemplo, nunca dê o pito na hora em que o erro ocorre. O subordinado se sentirá duplamente constrangido e não assimilará a mensagem do gerente. Também não escolha momentos de lazer, como um almoço ou um bate papo no fim do expediente, para fazê-lo.
  • Não é hora de defesas. Lembre-se, é um monólogo... Só permita justificativas do subordinado em casos excepcionais e se você estiver seguro que a sua mensagem já foi absorvida por ele. Se deixá-lo falar antes a conversa será inócua.
  • Não estique a corda e nem passe do ponto. Muitos gerentes se perdem no objetivo da reprimenda porque ultrapassam o limite da admoestação e a transformam numa demonstração de força ou autoridade humilhando o interlocutor. Se fizer isto esqueça o resultado que queria alcançar. O subordinado perceberá e vai reagir. No mínimo jogará no lixo tudo que você falou. 
  • Acabou a "regulagem"? Siga em frente sem tocar mais no assunto. Confie em você mesmo, mas fique de olho para perceber se a mensagem foi recebeida e... absorvida. Fiscalização nunca é demais.
A lista pode ser longa, mas o importante é que, tanto o gerente quanto o subordinado conheçam as regras básicas de um momento sempre desagradável como este. É a experiência - principalmente do chefe -  quem vai determinar o melhor (ou pior) resultado do encontro. 

Buscando minha experiência pessoal, muitas vezes, no exercício da função executiva, nem precisei falar para passar a mensagem que queria. Uma pergunta do tipo: - Você sabe por que errou? já é suficiente, dependendo do nível de relacionamento entre o gerente e seu subordinado.

Um último conselho, não fuja dessas situações. Se você, gerente, tiver que chamar alguém para uma "conversa séria e a sós", não hesite. Se abdicar dessa ferramenta o seu grupo vai perceber e a sua autoridade ficará contaminada.




Blogs que me encantam!


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