31 de jan de 2010

Cartoons da Semana. Clique, informe-se e divirta-se...

http://2.bp.blogspot.com/_DFETTrUwNJk/SMSIxMu_1fI/AAAAAAAAIbw/hJgHxs-u53M/s400/emotion.jpgNeste post coloquei alguns cartoons que retirei da revista Time (Cartoons of the Week) e do sensacional portal About. com na sua seção Humor Politico. Estou adorando publicar estes cartoons
Procurei colocar temas que possam ser compreensíveis para nossa realidade evitando aqueles que tenham mais a ver com os assuntos internos de cada pais.
Destaque, pessoalmente, o cartoon que "fala" sobre a presença americana no Haiti. Sensacional! E você, gostou de qual?

 http://us.tnpv.net/2010/CNN201001/CNN2010011856227_PV.jpg 
 (Rico 1) - Parece tão injusto ... Eu não sei o que pensar. (Rico 2) - Faça o que eu faço. Não pense sobre isso...
  •  
http://us.tnpv.net/2009/CNG200912/CNG2009122846775_PV.jpg 
Nós introduzimos as mais modernas medidas anti-terrosistas.

http://us.tnpv.net/2010/CNI201001/CNI2010011430299_PV.jpg

http://us.tnpv.net/2010/CNC201001/CNC2010011225780_PV.jpg

http://us.tnpv.net/2010/CNM201001/CNM2010012549553_PV.jpg 
Este cartoon foi publicado pelo jornal A Tarde de Salvador

http://us.tnpv.net/2010/CNF201001/CNF2010012750648_PV.jpg


http://img.timeinc.net//time/cartoons/20100129/cartoons_01.jpg
(Steve Jobs) -  Menor do que um iMac. Toca musicas do iTunes como o iPod e Transmite e-mails e reproduz vídeos como o iPhone. (espectador) - Eu não entendi...

http://img.timeinc.net//time/cartoons/20100129/cartoons_03.jpg
(Obama) - As boas noticias são que minhas politicas estão, finalmente, criando muitos novos empregos. As más noticias são que


http://img.timeinc.net//time/cartoons/20100129/cartoons_06.jpg
Obama no discurso "O Estado da União" afirma que - O estado da nossa união é forte! e o espectador, desempregado, responde - Você mente!

http://img.timeinc.net//time/cartoons/20100129/cartoons_07.jpg
(Sem legenda) -  O cartoon reflete a má aceitação que a sociedade americana apresentou em relação ao discurso do presidente Obama sobre "O Estado da União". Este desenho correu o mundo nos principais jornais.

31 de Janeiro - Hoje na Historia (Today in History) - 2ª Guerra Mundial: O exército de Hitler perde o mito da invencibilidade na sangrenta Batalha de Stalingrado (1943);


31 de janeiro

Today in History" é a série que a Associated Press* criou no YouTube para lembrar a cada dia os fatos históricos que aconteceram na data.
Clique também nos links abaixo e visite os muitos posts que a Oficina de Gerencia publicou sobre os eventos da História.


[Leia abaixo os destaques do vídeo]
  • EUA entram na Era Espacial quando lançam seu primeiro satélite, o Explorer I.(1958); 
  • Abdelbaset Ali Mohmed Al Megrahi, Líbio, foi condenado pelo atentado de Lockerbie (2001); Foi um ataque terrorista ao vôo 103 da Pan Am em 21 de dezembro de 1988. O avião Boeing 747-121 partira do Aeroporto de Londres Heathrow em Londres com destino a Nova Iorque, e explodiu no ar logo acima da cidade escocesa de Lockerbie, matando 270 pessoas (259 no avião e 11 na terra) de 21 nacionalidades diferentes. Deste total, 189 vítimas eram cidadãos dos Estados Unidos da América.
  • Os Estados Unidos executa um de seus soldados por deserção; Eddie D. Slovik, soldado raso do exército norte-americano, foi fuzilado em 1945, na França, ... Foi o único soldado executado por deserção desde a guerra civil americana. em1864.

31 de Janeiro é o 31º dia do ano no calendário gregoriano. Faltam 334 para acabar o ano (335 em anos bissextos)
.
Batalha de Stalingrado. Reprodução/CPDoc JB.....http://www.vitruvius.com.br/entrevista/saturnino/saturnino_03.jpg
A vitoriosa Batalha de Stalingrado
Com a chegada do inverno russo, os nazistas, que já ocupavam grande parte do território soviético, encontrando-se às portas de Moscou, davam claros sinais de exaustão, debilidade que deu espaço para o início da revanche soviética. Preparados para o rigoroso frio, os soldados soviéticos sobressaíram-se no combate e triunfaram na feroz contra-ofensiva celebrada em 31 de janeiro de 1943, quando termina a Batalha de Stalingrado, que ocorreu depois de 6 meses de combates, com a vitória da Rússia sobre a Alemanha. Dos 300 mil combatentes de Hitler, 90 mil morrem de frio e de fome e mais de 100 mil são fuzilados. A Batalha de Stalingrado pôs fim ao mito da invencibilidade alemã. Esgotados e derrotados, os soldados de Hitler viram-se obrigados a sair em retirada, acossados pelo exército, o povo e o frio soviéticos..

Eventos históricos

http://images.quebarato.com.br/photos/big/E/5/887E5_1.jpg
http://3.bp.blogspot.com/_HR2mfXptrHk/R8gfUty6nvI/AAAAAAAAAuM/lkpmdoF_W3M/s400/Juscelino%2BKubitschek%2B(Um%2Bfara%C3%B3%2Bbossa-nova).JPG

Nascimentos

Falecimentos

Feriados e eventos cíclicos

http://beinbetter.files.wordpress.com/2009/01/sao-joao-bosco.jpg

  • Dia de São João Bosco - santo da Igreja Católica.
  • Dia Internacional dos Mágicos
  • Feriados da Wicca - Imbolc ou Candlemas: dia de indulgência, satisfação e fertilidade.
  • Dia do Engenheiro Ambiental (A data foi escolhida pois foi nesta data a formatura da primeira turma de engenheiros ambientais no país).

30 de jan de 2010

Jerome Kagan em entrevista para André Petry. Imperdível! (Revista Veja)

Nada como ler uma entrevista inteligente nas duas pontas. Tanto pelo entrevistador quanto pelo entrevistado. André Petry (o jornalista) é um dos expoentes da revista Veja e Jerome Kagan é um dos nomes mais destacados nas ciências da psicologia com inumeras pesquisas e livros publicados. Uma mente privilegiada nestes tempos tão secos de novas idéias e pensamentos brilhantes. 
Na entrevista ele fala bastante sobre um tema que tem sido foco das suas pesquisas, a ansiedade. Não vejo nada  melhor para ser objeto de informação para nós, "habitantes dos mundos corporativos" na atualidade. Você conhece alguém que não seja ou não tenha alguma caracteristica de ser ansioso? Para aguçar sua curiosidade de leitor interessado leia um pequeno trecho da entrevista:
  • Pais ansiosos terão filhos ansiosos? 


    Se a ansiedade dos pais decorre de uma característica de sua natureza, a probabilidade de que seus filhos sejam ansiosos é um pouco mais alta. Isso porque estamos falando de hereditariedade. Mas, se a ansiedade dos pais tiver origem no ambiente, no meio em que vivem, a possibilidade de passar a ansiedade para os filhos será menor.
[as imagens e links foram colocados pelo blog]

A ansiedade pode ser boa

O psicólogo que passou meio século estudando o desenvolvimento infantil diz que a mãe não é mais influente do que o pai e alerta para o erro de tentar suprimir a ansiedade.
André Petry, de Boston

Jerome Kagan, um dos grandes psicólogos do século XX, está de volta à moda. Em cinquenta anos de pesquisas sobre o desenvolvimento infantil, Kagan dedicou-se ao estudo da ansiedade, e, quanto mais a doença aparece na sociedade moderna, mais atenção seu trabalho ganha. Aos 80 anos (parecem 65), ele joga tênis três vezes por semana e, mesmo aposentado desde 2000, segue batendo ponto no seu escritório na Universidade Harvard e mantém a língua afiada de sempre. Nesta entrevista a VEJA, durante a qual psicanaliticamente fumou cachimbo, ele critica pediatras e obstetras, diz que Freud disseminou o equívoco de que a ansiedade é ruim e - para alívio das mães e festa das feministas - afirma que a mãe não é mais influente do que o pai na criação dos filhos. 
  • Estamos vivendo a "era da ansiedade"? 
A incidência hoje não é maior do que era ontem. No século XVI, a ansiedade vinha do risco de morrer antes dos 35 anos de doença infecciosa, ser assaltado na beira da estrada entre uma cidade e outra, ofender Deus e ir para o purgatório. Hoje, estamos ansiosos em relação a coisas diferentes, como status social, sucesso profissional, relação com amigos e cônjuges. O que determina a frequência e a intensidade da ansiedade são os genes, e os genes não mudaram do século XVI para cá. Mas o que determina o alvo da ansiedade é a cultura, e isso mudou.
  • A ansiedade é ruim?  
Desde que Freud disse que todas as neuroses vêm da ansiedade, passamos a ter um entendimento cultural de que a ansiedade é uma coisa tóxica. Não é. Todos nós somos ansiosos. Faz parte da condição humana, como ficar cansado, errar, sentir-se culpado, frustrado ou envergonhado. Não existe civilização em que ninguém fica ansioso. A ansiedade tem vantagens. As pessoas ansiosas são muito responsáveis e conscientes. Quando eu selecionava meus ajudantes de pesquisa, sempre que possível optava por jovens ansiosos, tímidos e introvertidos, porque eles trabalham com afinco e erram menos. Há pessoas ansiosas simplesmente brilhantes.
  • Albert Einstein era ansioso?
http://api.ning.com/files/qWqf-ExAB0iBeM*5Ujsn7XYVPD4CGOlHT*Yew5UQcz*1Ir83mMf*fxvzP2fRegCs9CMgRESQHUVUURD2tvIQV*heLzG8qkJx/einstein.jpg Pela biografia dele, eu diria que não, mas T.S. Eliot era seguramente ansioso e ganhou o Nobel de Literatura em 1948. O matemático Paul Dirac era extremamente ansioso e também ganhou o Nobel de Física em 1933. Uma pessoa pode ser intensamente ansiosa, mas, se ela consegue trabalhar, relacionar-se no casamento, cumprir seu papel de pai ou mãe, não há problema. A ansiedade será um problema se atingir um estágio clínico, no qual vira doença, a superansiedade. Do contrário, só será problema para quem acha que é um problema. Conheço indivíduos altamente ansiosos que não interpretam sua condição como problema. Entendem que a vida é assim mesmo e estão satisfeitos.
  • De onde vem a superansiedade? 
Há dois argumentos. Os biólogos evolucionários dizem que a existência de  hipervigilantes entre membros de nossa espécie foi decisiva na luta contra os predadores. Sob esse ponto de vista, portanto, a ansiedade foi uma vantagem adaptativa. O argumento contrário deriva da tese de Stephen Jay Gould (paleontólogo americano, 1941-2002) segundo a qual nem todas as mutações são úteis e positivas. Algumas são simplesmente subprodutos da evolução. O queixo é um exemplo. Ele não traz em si nenhuma vantagem adaptativa. O queixo existe como consequência arquitetônica do desenho da boca, esta sim uma solução evolutiva útil. A natureza simplesmente não saberia como construir uma boca como a nossa sem criar como subproduto o queixo. A tese de Gould pode ser aplicada à superansiedade. Ela seria um subproduto, uma sobra de algum outro arranjo genético positivo. Não sei qual dos dois argumentos é o mais correto, mas ambos fazem sentido.
  • Em meio século de estudos, o que lhe parece mais decisivo no desenvolvimento infantil? 
Carl Jung (sentado, à direita) e Sigmund Freud (sentado, no centro) em 1908
na Clark University, Worcester, MA, USA.
Carl Jung with FreudDuas coisas. Uma é que, nos primeiros dezoito ou vinte anos, vivemos verdadeiros estágios de maturação. Os dois primeiros anos são um estágio. De 2 a 5, outro estágio. De 5 a 7, outro. E, quando passamos de um estágio ao outro, parte do que ocorreu antes desaparece sem deixar vestígios. Não carregamos toda a bagagem conosco. As experiências da primeira infância simplesmente somem, são transformadas ou eliminadas. Antes, pensava-se que não perdíamos nada, que tudo ficava registrado. Não é verdade. A outra coisa é que a natureza humana é como uma cebola. Trocamos as camadas externas com facilidade. São as crenças, o comportamento. As camadas internas, mais próximas do centro, são difíceis de mudar. São os sentimentos, a ansiedade, a raiva, o orgulho. Carl Jung (psiquiatra suíço, 1875-1961) entendeu isso com seu conceito de "persona" e "anima". "Persona" é a camada externa, é o que nós vemos um no outro. "Anima" é o que está dentro da cebola, e nós não vemos.
  • A biologia é destino? 
 Depende. Há doenças, pouquíssimas doenças, que quase certamente vão se desenvolver em quem tiver determinados genes. É o caso de Huntington (doença degenerativa do sistema nervoso central). Felizmente, menos de 1% da população tem os genes de Huntington. No outro extremo, há doenças, muitas doenças, que só se desenvolverão, mesmo em quem tiver os genes errados, caso numerosos fatores externos se combinem para deflagrar a moléstia. São muitas as pessoas com esses genes, mas é provável que nunca tenham as doenças. Portanto, a resposta é não: biologia não é destino. 
  • Pais ansiosos terão filhos ansiosos?
Se a ansiedade dos pais decorre de uma característica de sua natureza, a probabilidade de que seus filhos sejam ansiosos é um pouco mais alta. Isso porque estamos falando de hereditariedade. Mas, se a ansiedade dos pais tiver origem no ambiente, no meio em que vivem, a possibilidade de passar a ansiedade para os filhos será menor.
  • Qual a influência dos pais sobre o temperamento dos filhos? 
No caso do temperamento que tem origem genética, os pais podem ajudar a mudar o comportamento, ou seja, a forma como esse temperamento se manifesta. Eles podem ajudar seu filho a reduzir ou silenciar a intensidade com que o temperamento aparece, mas a vulnerabilidade estará sempre lá. Na minha pesquisa com bebês, há dois casos muito evidentes. (A pesquisa começou em 1986, com 500 bebês, dos quais 20% se revelaram inibidos e ansiosos, e são acompanhados até hoje por seguidores e Kagan.) Uma das garotinhas pesquisadas, a quem chamamos de Mary, vem de uma família que lhe dá muito apoio e incentivo. Hoje, aos 24 anos, Mary está na faculdade e vai muito bem. Outra pesquisada, Baby 19, veio de uma família de pais divorciados e está tendo muitos problemas. As duas, Mary e Baby 19, têm o mesmo temperamento, mas as famílias fizeram a diferença.
  • O nível educacional e a classe social dos pais têm muita influência sobre o futuro dos filhos? 
http://www.psicologiaeciencia.com.br/wp-content/uploads/2008/03/familia.gif
Tem mais influência do que a genética. O melhor indicador de doença mental, de qualquer doença mental, é a classe social, e não os genes. Por hipótese, suponhamos que há um grupo de 1 000 bebês lá fora. Você e eu vamos pesquisá-los para determinar quais bebês poderão estar sofrendo de depressão aos 30 anos de idade. Você só pode examinar os genes dos bebês. Eu só posso examinar a educação e o nível de renda dos pais dos bebês. Meu resultado será mais exato do que o seu. Os que ocupam o topo da pirâmide social, em termos de educação, trabalho e renda, têm menos doença mental, vivem sete anos a mais e seus filhos são mais saudáveis. Em resumo, são pessoas mais felizes.
  •  O amor da mãe é condição necessária para a saúde mental da criança no futuro?  
É conversa fiada. As crianças tomam consciência de si mesmas por volta dos 2 anos de idade. Quando isso acontece, a criança, para crescer mentalmente saudável, precisa acreditar que pelo menos um dos pais a valoriza. Pode ser a mãe ou o pai, não necessariamente a mãe. Observe: eu usei o verbo valorizar, não o verbo amar. A criança precisa se sentir valorizada. Na cultura escandinava, os pais não beijam nem abraçam os filhos, nem dizem "eu te amo". Mas estão sempre reforçando nos filhos a ideia de que eles são valorizados. 
  • Beijar e abraçar o filho não faz diferença?  
Depende da interpretação e do contexto cultural da criança. Uma criança que cresce no Brasil talvez não acredite no amor de seus pais caso eles não a abracem e beijem. Mas não é a mesma coisa na Escandinávia. Há anos, tive um aluno, filho de mexicanos, criado na Califórnia. Não conhecia a Nova Inglaterra até se matricular em Harvard. Quando completou seu primeiro ano aqui, perguntei o que lhe havia chamado mais atenção. Ele riu e disse: "É estranho que os pais dos meus colegas venham visitá-los e não deem um abraço nem um beijo nos filhos". É cultural. Ele, filho de mexicanos, de origem latina, não entendia a indiferença física. As famílias da Nova Inglaterra não beijam nem abraçam seus filhos, mas os filhos sabem que os pais os valorizam.
  • O pediatra Berry Brazelton diz que a presença e o amor dos pais são fundamentais para criar crianças saudáveis e seguras. Ele está errado? 
 Brazelton não está errado, mas os pediatras exageram o papel da afeição no primeiro ano de vida. Claro que os pais têm importância. Agora, é preciso entender que a criança que tem laços com seus pais está mais inclinada a fazer o que os pais querem que ela faça do que a criança que não tem os mesmos laços. É um contrato. A criança recebe carinho e afeição e, em troca, dá o que lhe pedem. Mas suponhamos que um pai carinhoso e amoroso queira que sua filha, em pleno século XXI, cresça como uma menina do século XIX, sem pensamentos de natureza sexual, calada e conformada. Isso será bom para a filha quando tiver 20 anos? Não. Portanto, se os pais usam os laços afetivos a serviço de bons valores, ótimo para a criança e seu futuro. No caso de valores inadequados, seria preferível que os laços não existissem. É disso que Brazelton não fala.
http://oglobo.globo.com/fotos/2008/01/16/16_MHG_cult_Ca%C3%A7ador%20de%20pipas%20amir%20e%20baba.jpgAo lado, uma cena do filme "O Caçador de Pipas"
  • Não seria porque partimos do princípio de que os pais fazem o melhor para seus filhos? 
Mas essa é uma premissa errada. Os pais às vezes promovem valores errados. Em O Caçador de Pipas, Baba, o pai, amava seu filho Amir, mas queria que fosse um bravo, um valente, e não um escritor. O resultado foi que, com todo o amor, Baba criou um filho ansioso e que se sentia rejeitado pelo pai. Então, o amor funciona quando os pais promovem valores que servem para a criança no futuro.
  • No início da vida da criança, o pai e a mãe são igualmente significativos? 
Se a cultura disser que são, então eles serão. Mas a nossa cultura não diz isso. Ela nos diz que a mãe tem de amar seu filho. Nas últimas linhas de Narciso e Goldmundo, de Hermann Hesse, Goldmundo está morrendo nos braços de Narciso e então diz: "Mas como poderás morrer, Narciso, se não tens mãe? Sem mãe, não se pode amar. Sem mãe, não se pode morrer". Essa é a visão ocidental. É, de novo, uma questão cultural. Na Europa renascentista, o pai era considerado mais vital do que a mãe. Michel de Montaigne (escritor e ensaísta francês do século XVI) escreveu que o pai era a força mais relevante, pois a mãe era exageradamente emocional. O ideal, dizia Montaigne, era afastar logo a criança da mãe "e usar uma cabra para amamentá-la".
  •  Todo casal hoje valoriza e registra em vídeo o momento em que o obstetra entrega o bebê nos braços da mãe assim que nasce... 
Bobagem. Isso parece bruxaria.  
  • Mas a mãe amamentar o filho pele com pele também é dispensável? 
Isso não. Além de a amamentação ser recomendável, o contato do bebê com a pele da mãe traz benefícios para a saúde de ambos. Falamos da pele da mãe apenas porque o pai não amamenta. Se amamentasse, podia ser a pele do pai. 

30 de Janeiro - Hoje na Historia (Today in History) - Ghandi é assassinado por um fanático (1948); Os Beatles se despedem com a ultima apresentação juntos (1969);

http://www.thetruthsoflife.com/spiritual-wallpapers/peace/ghandi-1024x768.jpg 

Morre Mahatma Gandhi
Em 30 de janeiro de 1948, aos 79 anos, Gandhi é assassinado por um hindu. Em 1947, é proclamada a independência da Índia. Mahatma Gandhi, pregador da paz no mundo, tenta evitar a luta entre hindus e muçulmanos que estabelecem o Paquistão. Ele aceita a divisão do país e atrai o ódio dos hindus.

30 de janeiro

Today in History" é a série que a Associated Press* criou no YouTube para lembrar a cada dia os fatos históricos que aconteceram na data.
Clique também nos links abaixo e visite os muitos posts que a Oficina de Gerencia publicou sobre os eventos da História.

  


Eventos históricos
 Nascimentos
Falecimentos

Feriados e eventos cíclicos

Aprenda a Desaprender. Você consegue? (HSM)

Falar sobre liderança sempre é bom. Principalmente nestes tempos bicudos onde os líderes fazem parte daquele grupo que é citado até pela Bíblia: "Muitos serão os chamados e poucos os escolhidos".
Não é assim mesmo?
Já dizia um dos meus antigos mestres de obras, nos meus velhos tempos de engenheiro no sertão da Bahia: - Dotô, todo mundo quer ser santo, mas ninguém quer morrer!
Acho que cabe parodia-lo e dizer que "todo mundo quer ser líder, mas ninguém quer correr riscos e assumir responsabilidades".
Na vida executiva a grande constante é exatamente o viver a aventura dos contratempos, dos perigos das tomada de decisões e dos  riscos de ser colocado à prova permanentemente. 
O artigo abaixo, reproduzido do site da HSM Online (clique o logotipo abaixo), aborda questões interessantes sobre as novas... digamos, "roupagens" da liderança. Leia este trechinho que retirei do artigo:
  • [...] "Não adianta você ser supercompetente em algo desatrelado das competências necessárias ao sucesso do negócio da sua empresa naquele momento específico. Esse ponto C (ponto de competencia) será o seu diferencial. Mas para chegar lá é preciso, antes, livrar-se do que pode até ter sido útil no passado, mas tornou-se um empecilho para aprender o novo." [...] 
O básico da mensagem que o autor nos passa é a idéia de que para ser um lider é necessário desenvolver, continuamente, novas competências e conhecimentos e para isto deve-se "desaprender" certas premissas corporativas que ainda persistem em manter-se ativas. Quer um exemplo? Analise, por favor, o conceito do "manda quem pode, obedece quem tem juizo". Vivemos dizendo isto o tempo todo até como forma de "homenagear" nossos chefes, mas nem sabemos direito o significado do "dito popular".
Aprenda a Desaprender


Todo mundo sabe que é preciso adquirir novas competências a fim de garantir uma carreira de sucesso. Mas, em certos momentos da vida executiva, o melhor a fazer é aprender a... desaprender!
Todo mundo sabe que é preciso adquirir novas competências a fim de garantir uma carreira de sucesso - e é mesmo. Mas você já se perguntou o que de fato precisa aprender? Nem sempre é o que parece mais óbvio. Acredite: em certos momentos da vida executiva o melhor a fazer é aprender a... desaprender!
Descubra seu Ponto C, seu ponto de competência. Pare de ficar apenas tentando superar suas limitações, seus pontos fracos. Invista naquilo em que você já é bom e que pode torná-lo melhor ainda. E que, de preferência, coincida com aquilo que vai agregar valor aos resultados da empresa.
Não adianta você ser supercompetente em algo desatrelado das competências necessárias ao sucesso do negócio da sua empresa naquele momento específico. Esse ponto C será o seu diferencial. Mas para chegar lá é preciso, antes, livrar-se do que pode até ter sido útil no passado, mas tornou-se um empecilho para aprender o novo.
Precisamos deletar conhecimentos, atitudes, habilidades e preconceitos para abrir espaço para nos voltar para o futuro. Temos muito o que desaprender. Mas não se trata apenas de técnicas. Trata-se mais de postura, de atitudes, do modelo mental que ainda prevalece em nosso dia-a-dia empresarial.
É preciso desaprender certas crenças da nossa cultura empresarial. Pérolas do pensamento como "subordinados são pagos para fazer e não para pensar" e "cada macaco no seu galho" — inspiradoras da departamentalização excessiva — e o "manda quem pode obedece quem tem juízo", acabam aprisionando a energia criativa das pessoas.
A liderança, tal como a conhecemos hoje, está com os dias contados. Os velhos e surrados atributos do líder foram concebidos para uma realidade que já não existe mais. E o líder baseado apenas no carisma é uma espécie em extinção.
Precisamos desaprender a nos posicionar como experts. A vez do especialista, do profissional unifuncional, está chegando ao fim. Ainda é uma herança da era industrial. Salvo raras exceções, não dá mais para fazer uma carreira apenas dentro de uma área e chegar a diretor ou vice-presidente tendo passado por todas as seções dentro dessa área.
O futuro estará nas mãos dos multifuncionais, daqueles que tiverem experiência em vendas, em finanças, em logística, na gestão de pessoas. Mais do que um profissional especializado em técnicas, os líderes empresariais desejarão cada vez mais aqueles que entendam do negócio da empresa como um todo. Aqueles que sejam multicompetentes.
É preciso que nós desaprendamos a viver voltados para dentro da empresa. Os resultados não são mais gerados só dentro das "paredes" da empresa. O diferencial reside do lado de fora, na conexão desta com seus clientes, parceiros, fornecedores, formadores de opinião.
O capital intelectual não é sinônimo do quadro de funcionários. É necessário propor projetos de capacitação em competências para distribuidores, PDVs, fornecedores, parceiros e para as comunidades onde operam. A competência tem de estar em toda a cadeia de valor do negócio da empresa.
Precisamos desaprender a viver com medo, criar um clima de maior tolerância para riscos, tomar mais iniciativa, sermos mais proativos e com isso encorajar outros. Vivemos engaiolados por normas e estruturas. Muitos líderes querem encorajar pessoas a serem mais ousadas, a dar vazão à criatividade, mas eles próprios não se comportam da forma que apregoam. Precisamos desaprender a educar pelo discurso e aprender a educar pelo exemplo.
Aprender a desaprender é o segredo daqueles que conseguem identificar - e com clareza - o Ponto C. Mas, competência não é sinônimo de conhecimento. Só chega ao Ponto C quem agrega valor e disponibiliza resultados para a empresa onde trabalha e para a sociedade onde vive. 

Por César Souza (presidente da Empreenda, empresa de consultoria em estratégia, marketing e recursos humanos, além de autor e palestrante)

28 de jan de 2010

29 de Janeiro - Hoje na Historia (Today in History) - Presidentes Franklin D. Roosevelt (EUA) e Getulio Vargas encontram em Natal na 2ª Guerra Mundial (1943);


29 de janeiro

Today in History" é a série que a Associated Press* criou no YouTube para lembrar a cada dia os fatos históricos que aconteceram na data.
Clique também nos links abaixo e visite os muitos posts que a Oficina de Gerencia publicou sobre os eventos da História.


 
[Leiam abaixo os destaques do vídeo]
  • No tradicional "Discurso do Estado da União" que os presidentes dos EUA fazem todos os anos em janeiro, George Bush - em 2002 - cunhou a expressão "Eixo do Mal" para se referir a países contrários aos EUA que ele dizia terem programas nucleares. O mandato de Bush demarcou-se por ter utilizado este conceito para justificar a sua Guerra ao Terrorismo.
  • Atentado a bomba contra uma clínica de aborto em Birmingham, Alabama (EUA) matou duas pessoas e chocou a sociedade estadonidense (1998). Anos depois foi preso Eric Robert Rudolph suspeito de ser o autor do famosos atentado nas Olimpíadas de Atlanta.
  • O poema mais famoso do genial poeta norteamericano  Edgard Allan Poe, “O Corvo”, foi publicado em 1845 já quase ao final de sua vida. Apesar da enorme repercussão, o poeta recebeu apenas nove dólares pela publicação. Poe morreu em 1849, aparentemente depois de vagar pelas ruas de Baltimore, delirante.

29 de janeiro

29 de Janeiro é o 29º dia do ano no calendário gregoriano. Faltam 336 para acabar o ano (337 em anos bissextos)


Eventos históricos

http://2.bp.blogspot.com/_qAXIoE7bWRA/SfiY_4W4gJI/AAAAAAAABZc/FFp52GZp6og/s400/ROOSEVELTEMNATAL.JPG
  • 1943 - os presidentes Roosevelt, dos EUA, e Getúlio Vargas, do Brasil, se encontram na cidade de Natal, no Rio Grande do Norte. Tratam, entre outras, do envio de tropas brasileiras para combater na Europa.
http://arfoc.org.br/uploads/perfil/Campanella%20Neto%20(3).jpg
http://www.arnaiz.com/images/Ilus2-AQ-Ene99-SANTA%20RUFINA.jpg
[Santa Rufina, de Velasquez, vendido  por 8,1 milhões de dolares em 1999]
  • 1999 - Um quadro de Velázquez é adquirido por um colecionador anônimo, na cerimônia de homenagem aos 400 anos após sua morte. O primeiro ato ocorreu quando a Christie's leiloou o quadro Santa Rufina por US$ 8,1 milhões.




  • 1945 - Fundação do jornal desportivo português A Bola, por Cândido de Oliveira
Ficheiro:Prince Florimund finds the Sleeping Beauty - Project Gutenberg etext 19993.jpg

Nascimentos

[Mural de Clóvis Graciano na fachada do Edifício Nações Unidas, na Avenida Paulista.]

Blogs que me encantam!


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