||| 14 de julho DE 2026 ||| 3ª feira ||| dia da queda da Bastilha e dia da liberdade de pensamento ||| *Reflexão: "Só conheço uma liberdade, e essa é a liberdade do pensamento." -- Antoine de Saint-Exupéry |||

 

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Dia da Liberdade de Pensamento 14 de Julho de 2026 O Dia da Liberdade de Pensamento é comemorado mundialmente em 14 de julho. Esta data celebra um dos princípios mais importantes da Declaração Universal dos Direitos Humanos: a liberdade de pensamento. A liberdade de pensamento é a garantia que o indivíduo possui de manter e defender a sua ideia ou posição em relação a um fato ou um ponto de vista. De acordo com o artigo 18 da Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas), em 10 de dezembro de 1948: “Toda pessoa tem direito à liberdade de pensamento, consciência e religião; este direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e pela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular”. O artigo 19 da mesma declaração diz: “Todo homem tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferências, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras”. Origem dos Direitos Humanos É conhecido que os direitos humanos, os quais asseguram a liberdade de pensamento, foram definidos pela primeira vez com a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, em 1789, por meio da aprovação da Assembleia Nacional Constituinte da França. Aliás, o 14 de julho foi escolhido como Dia Mundial da Liberdade de Pensamento por representar o marco inicial da Revolução Francesa: a queda da Bastilha. No Brasil, a liberdade de pensamento é assegurada a todos os cidadãos através da Constituição Federal de 1988. cabeça de perfil mostrando cérebro e pássaros voando Atualmente, com a internet e as redes sociais, tornou-se muito mais fácil a disseminação de diferentes ideias e exposição de pensamentos particulares. No entanto, assim como todos têm o direito de expor livremente as suas ideias e pontos de vista, também devem estar preparados para arcar com as consequências sobre aquilo que dizem. Atualmente, por exemplo, várias pessoas utilizam o princípio da liberdade de pensamento para disseminar discursos de ódio contra diferentes grupos sociais e minorias. Todo mundo pode expressar seus pensamentos de modo livre, mas também precisa ter responsabilidade para responder pelo conteúdo daquilo que declara.

pensamento dia

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Frase

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Jean-Paul Charles Aymard Sartre : 21 de junho de 1905 – 15 de abril de 1980) foi um filósofo, dramaturgo, romancista, roteirista, ativista político, biógrafo e crítico literário francês, considerado uma figura de destaque na filosofia francesa do século XX e no marxismo. Sartre foi uma das figuras-chave na filosofia do existencialismo (e da fenomenologia). Sua obra influenciou a sociologia, a teoria crítica, a teoria pós-colonial e os estudos literários. Ele recebeu o Nobel de Literatura de 1964 apesar de ter tentado recusá-lo, dizendo que sempre recusava honrarias oficiais e que "um escritor não deve permitir-se ser transformado em uma instituição". Sartre manteve um relacionamento aberto com a proeminente feminista e também filósofa existencialista Simone de Beauvoir. Juntos, Sartre e de Beauvoir desafiaram as suposições e expectativas culturais e sociais de suas criações, que consideravam burguesas, tanto no estilo de vida quanto no pensamento. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Jean-Paul_Sartre)

 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

8 de janeiro de 1979 – Argentina e Chile terminam o conflito do canal de Beagle

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Argentinos e chilenos precisaram o Papa para resolver a ultima grande pendenga entre eles. Os dois paises, que nunca se bicaram, travaram dura disputa diplomatica por ilhas localizadas no Estreito de Bealgle. Quase que dava guerra de verdade. A imprensa mundial chamou o entrevero de "Conflito de Beagle" (os links estão da Wiki em lingua espahola pois a página em portugues é muito pobre).
Neste dia 8 de janeiro, em 1979, o acordo surgiu graças à interveniência do Vaticano já que nenhum país do continente sul-americano quis arbitrar o conflito.
Veja a noticia que saiu no JB, exatamente na edição de 8 de janeiro (ver fac-simile)

 


Na presença do emissário do Papa João Paulo II, Cardeal Antônio Samore, os chanceleres da Argentina, Carlos Pastor, e do Chile, Hernan Cubillos, assinaram dois acordos pelos quais os seus países se comprometiam a não recorrer à força das armas para resolver a questão da soberania sobre as ilhas do canal de Beagle.
Os apelos à paz e à conciliação feitos pelo Papa constituíram o preâmbulo de um dos acordos, o qual culminava intensa atividade de mediação por parte do Cardeal Samore, especialista do Vaticano em assuntos da América Latina. Nas últimas semanas, ele realizou sucessivas visitas a Santiago do Chile e a Buenos Aires.
Os acordos considerados pelo emissário do Papa como um primeiro passo para a nova fase de negociações entre o Chile e a Argentina foram possíveis graças a uma série de concessões feitas pelas duas partes, sendo que uma das principais foi feita pelo Chile, ao reconhecer implicitamente que o laudo arbitral britânico de maio de 1977, que lhe era favorável, nada mais valia.
Por sua vez, a Argentina aceitou prosseguir com as negociações sem condições prévias, reconhecendo, ao mesmo tempo o Papa como mediador do conflito, o que fora inicialmente rejeitado pela Casa Rosada. “A Argentina nasceu como nação do Atlântico e o Chile como nação com direitos sobre o Pacífico. Assim se decidiu, assim o entendeu a comunidade internacinoal, e assim continua sendo entendido pela Argentina”, declarou o presidente argentino Jorge Videla.
Um dos acordos estipulou que os dois países se comprometeriam a não “recorrer à força em suas relações mútuas”, estabelecendo, ainda, que realizariam um retorno gradativo à situação militar existente no início de 1977, data em que os conflitos começaram. No dia em que o acrodo de paz foi selado, forças argentinas já haviam cruzado a fronteira andina com o Chile, prontas para atacar.
Do outro lado da Cordilheira, o general Pinochet, então presidente do Chile, preparava dez mil homens para agir em ofensiva contra Baía Blanca, local em que se localizava o principal porto argentino. O ditador, porém, nem chegou a retirar suas tropas do país.
Posteriormente, ficou acordado que a posse das ilhas do canal ficaria com o Chile, e à Argentina caberia exercer o controle das áreas marítimas da região.




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