sábado, outubro 26, 2013

Mau colega de trabalho? Ignore-o.

http://2.bp.blogspot.com/_m4lILfchZRQ/RzdqJW2bxOI/AAAAAAAAAaQ/yq6RbCKC3fk/s320/perguntas-full.jpgVou fazer mais uma experiência aqui no blog. Explico. Normalmente não respondo perguntas e consultas que são encaminhadas à Oficina de Gerência pelos leitores por meio dos seus comentários ou e-mails.

o é por descortesia, mas a quantidade de consultores profissionais que mantêm blogs com essa finalidade é expressiva e considero que não faria diferença se também atendesse as demandas de quem solicitava minha opinião sobre as intempéries do mundo corporativo, muito embora, sem falsa modéstia, me considere à altura de fazê-lo. O numero dessas consultas, entretanto tem aumentado e considerei que seria desatenção continuar a ignorá-las.

A partir desse post passarei a atender da melhor forma àqueles que buscarem e acreditarem na minha experiência. Apesar de não ser nenhum Max Gehringer acho que não deixarei meus (e minhas) "clientes" sem respostas que os satisfaçam. Vamos lá...

http://guilhermepitta.com/wp-content/uploads/2010/09/sbacv-perguntas-respostas-1024x290.jpg

Começo logo com duas situações que foram colocadas por leitores que infelizmente não se identificaram em seus comentários.
As perguntas refletem cases que são muito comuns nos ambientes de trabalho e por isso passo a examiná-los, pois interessam a todos:

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Caso 1

Anônimo disse - Um colega de trabalho vive querendo mandar e mostrar serviço ao chefe, isto me chateia e atrapalha meu serviço. Não consigo me relacionar como se fosse amigo e falo somente o necessário. Como devo reagir? (Este amigo não é chefe) me passo por invejoso e difícil de relacionar, quando somente quero ser transparente e de opinião. 22/06/11 16:38

http://www.desfavor.com/blog/wp-content/uploads/2013/09/eded-carocarater.jpgResposta - A situação acima descrita é muito comum nos ambientes corporativos com alta dose de competividade. Infelizmente nos círculos das relações interpessoais vividas em grupo sempre existiu e existirão as complexidades que os seres humanos carregam em suas personalidades.
Vamos nos abstrair dos agrupamentos não corporativos (família, círculos sociais ou religiosos, etc.) e considerar tão somente aqueles existentes nos ambientes profissionais.

As palavras chaves para o caso que o leitor colocou são ambição, competitividade e imaturidade. Todas essas características quando existentes em desequilíbrio nas pessoas fazem-nas produzir em seus laboratórios de personalidade um amálgama instável e inconstante para se conduzir entre seus pares. Elas estão sempre provocando circunstâncias e ocorrências que incomodam e às vezes ameaçam seus colegas e a serenidade no ambiente de trabalho principalmente se essas pessoas não possuem uma base sólida de boa educação em família (valores morais). Isso acontece em todos os níveis corporativos. 

Vivenciei ou conheci grupos colegiados de alto nível (diretorias, conselhos, tribunais) em que pessoas de alto nível intelectual se comportavam com visível desequilíbrio quando entravam em rotas de disputa com seus pares. É minha convicção que de certa forma esses comportamentos e atitudes funcionam como "escudos" contra o medo e insegurança que esses personagens incorporam e não sabem como dispor nas atitudes para com seus iguais. Já cheguei a presenciar colegas passando mal porque um dos seus "concorrentes" havia sido elogiado pelo chefe de ambos.

https://lh4.googleusercontent.com/-YW3Mj-qRsMY/TYJtVf7wsiI/AAAAAAAACTg/ujmNnQv7XWQ/s1600/ee.jpgComo reagir? Depende muito de como cada um produz o seu próprio amálgama de comportamentos e atitudes. Se você for do tipo "bateu, levou" vai alimentar o desequilíbrio do seu companheiro de trabalho e contribuir para o desacordo, o desajustamento, a desarmonia e o descompasso no seu ambiente de trabalho. A minha resposta objetiva é: não se preocupe muito com o seu "colega". Sem ignorá-lo completamente, porque ele pode lhe causar algum prejuízo (esse tipo de pessoa sempre pode...) procure não se perturbar com as suas atitudes e demonstre esse comportamento, mesmo porque ele não é o chefe. Não me refiro ao desprezo, mas à não valorização de suas atitudes provocativas ou hostis. Desenvolva e use e bom humor.

Se for necessário enfrente-o em uma conversa franca, face a face e diga-lhe para não mexer com você. Mostre que você conhece os tipos como ele e... continue trabalhando. É um axioma corporativo dizer-se que nada resiste ao trabalho (Labore Nihil Resistet). Faça isso! Trabalhe muito e não se deixe perturbar pelo seu colega desequilibrado. Se o seu chefe for competente ele saberá como distinguir e valorizar sua dedicação.

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http://2.bp.blogspot.com/-bCb-Uu-kpoQ/T7l-0H1OGPI/AAAAAAAAFfg/MI_QzIybIaw/s1600/Sem+valor.jpgCaso 2

Anônimo disse: Olá eu estou desempregada no momento e o unico curso que tenho é informática básico, alguns dias atrás comecei a fazer alguns cursos on line gratuitos pela fundação Bradesco e Getúlio Vargas com pouca carga horária. Então gostaria de saber que peso esses cursos tem no mercado de trabalho hoje, se é válido, se as empresas aceitam nas contratações e se devo por no meu currículo? Obrigada. 26/06/11 21:19
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Resposta - Infelizmente devo dizer-lhe que esses cursos não têm peso especifico relevante no mercado de trabalho. Todavia você deve sim, colocá-los no seu currículo. Principalmente se as entidades promotoras tiverem o peso de uma FGV ou Bradesco. Entretanto não os valorize demais em seu currículo. Apresente-os como uma forma de demonstrar que você é uma pessoa preocupada em manter-se atualizada e preocupada em aprender.

Atenção, se o seu curso principal é o de informática básica o conselho que lhe repasso é para que busque algo mais diferenciado. Ou seja, volte a estudar e não estou me referindo a curso superior. Existem cursos técnicos que são tão ou mais conceituados que a formação universitária. Apenas Informática Básica não é um curso que possa lhe garantir um bom emprego em um mercado tão concorrido como é o do Brasil atualmente.

Este artigo foi originalmente publicado no blog em 02/07/2011. Dei uma repaginada e trouxe-o para a data presente, pois é um dos mais acessados da Oficina de Gerência.

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sábado, outubro 05, 2013

Concurseiros, conheçam dicas de memorização da revista Exame.


http://3.bp.blogspot.com/-XDlKCImgkks/UPsTuwpuhRI/AAAAAAAAHb4/492vavf95y8/s640/inimigos+do+concurseiro+de+peruibe.jpg 

N
ão resisti em colocar esse artigo da revista Exame aqui no meu blog. Ele é mais especificamente dirigido aos concurseiros, ou seja, aqueles estudantes que buscam a admissão nos concursos para admissão na Administração Pública.
Como tenho filhos que ou já foram admitidos via concursos ou ainda estão estudando para tal, sei perfeitamente o quanto de sacrifícios pessoais precisam ser feito por eles - os concurseiros de verdade - para atingir seus objetivos.
É em homenagem a eles que abro espaço na Oficina de Gerência para postar esse texto -dirigido aos concurseiros - que versa sobre técnicas de memorização selecionadas e explicadas por um especialista que a Exame escolheu.
São quatro dicas, aparentemente sem nenhuma novidade ou “magia”, mas que servem para orientar estes guerreiros que se sacrificam por muitas horas a cada dia em busca de realizar o sonho do bom emprego. Tenho a maior admiração por todos eles.
Clique e visite o site
Especialista revela 4 técnicas de memorização 
Renato Alves, especialista em memória, mostra métodos para eliminar o branco da memória na hora da prova

Sem títuloÀ primeira vista, a lista quilométrica de assuntos exigidos pelos concursos públicos pode desesperar até o mais confiante dos candidatos. Afinal, diante dela, sempre fica a sensação de que o tempo para estudo é insuficiente e de que o "branco da memória" é inevitável.

Mas é possível gerenciar esses riscos. Para Renato Alves, um dos principais especialistas em memorização do país, a receita é simples: basta uma boa dose de organização e disposição para estudar da maneira correta.

Entre uma palestra e outra, Alves, que é recordista brasileiro de memorização, revelou alguns segredos sobre como guardar todo conteúdo exigido pelo concurso  e como tornar sua rotina de estudos mais eficiente.

Quer mesmo eliminar o branco da memória da sua lista de pesadelos pré-exame de concurso público? Então, confira as dicas nas próximas páginas

1. Organize-se

1. Organize-seSua meta é chegar no dia do concurso com todos os assuntos em mente? Então, desde já, aprenda a calcular a equação exata entre os minutos disponíveis para o estudo e o conteúdo exigido pela banca examinadora.

"O mais desanimador para um candidato é sentar na mesa e se perguntar: por onde eu começo?", diz Renato Alves. Por isso, a dica, é planejar previamente.

Assim que o edital for publicado, liste as matérias e o material que você usará para estudá-las. “Separe os assuntos entre aqueles que exigem estudo ou revisão”, explica.  Isso te ajudará a definir o tempo para dedicar a cada matéria.

2. Não basta ler

Papeis amarelos
Agora, de nada vale organizar uma  regrada agenda de estudos se você não sabe como estudar, de fato. Estudo exige concentração, dedicação e tempo. Por isso, não adianta passar os olhos pela apostila e achar que já sabe todos os conceitos.

Uma boa técnica de estudo é o hábito de fazer fichamento de todo conteúdo. “A estratégia é:  para cada parágrafo que você ler, defina algumas palavras chaves”, descreve. “Ao terminar a leitura, tente explicar para si mesmo a essência do texto com base nessas palavras chaves”

Assim, de acordo com ele, na hora de fazer a revisão, você precisará apenas recorrer às suas fichas de estudo. O resultado? Planejamento e rotina de estudos mais eficiente.

3. Repita

 3.  RepitaDe acordo com Alves, a repetição também é um fiel aliado na hora de guardar conceitos. Por isso, abuse da resolução de exercícios e simulados.

Uma dica para isso, no caso de questões que envolvem a memorização de uma fórmula, é fazer um cálculo que utilize essa fórmula a cada cinco horas durante quatro dias. “Você provoca uma estimulação nas redes neurais e, assim, constrói a memória de longa duração”, diz.

Mas ele alerta: a memorização efetiva só é construída a partir de conhecimento. Por isso, de nada vale sair decorando fórmulas ou macetes para resolver questões. É preciso, primeiro, compreender a lógica por trás de cada ação

4. Invista em você

4. Invista em você
Por outro lado, segundo Alves, o branco da memória pode ser um sinal de que algo não anda bem no organismo. Isso significa que é falsa a  teoria de que para passar em um concurso público é necessário sacrificar a própria vida.

Alves explica que antes de se aventurar por todas as matérias exigidas, o candidato precisa se lembrar de cuidar da própria saúde.