27 de out de 2013

Desorganização, você tem essa "habilidade"?

A desordem - seja pessoal, profissional ou corporativa - é cada vez mais um comportamento (?) endêmico em nossa sociedade. 
A desordem pessoal não escolhe sexos, idades ou classes sociais. Sempre existiu na história da humanidade, mas na medida em que as sociedades evoluíram os sintomas da desordem passaram a ser mais numerosos e até... sofisticados. Estarei exagerando? 
Quem não tem na família aquele filho ou filha que não consegue conviver com um mínimo de organização em sua vida? Ás vezes somos premiados no plural. São filhos e filhas. Estão sempre ocupados e cheios de compromissos, mas não sabem manejar uma agenda. "Guardam" tudo em todos os lugares e não conseguem encontrar sequer a escova de dentes misturada com cremes e xampus sobre a pia do banheiro. Nos "aposentos" deles - que poderiam facilmente ser identificados como "muquifos os guarda-roupas - máxima representação da desordem - são fartamente "decorados" com as roupas e objetos onde se misturam peças íntimas, com lençóis, travesseiros, escova de cabelo, almofadas e tudo que se possa vestir ou calçar. De novo, estarei exagerando?
Nos seus ambientes de trabalho conseguem "perder" seus próprios papeis sobre suas próprias mesas (!!!). Pensam que é exagero? Conheci alguns colegas assim. Havia um que de vez em quando não conseguia ler o que ele próprio escrevera e era um gerente. Ele tinha um assessor que na verdade era seu "tradutor". E detalhe, em geral os desorganizados não admitem que sejam desorganizados...
São poucos, embora existam, aqueles que atingem um patamar de sucesso. Normalmente são pessoas muito técnicas que se destacam em campos específicos e não dependem da organização pessoal para seus êxitos profissionais. Existem, mas são exceções à regra. Nas carreiras de executivos (gerentes, chefes, diretores, presidentes, CEOs...) os desordenados e bagunçados não conseguem sobreviver por muito tempo. No mais das vezes não chegam nem perto do primeiro patamar. 
A desorganização pessoal exige muito mais energia das pessoas. Precisam, por exemplo, acionar a memória permanentemente por pura falta de administrar uma agenda ou mesmo um caderno de anotações. Deixam de cumprir missões que lhes são atribuídas por esquecerem detalhes importantes como datas e nomes de pessoas que lhes são repassados pelas chefias. Esquecem de pagar contas, chegam atrasadas às reuniões, esquecem obrigações assumidas... Vivem em um caos infindável criando estresse para si mesmos e para os que lhe estão ao redor.
Já vi muitas carreiras precocemente podadas e estancadas por conta da ausência de organização pessoal em suas vidas. E também convivi com outros candidatos à ascensão profissional que nem eram tão inteligentes e talentosos quanto seus concorrentes, mas tinham o "toque mágico da organização pessoal" e eram os escolhidos para as posições de comando nas suas corporações. Tenho certeza de que a maioria dos que estejam lendo essas linhas terá tido oportunidade de também conhecer ou conviver com estes exemplos. 
Passeando pelo YouTube "descobri" o vídeo abaixo. Antigo (2009), mas  ainda não o tinha assistido. Gostei e por isso compartilho-o aqui no blog. Não é nada de especial, mas consegue transmitir a mensagem sobre os malefícios que a desorganização pessoal traz na vida de quem faz parte dessa galera. Recomendo-o principalmente para quem se identifique com essa corporação.

http://vivifreitas.me/blog/7-habitos-das-pessoas-super-desorganizadas/

Um dia típico na vida de um trabalhador desorganizado

26 de out de 2013

Mau colega de trabalho? Ignore-o.

http://2.bp.blogspot.com/_m4lILfchZRQ/RzdqJW2bxOI/AAAAAAAAAaQ/yq6RbCKC3fk/s320/perguntas-full.jpgVou fazer mais uma experiência aqui no blog. Explico. Normalmente não respondo perguntas e consultas que são encaminhadas à Oficina de Gerência pelos leitores por meio dos seus comentários ou e-mails.

o é por descortesia, mas a quantidade de consultores profissionais que mantêm blogs com essa finalidade é expressiva e considero que não faria diferença se também atendesse as demandas de quem solicitava minha opinião sobre as intempéries do mundo corporativo, muito embora, sem falsa modéstia, me considere à altura de fazê-lo. O numero dessas consultas, entretanto tem aumentado e considerei que seria desatenção continuar a ignorá-las.

A partir desse post passarei a atender da melhor forma àqueles que buscarem e acreditarem na minha experiência. Apesar de não ser nenhum Max Gehringer acho que não deixarei meus (e minhas) "clientes" sem respostas que os satisfaçam. Vamos lá...

http://guilhermepitta.com/wp-content/uploads/2010/09/sbacv-perguntas-respostas-1024x290.jpg

Começo logo com duas situações que foram colocadas por leitores que infelizmente não se identificaram em seus comentários.
As perguntas refletem cases que são muito comuns nos ambientes de trabalho e por isso passo a examiná-los, pois interessam a todos:

https://lh5.googleusercontent.com/-aWAQrriuGHo/TMOitb3YamI/AAAAAAAAVH0/QBy8y7Os6Fo/s104/bardeco1.gif

Caso 1

Anônimo disse - Um colega de trabalho vive querendo mandar e mostrar serviço ao chefe, isto me chateia e atrapalha meu serviço. Não consigo me relacionar como se fosse amigo e falo somente o necessário. Como devo reagir? (Este amigo não é chefe) me passo por invejoso e difícil de relacionar, quando somente quero ser transparente e de opinião. 22/06/11 16:38

http://www.desfavor.com/blog/wp-content/uploads/2013/09/eded-carocarater.jpgResposta - A situação acima descrita é muito comum nos ambientes corporativos com alta dose de competividade. Infelizmente nos círculos das relações interpessoais vividas em grupo sempre existiu e existirão as complexidades que os seres humanos carregam em suas personalidades.
Vamos nos abstrair dos agrupamentos não corporativos (família, círculos sociais ou religiosos, etc.) e considerar tão somente aqueles existentes nos ambientes profissionais.

As palavras chaves para o caso que o leitor colocou são ambição, competitividade e imaturidade. Todas essas características quando existentes em desequilíbrio nas pessoas fazem-nas produzir em seus laboratórios de personalidade um amálgama instável e inconstante para se conduzir entre seus pares. Elas estão sempre provocando circunstâncias e ocorrências que incomodam e às vezes ameaçam seus colegas e a serenidade no ambiente de trabalho principalmente se essas pessoas não possuem uma base sólida de boa educação em família (valores morais). Isso acontece em todos os níveis corporativos. 

Vivenciei ou conheci grupos colegiados de alto nível (diretorias, conselhos, tribunais) em que pessoas de alto nível intelectual se comportavam com visível desequilíbrio quando entravam em rotas de disputa com seus pares. É minha convicção que de certa forma esses comportamentos e atitudes funcionam como "escudos" contra o medo e insegurança que esses personagens incorporam e não sabem como dispor nas atitudes para com seus iguais. Já cheguei a presenciar colegas passando mal porque um dos seus "concorrentes" havia sido elogiado pelo chefe de ambos.

https://lh4.googleusercontent.com/-YW3Mj-qRsMY/TYJtVf7wsiI/AAAAAAAACTg/ujmNnQv7XWQ/s1600/ee.jpgComo reagir? Depende muito de como cada um produz o seu próprio amálgama de comportamentos e atitudes. Se você for do tipo "bateu, levou" vai alimentar o desequilíbrio do seu companheiro de trabalho e contribuir para o desacordo, o desajustamento, a desarmonia e o descompasso no seu ambiente de trabalho. A minha resposta objetiva é: não se preocupe muito com o seu "colega". Sem ignorá-lo completamente, porque ele pode lhe causar algum prejuízo (esse tipo de pessoa sempre pode...) procure não se perturbar com as suas atitudes e demonstre esse comportamento, mesmo porque ele não é o chefe. Não me refiro ao desprezo, mas à não valorização de suas atitudes provocativas ou hostis. Desenvolva e use e bom humor.

Se for necessário enfrente-o em uma conversa franca, face a face e diga-lhe para não mexer com você. Mostre que você conhece os tipos como ele e... continue trabalhando. É um axioma corporativo dizer-se que nada resiste ao trabalho (Labore Nihil Resistet). Faça isso! Trabalhe muito e não se deixe perturbar pelo seu colega desequilibrado. Se o seu chefe for competente ele saberá como distinguir e valorizar sua dedicação.

https://lh5.googleusercontent.com/-aWAQrriuGHo/TMOitb3YamI/AAAAAAAAVH0/QBy8y7Os6Fo/s104/bardeco1.gif

http://2.bp.blogspot.com/-bCb-Uu-kpoQ/T7l-0H1OGPI/AAAAAAAAFfg/MI_QzIybIaw/s1600/Sem+valor.jpgCaso 2

Anônimo disse: Olá eu estou desempregada no momento e o unico curso que tenho é informática básico, alguns dias atrás comecei a fazer alguns cursos on line gratuitos pela fundação Bradesco e Getúlio Vargas com pouca carga horária. Então gostaria de saber que peso esses cursos tem no mercado de trabalho hoje, se é válido, se as empresas aceitam nas contratações e se devo por no meu currículo? Obrigada. 26/06/11 21:19
.
Resposta - Infelizmente devo dizer-lhe que esses cursos não têm peso especifico relevante no mercado de trabalho. Todavia você deve sim, colocá-los no seu currículo. Principalmente se as entidades promotoras tiverem o peso de uma FGV ou Bradesco. Entretanto não os valorize demais em seu currículo. Apresente-os como uma forma de demonstrar que você é uma pessoa preocupada em manter-se atualizada e preocupada em aprender.

Atenção, se o seu curso principal é o de informática básica o conselho que lhe repasso é para que busque algo mais diferenciado. Ou seja, volte a estudar e não estou me referindo a curso superior. Existem cursos técnicos que são tão ou mais conceituados que a formação universitária. Apenas Informática Básica não é um curso que possa lhe garantir um bom emprego em um mercado tão concorrido como é o do Brasil atualmente.

Este artigo foi originalmente publicado no blog em 02/07/2011. Dei uma repaginada e trouxe-o para a data presente, pois é um dos mais acessados da Oficina de Gerência.

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Concordância Verbal... Essa traíra!

 http://imguol.com/c/noticias/2013/08/21/charge-feita-para-uol-educacao-sobre-erros-mais-comuns-do-portugues-concordancia-nominal-fabio-sgroipagina-3-1377093371506_950x500.jpg

Houve ou houveram? Não estão ou Não está? É ou são? O que quiser ou o que quiserem?
Quando usar essa ou aquela concordância? Eu mesmo vivo me atrapalhando!  Por isso disse no título do blog que ela (a concordância, coitada...) é uma "traíra".
São recorrentes os erros que cometemos - e os outros também - quando surge uma escolha entre que tipo de regra devemos usar para ajustar sujeitos e verbos na mesma frase.
Diz o axioma da concordância que "O verbo de uma oração deve concordar em número e pessoa com o sujeito, para que a linguagem seja clara e a escrita esteja de acordo com as normas vigentes da gramática". Até ai tudo certo
A questão são as exceções; e parece que na gramática da nossa língua são as exceções que fazem as regras... Brincadeira.
O fato é que vivemos tropeçando nessa ardilosa soberana que é a Concordância Verbal. Por isto trouxe ao blog um excelente post do professor Sérgio Nogueira e "Dicas de Português" que é a fonte que mais consulto nessas questões.
Ele dá várias dicas e começa logo com aquela onde a gente vê mais tropeções em textos e discursos: Houve ou houveram?
Depois dessa leitura estamos proibidos de errar. Boa sorte.

http://g1.globo.com/platb/portugues/
Clique no logotipo

Eternas dúvidas de concordância 

por Sérgio Nogueira |

1ª) Houve OU houveram erros?
Se “houveram erros” é porque HOUVE mais erros do que se imaginava.
https://lh5.googleusercontent.com/-KLwzffk4YsU/UAmM_MWnGAI/AAAAAAAAAj8/2EcZ9LOT-L0/s128/portugues.png%22%22O verbo HAVER, no sentido de “existir ou acontecer”, é impessoal (sem sujeito), por isso deve ser usado somente no singular: “Há muitas pessoas na reunião”; “Havia mais convidados que o esperado”; “Haverá muitos candidatos no próximo concurso”; “Ainda haveria alguns problemas para serem resolvidos”; “HOUVE erros”…

2ª) Nos nossos planos não estão OU não está o atacante?
A regra básica de concordância verbal manda o verbo concordar com o sujeito. No caso, quem não está nos nossos planos é o atacante. Isso significa que o sujeito (o atacante) está no singular. A concordância correta, portanto, deve ser feita no singular: “Nos nossos planos não ESTÁ o atacante”.
Esse tipo de erro acontece com muita frequência quando o sujeito está invertido (depois do verbo): “ACONTECERAM (e não “aconteceu”) dois acidentes nesta esquina”; “SURGIRAM (e não “surgiu”), após muitas discussões, duas propostas para resolver o problema”; “SEGUEM ANEXAS (e não “segue anexo”) as notas fiscais”; “ESTÃO FALTANDO (e não “está faltando”) cinco minutos para acabar o jogo”.

3ª) O grande segredo é OU são as jogadas ensaiadas?
http://2.bp.blogspot.com/-PVQa9FaD6HQ/TfesgbKPzMI/AAAAAAAAAEs/MZpibMjOaXg/s1600/ErroConcordancia02_01_2010.jpg
O verbo SER pode concordar com o sujeito ou com o predicativo. Assim sendo, as duas possibilidades são corretas e aceitáveis. Há, porém, uma visível preferência pelo plural: “O maior problema do Rio de Janeiro SÃO as chuvas”; “A prioridade do governo SÃO os pobres”; “A última esperança do Vasco SÃO os dois atacantes”; “O grande segredo SÃO as jogadas ensaiadas”.

4ª) O ataque de hoje é OU são…?
É o mesmo caso anterior. Entre o singular e o plural, a concordância preferencial para o verbo SER é no plural: “O ataque de hoje SÃO Leandro Amaral, Dodô e Washington”.

5ª) Não é OU sou eu que vou dizer isso?
A locução enfática “é que”, a princípio, é invariável: “Eu é que disse isso”; “Nós é que resolvemos o caso”; “Eles é que escolheram a data da reunião”.
Quando o verbo SER é colocado antes do pronome pessoal, é correto e aceitável que concorde com o pronome: “FUI eu que disse isso”; “FOMOS nós que resolvemos o caso”; “FORAM eles que escolheram a data da reunião”; “SÃO eles que vão assinar o contrato”; “Não SOU eu que vou dizer isso”.

6ª) Eles já têm idade para fazer o que quiser OU quiserem?
http://g1.globo.com/platb/files/22/2007/11/blog_prof_portugues192x253.jpgA concordância correta é “Eles já têm idade para fazer o que QUISEREM”.
Alguns autores consideram a concordância facultativa quando o sujeito do infinitivo está oculto e é o mesmo da oração principal: “Eles já têm idade para FAZER ou FAZEREM o que quiserem”. A maioria dos estudiosos, porém, afirma que, nesse caso, a concordância deve ser no singular (uso do infinitivo não flexionado): “Eles já têm idade para FAZER o que quiserem”; “Os advogados foram chamados para ANALISAR o contrato”; “Os diretores estão aqui para ASSINAR o contrato”; “Eles foram convocados para RESOLVER os problemas”.
No caso de QUISER ou QUISEREM, o problema é outro. Embora terminem em “r”, QUISER, FIZER, DISSER, PUSER, FOR, TIVER… não são formas do infinitivo. São do futuro do subjuntivo. Em razão disso, a concordância com o sujeito (oculto ou não) é obrigatória: “ELES já têm idade para fazer o que (eles) QUISEREM”.

As imagens que ilustram o post não estão no texto original. Foram colocadas pela produção da Oficina de Gerência.

Teste da semana
Assinale a opção que completa corretamente as lacunas das frases abaixo:
1) São questões _________________;

2) Pediu dois __________________.

a) técnico-científicas / cachorro-quentes;
b) técnico-científicas / cachorros-quentes;
c) técnicas-científicas / cachorros-quentes;
d) técnicas-científicas / cachorros-quente;
e) técnico-científicas / cachorros-quente.

Resposta do teste: letra (b). Em adjetivos compostos (adjetivo + adjetivo), somente o segundo elemento se flexiona: “questões técnico-científicas”; em compostos formados por substantivo (cachorro) + adjetivo (quente), os dois elementos se flexionam: cachorros-quentes.
http://g1.globo.com/platb/portugues/2008/05/21/eternas-duvidas-de-concordancia/
http://www.brasilescola.com/gramatica/concordancia-verbalcasos-especiais-alguns-verbos.htm


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16 de out de 2013

Você já disse não ao seu chefe?

Chefe é Chefe! Todos os que trabalham e têm ou tiveram um chefe sabem dessa verdade. E quando você precisa negar alguma coisa ao seu chefe você o faz? Se sua resposta (sincera) for positiva então meu caro leitor você é um afortunado e uma exceção à regra. 
http://www.omelhordaweb.com.br/piadas/imagem_div/grande/308.jpgNinguém sensato e de posse das suas boas faculdades mentais dirá ''Não'' ao seu chefe a menos que ele (o chefe) seja um ''bundão'' (desculpem, mas não achei outra expressão que melhor caracterize esse tipo de chefe...). A relação entre nós e a autoridade acima de nossa "caixinha no organograma da corporação" é desigual.
Fui chefe pelo menos 80% do tempo de minha trajetória. Na verdade fui chefe e subordinado ao mesmo tempo; estive mais tempo, entretanto, como diretor e isso diminuiu um pouco os impactos dos chefes imediatos sobre o meu cotidiano (no caso um ministro, um presidente ou um diretor diretor-geral). Essa é a realidade de quem esteja no mundo corporativo galgando posições e subindo os degraus do sucesso, ser no mesmo emprego o chefe de muitos e um subordinado de alguém. 
Presidentes dos três poderes - Executivo, Legislativo  e Judiciário - também não têm ninguém acima deles para chamá-los a qualquer momento e serem atendidos incontinenti. Para mim, essa é a grande prova de que alguém tem um chefe. O ser convocado e não poder recusar... Ser mandado e não obedecer... Falo da existência, na organização onde esse personagem trabalhe, de alguém que tem o poder de chamá-lo à sua presença, dar-lhe alguma missão ou pedir informações ou explicações.
http://www.moob.com.br/wp-content/uploads/2010/05/chefe-empregado.jpgDou-me como exemplo, sendo chefe e havendo tomado a decisão de indicar um subordinado para resolver um problema eu jamais admiti a negativa. Obviamente procurava todas as formas de negociar o processo com o indicado. Nunca fui de jogar ninguém às feras ou forçar a barra de escolher alguém que não estivesse preparado para determinada missão, mas tomada a decisão acabou a conversa... É o que eu chamava de "Luz, Câmera, Ação" para usar o jargão do cinema. Enquanto for só luz e câmera discute-se, depois do grito de AÇÃO não tem mais conversa. É assim que o mundo corporativo funciona.
Por isso o título do artigo que li uma semana dessas no caderno New York Times que a Folha de São Paulo publica nas segundas feiras me chamou a atenção. Quando você não pode dizer "não" ao chefe. Pensei comigo, como assim? Você não pode nunca dizer ''não'' ao chefe! E fui ler o texto, coisa que recomendo a vocês. 
Na verdade é um artigo na forma de entrevista escrito pela credenciada jornalista do NYTimes Eilene Zimmerman. Ela dá algumas dicas que endosso. Vale a pena a leitura para quem tenha um chefe em sua vida ou não "esteja premiado".

Este post foi originalmente publicado em 5 de fevereiro de 2012. Neste momento está com 253 acessos. Considero um dos melhores que já publiquei no blog e por isso resgato-o para os dias atuais.


http://2.bp.blogspot.com/-sdLhJCAxOvc/TuaxrrfSshI/AAAAAAAAXRM/BQBZQH9Mq6I/s1600/newyorktimes.gif



9 de out de 2013

Ponto e Vírgula! Acabe com a dúvida e aprenda agora.


Q
uem gosta e escreve textos por diletantismo - muitos blogueiros, por exemplo - volta e meia deparam-se com dilemas gramaticais e ortográficos. O uso do ponto e vírgula é um deles. Quando e como usar? 
Pessoalmente tive de pesquisar um pouco para aprender e depois que a gente fica sabendo surge aquela pergunta: por que não tinha visto isso antes? É tão simples!
Aqui no blog tenho procurado colocar sob a tag "Dicas de Português" os posts dessa categoria. A propósito, um deles com o título de "Àtoa", "À-toa" e "Atoa". Qual a diferença entre estas expressões? é um dos campeões de acesso com quase 42.000 visitas. Isto indica que os leitores gostam de conhecer estas dicas.
Vamos, então, descobrir os segredos da utilização do ponto de vírgula? O texto foi copiado da revista Exame (link disponível abaixo) que mantém uma tag para escrever sobre o tema. Vou trazer com mais frequência estes tipos de posts.

Quais as regras para usar o ponto e vírgula em um texto? 
Diogo Arrais, professor de língua portuguesa do Damásio Educacional, explica como fazer o uso correto do sinal de ponto e vírgula em um texto 
 Editado por Camila Pati, de 
 
mulher escrevendoPor que estudar Pontuação? Apenas para ser aprovado em um concurso público? Definitivamente não. Por meio do estudo sintático prático, consegue-se chegar a um texto claro, coerente, lógico.
Já que estamos tratando de organização textual, como fazer o uso de “ponto e vírgula”?
Ponto e vírgula é o sinal de pontuação intermediário entre o PONTO e a VÍRGULA (daí o próprio nome); evite pensar apenas naquela definição “pausa mais forte que a da vírgula e menos que a do ponto”. Um caminho simples: responsável pela enumeração de orações, itens, termos. Pronto! Ponto e Vírgula é, essencialmente, ENUMERADOR. Vamos a alguns exemplos:
Primeiramente uma oração; depois, outra:
  • “Dilma reúne-se com ministros; Obama, com governadores.”
  • “Em São Paulo, chove; em Goiás, faz sol.”
É interessante notar que o citado sinalzinho separa estruturas coordenadas (que não se dependem) já portadoras de vírgulas internas, pertencentes à mesma ideia. Tal recurso auxilia bastante a produção de textos argumentativos:
  • “Durante o governo Lula, defendeu-se largamente a liberdade de expressão; no governo Dilma, o povo literalmente saiu às ruas.”
A organização de simples enunciados enumerativos ocorre também por “ponto e vírgula”
  • “Nossos protestos preveem:
a) Respeito ao patrimônio público;
b) Humanismo;
c) Compromisso Social.”

Vale também pontuar alguns fatos que vêm ocorrendo em nossa nação. A Língua Portuguesa, ironicamente ou não, pode uni-los e separá-los:
  • “Collor, FHC, Lula, Dilma; Bush, Clinton, Obama; eu espiono, tu espionas, ele espiona; nós protestamos; eles continuam a espionar e ponto.”
 Ah! Pelo novo acordo ortográfico, a expressão “ponto e vírgula” não mais faz uso de hífen.

Diogo Arrais
O Autor
Diogo Arrais
@diogoarrais
Professor de Língua Portuguesa – Damásio Educacional
Autor Gramatical pela Editora Saraiva



5 de out de 2013

Emocione-se com o poder das palavras e transforme o mundo...

http://4.bp.blogspot.com/-XaOGFD8gQUw/TbUsrxOtUAI/AAAAAAAAFFM/H8hwnPi6M-E/s1600/wonderful%2Bworld.jpg


Entre os principais ensinamentos que procuro transmitir para meus filhos, aos meus amigos, às pessoas sob minha liderança e a todos os que convivem comigo é o especial cuidado com as palavras que usamos. Sejam elas ditas ou escritas.

Já estive na faixa da juventude e é lá que as palavras são expressas sem os cuidados para que não causem feridas e dissabores. Entretanto, entre os jovens elas devem - até certos limites - ser perdoadas por que eles ainda não conhecem direito os seus poderes.

É a experiência, a vivência, a cultura pessoal, a inteligência e o hábito - entre muitos outros atributos de personalidade e comportamento - que vão formar o cadinho que os  fará (os jovens) alcançar a sabedoria de permitir que seus pensamentos, expressos por suas palavras, possam apregoar, disseminar, irradiar, multiplicar e contribuir para a formação da corrente de energia que movimenta as forças cósmicas do bem.
.
É exatamente isso! As palavras devem ser a exata manifestação de nossa natureza, de nossos valores, de nossa formação humana e profissional. As palavras curam e provocam doenças, trazem paz e produzem ódio, ensinam e embrutecem, levam as nações à guerra ou à paz... Transformam o mundo à nossa volta.

O vídeo abaixo - com mais de 18 milhões de acessos - nos mostra um belo exemplo desse poder. Não deixem de assisti-lo e refletir sobre sua poderosa mensagem.


Blogs que me encantam!


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