26 de janeiro DE 2026 ||| 2ª feira ||| dia da gula ||| "aquele que não perdoa, destrói a ponte sobre a qual, ele mesmo, deve passar” (George Herbert) |||

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O Dia da Gula é celebrado anualmente em 26 de janeiro. A gula é um dos sete pecados capitais, de acordo com a algumas doutrinas religiosas, estando relacionada com a condição de egoísmo do ser humano, quando este deseja ou obtém algo para além do necessário, apenas pelo prazer de possuir tal coisa. O Dia da Gula, no entanto, não tem nenhuma conotação religiosa, mas serve para alertar sobre um grave distúrbio alimentar que acomete as pessoas que consomem grandes quantidades de comida como uma compensação por se sentirem sozinhas, incompletas ou fracassadas em alguma outra área de suas vidas. Neste caso, a gula pode desencadear vários problemas de saúde, como a obesidade e o aumento do colesterol que, por sua vez, podem provocar problemas cardíacos e respiratórios, por exemplo. As pessoas que sofrem de gula devem seguir algumas regras para tentar evitar o instinto guloso, como: Evitar jejuns prolongados; Não fazer refeições com muita fome; Refeições saudáveis a cada três horas; Evitar rodízios e self-services; Ficar atento ao consumo de guloseimas; Praticar exercícios físicos regularmente; Ingerir fibras e proteínas; Manter-se sempre hidratado.


Mariano José Pereira da Fonseca, primeiro e único visconde com grandeza e marquês de Maricá (Rio de Janeiro, 18 de maio de 1773 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1848), foi um escritor, filósofo e político brasileiro (https://pt.wikipedia.org/wiki/Mariano_Jos%C3%A9_Pereira_da_Fonseca)


segunda-feira, 4 de junho de 2012

Brasília é também capital brasileira do basquetebol

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O lobo-guará é a mascote do clube

Se há algo que os brasilienses amam unanimemente é o time de basquetebol de Brasília oficialmente chamado de UNICEUB/BRB. Mais uma vez - terceira - o grupo conquistou o título brasileiro do NBB - Novo Basquete Brasil. A rapaziada comandada pelo técnico José Carlos Vidal é tricampeã (consecutivo) consolidando-se como a melhor equipe do basquetebol brasileiro desde o advento do NBB que recolocou o basquete no pódio dos esportes de massa em nosso país.
A vitória do Brasília sobre o time de São José dos Campos, lá em São Paulo (Mogi das Cruzes) foi arrasadora e incontestável. Não tomou conhecimento do adversário que tinha simplesmente a melhor campanha da temporada. Valeram a experiência do grupo de Brasília que disputava a sua quarta final do NBB; perdeu a primeira para o Flamengo e depois ganhou as seguintes ocupando desde 2009 a posição mais alta do pódio no basquetebol brasileiro. É um feito monumental considerando-se o nível das equipes que disputam o torneio e a quantidade de jogos que cada time tem que disputar para chegar à final.
Deixo os detalhes do jogo para os especialistas (clique aqui). Os jornais estão destacando o atleta Guilherme Giovanoni como a grande estrela do time, mas não é bem assim. Ele é um atleta sensacional, todavia o grande segredo do Brasília é o seu conjunto, o grupo que joga junto há muito tempo e tem na garra e na experiência seus pontos altos. 
Sou suspeito para destacar os atletas. Há alguns atrás fui diretor - por poucos meses - da Federação Brasiliense de Basquetebol quando meu filho mais jovem disputava campeonatos desde a categoria infantil até o time adulto do Clube Vizinhança (tradicional clube de Brasília). Da sua turma de companheiros os atletas Arthur e Rossi estão no atual time campeão sem falar no técnico José Carlos Vidal que foi seu treinador. 
O Arthur (ele e meu filho ainda são bons amigos) que é um jovem  eu conheço desde a idade infantil - com mais ou menos 10 anos de idade - acompanhei e acompanho toda a sua trajetória vencedora. Eu e o pai do Arthur éramos o que se denominava de "pais atletas" ou "paitrocinadores". Estávamos sempre lá nas arquibancadas junto com os outros pais tietando nossos filhos. O Arthur sempre foi um destaque em todas as categorias pelas quais passou e ao vê-lo jogando com máximo brilho nesse time campeão sinto um imenso orgulho como se ele também fosse meu filho. Por isso sou suspeito para dar um destaque a qualquer outro atleta. 
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Nessa homenagem que faço ao Brasília em meu blog prefiro destacar o técnico José Carlos Vidal, Zé Carlos para quem o conhece de perto. Alguém que ame mais o basquete, que estude mais basquetebol e respire mais o esporte do que ele ainda está para nascer. Zé Carlos tem no basquetebol a sua vida, é o seu oxigênio. Respeitado como poucos no meio do esporte vê o seu esforço ser reconhecido nacionalmente agora que é bicampeão brasileiro. E conhecendo um pouco como conheço de liderança digo que não é para qualquer um comandar um grupo de atletas como esse do Brasília.
Esses jovens deram uma enorme contribuição à autoestima da cidade, tão combalida pelo envolvimento (injusto) do seu nome com as mazelas da política e com a inexistência de clubes de destaque em outros esportes como o futebol e o voleibol. Eles são com todo o mérito um orgulho para os brasilienses que amam o esporte.

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Arthur, Cipriano e Alex.
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