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||| 16 de abril DE 2026 ||| 5ª feira ||| Dia Mundial da voz ||| "Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe" (Oscar Wilde) |||

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O Dia Mundial da Voz é comemorado anualmente em 16 de abril. A data tem como principal objetivo chamar a atenção da população em geral para os cuidados de preservação da voz, ficando alerta às alterações da voz, que podem ser um sinal de doenças. O câncer de laringe é um exemplo preocupante de como a falta de importância com a voz pode se manifestar. Profissionais que utilizam a sua voz diariamente (jornalistas, cantores, atores, e etc) podem estar mais atentos aos cuidados básicos com a saúde vocal, no entanto, o restante da população negligencia ou desconhece a dimensão dos efeitos negativos que os excessos com a voz podem causar para a sua qualidade de vida. Origem do Dia Mundial da Voz O Dia Nacional da Voz foi instituído pela Lei Nº 11.704, de 18 de junho de 2008. A primeira celebração em homenagem à voz, no entanto, surgiu anos antes no Brasil, em 1999. O destaque mundial, por sua vez, só chegou anos depois, a partir de 2003, quando passou a ser comemorada nos Estados Unidos, Europa e Ásia.


Sofia Prokofieva Sofia Leonidovna Prokofieva (14 de maio de 1928 – 7 de maio de 2025), foi uma escritora, poetisa, tradutora, dramaturga, roteirista e autora soviética e russa de livros infantis e contos de fadas e histórias mágicas para crianças em idade pré-escolar. Suas obras receberam diversos prêmios internacionais, incluindo o Prêmio Kodai no Japão para o melhor livro infantil e o Prêmio Nacional de Literatura "Caneta de Ouro da Rússia". Seus contos de fadas foram traduzidos para mais de vinte idiomas, muitos dos quais foram adaptados para o cinema e para animações.


sábado, 11 de outubro de 2008

Livro polêmico sobre esposa de Maomé é lançado nos EUA



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Recebi um e-mail do ir:. Claudiomar Luz, com uma notícia que eu não conhecia exceto por "ouvir falar". Trata-se da "aventura" pela publicação - agora em outubro - do livro, já famoso, "The Jewel of Medina" (A Jóia de Medina), primeiro romance da jornalista americana Sherry Jones.
O livro, antes de ser lançado teve um tumultuado histórico, semelhante ao famoso "
Os Versos Satânicos", nome do romance do indiano Salman Rushdie. Lembremo-nos que o escritor foi alvo de uma fatwa ordenando a sua execução, proferida pelo Aiatolá Ruhollah Khomeini, líder do Irã, chamando o seu livro de "blasfémia contra o Islão". Por mais que o mundo inteiro condenasse, a ameaça foi mantida o que obrigou Rushdie a viver escondido por muitos anos.
A história tende a se repetir com o livro, "The Jewel of Medina".
Leiam, nos links, as notícias da
editora americana que desistiu de publicar o livro e do atentado a bomba contra a editora que planejou lançar o livro na Inglaterra e desistiu, para depois resolver publicá-lo.
Agora, outra editora (a terceira) resolveu publicar o livro tipo "para ver o que acontece". No Brasil a editora Record está planejando lançá-lo no ano que vem (
clique aqui). Mal posso esperar.
Com esse post registro a demonstração de como - em pleno início do século 21 - a intolerância ainda encontre lugar para se manifestar dessa forma tão radical. Acho que nós, homens e mulheres de boa vontade, devemos refletir muito sobre isso.
Ah! O livro? O livro conta a história de Aisha, desde o seu casamento com Maomé - quando tinha apenas seis anos - até a morte do profeta.
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"Um romance sobre a noiva infante do profeta Maomé foi publicado nos Estados Unidos antes do programado depois que o escritório do editor britânico da obra foi atacado.
A editora Beaufort Books, que lançou The Jewel of Medina (A Jóia de Medina, em tradução literal), de Sherry Jones, disse que antecipou a publicação para poder verificar na prática o valor literário da obra em vez de ficar temendo seu potencial de ofender os muçulmanos.

O presidente da Beaufort, Eric Kampmann, disse que a empresa sentiu que "era melhor para todos (...) sair de uma conversa sobre terroristas e editoras temerosas e iniciar uma sobre os méritos do livro em si".
Três homens foram presos na Grã-Bretanha no mês passado por tentar provocar um incêndio no escritório da editora Gibson Square Books, que anunciou planos de lançar o livro no país.
Uma outra editora, a Randon House, desistiu de publicar a obra em meio a temores de que ele poderia incitar atos de violência no país também.
The Jewel of Medina conta a vida de A'isha, que é geralmente considerada a esposa favorita de Maomé, desde o noivado dela, aos seis anos de idade, até a morte do profeta.
A autora disse que nunca visitou o Oriente Médio, mas passou anos estudando história árabe. Ela disse que sua novela é uma síntese de tudo que aprendeu.
"Eles tiveram uma grande história de amor", disse Sherry Jones sobre Maomé e A'isha. A autora acabou de terminar uma seqüência do livro sobre a vida adulta da protagonista.
Um dos críticos do livro é a acadêmica Denise Spellberg, professora de História e Estudos do Oriente Médio, que disse que a obra é uma representação errônea e desrespeitosa da história.
Spellberg escreveu no jornal americano Wall Street Journal: "Eu usei meu conhecimento de estudiosa para avaliar o romance. Foi na mesma capacidade profissional que eu senti que era meu dever alertar a imprensa do potencial do romance de provocar irritação entre alguns muçulmanos".
"Há um longo retrospecto de polêmicas antiislâmicas, em que sexo e violência são usados atacar o profeta e sua fé. Este romance segue um caminho trilhado com freqüência, um seguido inicialmente em escrituras cristãs medievais."
Em 2006, ocorreram distúrbios em vários países muçulmanos por causa de charges com o profeta Maomé publicadas em um jornal dinamarquês.
Sherry Jones disse que não sabe se a sua editora levará adiante a publicação do livro na Grã-Bretanha."
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