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John Ronald Reuel Tolkien, conhecido mundialmente como J. R. R. Tolkien (Bloemfontein, 3 de janeiro de 1892 – Bournemouth, 2 de setembro de 1973), foi um escritor, professor universitário e filólogo britânico, nascido na atual África do Sul, que recebeu o título de doutor em Letras e Filologia pela Universidade de Liège e Dublin, em 1954. É autor das obras como O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion. Em 28 de março de 1972, Tolkien foi nomeado Comendador da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II. As suas obras foram traduzidas para mais de cinquenta idiomas, vendendo mais de 200 milhões de cópias e influenciando continuadamente gerações e gerações. Em 2008, The Times listou Tolkien como o sexto entre os maiores escritores Britânicos desde 1945. Em 2009, a revista Forbes listou as 13 celebridades mortas que mais lucraram no respectivo ano. Tolkien alcançou a quinta posição, com ganhos estimados em 50 milhões de dólares.[https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien]


domingo, 26 de outubro de 2008

Belo Horizonte fez a escolha certa.

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Agora que a eleição passou vou me manifestar, sem risco de quebrar o código de conduta do blog. Posso dizer, sem a preocupação de suscitar polêmica política na Oficina de Gerência, que torci por Márcio Lacerda, na disputa para prefeitura de Belo Horizonte. E o fiz por vários motivos. Cito dois.
O primeiro deles é que o conheço pessoalmente e trabalhei, sob sua orientação, no Ministério da Integração Nacional. Ele era o secretário executivo do ministro Ciro Gomes e eu, diretor da Codevasf (empresa vinculada ao ministério). Trabalhamos juntos, por assim dizer, durante dois anos e alguns meses.
No dia 21 de janeiro deste ano publiquei um post (leia União Mineira) onde o nome de Márcio Lacerda surgiu, pela primeira vez, como possível candidato à prefeitura de BH. Naquela oportunidade, ao finalizar o post, eu escrevi:
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[...] "Conhecendo um pouco o jeitão do Márcio Lacerda acho difícil que ele aceite apesar do desafio ser quase irrecusável. O apoio é tentador, mas o estilo dele não é pelo menos não era de palanque. Não consigo vê-lo fazendo comícios e pedindo votos. Oxalá eu esteja enganado e a cena política brasileira possa contar com um personagem da qualidade do Márcio Lacerda na próxima campanha. Já estou fazendo figa. Se eleito, não tenho a menor dúvida que será um prefeito histórico para a capital dos mineiros." [...]
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No dia 1 de setembro, com ele já liderando as pesquisas eu escrevi o post Enfim, um executivo não político com chances de se eleger... e escrevi:
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[...] "Volto agora, com alegria por sua liderança nas pesquisas, para confirmar o que disse antes sobre Márcio Lacerda. Sem nenhum demérito para os demais candidatos" [...] "gostaria de vê-lo, sim, prefeito de Belo Horizonte."
[...] "Como administrador seria, para mim, um estudo de caso fascinante para acompanhar. Imaginem um executivo experiente e de nível cultural elevado; pessoalmente rico e resolvido como prefeito da capital dos mineiros." [...] ''Além do mais, não tenho nenhuma dúvida, Marcio Lacerda, com a visibilidade de prefeito de uma capital como Belzonte criaria um novo padrão de administrador público. Espero que ele se eleja e sinto não ter lá o meu título de eleitor, seria um voto a mais para este brilhante homem público."
[...]
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Um segundo motivo é que minhas duas irmãs residem em BH com suas famílias. Nossos pais viveram ali durante metade de suas vidas e lá, passaram para o plano espiritual. Meu pai era um mineirão daqueles que apesar de - sendo militar - ter vivido quase toda a vida fora das Minas Gerais, nunca parou de dizer... Uai! Ao se aposentar "voltou para as montanhas" e carregou a família. Traduzindo, sou um "mestiço" pernambucano com sangue mineiro.
Por motivos assim estou celebrando a vitória de Márcio Lacerda. Tenho certeza - e os amigos podem cobrar - que ele fará uma ótima administração como prefeito. Se há uma habilidade que desenvolvi, ao longo de mais de 35 anos, interagindo com pessoas, como gerente, é conhecê-las. Modéstia à parte, meu nível de erro é muito pequeno. Fiquei satisfeito ao ver que a população de Belo Horizonte soube escolher um gestor, como disse antes, sem cacoetes dos políticos tradicionais. Acertaram na mosca.

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