||| 21 de julho DE 2026 ||| 3ª feira ||| aqueça o inverno de quem mais precisa - doe agasalhos ||| *Reflexão: “O egoísmo é a fonte de todos os vícios, como a caridade é a fonte de todas as virtudes.” ― Allan Kardec |||

 

Bem vindo

Bem vindo

Transforme peças esquecidas em esperança renovada: doe agasalhos.

pensamento dia

pensamento dia

Frase

Frase
Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal do qual era estudioso. Durante este período, também tomou conhecimento da psicografia. Ele então teria tido contato com um "espírito familiar", que supostamente teria passado a orientar os seus trabalhos. O pseudônimo "Allan Kardec" foi escolhido porque esta entidade teria revelado que ambos haviam vivido juntos, em uma vida passada, entre os druidas do povo celta, na região da Gália (atual França). A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec)

 

domingo, 18 de janeiro de 2009

Portugal - Governo de Antonio Salazar reprime a única greve que existiu em seu regime (1934)

jorna do Brasil: Tumulto em Portugal

O diretor de Polícia Política de Portugal informou que a greve geral revolucionária organizada pelo Movimento Nacional Sindicalista, liderado por Francisco Rolão Preto, fracassou. Segundo a polícia, registraram-se ligeiros conflitos entre soldados e rebeldes, que atacaram os quartéis com bombas. As autoridades prenderam operários armados de pistolas e explosivos, que lhes teriam sido fornecidos pelos organizadores do movimento grevista. Um bomba atingiu a Central de Energia Elétrica da capital e deixou a população sem luz. Segundo a polícia, os manifestantes também provocaram o descarrilhamento de um trem que seguia de Póvoa para Santa Rita, e cortaram as linhas telefônicas. 
A única greve geral desencadeada durante o regime fascista instituído por Antonio Salazar foi um protesto contra o atrelamento dos sindicatos ao estado, e contra a deterioração das condições de vida dos trabalhadores. Centenas de pessoas foram presas e deportadas para Angra do Heroísmo, nos Açores, e para o Campo de Concentração do Tarrafal, em Cabo Verde. O Movimento Nacional Sindicalista foi proibido em 1934 sob a alegação de que era uma cópia de ações revolucionárias estrangeiras.
Antônio de Oliveira Salazar implantou o Estado Novo, que vigorou em Portugal de 1933 a 1974.

O regime autoritário de Salazar
A ditadura teve início com a aprovação, através de plebiscito, de uma nova Constituição autoritária e corporativa, e foi derrubada pela pacífica Revolução dos Cravos, em 25 de abril de 1974. Salazar comandou os destinos do país por mais de três décadas, como presidente do Conselho de Ministros. Depois do fim da Segunda Guerra, foi pressionado pela ONU a conceder independência às colônias portuguesas, mas recusa-se a abrir mão dos territórios. A decadência do regime começou em 1960, quando se intensificaram as guerras de libertação dos países africanos dominados por Portugal. Nessa época, o país gastava até 45% do seu orçamento para financiar os confrontos militares nas colônia
***********************************************************************

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.