DIA NACIONAL DO BOMBEIRO

DIA NACIONAL DO BOMBEIRO
DIA NACIONAL DO BOMBEIRO - O Dia do Bombeiro Brasileiro é comemorado no dia 2 de julho. Esta data é uma homenagem a todos os heróis brasileiros que arriscam as suas vidas para proteger as pessoas, as cidades e as florestas do risco de incêndios, desastres naturais, desabamentos, etc. Além de apagar incêndios, os bombeiros também desenvolvem vários projetos sociais e educativos, com o objetivo de tentar melhorar a qualidade de vida da comunidade. Os bombeiros também ajudam a socorrer animais em perigo e auxiliar pessoas que enfrentam situações de grande stress, como tentativa de suicídio, afogamento, desaparecimentos e traumas provocados por acidentes. Dia do Bombeiro Brasileiro Origem do Dia do Bombeiro Brasileiro A escolha desta data é uma homenagem a criação do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, inaugurado em 2 de julho de 1856, no Rio de Janeiro, e sob o comando do major João Batista de Morais Antas. Oficialmente, o Dia do Bombeiro Brasileiro foi instituído através do Decreto nº 35.309, de 2 de abril de 1954. A partir desta mesma lei, também foi definido a realização anual da Semana de Prevenção Contra Incêndios. Antigamente, antes do Imperador D. Pedro II assinar o Decreto Imperial nº 1.775 que regulamentava o serviço de bombeiros, o badalar dos sinos era sinal de que homens, mulheres e crianças tinham que formar uma fila no poço mais próximo e assim, passarem baldes de mão em mão até chegarem ao local do incêndio.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Censura no Brasil começa a afrouxar e libera peça teatral "Calabar" de Chico Buarque após seis anos de proibição.

24/01/1980 - Peça Calabar é liberada pela Censura

Jornal do Brasil: Censura libera Calabar e Z
A peça Calabar, um elogio à traição, foi liberada depois de ficar seis anos proibida pelo Conselho Nacional de Censura. O espetáculo escrito por Chico Buarque e Ruy Guerra, dirigido por Fernando Peixoto, fora suspenso oito dias antes da estreia. O general Antônio Bandeira, da Polícia Federal, sem esclarecer os motivos, proibiu a peça, proibiu o nome Calabar do título e, ainda proibiu que a proibição fosse divulgada.
O empresário Fernando Torres gastou 30 mil dólares na produção, uma das mais caras do teatro brasileiro até então, com 40 atores no elenco e outros 40 profissionais nos bastidores. Torres disse que obtivera três meses antes da proibição a garantia dos órgãos de censura de Brasília de que o texto não seria vetado. 
O prejuízo foi enorme. Para recuperar parte do investimento, o produtor improvisou na época a montagem de outro texto já conhecido do público e liberado pela censura – A torre em concurso. Depois da liberação, Chico Buarque e Ruy Guerra reescreveram o texto original, considerado pelos próprios autores "muito metafórico e obscuro" e a peça entrou em cartaz. 
As músicas que compunham a trilha sonora de Calabar, como BárbaraAna de Amsterdan, Não existe pecado ao sul do Equador e Tatuagem, fizeram sucesso. A história foi publicada em livro e virou um best seller. A saga do comerciante Domingos Fernandes Calabar passava-se no século 17, durante a invasão holandesa em Pernambuco. Calabar preferiu ficar do lado dos invasores e contra a coroa portuguesa e tornou-se um herói.
O diretor da Censura em 1974, Rogério Nunes, esclareceu em ofício que "A peça teatral faz apologia da traição (...) Exalta a figura execrável do traidor Domingos Fernandes Calabar".

O filme Z também é liberado 
No mesmo dia, o Conselho Nacional de Censura liberou para maiores de 14 anos o filme Z, do diretor Costa Gavras, cuja proibição ocorreu em 1975. Zganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1969, com roteiro baseado no livro de Vassili Vassilikos e Yves Montand e Irene Papas no elenco. A história sobre a perseguição e assassinato de um líder de oposição da Grécia chegou às telas brasileiras com mais de 10 anos de atraso. 
Os membros do Conselho também aprovaram uma moção enviada ao então governador do Rio, Chagas Freitas, contra o fechamento do Teatro Opinião.
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