DIA NACIONAL DO BOMBEIRO

DIA NACIONAL DO BOMBEIRO
DIA NACIONAL DO BOMBEIRO - O Dia do Bombeiro Brasileiro é comemorado no dia 2 de julho. Esta data é uma homenagem a todos os heróis brasileiros que arriscam as suas vidas para proteger as pessoas, as cidades e as florestas do risco de incêndios, desastres naturais, desabamentos, etc. Além de apagar incêndios, os bombeiros também desenvolvem vários projetos sociais e educativos, com o objetivo de tentar melhorar a qualidade de vida da comunidade. Os bombeiros também ajudam a socorrer animais em perigo e auxiliar pessoas que enfrentam situações de grande stress, como tentativa de suicídio, afogamento, desaparecimentos e traumas provocados por acidentes. Dia do Bombeiro Brasileiro Origem do Dia do Bombeiro Brasileiro A escolha desta data é uma homenagem a criação do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, inaugurado em 2 de julho de 1856, no Rio de Janeiro, e sob o comando do major João Batista de Morais Antas. Oficialmente, o Dia do Bombeiro Brasileiro foi instituído através do Decreto nº 35.309, de 2 de abril de 1954. A partir desta mesma lei, também foi definido a realização anual da Semana de Prevenção Contra Incêndios. Antigamente, antes do Imperador D. Pedro II assinar o Decreto Imperial nº 1.775 que regulamentava o serviço de bombeiros, o badalar dos sinos era sinal de que homens, mulheres e crianças tinham que formar uma fila no poço mais próximo e assim, passarem baldes de mão em mão até chegarem ao local do incêndio.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

General Ernesto Geisel foi o 1º presidente do Brasil a ser eleito pelo colégio eleitoral (1974)

Jornal do Brasil: general Geisel


O general Ernesto Geisel foi eleito pelo voto indireto presidente da República. Geisel assumiu a presidência no dia 15 de março, em meio à crise que precedeu o fim do Milagre Econômico. Naquele ano a inflação chegaria a 34,5% ao ano, e no fim do seu mandato, em 1978, a elevação de preços foi de 42%. 

Geisel foi o primeiro presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, instituído pela emenda nº 1 da Constituição de 1967. O dispositivo modificou a forma de escolha do chefe da nação, e previu a criação de um Colégio Eleitoral, composto de membros do Congresso e delegados das Assembléias Legislativas dos Estados. A escolha foi feita entre duas chapas, com nomes indicados pela Arena e pelo MDB. O antecessor de Geisel, Emílio Garrastazu Médici, havia sido indicado pelo Alto Comando Militar e referendado pela Arena. O Colégio Eleitoral era formado por 503 integrantes - 412 do partido do governo e 91 da oposição.

Ernesto Geisel e o vice da Arena Adalberto Pereira dos Santos obtiveram 400 votos (84,04%) contra Ulysses Guimarães e Barbosa Lima Sobrinho, do MDB, que receberam 76 votos (15,96%). Vinte parlamentares votaram em branco e seis se abstiveram de votar. Embora o pleito fosse indireto, Ulysses Guimarães aproveitou a ocasião para percorrer o país, denunciando as eleições indiretas, a supressão da liberdade e a concentração de renda resultante do modelo econômico.

Presidente anuncia mudanças

Geisel anunciou que faria uma abertura democrática "lenta, gradual e segura". A estratégia foi formulada pelo presidente e pelo general Golberi do Couto e Silva, que havia voltado ao governo como chefe do gabinete civil da presidência. 

De acordo com esse projeto, realizou-se já em 1974 eleições livres para senadores, deputados e vereadores. Geisel reduziu o rigor da censura sobre os meios de comunicação e revogou o AI-5, ato institucional que cerceou as liberdades democráticas, que estava em vigor desde 1968.
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