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Frase

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Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. Conforme o seu próprio depoimento, publicado em Obras Póstumas, foi em 1854 que o Prof. Rivail ouviu falar pela primeira vez do fenômeno das "mesas girantes", bastante difundido à época, através do seu amigo Fortier, um magnetizador de longa data. Sem dar muita atenção ao relato naquele momento, atribuindo-o somente ao chamado magnetismo animal do qual era estudioso. Durante este período, também tomou conhecimento da psicografia. Ele então teria tido contato com um "espírito familiar", que supostamente teria passado a orientar os seus trabalhos. O pseudônimo "Allan Kardec" foi escolhido porque esta entidade teria revelado que ambos haviam vivido juntos, em uma vida passada, entre os druidas do povo celta, na região da Gália (atual França). A Doutrina Espírita transforma completamente a perspectiva do futuro. A vida futura deixa de ser uma hipótese para ser realidade. O estado das almas depois da morte não é mais um sistema, porém o resultado da observação. Ergueu-se o véu; o mundo espiritual aparece-nos na plenitude de sua realidade prática; não foram os homens que o descobriram pelo esforço de uma concepção engenhosa, são os próprios habitantes desse mundo que nos vêm descrever a sua situação. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec)

 

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Indira Ghandi foi uma grande estadista da Índia e a primeira mulher a governar o pais.

Jornal do brasil: Indira derrota direitistas

Indira Gandhi foi eleita primeiro-ministro em votação secreta no parlamento por 399 votos contra 169, ao derrotar o líder direitista Morarji Desai. Indira prometeu prosseguir com a política de neutralidade e socialismo pragmático adotado por seu pai, o ex-primeiro-ministro Jawaharlal Nehru. O resultado da eleição foi bem recebido pela Inglaterra e União Soviética. A nova chefe de governo declarou que "embora a Índia passe por dificuldades, tem imensos recursos materiais e uma grande força interior para superá-las".

Indira não tem parentesco com Mahatma Gandhi. O sobrenome do pacifista foi adotado pelo marido de Indira por razões políticas. Antes de ser eleita, foi ministra da Informação no gabinete de Lal Bahadur Shastri de 1964 a 1966, e sucedeu o pai em 1966 na chefia do Partido do Congresso. Entre as medidas mais radicais do seu governo estão a nacionalização dos bancos e a esterilização maciça obrigatória da população.

Em 1975, Indira foi condenada por fraude eleitoral. Para fugir da punição decretou o estado de sítio e passou a governar de forma ditatorial. Nessa época, nomeou seu filho Sanjay Gandhi como sucessor.

Com a derrota nas eleições de 1977, dividiu o Partido do Congresso, e à frente de um novo partido obteve em 1980 uma esmagadora vitória nas urnas. Os conflitos entre os diversos grupos étnicos e religiosos foram agravados no seu último mandato. Temendo que o líder sikhs Jarnail Singh Bhindranwale armazenasse armas para um levante, Indira ordenou a ocupação pelo Exército do Templo Dourado, em Amristar. No confronto morreram 83 soldados e 493 sikhs e outras centenas ficaram feridas. Meses depois, Indira foi assassinada por sikhs da sua própria guarda pessoal, que se vingaram do massacre.
O filho Rajiv Gandhi, que se preparara para o cargo após o acidente que tirou a vida de Sanjay, foi o seu sucessor.
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