||| 02 de outubro DE 2026 ||| 6ª feira ||| Dia do Anjo da Guarda ||| # Reflexão: "Qualquer idiota consegue ser jovem. (...) É preciso muito talento pra envelhecer. --- Millôr Fernandes . |||

 

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O Dia do Anjo da Guarda é comemorado anualmente em 2 de outubro. Com origem espanhola, no século V, os países europeus passaram a comemorar os anjos da guarda. A criação da data foi autorizada pelo Papa Clemente X e somente depois foi divulgada publicamente pelo papa Paulo V. Nessa data, são lembrados os anjos protetores de cada pessoa, conforme prega o Catolicismo. Segundo a Igreja Católica, anjo da guarda é aquele que tem a função de proteger das tentações, do pecado e nos amparar desde o nascimento. Antes de ser estabelecida oficialmente essa data, o que aconteceu em 1670, era no dia 29 de setembro que se comemorava o dia dos anjos. Isso porque no dia 29 de setembro é celebrado o dia dos Arcanjos Miguel, Rafael e Gabriel. No dia dedicado aos anjos da guarda, as pessoas costumam rezar e acender velas em honra do seu anjo em particular. Anjo da Guarda zelando por duas crianças Oração ao Anjo da Guarda Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarde, me governe e me ilumine. Amém!

pensamento dia

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Frase

Frase
A autoria da oração é atribuída ao monge beneditino Reginaldo da Cantuária (Reginald of Canterbury), que a escreveu no século XI. A versão original foi composta em latim sob o título de Angele Dei: *Angele Dei, qui custos es mei, me, tibi commissum pietate superna,illumina, custodi, rege et guberna.Amen.*Por vários séculos, acreditava-se que o autor da prece havia sido Santo Anselmo de Cantuária (que foi arcebispo de Cantuária e contemporâneo de Reginaldo). No entanto, estudos e pesquisas históricas em manuscritos medievais demonstraram que o texto original faz parte dos escritos poéticos e devocionais de Reginaldo. (Informação da IA do Gemini: https://gemini.google.com/app/500b8e2ccebeb665?hl=pt-BR)

 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

De Gaulle toma posse na Quinta República da França (1959)

08/01: 1959 -- A posse do general De Gaulle

Jornal do Brasil: De Gaulle assume a presidência Quinta República


O general Charles De Gaulle recebeu a Ordem da Grande Corrente da Legião de Honra ao assumir o cargo de primeiro presidente da Quinta República francesa. Depois de uma tentativa de golpe militar na Argélia, a Assembléia Nacional pressionada pelos militares convidou De Gaulle para resolver a crise argelina. O governo anterior fracassara e o general só aceitou o cargo sob a condição de que a presidência tivesse amplos poderes. A Constituição foi alterada e De Gaulle conquistou o cargo.

O general decepcionou parte do eleitorado ao estabelecer negociações oficiais com a Frente de Libertação da Argélia (FNL). Por causa dessas conversações de paz, militares de direita rebelaram-se contra De Gaulle, que foi vítima de um atentado em 1961. Um ano depois, o presidente francês assinou o Tratado de Évian que estabeleceu a paz e a independência da Argélia, pondo fim um conflito sangrento de oito anos. Nos anos seguintes, conseguiu reerguer a economia francesa. 

O general foi prisioneiro dos alemãs na Primeira Guerra e, na Segunda Guerra, liderou de Londres o movimento de resistência francês contra o nazismo. Os grupos de sabotagem e a rede de informações de inteligência militar comandados por ele foram fundamentais para a retomada da França pelos aliados. Aclamado como herói foi eleito presidente em 1945. Não conseguiu maioria na Assembléia Nacional e renunciou em 1946. Retornou à presidência em 1958, reelegendo-se em 1965. Entretanto o seu governo não resistiu às s revoltas estudantis de maio de 1968. De Gaulle renunciou novamente em 1969 após ser derrotado no plebiscito sobre a reforma constitucional que pretendia fazer. Morreu aos 80 anos.

Frase cria mal-estar

O presidente Charles De Gaulle negava ter dito a frase "O Brasil não é um país sério". O autor da expressão foi o embaixador do Brasil na França Carlos Alves de Souza. O diplomata fez essa observação durante a Guerra da Lagosta, no início dos anos 60, ao conceder uma entrevista ao jornalista Luiz Edgar de Andrade. A crise entre os dois países foi motivada pela apreensão de pesqueiros franceses que capturavam lagostas nas costas do nordeste brasileiro. O conflito foi resolvido mas o mal-estar continuou. Alves de Souza assumiu a autoria da frase em seu livro Embaixador em tempos de crise e absolveu De Gaulle.
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