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Niccolò di Bernardo dei Machiavelli (em português: Nicolau Maquiavel; Florença, 3 de maio de 1469 — 21 de junho de 1527) foi um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento.[1] É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser. Após sua morte, o nome de Maquiavel passou a evocar atos inescrupulosos do tipo que ele aconselhou mais famosamente em sua obra, O Príncipe. Ele se preocupava com as maneiras pelas quais um governante poderia ter sucesso na política e acreditava que aqueles que prosperavam recorriam à decepção, traição e violência. Ele aconselhava os governantes a praticar o mal quando a necessidade política o exigisse. O Príncipe, de Maquiavel, tem sido envolto em controvérsia desde que foi publicado. Alguns o consideram uma descrição direta da realidade política. Muitos veem O Príncipe como um manual, ensinando aspirantes a tiranos como devem tomar e manter o poder. Mesmo em tempos recentes, estudiosos como Leo Strauss reafirmaram a opinião tradicional de que Maquiavel era um "mestre do mal". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavel]


sábado, 17 de janeiro de 2009

Começa o bombardeio de Bagdá,pelos EUA, transmitido ao vivopela CNN (Guerra do Golfo - 1971)

Jornal do Brasil: guerra do Golfo

Um ataque aéreo contra Bagdá deu início à Guerra do Golfo. Os Estados Unidos haviam articulado uma coalizão com 33 países, que juntos atacariam o Iraque. Mais de meio milhão de soldados das nações aliadas foram para a região. O resultado foi a morte de 100 mil soldados e 6 mil civis iraquianos, além de 30 mil kuwaitianos, contra 293 baixas entre as tropas da coalizão. 
A Guerra do Golfo foi a primeira da história a ser transmitida ao vivo pela TV. Os 45 jornalistas confinados no hotel descreviam os primeiros bombardeios para cerca de 100 milhões de pessoas em 100 países. Os ataques duraram toda aquela madrugada.
O confronto começou quando Saddam Hussein, então presidente do Iraque, acusou o Kuwait de vender o petróleo a preços muito baixos, o que estaria causando prejuízo à economia iraquiana. Saddam também exigiu que o Kuwait perdoasse uma dívida de US$ 10 bilhões contraída durante a guerra contra o Irã e que pagasse uma compensação de US$ 2,4 bilhões por ter extraído petróleo dos campos fronteiriços de Rumalia. Como as reivindicações não foram atendidas, Saddam resolveu invadir o Kuwait e anexá-lo ao seu território. O objetivo do líder iraquiano era ampliar o seu domínio, incorporar os poços de petróleo do país vizinho e facilitar o acesso ao Golfo Pérsico. 

A anexação do Kuwait fez os preços do petróleo subirem e provocou o racionamento de combustíveis em vários países, inclusive no Brasil. A ONU condenou a ação iraquiana e impôs embargos comerciais àquele país, além de dar um prazo para a retirada dos soldados iraquianos do Kwait. Saddam desprezou as advertências e em janeiro o Conselho de Segurança da ONU autorizou os EUA e seus aliados a invadirem o Iraque. 

Novas tecnologias de guerra
Os gastos com a guerra chegaram a US$ 61 bilhões. Pela primeira vez foram usados tanques e outros veículos blindados com detectores de radiação infravermelha e sensores capazes de ampliar a luz das estrelas. A arma mais sofisticada foi o avião americano F-117, o caça invisível, projetado para não ser captado pelo radar inimigo.
O Iraque foi derrotado em fevereiro, mas antes de retirar-se do Kuwait destruiu poços de petróleo e despejou óleo no mar. 
Nos meses seguintes ao fim da guerra, Saddam sufocou rebeliões de xiitas e curdos, que tentaram derrubá-lo.
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