DIA NACIONAL DO BOMBEIRO

DIA NACIONAL DO BOMBEIRO
DIA NACIONAL DO BOMBEIRO - O Dia do Bombeiro Brasileiro é comemorado no dia 2 de julho. Esta data é uma homenagem a todos os heróis brasileiros que arriscam as suas vidas para proteger as pessoas, as cidades e as florestas do risco de incêndios, desastres naturais, desabamentos, etc. Além de apagar incêndios, os bombeiros também desenvolvem vários projetos sociais e educativos, com o objetivo de tentar melhorar a qualidade de vida da comunidade. Os bombeiros também ajudam a socorrer animais em perigo e auxiliar pessoas que enfrentam situações de grande stress, como tentativa de suicídio, afogamento, desaparecimentos e traumas provocados por acidentes. Dia do Bombeiro Brasileiro Origem do Dia do Bombeiro Brasileiro A escolha desta data é uma homenagem a criação do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, inaugurado em 2 de julho de 1856, no Rio de Janeiro, e sob o comando do major João Batista de Morais Antas. Oficialmente, o Dia do Bombeiro Brasileiro foi instituído através do Decreto nº 35.309, de 2 de abril de 1954. A partir desta mesma lei, também foi definido a realização anual da Semana de Prevenção Contra Incêndios. Antigamente, antes do Imperador D. Pedro II assinar o Decreto Imperial nº 1.775 que regulamentava o serviço de bombeiros, o badalar dos sinos era sinal de que homens, mulheres e crianças tinham que formar uma fila no poço mais próximo e assim, passarem baldes de mão em mão até chegarem ao local do incêndio.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Apolo 1, uma fatalidade que abalou o mundo com a morte de três astronautas (1967)

27/01/1967 - Tragédia na corrida espacial

Jornal do Brasil: Astronautas morrem na plataforma de Cabo Kennedy
Os astronautas Virgil Ivan Grissom, Edward Higgins White II e Roger Bruce Chaffee morreram em um incêndio dentro da cabine de comando, na plataforma de Cabo Kennedy. As três primeiras vítimas da corrida espacial estavam a bordo da Apolo 1 em exercício de prova para o lançamento no dia 21 de fevereiro. Os peritos concluíram que o acidente foi causado por um curto-circuito próximo ao painel de oxigênio. Grissom comunicou que havia fogo no cockpit. Segundos mais tarde, Chaffee avisou que ele e seus companheiros sairiam do módulo de comando. Mas foi impossível escapar porque a escotilha de saída tinha trancas mecânicas, que os astronautas não conseguiram destravar.
A equipe que trabalhava fora da espaçonave procurou em vão libertá-los. O calor era insuportável. Finalmente, quando o módulo de comando foi aberto os três astronautas já estavam mortos. A roupa espacial os protegeu do fogo, mas a inalação excessiva de fumaça foi fatal. Devido ao acidente, toda programação do projeto Apolo foi atrasada em 21 meses.
Durante esse período os engenheiros da Nasa modificaram toda a cabine do módulo de comando e aperfeiçoaram as normas de segurança. Na base das plataformas, por exemplo, não havia equipamentos médicos nem de resgate. Também ainda não tinham sido desenvolvidos procedimentos para esse tipo de emergência, e as estruturas não eram apropriadas para uma operação de salvamento.
Três meses após o incêndio da Apolo 1, o cosmonauta russo Vladimir Komarov, da Soyuz-1, morreu ao retornar à Terra, depois de ficar em órbita do planeta.

Experiências frustadas

Em fevereiro de 1969, o foguete do projeto lunar soviético caiu após 66 segundos de voo sobre uma cidade, matando 350 pessoas. - Em março de 1980, 50 técnicos do Centro Espacial Plesetsk, em Vostok, na Rússia, morreram por causa da explosão de um propulsor que recebia combustível. O acidente só foi revelado em 1989.
No início de 1986, os sete tripulantes da nave Challenger morreram 72 segundos após o lançamento da nave. A explosão foi causada pelo congelamento de um dos anéis de união do foguete. Em 30 de junho de 1971, durante o primeiro voo à estação orbital Saliut, o módulo de aterrissagem sofreu uma despressurização e provocou a morte dos três tripulantes da Soyuz-11. Os astronautas haviam permanecido 24 dias no espaço, um record para a época.
Em 1º de fevereiro de 2003, os sete ocupantes da Columbia morreram, no fim de uma missão espacial que até então fora bem-sucedida. A Columbia desintegrou-se ao regressar à Terra, devido a uma perfuração na asa esquerda, provocada pelo desprendimento de um pedaço da espuma de isolamento de um setor do tanque externo.
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