||| 17 de julho DE 2026 ||| 6ª feira ||| dia mundial do emoji ||| *Reflexão: "E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música." -- Friedrich Nietzsche" |||

 

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O Dia Mundial do Emoji é comemorado anualmente em 17 de julho. Essa data foi escolhida por uma razão muito simples: é o dia que aparece no emoji de calendário 📅 em grande parte dos celulares e computadores.A figura 📅 mostra o "17 de julho" porque foi nessa data, no ano de 2002, que a Apple lançou seu aplicativo de calendário iCal para o sistema Mac. A celebração foi criada em 2014 por Jeremy Burge, o fundador da Emojipedia.

pensamento dia

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Frase

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Gustave Le Bon (Nogent-le-Rotrou, 7 de maio de 1841 – Marnes-la-Coquette, 13 de dezembro de 1931) foi um polímata francês cujas áreas de interesse incluíam antropologia, psicologia, sociologia, medicina, e física. Ele é mais conhecido por seu trabalho em 1895, A Multidão: Um Estudo da Mente Popular, considerado um dos trabalhos seminais da psicologia das multidões.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Gustave_Le_Bon]

 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Briga de Mulheres! No mundo corporativo...



"Achei" este texto no suplemento com artigos selecionados do New York Times que a Folha de São Paulo publica todas as segundas feiras. A autora, uma profissional de RH, coloca um assunto dos mais fascinantes para quem estuda os comportamentos pessoais restrito ao mundo das empresas. Falo das disputas e “duelos” - sempre presentes - entre mulheres que estejam nas mesmas corridas pelos espaços corporativos.

Dou meu testemunho sobre algumas delas que presenciei, na posição privilegiada de diretor, entre colegas mulheres. São sutis, ao contrário das disputas masculinas. São insidiosas e cheias de filigranas e armadilhas comportamentais.

Vou-lhes dizer e sem medo de errar. Nunca entre numa disputa "mano-a-mano" com uma mulher que esteja na mesma corporação e no seu mesmo nível de hierarquia. Existe 99,9% de você perder. Entretanto a abordagem feita pela autora do artigo é um pouco diferente. Está mais voltada para a conquista do "power of women" nas empresas.

Recomendo o texto principalmente às mulheres e que estejam em funções executivas ou candidatas à carreira. Vale a leitura para que possam fazer suas reflexões a respeito desse tema muito pouco tocado nos artigos sobre o mundo corporativo. Eu gostei muito.”


Folha de S.Paulo
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