||| 01 de setembro DE 2026 ||| 3ª feira ||| Dia Nacional da Médica e do Médico Endocrinologista ||| *Reflexão: “Nós não paramos de brincar porque envelhecemos. Nós envelhecemos porque paramos de brincar.” – George Bernard Shaw . |||

 

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O Dia Nacional do Endocrinologista é celebrado anualmente em 1º de setembro. A data, oficializada no Brasil pela Lei nº 14.442/22, foi escolhida por coincidir com o dia da fundação da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).O endocrinologista é o médico responsável por cuidar das glândulas endócrinas, do metabolismo e dos hormônios. Em tempos de desinformação digital e promessas de "soluções milagrosas" para o corpo, esse especialista desempenha um papel ético e científico crucial para a saúde pública.Principais Áreas de AtuaçãoO acompanhamento com este profissional abrange o cuidado em todas as fases da vida. Suas principais frentes de tratamento envolvem:Diabetes Mellitus: Controle dos níveis de açúcar no sangue e prevenção de complicações.Obesidade: Tratamento metabólico e comportamental do excesso de peso de forma segura.Disfunções da Tireoide: Diagnóstico de hipotireoidismo, hipertireoidismo e acompanhamento de nódulos.Saúde Óssea: Tratamento e prevenção de problemas como a osteoporose e a osteopenia.Alterações Hormonais: Cuidados voltados a menopausa, andropausa, distúrbios menstruais e puberdade precoce.Problemas no Crescimento: Avaliação do desenvolvimento físico e da estatura em crianças.

pensamento dia

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Frase

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Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord (Paris, 2 de fevereiro de 1754 – Paris, 17 de maio de 1838) foi um político e diplomata francês. Ele ocupou em quatro ocasiões diferentes o cargo de Ministro dos Negócios Estrangeiros e também foi o primeiro Primeiro-Ministro da França entre julho e setembro de 1815 sob Luís XVIII depois da restauração francesa. Carreira Talleyrand demonstrou admirável capacidade de sobrevivência política ao ocupar altos cargos no governo revolucionário francês, sob Napoleão Bonaparte, durante a restauração da monarquia da Casa de Bourbon e sob o rei Luís Filipe. Embora de ascendência aristocrática, ele não pôde seguir a carreira militar por causa de um defeito físico (Pé torto). Opcionalmente, foi preparado para a carreira religiosa e, como seminarista, estudou teologia e leu a obra dos filósofos progressistas contemporâneos.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Charles-Maurice_de_Talleyrand]

 

domingo, 4 de janeiro de 2009

A morte de Henfil

Jornal do Brasil: O cartunista Henfil


Henfil foi criador de personagens inesquecíveis de histórias em quadrinhos, como os fradinhos Baixim e Cumprido, a ave Graúna, o bode Orellana, Capitão Zeferino e Ubaldo, o paranóico. Os seus textos mordazes são documentos de uma época sombria e tinham como alvo o regime militar. "As palavras para mim não são gratuitas, não consigo usar nenhuma palavra de forma gratuita", dizia o cartunista, que foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores. 

O mineiro Henrique Souza Filho começou a carreira na Revista Alterosa, em Belo Horizonte, em 1964. Lá nasceram os fradinhos e o pseudônimo Henfil. O apelido foi invenção do editor Roberto Drumond, que juntou as primeiras sílabas dos nomes Henrique e Filho. Um ano depois, Henfil foi para o Diário de Minas. Em seguida, para o Jornal dos Sports, além de colaborar com as revistas VisãoRealidadePlacar O Cruzeiro. Em 1969, estreou os fradinhos no semanário O Pasquim. Os personagens neuróticos e passionais fizeram sucesso e chamaram a atenção da censura, que impôs cortes às histórias. Em 1972, ingressou no Jornal do Brasil, onde criou Zeferino e seus amigos da caatinga, Graúna e Orellana. Com esse personagens, o cartunista intensificou a crítica à ditadura. 
De 1977 a 1980, na Revista Isto É, escreveu suas Cartas da Mãe, que comentavam os assuntos mais importantes do momento. Naquela época, estavam em pauta o exílio do irmão Herbert de Souza, o Betinho, e de outros companheiros, a tortura, as greves dos trabalhadores no ABC, o surgimento de Lula como líder sindical, a campanha pela anistia, e a criação do PT. 

Também foi o autor dos livros Hiroxima, meu humorDiário de um cucarachaDiretas Já,Henfil na China, Fradim de libertação, e Como se faz humor político. Foi co- autor da peça A Revista do Henfil, além de escrever, dirigir e atuar no filme Tanga - Deu no New York Times 

Luta contra a aids

A notícia da morte de Henfil chegou durante o show que os amigos faziam em um teatro paulista para arrecadar fundos para custear o caro tratamento contra a aids A doença foi contraída em uma transfusão de sangue. Henfil era hemofílico e tinha saúde precária, assim como seus dois irmãos, Herbert de Sousa, e Francisco Mário, que também morreram de aids. Além dos irmãos, tinha mais cinco irmãs.
Henfil não se deixava abater pelas dificuldades da vida, e dizia: "Se não houver frutos, valeu a beleza das flores, se não houver flores, valeu a sombra das folhas, senão houver folhas, valeu a intenção da semente"
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