||| 13 de agosto DE 2026 ||| 5ª feira ||| Não à violência contra a criança ||| *Reflexão: “Um amigo é alguém que gosta de você, apesar do seu sucesso" . --- ( Murilo Felisberto ) |||

 

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A violência contra a criança engloba qualquer ação ou omissão — física, sexual, psicológica ou de negligência — cometida por pais, responsáveis ou pessoas próximas que prejudique o desenvolvimento, a integridade ou a vida dos menores, ocorrendo majoritariamente no ambiente doméstico.Tipos de ViolênciaFísica: Uso de força corporal (como tapas, surras ou queimaduras) para causar dor ou lesão.Psicológica/Emocional: Ameaças, humilhações, xingamentos e rejeição contínua.Sexual: Abuso, exploração ou exposição de menores a conteúdos impróprios.Negligência: Ausência de cuidados básicos essenciais, como alimentação, saúde, afeto, higiene e educação.Onde Buscar Ajuda e DenunciarDisque 100: Serviço gratuito do governo federal para denúncias de violações de direitos humanos (funciona 24 horas).Conselho Tutelar: Órgão municipal encarregado de zelar pelos direitos da criança e do adolescente.Delegacias Especializadas: Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) ou delegacias comuns em caráter de urgência.Polícia Militar (190): Em situações de flagrante ou risco imediato de vida.Proteção e Deveres no ECA Proibição total: O Artigo 5º determina que nenhuma criança sofra violência ou opressão, punindo quem atente contra seus direitos por ação ou omissão. www.planalto.gov.br Obrigatoriedade de denúncia: O Artigo 13 obriga qualquer pessoa — especialmente médicos, professores e profissionais de saúde — a comunicar imediatamente ao Conselho Tutelar ou autoridades qualquer suspeita ou confirmação de maus-tratos. Ocultar esses crimes gera consequências legais. Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Medidas de proteção: O Artigo 101 prevê ações rápidas para afastar a vítima do perigo, como acolhimento institucional, afastamento do agressor do lar e atendimento médico ou psicológico. Canal de denúncia: Casos de violência infantil podem ser denunciados anonimamente pelo Disque 100 (Direitos Humanos) ou diretamente aos órgãos de proteção locais. Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

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terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Hiroito, Imperador do Japão por 62 anos deixa a vida e entra para a História


Jornal do Brasil: Reinado de Hiroíto  foi o mais longo do Japão

O reinado do imperador Hiroíto durou 62 anos e foi o mais longo da história dos imperadores japoneses. Durante esse período, o Japão experimentou a destruição das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, e em seguida floresceu como uma das economias mais fortes do mundo. Para os japoneses, ele foi o deus vivo, descendente da deusa do Sol, Amaterasu. Em aparições públicas, ninguém estava autorizado a olhar diretamente para ele e até mesmo seus médicos e alfaiates eram proibidos de tocá-lo. 

Os soldados conquistaram em nome de Hiroíto o maior império asiático desde os tempos de Gengis Khan. Para alguns, inclusive japoneses, ele deveria ser julgado como criminoso de guerra. Para outros não passou de um fantoche nas mãos de militares ambiciosos. 

Por causa das atrocidades cometidas na China e na Indochina na Segunda Guerra, e da sua aliança com os nazistas, transformou-se um dos três homens mais odiados do mundo, ao lado de Hitler e Stálin. O general MacArthur, que governou o Japão depois do fim da Segunda Guerra, defendeu Hiroíto e não deixou que ele fosse julgado. O general acreditava que o imperador daria coesão ao povo japonês e o ajudaria a aceitar as mudanças. A partir daí, o monarca teve os poderes reduzidos e renunciou a sua origem divina. Pela nova constituição, elaborada pelos americanos, a instituição do império permaneceria, mas destituída de poder político e da aura sagrada. 

Hiroíto abandonou os rituais da corte. Deixou de usar o quimono, permitiu a publicação de fotos da família imperial. Aboliu também o costume secular de manter concubinas imperiais, mandou o neto estudar na Europa, autorizou o príncipe herdeiro a se casar com uma plebeia e, por fim, assumiu publicamente que sofria de câncer. 
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