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||| 08 de julho DE 2026 ||| 4ª feira ||| dia internacional dos oceanos ||| *Reflexão: "Uma discussão prolongada significa que ambas as partes estão erradas." (Voltaire) |||

 

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O Dia Mundial dos Oceanos (World Ocean Day) é celebrado em 8 de junho. O objetivo desta data é relembrar a importância dos oceanos para o equilíbrio da vida no planeta Terra. E, para isso, são realizadas várias atividades de conscientização civil sobre os perigos enfrentados atualmente pelos oceanos. Os oceanos constituem dois terços da superfície terrestre e são o principal regulador térmico do planeta. Hoje, o grande desafio é minimizar o impacto que as atividades humanas estão provocando nos oceanos. É importante conscientizar governos, populações e demais entidades para a urgência de criar medidas que protejam os oceanos. fundo do mar com vegetação e peixes Origem do Dia dos Oceanos O Dia dos Oceanos foi criado durante a Rio-92, a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, que ocorreu no Rio de Janeiro. A data é celebrada desde 1992, no entanto, a ONU (Organização das Nações Unidas) apenas oficializou a comemoração em 2008.

pensamento dia

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Frase

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George Eliot, pseudônimo de Mary Ann Evans (Nuneaton, 22 de novembro de 1819 – Londres, 22 de dezembro de 1880), foi uma romancista autodidata britânica. Usava um nom de plume masculino para que seus trabalhos fossem levados a sério. À época, outras autoras publicavam trabalhos sob seus verdadeiros nomes, porém, Eliot queria escapar de estereótipos que ditavam que mulheres só escreviam romances leves. Outro fator que pode ter levado Eliot a usar um pseudônimo masculino era o desejo de preservar sua vida íntima, sobretudo seu relacionamento com George Henry Lewes, um homem casado, com quem viveu por mais de vinte anos. [https://pt.wikipedia.org/wiki/George_Eliot]

 

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Hiroito, Imperador do Japão por 62 anos deixa a vida e entra para a História


Jornal do Brasil: Reinado de Hiroíto  foi o mais longo do Japão

O reinado do imperador Hiroíto durou 62 anos e foi o mais longo da história dos imperadores japoneses. Durante esse período, o Japão experimentou a destruição das bombas atômicas na Segunda Guerra Mundial, e em seguida floresceu como uma das economias mais fortes do mundo. Para os japoneses, ele foi o deus vivo, descendente da deusa do Sol, Amaterasu. Em aparições públicas, ninguém estava autorizado a olhar diretamente para ele e até mesmo seus médicos e alfaiates eram proibidos de tocá-lo. 

Os soldados conquistaram em nome de Hiroíto o maior império asiático desde os tempos de Gengis Khan. Para alguns, inclusive japoneses, ele deveria ser julgado como criminoso de guerra. Para outros não passou de um fantoche nas mãos de militares ambiciosos. 

Por causa das atrocidades cometidas na China e na Indochina na Segunda Guerra, e da sua aliança com os nazistas, transformou-se um dos três homens mais odiados do mundo, ao lado de Hitler e Stálin. O general MacArthur, que governou o Japão depois do fim da Segunda Guerra, defendeu Hiroíto e não deixou que ele fosse julgado. O general acreditava que o imperador daria coesão ao povo japonês e o ajudaria a aceitar as mudanças. A partir daí, o monarca teve os poderes reduzidos e renunciou a sua origem divina. Pela nova constituição, elaborada pelos americanos, a instituição do império permaneceria, mas destituída de poder político e da aura sagrada. 

Hiroíto abandonou os rituais da corte. Deixou de usar o quimono, permitiu a publicação de fotos da família imperial. Aboliu também o costume secular de manter concubinas imperiais, mandou o neto estudar na Europa, autorizou o príncipe herdeiro a se casar com uma plebeia e, por fim, assumiu publicamente que sofria de câncer. 
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