||| 05 de novembro DE 2026 ||| 5ª feira ||| Dia Mundial do Cinema ||| Reflexão: "Criatividade é inventar, experimentar, crescer, correr riscos, quebrar regras, cometer erros, e se divertir." --- Mary Lou Cook ) . |||

 

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Em 05 de novembro celebra-se anualmente o Dia Mundial do Cinema. Ao cinema atribuiu-se o título de Sétima Arte, uma designação dada pelo italiano Ricciotto Canudo na obra Manifesto das Sete Artes, em 1912. A palavra cinema pode ser definida como movimento gravado, pois trata-se de uma abreviação de cinematógrafo. O termo "cine", de origem grega, significa movimento, e o sufixo "ágrafo", tem significado de gravar. cinema As produções cinematográficas exercem forte influência sobre as emoções humanas, levando milhares de pessoas aos cinemas, produzindo riso, choro, medo ou outros sentimentos a qualquer altura do dia. Em 1895, Paris teve a primeira sessão pública de cinema, que foi organizada pelos irmãos Auguste e Louis Lumière. Utilizando um aparelho chamado de cinematógrafo, imagens em movimento foram projetadas em um telão para cerca de 30 espetadores. Georges Mèliés inseriu a performance teatral na linguagem cinematográfica. Baseado na obra de Júlio Verne criou o filme Viagem à Lua, exibido em 1902, que levou o cinema a um novo patamar devido o uso de "efeitos especiais". A partir de então, o cinema cresceu como forma de contar histórias, difundir a cultura e propagar o conhecimento. O desenvolvimento de equipamentos e a evolução tecnológica permitiram que a arte se aproximasse do público cada vez mais com realismo. Em comemoração ao dia internacional do cinema, os espaços culturais incentivam a apreciação da Sétima Arte com exibição de filmes gratuitamente, realização de concursos e até exposições relacionadas com a história dessa manifestação artística.

pensamento dia

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Frase

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domingo, 27 de julho de 2008

"As aventuras do hemisfério direito" (3/4)

(continuação)
[...] "Na medida em que os empregos estão cada vez mais automatizados e terceirizados, como ficam os profissionais de colarinho-branco, cujas capacidades combinam com a era da informação?
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No nível individual, é importante que o profissional desenvolva uma constelação de capacidades que não possam ser facilmente exportadas, replicadas e automatizadas. Eu acredito que a maioria das pessoas possui tais habilidades em algum grau. Elas simplesmente não têm usado suas habilidades, que então atrofiam, como aconteceria com um músculo, porque nunca foram chamadas a se mostrar plenamente. As pessoas descobrirão que são, na verdade, boas em determinadas capacidades, mas isso demandará delas certo grau de responsabilidade pessoal e autodescoberta.
Nós ouvimos os mesmos tipos de temores quando passamos da economia industrial para a economia da informação. Pensou-se que poucas pessoas seriam capazes de fazer a transição. Mas essa previsão se mostrou errada: muitas o conseguiram, porque já possuíam as capacidades básicas para a era da informação. Também é uma questão importante de política pública. A transição da era industrial para a era da informação levou uma geração. Os pais tiveram a oportunidade de transmitir um novo tipo de conhecimento para seus filhos. Mesmo assim, algumas pessoas ficaram para trás, mais nos Estados Unidos do que no Canadá. Isso porque tínhamos um sistema de políticas públicas que não era desenvolvido para lidar com a transformação econômica, ou seja, as políticas públicas não estavam à altura do problema que tínhamos diante de nós.
Agora temos essa outra transformação em andamento. Está acontecendo em ritmo acelerado, no período de uma carreira, e não de uma geração para a outra, e isso faz com que seja mais perturbadora. E nós ainda não temos os mecanismos de política pública para ajudar as pessoas na mudança. Portanto, se a transição é, em parte, responsabilidade individual, é duplamente desafiadora quando os governos não fazem muita coisa para ajudar as pessoas a ter sucesso na nova realidade.
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Em seu livro, o sr. identifica seis habilidades que estão se tornando cruciais, e uma delas é a de design. Por que é tão importante pensar como um designer?
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Isso está relacionado com as forças econômicas fundamentais que estão em jogo. Um bom design é difícil (embora não impossível) terceirizar e difícil (embora não impossível) automatizar; portanto, tem mais valor. Em um mundo de abundância como o dos Estados Unidos, em que existem mais automóveis do que motoristas habilitados, em que há um setor de US$ 21 bilhões para atender às necessidades de armazenar coisas que as pessoas têm, em que as necessidades materiais foram satisfeitas e mesmo supersatisfeitas, a única maneira de as empresas se destacarem no mercado de produtos, serviços e experiências de consumo é apelar para a sensibilidade estética e emocional dos consumidores. É isso que os designers fazem. Eles combinam o utilitário e o significativo, o funcional e o estético.
Como o sucesso da Apple e de outras organizações em que o design é importante demonstrou, ganha-se um prêmio quando se dá ao mundo algo que ele não sabe que está faltando. O design se tornou um conhecimento fundamental nos negócios, e devemos tirar o chapéu para a Rotman School, por ter descoberto isso anos antes de todos nós. Seria impensável fazer um MBA ou se tornar um empreendedor sem ter idéia de como usar uma planilha. Acho que também será impensável alguém com MBA estar no mundo dos negócios sem ser “alfabetizado” em design. Isso é mesmo muito importante agora." [...] (
finaliza no post abaixo).
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NOTA - Conheça e faça - se quiser - um famoso teste que explica o funcionamento dos hemisférios cerebrais. Clique aqui para ser redirecionado.
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