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||| 02 de abril DE 2026 ||| 5ª feira ||| Dia Mundial de Conscientização do Autismo ||| "A amizade duplica as alegrias e divide as tristezas." (Francis Bacon) |||

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O Dia Mundial da Conscientização do Autismo, ou simplesmente Dia Mundial do Autismo, é comemorado em 2 de Abril. A data visa ajudar a conscientizar a população mundial sobre o Autismo. O autismo é um transtorno no desenvolvimento do cérebro que afeta cerca de 70 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, o Dia Mundial do Autismo é celebrado com palestras e eventos públicos que acontecem por várias cidades brasileiras. O objetivo é o mesmo em todo o lugar, ou seja, ajudar a conscientizar e informar as pessoas sobre o que é o Autismo e como lidar com ele. Nesta data, vários pontos turísticos do país são iluminados de azul, cor que representa a campanha do Autismo, que é promovida no mês de abril. Origem do Dia Mundial do Autismo O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 18 de Dezembro de 2007. O objetivo da data é alertar as sociedades e governantes sobre esse transtorno do neurodesenvolvimento, ajudando a derrubar preconceitos e esclarecer a todos. Dia Mundial da Conscientização do Autismo Mensagens para o Dia do Autismo "Quando conseguirmos nos colocar no lugar do outro, faremos diferença entre, e nunca, pelas pessoas. Não se deixe limitar pelo preconceito e faça a diferença. Conscientização em primeiro lugar. Feliz Dia Mundial da Conscientização do Autismo." "Autismo não é doença e o Dia Mundial da Conscientização do Autismo propicia a cada um de nós uma oportunidade de entender antes de julgar. Faça parte desta iniciativa." "Sejam fortes e valorizem a vossa caminhada. Os autistas têm muito para ensinar. Aprendam com eles e tenham um feliz Dia Mundial da Conscientização do Autismo." O que é o Autismo? O Autismo não é uma doença, mas sim um transtorno do neurodesenvolvimento, conhecido por "Transtornos de Espectro Autista" - TEA. Os sintomas do autismo são: fobias, agressividade, dificuldades de aprendizagem, dificuldades de relacionamento, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que o autismo é único para cada pessoa. Existem vários níveis diferentes de autismo, até mesmo pessoas que apresentam o transtorno, mas sem nenhum tipo de atraso mental.


Hippolyte Léon Denizard Rivail (francês: Lyon, 3 de outubro de 1804 – Paris, 31 de março de 1869) foi um educador, autor e tradutor francês. Sob o pseudônimo de Allan Kardec (francês: notabilizou-se como o codificador do espiritismo (neologismo por ele criado). Foi discípulo do reformador educacional Johann Heinrich Pestalozzi e um dos pioneiros na pesquisa científica sobre fenômenos paranormais (mais notoriamente a mediunidade), assuntos cuja investigação costumava ser considerada inadequada. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Allan_Kardec]


domingo, 27 de julho de 2008

"As aventuras do hemisfério direito" (1/4)

Os mistérios dos hemisférios cerebrais" já foi tema tratado com tintas de parapsicologia (imaginem!) e até de magia. Ao longo dos anos e à custa de muitos estudos foi se desmistificando e sendo encarado como ciência, que na verdade é.
A neurociência e a PNL (Programação Neuro-Linguística) tem procurado caminhos para entender e, principalmente, orientar sobre a melhor utilização dos nossos hemisférios cerebrais. Há muitos estudos e pesquisas sendo desenvolvidos a respeito.
Tomei consciência do assunto quando fiz o curso "Sintonia" do Lair Ribeiro lá pelos idos de 1991/92. A partir dai procurei nutrir a minha curiosidade lendo tudo que estivesse ao alcance e participando de palestras.
Digo, apenas com base na minha vivência, que as teorias podem ser confirmadas com experimentos simples que fogem das coincidências; e por aplicações práticas, no cotidiano dos ambientes corporativos, sociais e familiares. Por inúmeras vezes eu mesmo as comprovei. Mas vamos em frente...
Li este artigo - na verdade uma entrevista - no último exemplar da revista HSM Management, sobre o tema e o estou transcrevendo aqui por dois motivos. Primeiro: o assunto é do interesse de todos quantos estudam, pesquisa e gostam de conversar sobre administração e gerência. Segundo: o texto só está disponível para os assinantes da revista.
O autor, Daniel Pink. (homesite em inglês) é jornalista especializado e um escritor de sucesso. Publiquei, com lente de aumento, o "box" (imagem ao lado) que está na matéria da revista, com um resumo do currículo dele.
ATENÇÃO: Como o texto é longo (três páginas da revista) eu o fracionei em quatro posts consecutivos para facilitar a compreensão e publicá-los em seqüência natural de leitura.
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="Não faz muito tempo ele resumiu em uma pergunta sua opinião sobre o trabalho no século 21: “Como nós, humanos, conseguiremos competir com os computadores em trabalhos passíveis de automação?”. A resposta parece óbvia e poderia ser formulada com outra pergunta retórica: “Vale a pena competir em cálculos matemáticos com uma calculadora eletrônica?”. Se acha que a resposta é um rotundo “não”, você concorda com Daniel Pink.
A realidade da qual ele parte é irrefutável. As grandes economias mundiais tendem a automatizar-se mais e mais e a exportar trabalhos de escritório como contabilidade básica, análises financeiras básicas e serviços jurídicos simples para outros países nos quais isso saia mais barato. Preferirão concentrar seus esforços na busca e no estímulo dos talentos criativos. Exatamente como ocorreu historicamente com as operações de manufatura.
Ágil observador do trabalho, Pink identifica e relaciona esses aspectos da economia globalizada e os associa a funções cerebrais que podemos (e precisaremos) pôr em ação para não perder o trem para o futuro. Segundo sua análise, as pessoas, os empreendedores e o mundo dos negócios como um todo deverão reformular seu enfoque de criatividade para não ficarem de fora do que ele chama de “era conceitual”. A sobrevivência no século 21, garante Pink na entrevista a seguir, depende do uso que os seres humanos farão do hemisfério direito do cérebro. "

.(Início da entrevista)

"Seu livro "O Cérebro do Futuro" faz referências freqüentes aos hemisférios direito e esquerdo do cérebro e ao modo como ambos funcionam. Qual é exatamente a diferença entre eles e por que essa distinção é importante para o mundo dos negócios atualmente?
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Ao longo da evolução, nosso cérebro fez um trabalho muito bem-feito, dividindo tarefas. O hemisfério esquerdo do cérebro se especializou em tarefas lógicas, lineares, seqüenciais e analíticas; já o direito se especializou em compreender as coisas em seu conjunto, em vez de em seqüência, em processar mais o contexto do que o texto e em sintetizar mais do que analisar.
A verdade é que utilizamos ambos os lados de nosso cérebro para fazer tudo o que fazemos, mas essa divisão nos oferece uma importante metáfora para entender os estilos de pensar e os conjuntos de habilidades que serão necessários para sobreviver e ter sucesso no mercado de trabalho do século 21.
As capacidades características do hemisfério esquerdo, ou seja, as habilidades lógicas, lineares, do tipo planilha, costumavam ser as que mais contavam. Nas últimas décadas, vivemos a era da informação, a era do lado esquerdo do cérebro e do que Peter Drucker batizou de “trabalhador do conhecimento”. As habilidades tradicionalmente associadas a advogados, engenheiros e contadores eram tudo o que necessitávamos para seguir em frente.
Hoje essas capacidades ainda são essenciais, mas não bastam. Estamos nos primeiros dias da era conceitual, na qual as figuras econômicas centrais são artistas, designers, inventores, professores, empreendedores e pensadores, que conseguem ver o quadro mais amplo. Esses são os tipos de habilidade que agora são determinantes para separar os que vão para frente daqueles que ficam para trás.
A razão disso está relacionada com três poderosas forças econômicas: abundância, Ásia e automação. Esse trio vem nos conduzindo de uma era para outra. Hoje, para “acontecer”, você tem de fazer algo que seja difícil de terceirizar, difícil de automatizar e que atenda à demanda crescente por coisas não-materiais, com características estéticas, espirituais ou emocionais. Programação de computador, contabilidade ou análise financeira não se encaixam nessa descrição pois são atividades passíveis de contratar do outro lado do mundo. É muito mais difícil fazer isso com capacidades artísticas ou de contextualização." [...] (continua no post abaixo)
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