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Niccolò di Bernardo dei Machiavelli (em português: Nicolau Maquiavel; Florença, 3 de maio de 1469 — 21 de junho de 1527) foi um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento.[1] É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser. Após sua morte, o nome de Maquiavel passou a evocar atos inescrupulosos do tipo que ele aconselhou mais famosamente em sua obra, O Príncipe. Ele se preocupava com as maneiras pelas quais um governante poderia ter sucesso na política e acreditava que aqueles que prosperavam recorriam à decepção, traição e violência. Ele aconselhava os governantes a praticar o mal quando a necessidade política o exigisse. O Príncipe, de Maquiavel, tem sido envolto em controvérsia desde que foi publicado. Alguns o consideram uma descrição direta da realidade política. Muitos veem O Príncipe como um manual, ensinando aspirantes a tiranos como devem tomar e manter o poder. Mesmo em tempos recentes, estudiosos como Leo Strauss reafirmaram a opinião tradicional de que Maquiavel era um "mestre do mal". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavel]


domingo, 27 de julho de 2008

"As aventuras do hemisfério direito" (1/4)

Os mistérios dos hemisférios cerebrais" já foi tema tratado com tintas de parapsicologia (imaginem!) e até de magia. Ao longo dos anos e à custa de muitos estudos foi se desmistificando e sendo encarado como ciência, que na verdade é.
A neurociência e a PNL (Programação Neuro-Linguística) tem procurado caminhos para entender e, principalmente, orientar sobre a melhor utilização dos nossos hemisférios cerebrais. Há muitos estudos e pesquisas sendo desenvolvidos a respeito.
Tomei consciência do assunto quando fiz o curso "Sintonia" do Lair Ribeiro lá pelos idos de 1991/92. A partir dai procurei nutrir a minha curiosidade lendo tudo que estivesse ao alcance e participando de palestras.
Digo, apenas com base na minha vivência, que as teorias podem ser confirmadas com experimentos simples que fogem das coincidências; e por aplicações práticas, no cotidiano dos ambientes corporativos, sociais e familiares. Por inúmeras vezes eu mesmo as comprovei. Mas vamos em frente...
Li este artigo - na verdade uma entrevista - no último exemplar da revista HSM Management, sobre o tema e o estou transcrevendo aqui por dois motivos. Primeiro: o assunto é do interesse de todos quantos estudam, pesquisa e gostam de conversar sobre administração e gerência. Segundo: o texto só está disponível para os assinantes da revista.
O autor, Daniel Pink. (homesite em inglês) é jornalista especializado e um escritor de sucesso. Publiquei, com lente de aumento, o "box" (imagem ao lado) que está na matéria da revista, com um resumo do currículo dele.
ATENÇÃO: Como o texto é longo (três páginas da revista) eu o fracionei em quatro posts consecutivos para facilitar a compreensão e publicá-los em seqüência natural de leitura.
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="Não faz muito tempo ele resumiu em uma pergunta sua opinião sobre o trabalho no século 21: “Como nós, humanos, conseguiremos competir com os computadores em trabalhos passíveis de automação?”. A resposta parece óbvia e poderia ser formulada com outra pergunta retórica: “Vale a pena competir em cálculos matemáticos com uma calculadora eletrônica?”. Se acha que a resposta é um rotundo “não”, você concorda com Daniel Pink.
A realidade da qual ele parte é irrefutável. As grandes economias mundiais tendem a automatizar-se mais e mais e a exportar trabalhos de escritório como contabilidade básica, análises financeiras básicas e serviços jurídicos simples para outros países nos quais isso saia mais barato. Preferirão concentrar seus esforços na busca e no estímulo dos talentos criativos. Exatamente como ocorreu historicamente com as operações de manufatura.
Ágil observador do trabalho, Pink identifica e relaciona esses aspectos da economia globalizada e os associa a funções cerebrais que podemos (e precisaremos) pôr em ação para não perder o trem para o futuro. Segundo sua análise, as pessoas, os empreendedores e o mundo dos negócios como um todo deverão reformular seu enfoque de criatividade para não ficarem de fora do que ele chama de “era conceitual”. A sobrevivência no século 21, garante Pink na entrevista a seguir, depende do uso que os seres humanos farão do hemisfério direito do cérebro. "

.(Início da entrevista)

"Seu livro "O Cérebro do Futuro" faz referências freqüentes aos hemisférios direito e esquerdo do cérebro e ao modo como ambos funcionam. Qual é exatamente a diferença entre eles e por que essa distinção é importante para o mundo dos negócios atualmente?
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Ao longo da evolução, nosso cérebro fez um trabalho muito bem-feito, dividindo tarefas. O hemisfério esquerdo do cérebro se especializou em tarefas lógicas, lineares, seqüenciais e analíticas; já o direito se especializou em compreender as coisas em seu conjunto, em vez de em seqüência, em processar mais o contexto do que o texto e em sintetizar mais do que analisar.
A verdade é que utilizamos ambos os lados de nosso cérebro para fazer tudo o que fazemos, mas essa divisão nos oferece uma importante metáfora para entender os estilos de pensar e os conjuntos de habilidades que serão necessários para sobreviver e ter sucesso no mercado de trabalho do século 21.
As capacidades características do hemisfério esquerdo, ou seja, as habilidades lógicas, lineares, do tipo planilha, costumavam ser as que mais contavam. Nas últimas décadas, vivemos a era da informação, a era do lado esquerdo do cérebro e do que Peter Drucker batizou de “trabalhador do conhecimento”. As habilidades tradicionalmente associadas a advogados, engenheiros e contadores eram tudo o que necessitávamos para seguir em frente.
Hoje essas capacidades ainda são essenciais, mas não bastam. Estamos nos primeiros dias da era conceitual, na qual as figuras econômicas centrais são artistas, designers, inventores, professores, empreendedores e pensadores, que conseguem ver o quadro mais amplo. Esses são os tipos de habilidade que agora são determinantes para separar os que vão para frente daqueles que ficam para trás.
A razão disso está relacionada com três poderosas forças econômicas: abundância, Ásia e automação. Esse trio vem nos conduzindo de uma era para outra. Hoje, para “acontecer”, você tem de fazer algo que seja difícil de terceirizar, difícil de automatizar e que atenda à demanda crescente por coisas não-materiais, com características estéticas, espirituais ou emocionais. Programação de computador, contabilidade ou análise financeira não se encaixam nessa descrição pois são atividades passíveis de contratar do outro lado do mundo. É muito mais difícil fazer isso com capacidades artísticas ou de contextualização." [...] (continua no post abaixo)
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