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Bem vindo

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Campanha - Junho Vermelho # Junho Vermelho é uma campanha de conscientização sobre o ato de doar sangue: um gesto simples, rápido e praticamente indolor. Para quem realiza a ação, as mudanças podem ser pequenas, mas para quem recebe pode significar tudo: mais uma vida salva. Não há nada no mundo que substitua o sangue humano. Por isso, sempre que uma pessoa necessita de uma transfusão, como em acidentes, procedimentos cirúrgicos e algumas doenças, ela depende da boa ação das pessoas que se dispuseram a doar sangue para abastecer os estoques médicos. A doação de sangue é um gesto humanitário de solidariedade, cidadania, amor ao próximo e bem-estar coletivo. Por isso nós apoiamos essa causa, doe sangue você também e salve vidas. #DoeSangueDoeVida#

pensamento dia

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Frase

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Plutarco ou Lúcio Méstrio Plutarco (em latim: Lucius Mestrius Plutarchus Queroneia, 46 d.C. – Delfos, 120 d.C., foi um historiador, biógrafo, ensaísta e filósofo grego, conhecido principalmente por suas obras Vidas Paralelas e Morália. Pertencente a uma família proeminente, nasceu em Queroneia, na Beócia, a cerca de 30 quilômetros a leste de Delfos. Viajou pela Ásia e pelo Egito, viveu algum tempo em Roma e foi sacerdote de Apolo em Delfos em 95. O seu enorme prestígio valeu-lhe a obtenção de direitos de cidadão em Delfos, Atenas e mesmo em Roma (Mestrius Plutarchus). Plutarco morreu entre os anos 119 e 120 em Delfos. [ https://pt.wikipedia.org/wiki/Plutarco]

 

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O estresse de deixar de trabalhar


Pela via do Dihitt, "descobri " o site/blog do Sidney Rezende - SRZD - que é um show de site em todos os sentidos. Na minha opinião, o mais completo e organizado na sua categoria, dos eu conheço até agora.
Para quem não sabe quem é - me parece ser daquelas personalidade que os consultores gostam de rotular como "low profile" -
Sidney Rezende é um jornalista da maior seriedade e credibilidade, que apresenta diversos programas na GloboNews e na rádio CBN.
"Conheci" o jornalista quando a CBN estava se iniciando em Brasília. Seu estilo é inconfundível. Inteligente, fala rápido, mas com ótima dicção e tem uma empostação de voz incisiva que transmite plena credibilidade aos seus ouvintes. E agora no blog, aos seus leitores. Bom, vocês já perceberam que sou um admiradordo cara. Recomendo doses diária de Sidney Rezende.
Neste artigo, que vocês podem acessar clicando aqui, o tema abordado é mais que oportuno. Quem já esteve sob a pressão da carreira e atravessando um período de sucesso, já passou pelo "estresse das férias". É incrível, mas é verdade. Já convivi com esta... síndrome. A gente sai de férias com a família e fica so tensão, não desliga do trabalho e ainda fica com vontade de que as férias terminem (!!!). Pode um absurdo desses? Pode sim.
É disso quetrata o artigo. Vale a pena conhece-lo e refletir - quem quer que esteja sob ameaça da "síndrome" - sobre as bobagens que somos capazes de cometer "em nome de uma carreira de sucesso".
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O estresse de deixar de trabalhar
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"Início de julho, chegam as tão sonhadas férias. Afrouxar a gravata, dizer adeus ao amontoado de papéis, desligar o celular e o computador. Estranhamente, a sensação não é de alívio: mas de medo, aflição e angústia. O que está acontecendo?
Os especialistas batizam o fenômeno de "estresse de férias", uma síndrome cada vez mais freqüente. Acostumados à filosofia do "tenho que fazer", e da hiperatividade, as pessoas encontram-se livres de um dos bens mais valiosos: a rotina. Mas são esses hábitos tão necessários assim para o nosso bem-estar? E é possível prevenir esse tipo de stress?
Antes de mais nada, é fundamental conseguir que o equilíbrio e o senso comum sejam priorizados na organização das férias. Na opinião da psicóloga Elisa Sanchés é muito importante prevenir esse tipo de estresse, tanto para desfrutar das férias quanto para não cair em uma depressão depois do descanso. "Tudo ocorre porque nosso corpo se acostuma, durante o ano, a ritmos que diminuem durante as férias. E depois custa a voltar ao ritmo normal. Por isso, parar por um mês pode ser excessivo. É mais conveniente dividir as férias em dois descansos de duas semanas", explica.
Além disso, é desejável ter as expectativas adequadas, que se ajustem a ritmos realistas. Por exemplo, a pretensão de viajar quatro cidades européias em uma semana não é viável nem recomendável. Porém, cada vez mais turistas o fazem porque estão determinados a desfrutar de seu tempo livre.
"Esta atitude nada mais é do que uma multiplicação do stress, disse Sanchéz, que ministra cursos de controle de estresse. Nos últimos tempos, detectei que existem pessoas que não conseguem desconectar-se. Passam as férias abrindo a caixa de entrada do e-mail e ligando para as pessoas. E as novas tecnologias são traiçoeiras, porque podem nos prender ao trabalho em lugar de agilizar nossa vida. Para muitos chefes, parece ser mais razoável exigir que os empregados estejam permanentemente conectados, quando a realidade não pode ser assim. Nas férias temos que nos desconectar, em todos os sentidos", comentou.
Uma pesquisa de trabalho temporário feita pela empresa Randstad tem algo a dizer a este respeito: 34% dos empregados não estão seguros de que o trabalho pode seguir sem o seu suporte. Além disso, mais de 30% dos entrevistados afirmaram receber e-mails ou chamadas telefônicas profissionais durante as férias, enquanto algo em torno de 15% asseguram ter começado agoniadamente o período de descanso por não ter preparado anteriormente as férias. Aproximadamente 8% nunca tiram mais de uma semana de férias por temer que no escritório as coisas não funcionem tão bem ou se compliquem durante a sua ausência.
Trata-se de um problema cultural, dizem os especialistas. Muitos pensam que sua presença na empresa é imprescindível e que seu trabalho é insubstituível. "Se uma empresa está bem organizada e os turnos de férias são repartidos criteriosamente, não há por que pensar nestes problemas", concluiu Elisa Sanchez.
Mas a realidade é que muitas vezes os dias de descanso são surpreendidos com pequenas doenças - nosso sistema imunológico, ao diminuir o ritmo de vida, está mais exposto e vulnerável.
Algo parecido ocorre, desde alguns anos, também com nossas emoções. Acostumados a nos preocupar muito mais com as obrigações do que com a família ou os amigos, a abundância de tempo livre nos concede uma liberdade à qual não estamos acostumados, e que, de alguma maneira, nos desconcerta. Esta realidade expressa, segundo destacou Iñaki Eguiluz, chefe do Serviço de Psiquiatria do Hospital das Cruzes, na Espanha, uma idéia que existe no mundo da psiquiatria: "Ir de encontro às férias é uma decisão fácil de tomar", assegurou em junho no fórum de Encontros Internacionais com a Saúde.
O médico entende, por exemplo, que "as férias são idealizadas, gerando, em alguns casos, sentimentos de frustração. Além disso, a convivência com a família e com os amigos é mais intensa, e isso pode derivar tanto em satisfação quanto em conflito. A oportunidade de romper com a rotina pode provocar em algumas pessoas estados de ansiedade, fobia e depressão, já que elas têm que decidir onde ir, como e com quem". Diante dessa situação, Eguiluz se pergunta: "O que se pode fazer para desfrutar plenamente das férias tão esperadas? É preciso levar em conta que não é tão importante o tempo que se passa longe do trabalho, mas o que vai fazer com esse tempo que dispõe. O principal objetivo das férias é ganhar uma oportunidade para se cuidar, desfrutar fazendo o que gosta para haver um contraste com o stress e para romper com a monotonia em que se vive o dia-a-dia."
(Clique no link a seguir para ler o artigo no contexto do site: SRZD O estresse de deixar de trabalhar)

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