||| 10 de outubro DE 2026 ||| SÁBADO ||| Dia MUNDIAL CONTRA A PENA DE MORTE * Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher || # Reflexão: "O maior inimigo da criatividade é o bom senso". – Pablo Picasso. . |||

 

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O Dia Mundial Contra a Pena de Morte encontra-se a 10 de outubro no calendário. A data pretende defender a peça central dos direitos humanos – o direito à vida – sensibilizando os países contra a pena de morte. Dia Mundial Contra a Pena de Morte foi criado em 2003 por iniciativa conjunta de organizações não governamentais, governos e organizações jurídicas. A Organização das Nações Unidas repudia a legalidade e o uso da pena capital, assim como a União Europeia. Portugal foi o líder na abolição da pena de morte, já que foi o primeiro país do mundo a abolir a pena capital na Lei Constitucional, após a reforma penal de 1867. Até há sete décadas, somente 14 países tinham abolido a pena de morte. Atualmente, 82% dos países suspenderam ou aboliram a pena de morte. O Direito Internacional delimita a aplicação da pena de morte para "a maioria dos crimes graves", o que circunscreve o seu uso ao crime de homicídio intencional

pensamento dia

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Frase

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Haruki Murakami (em japonês: 村上春樹; romaniz.: Murakami Haruki; nascido em Quioto, prefeitura de Quioto, Japão, em 12 de janeiro de 1949)[11] é um escritor e tradutor japonês. Seus livros são sucessos de vendas, tanto no Japão, quanto internacionalmente. Sua obra foi traduzida para mais de 50 idiomas. Seu trabalho recebeu inúmeros prêmios, incluindo o World Fantasy Award, o Frank O'Connor International Short Story Award, o Prêmio Franz Kafka e o Prêmio Jerusalém. Seus trabalhos mais conhecidos são Caçando Carneiros, Norwegian Wood, Crônica do Pássaro de Corda, Kafka à Beira-Mar e 1Q84. Ele também traduziu do inglês para o japonês obras de outros escritores como Raymond Carver e J.D. Salinger. Suas obras, que comumente são criticadas pelo establishment literário do Japão como não-japonesas, foram influenciada por escritores ocidentais, de Chandler a Vonnegut, passando por Richard Brautigan. Suas obras são frequentemente surrealistas, melancólicas e fatalistas, marcada por um estilo kafkiano com "temas recorrentes como alienação e solidão". Steven Poole, do The Guardian, elogiou Murakami dizendo que se trata de "um dos maiores romancistas vivos" por seus trabalhos e realizações. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Haruki_Murakami)

 

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Maysa canta "Ne Me Quitte Pas"

NOTA RÁPIDA: Para os mais jovens, que não tiveram o privilégio de ver e ouvir Maysa (Matarazzo) cantar, trago-lhes um presente. Ela canta a famosíssima canção francesa "Ne me Quittes Pas". Esta música era a marca registrada de Edith Piaf, simplesmente uma das maiores estrelas da música internacional. Poucas intérpretes se arriscavam a cantar esta canção sob pena de sucumbirem à imitação de Piaf.
Maysa criou esta versão e a interpretação, sublime, bem ao seu estilo. Alguns dizem que é melhor que Piaf. Me nego a comentar... Basta ouvir Maysa, sem comparações.
Copie a URL da Wikipédia abaixo e visite o site para conhecer um pouco mais desta artista brasileira que marcou época e estilo nos anos 50, 60 e parte da década de 70. Maysa transgrediu todas as regras da (falsa) sociedade em que foi criada, se casou e depois largou para trás a fim de viver a sua arte. Morreu precocemente aos 40 anos, em um acidente na ponte Rio - Niterói, provavelmente vítima de si mesma.
Não deixem de assistir; garanto-lhes que vale o tempo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Maysa.

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4 comentários:

  1. Nossa! Agora vc foi fundo. Muita gente não teve o privilégio de ouvir essas duas deusas. Uma pena.
    Beijocas.

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  2. Conheci essa música na mini-série "Desejo de Anita" e a paixão foi inevitável... É a música que eu e minha esposa mais gostamos. Foi ótimo ouví-la aqui, Herbert!

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  3. New e Ronaldo,
    Particularmente, me agrada mais a interpretação de Maysa para esta canção do que a de Piaf (devo estar dizendo alguma heresia musical...). A música, em si, tem a magia eterna das obras primas.
    Só em ter os comentários de dois amigos como vocês, já me dei por satisfeito em publicar o vídeo. Fiquei aqui imaginando as lembranças, lúdicas e agradáveis, despertadas na New e ainda, de quebra, ter "tocado" a alma romântica do Ronaldo, foram um "plus" que que me alegrou muito. Não seria este o sentimento maior de um humilde blogueiro?
    Meu abraço nos queridos amigos.

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  4. Somente uma contribuição.
    A versão de Maysa é linda mesmo, porém, Edith Piaf jamais gravou essa música.
    Nunca houve registro algum, seja gravação ou em apresentações, que contenham quaisquer registros de Piaf cantando Ne me quite pas.

    Abração

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