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"A presença feminina no mundo atual não ocupa apenas espaços; ela redefine fronteiras. As mulheres são a inteligência que inova, a sensibilidade que lidera e a força que sustenta o progresso de uma sociedade em constante transformação."


Rabindranath Tagore (Calcutá, 7 de maio de 1861 – 7 de agosto de 1941), alcunha Gurudev, foi um polímata bengali. Como poeta, romancista, músico e dramaturgo, reformulou a literatura e a música bengali no final do século XIX e início do século XX. Como autor de Gitânjali, que em português se chamou oferenda Lírica" e seus "versos profundamente sensíveis, frescos e belos", sendo o primeiro não-europeu a conquistar, em 1913, o Nobel de Literatura. As canções poéticas de Tagore eram vistas como espirituais e mercuriais; no entanto, sua "prosa elegante e poesia mágica" permanecem amplamente desconhecidas fora de Bengala. Ele é às vezes referido como "o Bardo de Bengala". Tagore foi talvez a figura literária mais importante da literatura bengali. Foi um destacado representante da cultura hindu, cuja influência e popularidade internacional talvez só poderia ser comparada com a de Gandhi, a quem Tagore chamou 'Mahatma' devido a sua profunda admiração por ele. {}


domingo, 31 de agosto de 2008

Enfim, um artigo de fino humor.

Difícil de se achar um texto com a qualidade deste, transmutado em imagem e postado abaixo. É o artigo que o Ruy Castro escreveu para a Folha de São Paulo de hoje, intitulado "Do Noticiário".
Eu nem planejava publicar nada no blog, hoje. Resolvi dar um tempo para mim e para os leitores. Afinal, é domingo! Entretanto, na leitura dos jornais do dia, me deparei com este escrito e, de imediato, resolvi compartilha-lo com vocês.
As vezes eu exagero nos elogios quando gosto de alguém ou de alguma coisa. Não sei se isso está certo ou errado. É o meu jeito. Desse artigo eu gostei muito. Por que? Ora! Primeiro, achei muita graça em como o Ruy Castro colocou as coisas para montar seu ... anti-raciocínio e depois, ele conseguiu encontrar uma maneira de emoldurar a loucura que nos cerca e da qual fazemos parte, todos os dias.
Foiinteligente e sofisticado na forma de expressar um momento que ele, autor, estava passando; aliás, claramente um instante sem assunto e sem inspiração transformado em um texto para se guardar.

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2 comentários:

  1. É como a criatividade pode fazer até da falta de inspiração algo interessante. Coisa de gênios...

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  2. Amigo Ronaldo,

    Tinha certeza de que este texto provocaria seu comentário. Você sabe ver esses detalhes. Me lembra muito de St. Exupèry, quando diz que "o essencial não pode ser visto com os olhos e sim com o coração".
    Sem exageros de retórica, creio que este artigo anda por ai. Há alguma coisa ali que precisa ter uma certa sensibilidade para perceber. Por isto me chamou a atenção.
    Grande abraço.
    PS - O artigo está saindo... (olha o gerúndio!)

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