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O Dia do Atletismo é comemorado no Brasil em 9 de outubro. A data homenageia uma das modalidades esportivas mais antigas do mundo, conhecida como “esporte-base” por reunir movimentos fundamentais do corpo humano, como correr, saltar, lançar e caminhar. Mais do que uma única prova, o atletismo reúne dezenas de modalidades e combina velocidade, resistência, força, técnica e estratégia. É também uma das principais modalidades dos Jogos Olímpicos, com um dos programas mais extensos de provas e grande número de medalhas em disputa. Origem do Dia do Atletismo O 9 de outubro é tradicionalmente celebrado como Dia do Atletismo no Brasil, mas não há registro de uma lei federal que tenha oficializado a data. A comemoração é aproveitada por entidades esportivas, escolas e projetos de formação para promover o conhecimento sobre a modalidade e incentivar a prática esportiva. A própria Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) reconhece e celebra a data. O atletismo na Antiguidade As raízes do atletismo são muito antigas. A primeira edição dos Jogos Olímpicos da Antiguidade registrada historicamente aconteceu em 776 a.C., em Olímpia, na Grécia. A principal prova daquele momento era uma corrida chamada stadion, com aproximadamente 185 metros. O vencedor registrado foi Coroebus de Elis, considerado o primeiro campeão olímpico conhecido. A corrida, porém, não era a única manifestação esportiva do período. Ao longo da história dos Jogos, outras provas de corrida, saltos e lançamentos passaram a fazer parte das competições. O atletismo moderno Embora tenha raízes na Antiguidade, o atletismo moderno ganhou sua forma organizada principalmente na Inglaterra durante o século XIX. Com o renascimento dos Jogos Olímpicos, em 1896, o atletismo voltou a ocupar um lugar central no programa olímpico. Desde então, a modalidade tornou-se uma das principais referências dos Jogos. atletas em prova de atletismo Quais são as provas do atletismo? O atletismo reúne diferentes tipos de competição. Nas provas de pista, estão as corridas de velocidade, meio-fundo, fundo, barreiras e revezamentos. As provas de campo incluem saltos e lançamentos. Também fazem parte da modalidade as provas combinadas, como decatlo e heptatlo, além da marcha atlética, do cross country e de diferentes provas de corrida de rua. Essa variedade é uma das razões pelas quais o atletismo é conhecido como esporte-base. Atletismo no Brasil A prática do atletismo começou a se desenvolver no Brasil ainda no final do século XIX. Já na década de 1880 havia registros de resultados de competições de corrida publicados no Rio de Janeiro. Nas primeiras décadas do século XX, a modalidade se consolidou no país. Em 1924, o Brasil participou pela primeira vez de uma competição olímpica de atletismo, nos Jogos de Paris, com uma delegação de oito atletas. O Campeonato Brasileiro de Atletismo foi instituído no ano seguinte, em 1925. A criação da CBAt A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) foi fundada em 2 de dezembro de 1977, após a extinção da antiga Confederação Brasileira de Desportos. A entidade passou a funcionar oficialmente em 1979 e atualmente reúne federações de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal. Entre suas funções estão organizar competições nacionais, apoiar federações e atletas e formar as seleções brasileiras para eventos internacionais. [https://www.calendarr.com/brasil/dia-do-atletismo/]

pensamento dia

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Frase

Frase
Haruki Murakami (em japonês: 村上春樹; romaniz.: Murakami Haruki; nascido em Quioto, prefeitura de Quioto, Japão, em 12 de janeiro de 1949)[11] é um escritor e tradutor japonês. Seus livros são sucessos de vendas, tanto no Japão, quanto internacionalmente. Sua obra foi traduzida para mais de 50 idiomas. Seu trabalho recebeu inúmeros prêmios, incluindo o World Fantasy Award, o Frank O'Connor International Short Story Award, o Prêmio Franz Kafka e o Prêmio Jerusalém. Seus trabalhos mais conhecidos são Caçando Carneiros, Norwegian Wood, Crônica do Pássaro de Corda, Kafka à Beira-Mar e 1Q84. Ele também traduziu do inglês para o japonês obras de outros escritores como Raymond Carver e J.D. Salinger. Suas obras, que comumente são criticadas pelo establishment literário do Japão como não-japonesas, foram influenciada por escritores ocidentais, de Chandler a Vonnegut, passando por Richard Brautigan. Suas obras são frequentemente surrealistas, melancólicas e fatalistas, marcada por um estilo kafkiano com "temas recorrentes como alienação e solidão". Steven Poole, do The Guardian, elogiou Murakami dizendo que se trata de "um dos maiores romancistas vivos" por seus trabalhos e realizações. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Haruki_Murakami)

 

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Rússia, também, desafia o mundo... "civilizado".

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...... Enquanto Bush e Putin agitam suas bandeirinhas em Pequim, as forças da Rússia esmagam a população da Geórgia sob os olhos complacentes da ONU e do resto do planeta. O mundo está mais preocupados com quantas medalhas a China e os EUA vão conquistar na outra "guerra" que se trava nas quadras, piscinas e pistas das Olimpíadas. Veja notíciário no site da BBC Brasil.
...... Esta hipocrisia, por parte dos conglomerados que formam as nações em torno da mesa da ONU e outras entidades do mesmo naipe (OTAN, OEA e outras), é algo inaceitável e incompreensível por nós, mortais comuns habitantes do planeta. Há uma nuvem, gigantesca, de desfaçatez na atmosfera da política internacional; os países que contam, no concerto das nações, estão imobilizados e com medo. Apenas assistem ao massacre do Golias contra o David, numa inversão moderna da história bíblica.
...... O que está havendo na Geórgia é uma atrocidade contra uma nação soberana e sua população civil! Até quem não é expert em política internacional (e para entender safadezas não é preciso ser especialista) vê que há um excesso de força e um oportunismo malandro e descarado do governo russo em se aproveitar de problemas internos de um país vizinho para expandir suas próprias fronteiras, anexando a Ossétia do Norte e mais o que puder da própria Geórgia. Mais ou menos como Israel fez na Guerra do Sinai, quando ocupou um território - alegando direito de conquista - maior que o seu, na península do Sinai.
...... A esta altura os russos já praticam um ato de agressão e covardia, tal a disparidade de forças, ostensivo, contra um aliado do ocidente, a Geórgia. Aliado este, que por sinal, foi instado pelos próprios EUA a "cutucar a onça com a vara curta", no caso a Rússia, país com quem faz fronteira e dela se separou por ocasião da
Glasnot de Gorbachev.
O governo da Geórgia - que não teve constrangimento de reconhecer sua inferioridade diante do agressor.Já "pediu arreglo" como se diz na gíria, mas os russos ignoram o reconhecimento georgiano de sua inferioridade bélica e continuam bombardeando, matando civis, destruindo cidades e invadindo o território vizinho com o claro objetivo de tomar, na força, uma região que é parte de um país soberano e pertencente à Organização das Nações Unidas.
...... É a mesma coisa que os EUA fizeram com o Iraque de Saddam Hussein, com a justificativa - que se revelou uma tremenda mentira - da existência de armas químicas naquele país. Qual a moral de Busch - que também ignorou a ONU, na época - par procurar o governo russo e interferir nesta chacina?
...... A opinião pública e a publicada, por seu turno, também não se mostra preocupada. Os jogos olímpicos estão - lamentavelmente, neste caso - minimizando e se sobrepondo ao noticiário sobre a agressão russa à Geórgia. Todavia não se engane quem pensa que este é meramente um episódio isolado.
...... Claramente a Rússia quer recuperar o prestígio que tinha na Guerra Fria e recompor, até onde o resto da humanidade permitir, a magnitude territorial e política da antiga União Soviética. É preciso ser um cientista político para perceber isto? Enquanto isso, papai Bush, que foi o mentor da atração (fatal) da Geórgia para o bloco da OTAN, continua acompanhando, alegremente, os jogos dos norte-americanos em Pequim, como se nada fosse mais importante existisse para o homem que - a rigor - criou todas essas guerras que estão por ai. A história o dirá. Uma vergonha!
...... Na imagem abaixo está uma montagem que fiz com uma reportagem (e o gráfico) e um belo editorial da
Folha de São Paulo de hoje. Não deixe de ler, pelo menos para se manter informado e poder de alguma forma protestar contra estes senhores das guerras e a favor das inocentes vítimas das bombas russas. Leia o texto, procure entender porque este conflito é preocupante. Ele pode representar o reinício de uma nova "guerra fria" entre ocidente e a Rússia e seus aliados. E até um confronto (indireto?) entre as duas maiores potências militares do planeta. Como gosto de alertar, mais uma marcha da insensatez em curso; e poderá custar muito, muito caro à humanidade.


(Se tiver dificuldade de leitura, aumento o zoom da página.)
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NOTA: Mantendo o hábito da Oficina de Gerência de procurar todas as informações para seus leitores, capturei um vídeo do site do jornal El Pais (em espanhol) com excelente resumo das últimas notícias.
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