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Que a Páscoa de 2026 renove seus objetivos e traga a luz dos novos começos! Que a energia renovadora da Páscoa ilumine o seu 2026, trazendo equilíbrio, prosperidade e tranquilidade para a sua vida! 🤍 Em 2026, que o coelhinho da Páscoa traga não apenas chocolates, mas também alegria, saúde e paz para toda a sua famíli


Érico Lopes Veríssimo[nota 1] (Cruz Alta, 17 de dezembro de 1905 – Porto Alegre, 28 de novembro de 1975) foi um escritor brasileiro.[carece de fontes] Com uma prosa simples e de fácil leitura, tornou-se um dos escritores mais populares da literatura brasileira.[1] Em 1932, publicou seu primeiro livro, Fantoches, e em 1938 obteve sucesso com o romance Olhai os Lírios do Campo, que lhe deu projeção nacional como escritor. "Posso afirmar que só depois do aparecimento de 'Olhai os Lírios do Campo' é que pude fazer profissão da literatura". Seu trabalho mais conhecido, todavia, é a trilogia O Tempo e o Vento, publicada entre 1949 e 1962. Trata-se de um romance histórico que se situa em diversos momentos da história do Rio Grande do Sul. Embora não possuísse diploma de curso superior, Verissimo lecionou literatura brasileira nos Estados Unidos e foi diretor de revistas. Em 1971, lançou Incidente em Antares, uma obra crítica à ditadura militar brasileira. [https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89rico_Ver%C3%ADssimo]


sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Coisas que a vida ensina depois dos 40 (Artur da Távola)

(transcrito do Blog do Noblat) - seção Poema da noite
Coisas que a vida ensina depois dos 40 - Artur da Távola
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Amor não se implora, não se pede não se espera... Amor se vive ou não.
Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.
Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para mostrar ao homem o que é fidelidade.
Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.
As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.
Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
Água é um santo remédio.
Deus inventou o choro para o homem não explodir.
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.
Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.
A criatividade caminha junto com a falta de grana.
Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.
Amigos de verdade nunca te abandonam.
O carinho é a melhor arma contra o ódio.
As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.
Há poesia em toda a criação divina. Deus é o maior poeta de todos os tempos.
A música é a sobremesa da vida.
Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.
Filhos são presentes raros.
De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações.
Obrigada, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que abrem portas para uma vida melhor
O amor... Ah, o amor... O amor quebra barreiras, une facções,destrói preconceitos,cura doenças...
Não há vida decente sem amor! E é certo, quem ama, é muito amado. E vive a vida mais alegremente...
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Artur da Távola, pseudônimo de Paulo Alberto Monteiro de Barros, (Rio de Janeiro, 3 de janeiro de 1936 — Rio de Janeiro, 9 de maio de 2008) foi um político, escritor, jornalista brasileiro e um dos fundadores do PSDB. Leia mais sobre Artur da Távola
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