Confira a ordem dos desfiles do Grupo Especial de 2026: Domingo (15 de fevereiro): Acadêmicos de Niterói - 21h45 * Imperatriz Leopoldinense - entre 23h20 e 23h30 * Portela - entre 0h55 e 1h15 * Estação Primeira de Mangueira - entre 2h30 e 3h # Segunda-feira (16 de fevereiro): Mocidade Independente de Padre Miguel - 21h45 * Beija-Flor de Nilópolis - entre 23h20 e 23h30 * Unidos do Viradouro - entre 0h55 e 1h15 * Unidos da Tijuca - entre 2h30 e 3h # Terça-feira (17 de fevereiro): Paraíso do Tuiuti - 21h45 * Unidos de Vila Isabel - entre 23h20 e 23h30 * Acadêmicos do Grande Rio - entre 0h55 e 1h15 * Acadêmicos do Salgueiro - entre 2h30 e 3h #

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Maria do Carmo Miranda da Cunha (Marco de Canaveses, 9 de fevereiro de 1909 – Beverly Hills, 5 de agosto de 1955), mais conhecida como Carmen Miranda, foi uma cantora, dançarina, e atriz luso-brasileira. Sua carreira artística transcorreu no Brasil e nos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1950. Trabalhou no rádio, no teatro de revista, no cinema e na televisão. Foi considerada pela revista Rolling Stone como a 15ª maior voz da música brasileira, sendo um ícone e símbolo internacional do Brasil no exterior. Apelidada de "Brazilian Bombshell", Miranda é conhecida por seus figurinos extravagantes e pelo chapéu com frutas que costumava usar em seus filmes estadunidenses, fazendo desses elementos sua marca registrada. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Carmen_Miranda)


domingo, 31 de agosto de 2008

Confusão armada! Supremo foi grampeado pela ABIN; e agora?

Pronto! O assunto que vai dominar o noticiário político da semana, no Brasil, já está posto na mesa. Ou melhor "na mesa dos grampos telefônicos".
A revista Veja deu um tremendo "furo de reportagem" ao publicar um diálogo entre o Ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo Tribunal Federal e o senador Demóstenes Torres. Fruto (podre) de um (pretenso) vazamento na ABIN, a gravação confirma o que se suspeitava ou seja, profissionais da Agencia Brasileira de Informações faz grampos ilegais. E se esta turma tem a ousadia de colocar escutas até no chefe de um dos poderes da República a pergunta é "qual o limite?".
O fato vai gerar (na verdade, já está em andamento) uma crise institucional sem precedentes no país. Já se noticia, para amanhã - segunda feira - uma reunião entre os presidentes dos dois poderes envolvidos (por enquanto), o Executivo e o Judiciário. Não acredito que a crise possa ser detida facilmente. É muito grave. Os "bombeiros" não vão faltar, mas os "incendiários" estão de plantão e com as tochas na mão. Não fosse trágico, seria cômico. Mais parece um filme daqueles, pastelão legítimo, dos antigos três patetas. Mas, infelizmente para o Brasil e a democracia, é verdade.
Vou acompanhar o caso com aquela nossa lupa mágica. Sim, aquela! A que coloca os fatos do universo político na tela do mundo corporativo. Perguntas que não vão calar: Foi a ABIN? Ou foi alguém que trabalha na agência? Se foi uma operação oficial, quem teve a idéia e quem autorizou? Quais as razões (ocultas) para a decisão? Na cadeia da hierarquia até que nível a operação era conhecida? E muitas outras questões que serão examinadas. Portanto, atenção ao noticiário pois - como se diz lá no Nordeste, "a cobra vai fumar".
Abaixo estão as imagens da reportagem da Veja, inclusive o fatídico diálogo, e o link direto para a página da revista, com a íntegra da mátéria. Parabéns à Veja pelo "furo" jornalístico. Esse vai correr o mundo e fazer história, não tenham dúvidas.

"Há três semanas, VEJA publicou reportagem revelando que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Gilmar Mendes, foi espionado por agentes a serviço da Agência Brasileira de Inteligência. O diretor da Abin, Paulo Lacerda, foi ao Congresso e negou com veemência a possibilidade de seus comandados estarem envolvidos em atividades clandestinas. Sabe-se, agora, que os arapongas federais não só bisbilhotaram o gabinete do ministro como grampearam todos os seus telefones no STF. VEJA teve acesso a um conjunto de informações e documentos que não deixam dúvida sobre a ação criminosa da agência. O principal deles é um diálogo telefônico de pouco mais de dois minutos entre o ministro Gilmar Mendes e o senador Demóstenes Torres (DEM-GO), gravado no fim da tarde do dia 15 de julho passado. A conversa, reproduzida na página anterior, não tem nenhuma relevância temática, mas é a prova cabal de que espiões do governo, ao invadir a privacidade de um magistrado da mais alta corte de Justiça do país e, por conseqüência, a de um senador da República, não só estão afrontando a lei como promovem um perigoso desafio à democracia.
O diálogo entre o senador e o ministro foi repassado à revista por um servidor da própria Abin sob a condição de se manter anônimo. O relato do araponga é estarrecedor. Segundo ele, a escuta clandestina feita contra o ministro Gilmar Mendes, longe de ser uma ação isolada, é quase uma rotina em Brasília. Os alvos, como são chamadas as vítimas de espionagem no jargão dos arapongas, quase sempre ocupam postos importantes. Somente neste ano, de acordo com o funcionário, apenas em seu setor de trabalho já passaram interceptações telefônicas de conversas do chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, e de mais dois ministros que despacham no Palácio do Planalto – Dilma Rousseff, da Casa Civil, e José Múcio, das Relações Institucionais. No Congresso, a lista é ainda maior. Segundo o araponga, foram grampeados os telefones do presidente do Senado, Garibaldi Alves, do PMDB, e dos senadores Arthur Virgílio, Alvaro Dias e Tasso Jereissati, todos do PSDB, e também do petista Tião Viana. Esse último, conforme o araponga, foi alvo da interceptação mais recente, que teve o objetivo "de acompanhar como ele está articulando sua candidatura à presidência do Senado". No STF, além de Gilmar Mendes, o ministro Marco Aurélio Mello também teve os telefones grampeados." [...] (leia a continuidade da reportagem clicando neste ponto)
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