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O Dia dos Avós é comemorado anualmente em 26 de julho, Dia de São Joaquim e Santa Ana, os avós de Jesus. No Brasil, a data é popularmente conhecida como Dia da Avó ou Dia da Vovó. Sua origem é portuguesa e tem como objetivo homenagear e agradecer toda a consideração e carinho dos avós com os seus netos. Em 2021 foi comemorado o 1.º Dia Mundial dos Avós e dos Idosos. Essa data foi instituída pelo Papa Francisco e deverá ser comemorada todos os anos próximo do dia 26 de julho. Este ano, a data será comemorada em 28 de julho de 2024 e tem como tema "Na velhice, não me abandones.". Origem do Dia dos Avós O Dia Mundial dos Avós é celebrado em 26 de julho, porque esse é o Dia de Santa Ana e de São Joaquim. São Joaquim e Santa Ana eram os pais da Virgem Maria. Portanto, eles eram os avós de Jesus Cristo, que por esse motivo são considerados pela Igreja Católica os padroeiros de todos os avós. O dia 26 de julho era uma data dedicada apenas aos santos, sem destacar a homenagem aos avós, até que a data foi instituída pela Assembleia da República Portuguesa em 2003, graças a uma senhora portuguesa. A senhora era Ana Elisa Couto (1926-2007), conhecida como Dona Aninhas. Ela tinha 6 netos e durante quase 20 anos reivindicou a instituição de uma data comemorativa para os avós. (https://www.calendarr.com/brasil/dia-dos-avos/)

pensamento dia

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Frase

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Jacinto Benavente y Martínez (Madri, 12 de agosto de 1866 — Madri, 14 de julho de 1954) foi um dramaturgo e crítico espanhol. Foi galardoado com o Nobel de Literatura de 1922. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Jacinto_Benavente)

 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Síndico já pode ser considerada uma profissão?

"Achei" este artigo em um jornal sobre a mesa, vazia, de uma praça de alimentação. Com aquela mania de leitor (e agora blogueiro viciado) resolvi dar uma folheada e o encontrei. Achei de ótimo tamanho para ser publicado na Oficina de Gerência.
O tema é sempre fascinante - e polêmico - pois a administração de prédios e condomínios se torna cada vez uma atividade importante e valorizada. Motivos para isso não faltam. Todavia acho que os principais são:
  1. Uma "função" que poucos querem exercer. Seja por falta de tempo ou de "vocação".
  2. Remuneração baixa (às vezes ridícula) pela responsabilidade assumida.
  3. Potencial "bomba de retardo" para o enfrentamento futuro de causas na justiça.
  4. Verdadeiro "imã" para atrair inimizades de vizinhos que, como sabemos todos, dura para o resto da vida.
Eu mesmo nunca admiti, sequer, a idéia de assumir a função de síndico nos poucos prédios onde residi. Sempre disse que nem pelo salário que eu recebia, no meu trabalho normal, aceitaria o nobre compromisso. E nobre aqui vai sem aspas. Admiro e muito aqueles que a exercem e principalmente se são dedicados e competentes.
Sob o ponto de vista técnico e operacional não há a menor dificuldade em ser síndico. Entretanto os inevitáveis atritos com as pessoas que residem à sua volta requer uma habilidade que poucos possuem. Abstraio aqui aqueles síndicos que vivem brigando com todo mundo e criando casos por qualquer bobagem. Refiro-me aos síndicos administradores, gerentes...
Do jeito que a coisa vai estou convicto que muito em breve a profissão de síndico será regulamentada. Não me refiro aos empregados das "administradoras de condomínios", mas às pessoas comuns que exercerão a função, profissionalmente, contratadas pelos moradores para gerenciar, remuneradas, as corporações que vivem e orbitam em torno dos edifícios de residências cada vez maiores e dos condomínios cada vez mais gigantescos.
Leiam o artigo e percebam se estou ou não fazendo previsões vazias.

Imagens transferidas do liberty 111

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