recorde de visualizações

recorde de visualizações

||| 08 de abril DE 2026 ||| 4 feira ||| Dia Mundial do Combate ao Câncer ||| “Nenhum dever é mais importante do que a gratidão.” (Cícero) |||

Bem vindo

Bem vindo

O Dia Nacional da Biblioteca é comemorado em 9 de abril no Brasil. Instituída pelo Decreto nº 84.631 de 1980, a data visa celebrar a importância desses espaços como centros de cultura, educação e informação. O dia homenageia a fundação da Biblioteca Nacional e promove o acesso democrático ao saber


Niccolò di Bernardo dei Machiavelli (em português: Nicolau Maquiavel; Florença, 3 de maio de 1469 — 21 de junho de 1527) foi um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento.[1] É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser. Após sua morte, o nome de Maquiavel passou a evocar atos inescrupulosos do tipo que ele aconselhou mais famosamente em sua obra, O Príncipe. Ele se preocupava com as maneiras pelas quais um governante poderia ter sucesso na política e acreditava que aqueles que prosperavam recorriam à decepção, traição e violência. Ele aconselhava os governantes a praticar o mal quando a necessidade política o exigisse. O Príncipe, de Maquiavel, tem sido envolto em controvérsia desde que foi publicado. Alguns o consideram uma descrição direta da realidade política. Muitos veem O Príncipe como um manual, ensinando aspirantes a tiranos como devem tomar e manter o poder. Mesmo em tempos recentes, estudiosos como Leo Strauss reafirmaram a opinião tradicional de que Maquiavel era um "mestre do mal". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavel]


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Os corpos de D. Pedro II e sua esposa, Imperatriz Teresa Cristina são transladados para de volta ao Brasil em 23 de dezembro de 1920

Jornal do Brasil: Cerimônia fúnebre


A cerimônia do translado dos restos mortais dos ex-imperadores Pedro II e Teresa Cristina de Lisboa para o Rio, foram imponentes e atraíram uma multidão às ruas da capital portuguesa. As janelas das casas por onde passou o cortejo fúnebre com várias carruagens foram forradas de colchas de seda, veludo e crepe negros. Autoridades do governo e da igreja fizeram discursos.

Os ataúdes foram levados para o encouraçado São Paulo, que partiu na mesma noite com destino ao Brasil. A bordo do navio foram prestadas honras de chefe de estado. Toda a esquadra de Portugal salvou com 21 tiros a entrada dos despojos na embarcação. A viagem durou 17 dias. Os despojos dos últimos imperadores brasileiros repousam na Catedral de Petrópolis, erguida sob o patrocínio de Pedro II, em um mausoléu especialmente construído para essa finalidade.

Os restos mortais dos ex-monarcas e os seus descendentes puderam voltar para o Brasil graças à revogação da Lei do Banimento. O decreto proibia que a família real residisse no país, mas permitia que eles dispusessem dos seus bens que estivessem em território nacional, além de conceder 5 mil contos mensais para que pudessem se estabelecer na Europa. Pedro II recusou o dinheiro e cumpriu a ordem de abandonar o país em 24 horas. A lei foi revogada por Epitácio Pessoa em 1920.

Teresa Cristina morreu 40 dias depois de ser banida, em um hotel de Lisboa. A imperatriz teria confessado à baronesa de Japurá, que ficara desgostosa com o tratamento dispensado a ela pelo governo provisório da República. 

Pedro II morreu em Paris no dia 5 de Dezembro de 1891 no Hotel Bedford. Relatos da época asseguram que a procissão fúnebre do ex-imperador só foi menor que as dedicadas ao escritor Victor Hugo e ao ex-imperador francês Napoleão Bonaparte.
**********************************************************************

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.