||| 17 de julho DE 2026 ||| 6ª feira ||| dia mundial do emoji ||| *Reflexão: "E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música." -- Friedrich Nietzsche" |||

 

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O Dia Mundial do Emoji é comemorado anualmente em 17 de julho. Essa data foi escolhida por uma razão muito simples: é o dia que aparece no emoji de calendário 📅 em grande parte dos celulares e computadores.A figura 📅 mostra o "17 de julho" porque foi nessa data, no ano de 2002, que a Apple lançou seu aplicativo de calendário iCal para o sistema Mac. A celebração foi criada em 2014 por Jeremy Burge, o fundador da Emojipedia.

pensamento dia

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Frase

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Gustave Le Bon (Nogent-le-Rotrou, 7 de maio de 1841 – Marnes-la-Coquette, 13 de dezembro de 1931) foi um polímata francês cujas áreas de interesse incluíam antropologia, psicologia, sociologia, medicina, e física. Ele é mais conhecido por seu trabalho em 1895, A Multidão: Um Estudo da Mente Popular, considerado um dos trabalhos seminais da psicologia das multidões.[https://pt.wikipedia.org/wiki/Gustave_Le_Bon]

 

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Racismo nos EUA leva duro golpe em 1988 (Mississipi em Chamas)

Jornal do Brasil: 11 de dezembro de 1964

O Departamento Norte-americano de Justiça anunciou que os 21 brancos acusados de envolvimento no assassinato de três ativistas dos direitos civis, na localidade de Neshoba, Mississipi, serão levados a um júri federal. Entre os acusados estavam um pastor, um xerife e o seu ajudante, identificados como membros da Ku Klux Klan, grupo racista que perseguia e matava os negros no EUA. O caso inspirou o filme "Mississipi em Chamas", de Alan Parker (1988) e causou indignação na população dos EUA.

As vítimas foram Michael Schwerner, 24, e Andrew Goodman, 20, ambos de Nova York, e James Chaney, 21, que vivia na cidade de Meridan, no Mississipi. Os três participavam de uma campanha pelo direito de voto dos negros no Sul dos EUA. 

Em junho, época de férias escolares, os três saíram para investigar uma denúncia de que a Klu Klux Klan havia espancado membros de uma igreja e em seguida incendiado o local. No caminho, policiais pararam o veículo deles e os prenderam por excesso de velocidade. 
Horas depois, os três foram libertados, mas o carro em que estavam foi perseguido por 20 membros da Ku Klux Klan, que, segundo a promotoria, eram liderados pelo pastor Edgar Ray Killen.

Os corpos dos três jovens, com sinais de espancamento e crivados de balas, foram retirados 44 dias depois de um açude, pelo FBI (polícia federal americana).
Em 1967, Killen foi absolvido pelo júri composto por brancos. Sete outras pessoas foram condenadas, mas nenhuma delas cumpriu pena maior que seis anos de prisão. Depois de 41 anos, Killen foi levado a novo julgamento e considerado culpado de assassinato não-intencional. 

Crime motivou lei contra o racismo
O caso serviu como base para o então presidente dos EUA Lyndon Johnson aprovar junto ao Congresso a Lei dos Direitos Civis, no mesmo ano. Os dispositivo proibia a discriminação em lugares públicos e autorizava o governo a processar qualquer estado que promovesse a segregação racial ou impusesse restrições raciais aos eleitores.

Antes da lei, filhos de negros não podiam estudar na mesma escola dos que os filhos dos brancos. Os passageiros negros só podiam ocupar os assentos dos fundos dos ônibus, além de ter que ceder seus lugares aos brancos em pé. Um homem negro poderia ser assassinado se olhasse ou conversasse com mulheres brancas.
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