DIA NACIONAL DO BOMBEIRO

DIA NACIONAL DO BOMBEIRO
DIA NACIONAL DO BOMBEIRO - O Dia do Bombeiro Brasileiro é comemorado no dia 2 de julho. Esta data é uma homenagem a todos os heróis brasileiros que arriscam as suas vidas para proteger as pessoas, as cidades e as florestas do risco de incêndios, desastres naturais, desabamentos, etc. Além de apagar incêndios, os bombeiros também desenvolvem vários projetos sociais e educativos, com o objetivo de tentar melhorar a qualidade de vida da comunidade. Os bombeiros também ajudam a socorrer animais em perigo e auxiliar pessoas que enfrentam situações de grande stress, como tentativa de suicídio, afogamento, desaparecimentos e traumas provocados por acidentes. Dia do Bombeiro Brasileiro Origem do Dia do Bombeiro Brasileiro A escolha desta data é uma homenagem a criação do Corpo Provisório de Bombeiros da Corte, inaugurado em 2 de julho de 1856, no Rio de Janeiro, e sob o comando do major João Batista de Morais Antas. Oficialmente, o Dia do Bombeiro Brasileiro foi instituído através do Decreto nº 35.309, de 2 de abril de 1954. A partir desta mesma lei, também foi definido a realização anual da Semana de Prevenção Contra Incêndios. Antigamente, antes do Imperador D. Pedro II assinar o Decreto Imperial nº 1.775 que regulamentava o serviço de bombeiros, o badalar dos sinos era sinal de que homens, mulheres e crianças tinham que formar uma fila no poço mais próximo e assim, passarem baldes de mão em mão até chegarem ao local do incêndio.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Xavantes e Bororós atacam Funai por conflito de terras (1974)

Jornal do Brasil: índio ameaçam invadir cidades do mato Grosso

Revoltados com a invasão de suas terras, índios Xavante e Bororó ameaçavam atacar cidades do Mato Grosso. Os índios possuíam títulos de propriedade datados de 1918 enquanto os fazendeiros apresentavam documentos de posse da terra cedidos pelo governo em 1958.
O clima também era tenso em Roraima onde os Waimiri Atroari foram acusados de matar quatro funcionários da Funai. Os indígenas ocupavam desde épocas remotas o sul do Estado de Roraima e norte do Amazonas. O território rico em recursos naturais atraía a cobiça de caçadores, madeireiros e mineradores, sobretudo a partir do século 19. 
De 1972 a 1977, a região onde os índios viviam foi cortada pela BR-174, que liga Manaus a Boa Vista, seguida pela implantação da mina de estanho de Pitinga, a construção da Hidrelétrica de Balbina pela Eletronorte, e pela implantação de projetos pecuários nos limites da área. A hidrelétrica alagou cerca de 30 mil hectares e a estrada atravessava 125 quilômetros das terras indígenas. 

Os Waimiri Atroari defenderam suas terras como puderam. Os guerreiros enfrentaram uma luta desigual contra um inimigo com poderio bélico muito superior ao deles. No confronto o povo foi dizimado por forças militares, matadores profissionais e doenças levadas pelo homem branco. Nessa época a população foi diminuiu de 2 mil para cerca de 300 indivíduos.

Waimiri escapam da extinção
Os Waimiri Atroari deram a volta por cima depois de chegar perto da extinção. Em setembro deste ano, nasceu o milésimo índio da etnia. O crescimento da população hoje é de 6% ao ano. No fim da década de 70 a redução populacional era de 20% ao ano. 

A área que eles ocupam foi reconhecida e demarcada como reserva, a estrada só pode ser usada durante o dia, e até hoje os índios não aceitam missões religiosas. Há escolas em cada uma das 19 aldeias e seu idioma é ensinado por professores nativos, em cartilhas e livros didáticos em waimiri-atroari
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