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O Dia Nacional da Biblioteca é comemorado em 9 de abril no Brasil. Instituída pelo Decreto nº 84.631 de 1980, a data visa celebrar a importância desses espaços como centros de cultura, educação e informação. O dia homenageia a fundação da Biblioteca Nacional e promove o acesso democrático ao saber


Niccolò di Bernardo dei Machiavelli (em português: Nicolau Maquiavel; Florença, 3 de maio de 1469 — 21 de junho de 1527) foi um filósofo, historiador, poeta, diplomata e músico de origem florentina do Renascimento.[1] É reconhecido como fundador do pensamento e da ciência política moderna, pelo fato de ter escrito sobre o Estado e o governo como realmente são, e não como deveriam ser. Após sua morte, o nome de Maquiavel passou a evocar atos inescrupulosos do tipo que ele aconselhou mais famosamente em sua obra, O Príncipe. Ele se preocupava com as maneiras pelas quais um governante poderia ter sucesso na política e acreditava que aqueles que prosperavam recorriam à decepção, traição e violência. Ele aconselhava os governantes a praticar o mal quando a necessidade política o exigisse. O Príncipe, de Maquiavel, tem sido envolto em controvérsia desde que foi publicado. Alguns o consideram uma descrição direta da realidade política. Muitos veem O Príncipe como um manual, ensinando aspirantes a tiranos como devem tomar e manter o poder. Mesmo em tempos recentes, estudiosos como Leo Strauss reafirmaram a opinião tradicional de que Maquiavel era um "mestre do mal". [https://pt.wikipedia.org/wiki/Nicolau_Maquiavel]


segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Carlos Heitor Cony - Planeta Selvagem (Folha de São Paulo)

(clique na foto e visite o site oficial do escritor)
Dificilmente haverá algum leitor, habitual, que desconheça o texto e o estilo de Carlos Heitor Cony. Com o passar dos anos este grande intelectual e imortal brasileiro foi se tornando uma unanimidade entre aqueles que gostam de literatura e das leituras de artigos em jornais e revistas (me incluam nesse clube).
Cony, antes um escritor engajado sob muitas bandeiras, foi polindo as arestas mais cortantes e se tornando nesse mestre das palavras que é atualmente.
Ler Cony é desfrutar de belos textos, opiniões inteligentes e principalmente da visão de um intelectual que, tendo visto muito na sua longa vida, nos passa a tranqüilidade das pessoas que sabem quem são e não tergiversam mais com a vida.
Estou sempre trazendo aos leitores do blog os artigos que Carlos Heitor Cony publica na Folha de São Paulo. Nem todos se adaptam ao conteúdo desse espaço, mas sempre que a oportunidade aparece não a perco.
Considero que postar estes artigos de Cony, no formato em que estão no jornal, é um presente para os amigos e freqüentadores da Oficina de Gerência.

Cony
(clique sobre o logo)

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