||| 28 de setembro DE 2026 ||| 2ª feira ||| Celebrações do dia: # Ventre Livre (1871) # Hidrógrafo # Internacional do Acesso Universal à Informação # Internacional do Direito ao Saber # Mundial de Luta contra a Raiva ||| # Reflexão: “No fim tudo dá certo, e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim.” -- Fernando Sabino . |||

 

Bem vindo

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O Dia Nacional da Doação de Órgãos e Tecidos é celebrado em 27 de setembro, conforme estabelecido pela Lei nº 11.584, de 28 de novembro de 2007. A data tem como principal objetivo conscientizar a população sobre a importância da doação e incentivar o diálogo entre familiares sobre esse desejo. A doação de órgãos pode beneficiar pessoas que aguardam por um transplante como alternativa para tratar doenças graves. No Brasil, o processo é coordenado pelo Sistema Nacional de Transplantes (SNT), responsável por organizar e monitorar a doação e os transplantes realizados no país. Por que a doação de órgãos é importante? Milhares de pessoas aguardam um transplante no Brasil. Para esses pacientes, a disponibilidade de um órgão ou tecido compatível pode representar uma possibilidade de tratamento e, em muitos casos, de sobrevivência. Um único doador pode beneficiar várias pessoas, já que diferentes órgãos e tecidos podem ser destinados a transplantes. Entre eles estão rins, fígado, coração, pulmões, pâncreas, intestino, córneas, pele, ossos, tendões e válvulas cardíacas. Por isso, a conscientização é fundamental. Quanto mais pessoas conhecem o processo e conversam sobre o assunto com seus familiares, maiores são as chances de que a vontade do potencial doador seja conhecida e considerada pela família. Setembro Verde O mês de setembro é conhecido como Setembro Verde, período dedicado à conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. Durante o mês, diferentes instituições promovem campanhas, atividades educativas e ações de informação para estimular o diálogo sobre o tema. O próprio Ministério da Saúde inclui o Setembro Verde em seu calendário de campanhas de saúde. A cor verde tornou-se associada à esperança e à mobilização em favor da doação. coração entre mãe de doador e mão de médico O que é morte encefálica? A morte encefálica ocorre quando há perda completa e irreversível das funções do cérebro e do tronco encefálico. Quando o diagnóstico é confirmado de acordo com um protocolo médico rigoroso, a pessoa é considerada legalmente morta, mesmo que os batimentos cardíacos ainda sejam mantidos temporariamente por aparelhos. É justamente nesse contexto que pode ocorrer a doação de órgãos, desde que a família autorize. Em casos de morte por parada cardiorrespiratória, podem ser doados determinados tecidos, conforme as condições e os critérios estabelecidos pelo sistema de transplantes. Doação em vida A doação não acontece somente após a morte. Em determinadas situações, uma pessoa viva também pode ser doadora. É possível, por exemplo, doar um dos rins ou parte do fígado, entre outros casos previstos e avaliados pela equipe médica. Também existem situações envolvendo parte do pulmão e células da medula óssea. A possibilidade depende de rigorosa avaliação médica e das regras estabelecidas para proteger a saúde do doador. A segurança do doador é uma prioridade em todo o processo. O papel da família A autorização familiar é uma das etapas fundamentais da doação no Brasil. Por isso, falar sobre o assunto com antecedência pode fazer toda a diferença. Em uma situação de luto, a família precisará lidar com uma decisão difícil em pouco tempo. Conhecer previamente a vontade da pessoa ajuda a tornar esse momento mais claro. Uma simples conversa em família pode ser o primeiro passo para transformar uma intenção em uma possibilidade real de doação.

pensamento dia

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Frase

Frase
Platão ( Atenas, 428/427 – Atenas, 348/347 a.C.) foi um filósofo e matemático do período clássico da Grécia Antiga, autor de diversos diálogos filosóficos e fundador da Academia em Atenas, a primeira instituição de educação superior do mundo ocidental. Ele é amplamente considerado a figura central na história do grego antigo e da filosofia ocidental, juntamente com seu mentor, Sócrates, e seu pupilo, Aristóteles. Platão ajudou a construir os alicerces da filosofia natural, da ciência e da filosofia ocidental, e também tem sido frequentemente citado como um dos fundadores da religião ocidental, da ciência e da espiritualidade. O assim chamado neoplatonismo de filósofos como Plotino e Porfírio influenciou Santo Agostinho e, portanto, o cristianismo, bem como a filosofia árabe e judaica. Alfred North Whitehead observou certa vez: "a caracterização geral mais segura da tradição filosófica europeia é de que ela consiste em uma série de notas de rodapé sobre Platão". Platão era um racionalista, realista, idealista e dualista e a ele tem sido associadas muitas das ideias que inspiraram essas filosofias mais tarde. Foi o inovador do diálogo escrito e das formas dialéticas da filosofia. Platão também parece ter sido o fundador da filosofia política ocidental. Sua mais famosa contribuição leva seu nome, platonismo (também ambiguamente chamado de realismo platônico ou idealismo platônico), a doutrina das Formas conhecidas pela razão pura para fornecer uma solução realista para o problema dos universais. Ele também é o epônimo do amor platônico e dos sólidos platônicos. (https://pt.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%A3o)

 

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Felipe Massa é um vencedor.

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Não posso deixar de registrar o comportamento de Felipe Massa, ontem, quando venceu o GP do Brasil e perdeu o campeonato de Fórmula 1, após ter sentido o gostinho do triunfo completo por 2 minutos e 46 segundos.
Primeiro, vamos procurar nos colocar na cabeça do jovem piloto brasileiro da Ferrari:

  • Correndo junto ao seu público, aclamado como um ídolo do esporte brasileiro,
  • Piloto de ponta (e competitivo) da Ferrari, que é a marca mais famosa da corporação e
  • Com a possibilidade de se tornar o primeiro brasileiro campeão da Fórmula 1, após a era Senna.

E então? Como vocês acham que estava a mente de Felipe Massa, antes e durante a corrida? De repente, no fim da prova, a informação de que o improvável estava acontecendo. Seu concorrente havia sido ultrapassado e naquela situação ele, Felipe, era o campeão do mundo. Deve ter vibrado pelos quase três minutos em que durou o sonho.
Quero, entretanto, me fixar no comportamento do piloto depois do frenesi. Acho que foi ali, naqueles momentos quando ele desceu do carro - olhos marejados pela gigantesca frustração - e depois, no pódio, nas entrevistas e onde mais apareceu que Felipe Massa ganhou seu grande prêmio.
Foi antes de tudo elegante com o oponente. Demonstrou sua gratidão e recebeu, com humildade, o enorme carinho da torcida que gritou seu nome em coro elegendo-o como o mais novo ídolo do esporte brasileiro. E finalmente foi maduro ao reconhecer que tudo que aconteceu fazia parte da profissão que escolhera; agradeceu à equipe e já jogou as expectativas de vitória para a próxima temporada. Tudo isso sob a gigantesca pressão a que estava submetido intimamente.
Certamente sua vontade era ter saído dali correndo e procurar o seu "cantinho escuro" para chorar e extravasar a tremenda frustração pela perda do campeonato por um único e "mísero" pontinho e na última curva da corrida...
Sua conduta é digna de todos os elogios. Muito mais que sua perícia como grande piloto que já provou ser. Para os mais jovens, de todas as tribos, deve servir como uma lição completa de comportamento sob a pressão do malogro e da perda. Na trajetória do êxito profissional e do sucesso corporativo são muitas as oportunidades em que triunfo e derrota estão separados pelo invisível fio do acaso que os antigos gregos e romanos, politeístas, chamavam de "a escolha da Fortuna". Saber como lidar com esta "deusa" é um dos componentes principais da equação que produz os vencedores.
Deixo esta reflexão para os leitores e visitantes da Oficina de Gerência. Além da corrida no GP do Brasil, o que foi um feito esportivo notável, Felipe Massa ganhou o troféu da maturidade e chancelou a sua condição de desportista, bem formado nos melhores valores da humanidade e de exemplo que todos os ídolos devem passar para os seus admiradores.
Fez-me lembrar do antológico texto de Rudyard Kipling ("Se") quando, ao final, ele diz:

..................................."E se és capaz de dar, segundo por segundo,
.................................. Ao minuto fatal todo o valor e brilho,
.................................. Tua é a terra com tudo o que existe no mundo
.................................. E o que mais - tu serás um homem, meu filho!"

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