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O Dia do Gari é comemorado anualmente em 16 de maio, em todo o Brasil. Esta data tem o objetivo de homenagear os profissionais responsáveis em manter as ruas, praças e praias limpas de todo o lixo gerado naturalmente ou por ação do ser humano. No Brasil os garis não recebem o devido respeito e visibilidade que merecem, pois é graças ao seu trabalho que os cidadãos podem viver em uma cidade mais limpa e bonita. É muito importante cada indivíduo fazer a sua parte e não jogar lixo nas ruas. O termo "gari" surgiu em homenagem ao francês Pedro Aleixo Gary, que ficou conhecido por ser o fundador da primeira empresa de coleta de lixo nas ruas do Rio de Janeiro, em 1976. Assim, os cariocas quando queriam que as ruas fossem limpas após a passagem dos cavalos, chamavam os "garis".


Kamal Ravikant é um autor e investidor indiano-americano, conhecido principalmente pelo livro motivacional Love Yourself Like Your Life Depends On It (em português: Ame a si mesmo: sua vida depende disso), que se tornou um best-seller mundial. Além de escritor, ele também atua como venture capitalist no Vale do Silício

MAIO


 



domingo, 16 de novembro de 2008

Ministro "perde o passo" na parada de 7 de setembro


Guardei essa foto - capturada da Folha de São Paulo e trazida ao blog pelos recursos do Photobucket - desde a parada de do dia 7, comemorando a independência do Brasil. Fiquei sem oportunidade de divulgá-la de lá para cá.

Hoje, achei que em sendo um calmo domingo, daria para postar a foto. Razão? É observar o flagrante com atenção. Verá que o ministro Mangabeira Unger (professor, em Harvard, de Barack Obama) colocou a faixa cerimonial invertida. 

Até ai, nada demais. Estes enganos são comuns. O estranho é que ninguém seja do cerimonial da Presidência da República, ou assessores do ministro (que lá estavam com certeza) e nem seus colegas de palanque o tivessem alertado para o "mico que estava pagando".

Para mim, além de algumas ilações que prefiro não declinar, resta uma conclusão óbvia:

Gente, para que uma faixa que ninguém nota se ela existe? Não seria mais lógico retirá-la do cerimonial? E porque não o fazem?

Assim também ocorre nas corporações. Todas elas. Processos, procedimentos, estruturas, valores e o que mais você - que é parte da corporação -  quiser "enxergar"; todas elas retrógradas e superadas. E pior, ninguém lhes presta atenção (como a posição da faixa do ministro) e com isso, elas vão "sobrevivendo". 

A quantidade de energia que as empresas perdem por esses escoadouros é imensurável. Os dirigentes dessas corporações, normalmente, já "ligaram o piloto automático" e só retomarão os manches e controles de suas "aeronaves" quando for tarde e ela já estiver perdendo altitude perante sua concorrência.

Se quiserem uma boa sugestão, façam estas digressões e procurem - com base no que transmite a foto - reflexões sobre onde estão as "faixas anacrônicas" (inclusive as invertidas) nas corporações das quais faça parte (trabalho, família, clube, ONG e por ai)? Vocês terão pelos menos excelentes "insigths". Mãos à obra...



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