||| 14 de maio DE 2026 ||| 5ª feira ||| maio amarelo - no trânsito, enxergar o outro é salvar vidas" ||| "Aprenda com os erros dos outros. Você não consegue viver tempo suficiente para cometer todos por si mesmo". (autor desconhecido) |||


MAIO

Bem vindo

Bem vindo


 



John Ronald Reuel Tolkien, conhecido mundialmente como J. R. R. Tolkien (Bloemfontein, 3 de janeiro de 1892 – Bournemouth, 2 de setembro de 1973), foi um escritor, professor universitário e filólogo britânico, nascido na atual África do Sul, que recebeu o título de doutor em Letras e Filologia pela Universidade de Liège e Dublin, em 1954. É autor das obras como O Hobbit, O Senhor dos Anéis e O Silmarillion. Em 28 de março de 1972, Tolkien foi nomeado Comendador da Ordem do Império Britânico pela Rainha Elizabeth II. As suas obras foram traduzidas para mais de cinquenta idiomas, vendendo mais de 200 milhões de cópias e influenciando continuadamente gerações e gerações. Em 2008, The Times listou Tolkien como o sexto entre os maiores escritores Britânicos desde 1945. Em 2009, a revista Forbes listou as 13 celebridades mortas que mais lucraram no respectivo ano. Tolkien alcançou a quinta posição, com ganhos estimados em 50 milhões de dólares.[https://pt.wikipedia.org/wiki/J._R._R._Tolkien]


quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Se a moda pega...

Um velho bordão jornalístico diz que "um cachorro morder um homem não é notícia, mas um homem morder um cachorro é". Dá para entender...
O que aconteceu ontem, no jogo entre Botafogo e Estudiantes de La Plata, pela Copa Sul-Americana, no estádio do Engenhão, foi algo do gênero. Um desses casos raros de inversão da normalidade. Ainda bem que flagrado pelas câmeras de TV e pelos repórteres fotográficos, para o deleite de todos nós, consumidores das curiosidades desse mundo maluco.
Esse episódio pode ser jogado no rol das coisas burlescas. Um jogador de futebol recebeu um cartão amarelo do juiz e, incontinenti, tomou-lhe o cartão e retribuiu. Quer uma ocorrência mais, digamos, imaginosa?
Coloquei as imagens no blog não só pelo insólito do fato, mas para fazer um link com o mundo corporativo (como é habitual no blog). O atleta, profissional do futebol, vai pagar muito caro pelo seu gesto impensado. Embora sua atitude possa parecer simpática aos torcedores - pelo menos eu gostei - não foi inteligente. São muitas as oportunidades em que, nos ambientes corporativos, o sangue esquenta e "sobe" aquela vontade de ultrapassar a linha divisória. Meu conselho é simples e direto: não o faça. Nunca. Exceto se estiver preparado para as conseqüências, pois elas virão, com certeza.
Veja a foto, ria um pouco, ache inusitado, mas aproveite para refletir um pouco. Se alguma vez você, como atleta, já teve vontade de "dar o cartão amarelo para o juiz do jogo", pense (no mínimo) duas vezes




°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°°

2 comentários:

  1. Você tem um dom para fazer uso de eventos do cotidiano e transformá-los em parábolas no mundo corporativo. Tenho aprendido muito com você e certamente não sou o único... Veja no Qualiblog que o aprendizado contigo já está dando frutos (Obama e a Qualidade?).

    Eu já desejei, mais de uma vez, dar o cartão VERMELHO, para os "juízes" de algumas "partidas" que ocorrem dentro dos escritórios. Não o fiz, alguns dizem que por covardia, outros por bom senso, não vem ao caso. Mais uma bola dentro sua, sem impedimento e sem cartão. Parabéns.

    ResponderExcluir
  2. Ronaldo,

    Há um "dizer" popular assim: "quem recusa elogios é porque tem o desejo de ser louvado novamente". Por isso, principalmente quando partem dos amigos, como você, aceito o aplauso como um cumprimento.
    Quando você diz que é um dom, posso lhe dizer que é um hábito produzir análises a partir de fatos reais. Me parece que você já está conseguindo.
    Um grande e fraternal abraço.

    ResponderExcluir

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.