||| 25 de março DE 2026 ||| 5ª feira ||| Dia DO mERCOSUL ||| "Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade". (Carlos Drummond de Andrade) |||

Bem vindo

Bem vindo

O Dia do Mercosul é comemorado em 26 de março, marcando a assinatura do Tratado de Assunção em 1991, que criou o Mercado Comum do Sul entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. A data celebra a integração regional, focada em desenvolvimento econômico, livre comércio, cultura e educação entre os países membros e associados


Michel Eyquem de Montaigne (Castelo de Montaigne, 28 de fevereiro de 1533 – Castelo de Montaigne, 13 de setembro de 1592), mais conhecido apenas como Montaigne foi um filósofo renascentista e escritor erudito francês. Humanista e cético, ele é considerado como o precursor do estilo literário ensaístico. Empregando em sua obra um estilo descontínuo até então inédito na prosa literária, Montaigne refletiu sobre os costumes e modos de vida humanos, inaugurando assim o chamado moralismo francês. Criticou a educação livresca e mnemônica, propondo um ensino voltado para a experiência e para a ação. Acreditava que a educação livresca exigiria muito tempo e esforço, o que afastaria os jovens dos assuntos mais urgentes da vida. Para ele, a educação deveria formar indivíduos aptos ao julgamento, ao discernimento moral e à vida prática.[]


sábado, 29 de novembro de 2008

Conflito (atual) entre Israel e estados árabes teve origem nesta data em 1947.



Jornal do Brasil: ONU aprova divisão da Palestina

A Assembléia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) depois de 74 dias de negociações e debates aprovou, por 33 votos a favor, 13 contra e 10 abstenções, o plano russo-americano de partilha da Palestina entre judeus e árabes. A proposta de última hora apresentada pelo delegado do Líbano de criação de um estado federado, no qual coexistissem os parlamentos hebreu e árabe, foi rejeitada. 
A assembléia nomeou uma comissão formada por cinco países para exercer o controle da Terra Santa a partir daquela data até a independência dos dois estados.

O projeto de partilha das terras entre o Rio Jordão e o Mediterrâneo obteve grande apoio dos líderes do sionismo e de organizações judaicas mas enfrentou forte oposição dos países árabes. 

O príncipe Feisal, da Arábia Saudita, pronunciou-se contra a divisão e disse que seu país não se considera obrigado a acatar a divisão. Para o secretário-geral da Liga Árabe, Abdul Haman Azzá Pashá a decisão das Nações unidas significava guerra aos judeus.

O brasileiro Osvaldo Aranha, que presidiu a Assembléia, em seu discurso de encerramento, manifestou a esperança de que a sessão resultasse em "contribuições memoráveis para o ajuste pacífico e construtivo dos problemas mundiais". Disse também confiar nos bons resultados da partilha da Palestina, o que considerava uma "experiência rigorosamente histórica".

Com o fim do controle britânico da Palestina, em maio do ano seguinte, o Estado de Israel declarou a independência, deflagrando a primeira guerra árabe-israelense, na qual seis estados árabes vizinhos iniciaram movimentos de exércitos regulares para ingressar na região. Depois do primeiro conflito, seguiram-se a Guerra de Suez (1956), a Guerra dos Seis Dias (1967) e a Guerra do Yom Kippur (1973). Até hoje, não houve a proclamação do Estado da Palestina.
************************************************************

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Convido você, caro leitor, a se manifestar sobre os assuntos postados na Oficina de Gerência. Sua participação me incentiva e provoca. Obrigado.