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Albert Einstein (Ulm, 14 de março de 1879 – Princeton, 18 de abril de 1955) foi um físico teórico alemão que desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos pilares da física moderna ao lado da mecânica quântica. Embora mais conhecido por sua fórmula de equivalência massa–energia, E = mc² — que foi chamada de "a equação mais famosa do mundo" —, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física de 1921 "por suas contribuições à física teórica" e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Investigou as propriedades térmicas da luz, o que lançou as bases da teoria dos fótons. Em 1917, aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. Suas obras renderam-lhe o status de celebridade mundial enquanto tornava-se uma nova figura na história da humanidade, recebendo prêmios internacionais e sendo convidado de chefes de estado e autoridades. Foi professor da Academia de Ciências de Berlim. Em 1933, quando o Partido Nazista chegou ao poder na Alemanha, estava nos Estados Unidos, onde passou a morar. Desde então, não tornou a residir no seu país de origem. Naturalizou-se estadunidense em 1940. Em agosto de 1939, pouco antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial, ajudou a alertar o presidente Franklin D. Roosevelt que a Alemanha poderia estar desenvolvendo uma arma atômica, recomendando aos norte-americanos começarem uma pesquisa semelhante, que se tornaria o Projeto Manhattan. Apoiou os Aliados, opondo-se, no entanto, à utilização de armas nucleares contra o Japão. Mais tarde, com o filósofo britânico Bertrand Russell, assinou o Manifesto Russell-Einstein, que destacou o perigo das armas nucleares. Foi afiliado ao Instituto de Estudos Avançados de Princeton, onde trabalhou até sua morte em 1955. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein}

 

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Maradona permite-se ser usado como um "factóide" do futebol (argentino).

Podem recostar-se nas poltronas porque vamos assistir mais um triste episódio, ao estilo "dejá vu", por conta desta "montagem" que - lamentavelmente - envolve o ídolo argentino e mundial, Diego Maradona.

Ao se "oferecer" para ser o técnico da seleção argentina de futebol o ex-craque cometeu (mais um) grande erro na sua conturbada carreira extra-campo. Permitiu-se, a exemplo do atual técnico da seleção brasileira, Dunga, ser manipulado pelos cartolas como um simples factóide.

A grande questão é que Maradona não é Dunga. Jamais poderá - ou poderia - ser comparado com o ex-atleta brasileiro que tinha como sua característica principal o chamado "anti-jogo"(sem deméritos para seu valor como jogador nos clubes e na seleção brasileira).

Não tenho a menor dúvida em afirmar que Maradona não irá demorar muito como técnico. Seu histórico não o recomenda como um comandante, como um gerente. Pelo contrário. É uma personalidade única, um superstar, quase uma lenda no futebol. Um dos raros atletas na história que podem querer se comparar com o Rei Pelé (aos leitores argentinos, desculpem o meu "tom brasileiro"). Quem aconselhou Don Diego a postular e aceitar o cargo cometeu um erro e uma maldade. Desconfio que ninguém o tenha orientado e seja coisa da cabeça (?) dele mesmo.

Infelizmente vai sair do episódio menor do que entrou. Manchará sua imagem e irá criar mais tumulto ainda na, já atormentada, corporação do futebol argentino (tal como a brasileira). Não foi por acaso que Pelé jamais cogitou ser técnico de futebol ou político. O nosso Rei é um dos melhores exemplos de quem sabe administrar - e com muita competência - sua imagem e reputação.

Coloco o fato em destaque, no blog, para chamar a atenção dos leitores sobre a "administração da imagem" de cada um.

Sim senhor! Todos, temos uma imagem!

O conceito não se aplica só às pessoas públicas, aos artistas, atletas ou políticos. Eu, você, seus amigos, nossos filhos, todos temos nossas "imagens". Elas são construídas ao longo das nossas existências. Observem que vocês leram existências e não carreiras. É essencial, fundamental, importante, indispensável e necessário, para o equilíbrio de nossas vidas (na plenitude do termo), que nossas imagens sejam bem administradas. E cada um é soberano e solitário para fazê-lo. Um erro, um tropeço uma má decisão e podemos jogar no lixo - literalmente - todo o esforço que tenhamos feito, durante anos e anos, para ganhar o respeito do mundo à nossa volta. A família, os amigos, os colegas de trabalho, de clube e de onde for serão sempre afetados - positiva ou negativamente - pelas oscilações que ocorram em nossas imagens. Já pensou nisso? Não? Então, por favor, reflita e logo .

Mesmo que não saiba ou não tenha consciência, você tem uma imagem. Cuide muito bem dela! Olhe à sua volta com atenção e verá - a cada dia - reputações de pessoas famosas e comuns, até então sólidas e respeitáveis, perdidas - algumas inapelavelmente - pelos erros cometidos por seus "proprietários". É só ler os jornais e revistas ou assistir aos noticiários das redes de televisão. E no mundo inteiro.

Nossa! Escrevi demais? Era só para comentar sobre o erro do grande Diego Maradona ao deixar que sua imagem seja usada pelos eternos "cartolas" do futebol. Espero que os danos causados a ele mesmo não sejam tão profundos que diminuam a sua história como um dos mágicos que o futebol mundial viu desfilar pelos gramados ao longo da história do futebol e do desporto em geral. Espero, sinceramente, estar errado na minha, digamos, profecia.

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ooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo

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