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Umberto Eco OMRI (Alexandria, 5 de janeiro de 1932 — Milão, 19 de fevereiro de 2016) foi um escritor, filósofo, professor, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional. Foi titular da cadeira de Semiótica e diretor da Escola Superior de ciências humanas na Universidade de Bolonha. Ensinou temporariamente em Yale, na Universidade Columbia, em Harvard, Collège de France e Universidade de Toronto. Colaborador em diversos periódicos acadêmicos, dentre eles colunista da revista semanal italiana L'Espresso, na qual escreveu sobre uma infinidade de temas. Eco foi, ainda, notório escritor de romances, entre os quais "O nome da rosa" e "O pêndulo de Foucault". Junto com o escritor e roteirista Jean-Claude Carrière, lançou em 2010 "N’espérez pas vous débarrasser des livres" (publicado em Portugal com o título "A Obsessão do Fogo", e no Brasil como "Não contem com o fim do livro". (https://pt.wikipedia.org/wiki/Umberto_Eco)


sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Clóvis Rossi - Leitura para reflexão

Nem todos os artigos do jornalista Clóvis Rossi (brilhante) podem ser transcritos na Oficina de Gerência. A maioria dos temas que aborda são políticos ou de cunho internacional.Este que copiei e trouxe para o blog foge à regra quanto ao conteúdo, mas a mantém na qualidade do texto e na mensagem.
Refere-se a um artigo publicado pela própria Folha, da pedagoga Dagmar Zibasa* que - com rara infelicidade - procurou traçar uma linha de justificativa para os atos de vandalismo que dias antes ocorreram com a depredação da escola estadual Amadeu Amaral, por seus alunos, em São Paulo. Leiam um pequeno trecho do artigo de D. Dagmar Zibasa (Folha de São Paulo - 4ª Feira 26/11)
[...] "O vandalismo praticado é uma forma caótica de chamar a atenção para os repetidos erros e omissões das políticas educacionais. É um grito de revolta pela precariedade das instalações e dos recursos didáticos, pela debilidade da formação do magistério e pelas sofríveis condições do trabalho docente. É um protesto difuso, explosivo e não elaborado, mas claramente voltado contra a implacável deterioração institucional, a inutilidade da freqüência às aulas e a completa desesperança de encontrar na escola a chave para um futuro melhor." [...]
Ainda bem que a sociedade, inteligente e de bom senso, conta com opiniões de peso como a de Clóvis Rossi. Só um personagem como ele teria a representatividade para rebater - com argumentos respeitáveis - sandices que estes "intelectuais" defendem. Nos seus textos, sempre bem escritos e articulados estes "magos do achismo" colocam as idéias mais estapafúrdias à mostra; às vezes, passam pelo crivo dos (normalmente) poucos que as lêem como sendo de vanguarda, mas bem analisadas são intoleráveis.
Leiam o artigo de Clóvis Rossi. Ele, ao contrário da pedagoga, foi muito feliz na abordagem que fez.
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CRossi

*DAGMAR MARIA LEOPOLDI ZIBAS, pedagoga, é mestre em psicologia da educação pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e doutora em educação pela USP. Desde 1983, foi pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, aposentando-se em 2008.


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