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Joaquim José da Silva Xavier (Fazenda do Pombal, então sob jurisdição da Vila de São José del-Rei, batizado em 12 de novembro de 1746 – Rio de Janeiro, 21 de abril de 1792), conhecido como Tiradentes, foi um militar e ativista político do Brasil, notabilizado por sua participação na Inconfidência Mineira, conspiração de caráter separatista contra o domínio de Portugal. Atuante nas capitanias de Minas Gerais e do Rio de Janeiro, destacou-se como um dos principais propagandistas das ideias emancipacionistas em um contexto marcado pela crise da economia mineradora e pelo aumento da pressão fiscal exercida pela Coroa portuguesa. Preso em 1789, foi julgado por crime de lesa-majestade e executado em 1792. Sua morte, inicialmente concebida como instrumento de repressão exemplar, foi posteriormente reinterpretada, sobretudo a partir da República, quando sua figura passou a ser associada ao martírio cívico e consolidada como símbolo político da nação brasileira. O dia de sua execução, 21 de abril, foi instituído como feriado nacional, e seu nome foi inscrito no Livro dos Heróis da Pátria. Sua trajetória e execução foram posteriormente reinterpretadas pela historiografia e pela memória política brasileira, que o consagraram como um dos principais símbolos da identidade nacional. {https://pt.wikipedia.org/wiki/Tiradentes}




sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Clóvis Rossi - Leitura para reflexão

Nem todos os artigos do jornalista Clóvis Rossi (brilhante) podem ser transcritos na Oficina de Gerência. A maioria dos temas que aborda são políticos ou de cunho internacional.Este que copiei e trouxe para o blog foge à regra quanto ao conteúdo, mas a mantém na qualidade do texto e na mensagem.
Refere-se a um artigo publicado pela própria Folha, da pedagoga Dagmar Zibasa* que - com rara infelicidade - procurou traçar uma linha de justificativa para os atos de vandalismo que dias antes ocorreram com a depredação da escola estadual Amadeu Amaral, por seus alunos, em São Paulo. Leiam um pequeno trecho do artigo de D. Dagmar Zibasa (Folha de São Paulo - 4ª Feira 26/11)
[...] "O vandalismo praticado é uma forma caótica de chamar a atenção para os repetidos erros e omissões das políticas educacionais. É um grito de revolta pela precariedade das instalações e dos recursos didáticos, pela debilidade da formação do magistério e pelas sofríveis condições do trabalho docente. É um protesto difuso, explosivo e não elaborado, mas claramente voltado contra a implacável deterioração institucional, a inutilidade da freqüência às aulas e a completa desesperança de encontrar na escola a chave para um futuro melhor." [...]
Ainda bem que a sociedade, inteligente e de bom senso, conta com opiniões de peso como a de Clóvis Rossi. Só um personagem como ele teria a representatividade para rebater - com argumentos respeitáveis - sandices que estes "intelectuais" defendem. Nos seus textos, sempre bem escritos e articulados estes "magos do achismo" colocam as idéias mais estapafúrdias à mostra; às vezes, passam pelo crivo dos (normalmente) poucos que as lêem como sendo de vanguarda, mas bem analisadas são intoleráveis.
Leiam o artigo de Clóvis Rossi. Ele, ao contrário da pedagoga, foi muito feliz na abordagem que fez.
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CRossi

*DAGMAR MARIA LEOPOLDI ZIBAS, pedagoga, é mestre em psicologia da educação pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e doutora em educação pela USP. Desde 1983, foi pesquisadora da Fundação Carlos Chagas, aposentando-se em 2008.


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