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Karl Groos (10 de dezembro de 1861, em Heidelberg – 27 de março de 1946, em Tübingen ) foi um filósofo e psicólogo alemão que propôs uma teoria instrumentalista evolucionista do brincar. Seu livro de 1898, " O Brincar dos Animais", sugeriu que o brincar é uma preparação para a vida adulta. Groos foi professor titular de filosofia em Gießen , Basileia e de 1911 a 1929 em Tübingen . Sua ideia principal era que o brincar é fundamentalmente útil e, portanto, pode ser explicado pelo processo normal de evolução por seleção natural . Quando os animais "brincam", estão praticando instintos básicos, como lutar, para sobreviver. Isso é traduzido do original como "pré-ajuste". Apesar dessa percepção, a obra de Groos raramente é lida hoje em dia, e sua conexão entre brincar e estética foi considerada "equivocada". Outra área de estudo foi a psicologia da literatura, incluindo análise estatística. Entre seus discípulos está o filósofo alemão Willy Moog (1888–1935) (doutorado sobre Goethe supervisionado por Karl Groos em Gießen, 1909). {https://en.wikipedia.org/wiki/Karl_Groos}

 

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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Ótima mensagem motivacional...

............ (imagem copiada do site Gettyimages)
A história que está contada neste vídeo do You Tube não lhes deve ser desconhecida. Circulou na Internet - via e-mail e PowerPoint - durante algum tempo.
Como vídeo ainda não a tinha visto. Para os padrões do You Tube, 29.600 visitas não é muito. Por isto optei por propagá-la
A mensagem é direta, simples e até óbvia. Porque, então, ficamos "tocados", quando a vemos e ouvimos? Respondo: porque ela mostra, com crueza, os nossos humanos defeitos.
Nós, quase todos, somos como o carpinteiro da fábula. Não conseguimos equilibrar as emoções e as razões - como profissionais - quando somos contrariados ou vemos nossos planos se frustrarem. Agimos sem medir as conseqüências, sem pensar nos compromissos de honra que temos com nossa dignidade, nossa função, nossa profissão.
Quantas vezes já não vimos algo semelhante acontecer? Principalmente quando - por quaisquer motivos - somos preteridos em alguma promoção ou gratificação? Quando um determinado projeto de nossa lavra não é aproveitado pela empresa ou pela chefia imediata, o que fazemos? Exatamente como fez o carpinteiro, personagem da narrativa.
Publico-a para que, ao vê-la, possamos refletir sobre as verdades repito, simples, que encerra. Aliás, me permitam uma reflexão, que mesmo não sendo criativa ou inovadora, não é menos verdadeira: As grandes lições da vida são assim; básicas, primárias e comuns. E porque não as vemos? Respostas como cada um, após assistir o vídeo.
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