2 de set de 2008

Um novo estilo gerencial no Palácio do Planalto.

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O Presidente da República - em que pese não ser o seu estilo mais conhecido - mostrou que sabe agir com a rapidez e a oportunidade de um gerente com "G". O afastamento da cúpula gerencial da ABIN era uma atitude - administrativa (nem vou dizer, política, porque não é o nosso foco) - que se impunha para não agravar a crise institucional que, como previsto, incendiou a Esplanada dos Ministérios no dia de ontem.
Amanhã, mostrando o acerto da decisão, o "furacão estará alguns pontos abaixo na sua classe" e tal como o já famoso Gustav, que assola os EUA, irá perdendo força até se transformar numa tempestade administrável. Indo um pouco além, na análise, arriscaria dizer que o fato pode ter marcado um ponto de inflexão na prática gerencial do chefe da Nação.
É visível o crescimento do ex-líder sindical Luiz Inácio Lula da Silva, como administrador, no exercício da função de Presidente do Brasil (leia Você se sente menor do que a função que ocupa? ). Mesmo a oposição ao governo se dá conta disso. Esta medida de ontem, rápida, certeira, pragmática e até, de certa forma, surpreendente, vai assinalar - com certeza - uma nova fronteira para o seu gênero de regência. Vamos acompanhar...
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= Estadão

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